O mundo como vontade e representação. Eu li o livro, mas não entendi a parte da representação. Começo a pensar sobre o assunto. Talvez exista, para cada indivíduo, apenas dois mundos: o da vontade, que não precisa ser explicado, eu acho, e o da representação, originado da razão, que vê funcionalidade nas coisas externas à vontade, e cada coisa externa dessas representa algo para a nossa vontade, por meio da razão. As outras pessoas não fazem parte de mim e nunca vão partilhar sua individualidade comigo, e vice-versa, senão por meios simbólicos (agora estamos usando a linguagem, por exemplo). Mas várias delas representam algo para mim. Bom, pode ser que não tenha nada a ver com isso, mas não deixa de ser lógico. Vamos ver, um dia.
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