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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Emoções e intuições da Adelina Sotnikova (RUS), medalha de ouro na patinação artística feminina nas Olimpíadas de Inverno de Sochi 2014, logo após a sua segunda apresentação - segundo dia, rotina longa.







"As bandas com guitarra que estão sendo formadas hoje estão usando um instrumento da geração de seus avós - e muitas vezes tocam no mesmo estilo dessa antepenúltima geração." (Jonny Greenwood, guitarrista dos Radiohead)

domingo, 23 de fevereiro de 2014

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Politicamente correto ou emocionalmente correto?

“Quando você reconhece que há uma voz dentro da sua cabeça que deseja ser você e que nunca para de falar, você desperta de sua identificação inconsciente com o fluxo de pensamento. Quando você percebe essa voz, se dá conta de que você não é a voz — o pensador/pensante — mas é aquele que está consciente dela.” (Eckhart Tolle)
"Eu preciso manipular o realismo. O realismo não me interessa por nenhum segundo. Eu estou interessado é em lidar com o interior dos personagens. É verdade que o cinema dá uma impressão forte de realismo. Mas os exteriores não são expressados por mim dessa forma. Durante o filme inteiro eu estou procurando entrar em [Céline] Hadewijch. Do começo ao fim, o filme se passa no coração dela, com suas paixões, com o amor que a motiva. Então todas essas paisagens, Paris, elas são realmente o interior da personagem. Não há lógica, o exterior não me interessa, é só uma questão de como tudo exterioriza o que está acontecendo dentro. Mas há elementos que indicam ao espectador que alguma outra coisa está acontecendo que não a mera realidade, que não o mero realismo." (Bruno Dumont)


"O invisível é todo a área da interioridade que é irrepresentável para nós, salvo através do cinema que, a par das coisas visíveis, consegue descobrir as proporções certas e, assim, dar-nos visões e, logo, representações." (Bruno Dumont)


"Enquanto alguns críticos reconhecem seu estilo autoral e questionamentos existenciais, outros simplificam seu trabalho como pessimista e vago no próprio minimalismo. Independente de qualquer opinião, a recusa de Dumont em se enquadrar num modelo de mercado apenas confirma a integridade de um cinema orgânico em busca do 'real' por meio de imagens estáticas, prazeres fugazes e pequenos gestos repletos de significado." (Eduardo Lucena)

Eduardo Lucena: Após um período como professor de Filosofia, você direcionou sua carreira para o cinema nos anos 1990. Como foi essa transição?

Bruno Dumont: Naturalmente, para achar na cinematografia um meio de expressão filosófica, fora do campo estreito da razão e de seu discurso. Por meio de sua expressão visual e sonora, o cinema, parece-me, pode alcançar zonas mais amplas, profundas e obscuras.  Eu não busco o grande público. Esse público não é interessante para mim e não tenho nada a lhe dizer. Faço filmes de acordo comigo e minhas exigências, o que acho ser a postura mais digna. 'Não podemos ter sucesso quando trabalhamos para agradar os outros, mas as coisas que fizemos para agradar a nós mesmos sempre têm alguma chance de interessar a alguém.' Marcel Proust.


"O cinema é feito de filmar o material: o corpo. Filmando o material, o mecânico, nós chegamos ao espiritual. Uma cena sempre significa outra coisa; ela é um sentido para chegar a outro lugar. É uma maneira de levar o espectador a viajar para outro lugar. Você deve ir devagar para chegar longe. Eu não sou metafísico. Eu trabalho com realidade material. Eu filmo o físico; o espectador é que cria o sentimento. Eu não posso intervir. (...) "Eu não dou texto aos atores. Se eles recitam texto, fica horrível. Eu os coloco numa ação que normalmente deve levá-los ao diálogo que eu espero. Eu lhes digo, por exemplo: 'Fique com raina na cozinha, na frente da tevê. Simplesmente expresse o que desejar!' Eu não me importo com o diálogo exato. Somos todos humanos. Em situações similares, nós necessariamente dizemos coisas similares. Eu os ponho numa situação que faz nascer o texto que eu quero. O ator já vem com emoções para a cena: medo, o medo de estar na frente da câmera. É esse medo que induz a emoção da cena. Eu também estou com medo; eu não sei exatamente o que estou buscando. No set, estamos todos participando juntos desse medo. (...) Eu me proíbo de fazer certas coisas, como plano-e-contraplano, porque é insuportavelmente chato, mesmo que seja mais fácil para usar em cenas de diálogos." (Bruno Dumont para Karin Badt)


"Quando estou fazendo um filme, eu não estou preocupado com a resposta do espectador. Eu não estou trabalhando para fazer os filmes acessíveis. Mas, ao mesmo tempo, eu tenho um grande respeito pelo público, porque sou consciente de que é através do olhar dele que meu filme será completado. Eu sei que eu sou um indivíduo como qualquer outro membro do público, e penso que, se há dignidade no cinema, ela está no público que recebe o filme e o completa." (Bruno Dumont)




"O Pecado de Hadewijch é um filme francês superficial, tedioso, maçante, confuso e superestimado, e eu fiquei completamente decepcionado após assisti-li, principalmente por ser um filme distribuído pela Imovision. É superficial, pois não há nenhuma explicação do por que da católica Céline ser capaz de um ato terrorista em sua busca por Deus. Tedioso e maçante pois parece que utiliza um ritmo extremamente lento para compensar a falta de história ou de conteúdo. Confuso, pois as situações não são claras, com o uso de elipses e flashbacks no roteiro. Superestimado, pois o diretor Bruno Dumont parece ter amigos e fãs que superavaliam este filme na mídia. Eu, por exemplo, fui enganado pelo IMDb User Rating de 6,6." (apócrifo)

"Bruno Dumont é um queridinho dos críticos e daquela turma de narizinho empinado que diz gostar de 'filme de arte'. Já ganhou 18 prêmios, e teve outras nove indicações. O Pecado de Hadewijch venceu o Prêmio Internacional da Crítica (Fipresci) no Festival Internacional de Toronto, e recebeu loas e mais loas na imprensa. É o protótipo do filme feito para parecer 'de arte'. Tem loooooooongas tomadas em que absolutamente nada acontece. E o filme te obriga a ficar vendo e ouvindo uma bandinha de quinta categoria tocando uma musiquinha chinfrim! Hadewijch tem 120 minutos. Parece que dura três dias e meio." (Sérgio Vaz)
O amor, sem palavras. Ou. A palavra amor, sem amor. Sendo amor, ou. A palavra ou. Sem substituir nem ser substituída por. Si, a palavra si, sem ser de si gnada ou gnificada por. O amor. Entre si e o que se. Chama amor, como se. Amasse (esse pedaço de papel escrito amor). Somasse o amor ao nome amor, onde ecoa. O mar, onde some o mar onde soa. A palavra amor, sem palavras.

‪#‎arnaldoantunes‬
A técnica na arte é uma ferramenta, um meio. A técnica como fim e como critério avaliativo/apreciativo é uma artificialidade adotada por quem não suporta perder o controle, quem não consegue dar um ponta no oceano da obra artística, com toda sua subjetividade e todo seu inconsciente, além das categorias de cognição abordadas mais na superfície.

Em tempo: também é uma artificialidade adotada pelo artista que deseja se exibir "de forma inequívoca", contar vantagem, marcar pontos, somar um escore, formar um ranqueamento - quando na verdade, por tudo isso, o que está fazendo não é, de forma alguma, arte.
"Seja sempre diplomático ao criticar, pois se fores áspero, tua crítica poderá não ser bem compreendida. Se desejares mudanças através da crítica, a faça sempre junto ao seu próprio contraponto. A crítica deve esclarecer a pessoa criticada, ou estabelecer diálogo, mas nunca atacar a auto-estima dela." (Eduardo Peters)
Abaixar a cabeça e olhar para cima
Trata-se de um dos mais interessantes sinais emitidos pelo sexo feminino. Os homens normalmente ficam a mercê delas. Notamos aqui um gesto de submissão, algo mais ou menos parecido como “eu me rendo a você” – pura bobagem do pensamento masculino, quando este gesto é intencional, os homens é que estão sendo manipulados em toda sua plenitude.

Mostrar o pescoço
Ao expor o pescoço a mulher está submetendo uma parte vulnerável do seu corpo e com isto demonstra que aceita que o homem se aproxime. Fica disponível para ser vista e possivelmente tocada. Oferecer o pescoço em algumas espécies animais é sinal de submissão ao mais forte. O pescoço feminino é uma das partes do corpo mais erótica e sensível e, não por outra que ele é adornado por joias e adereços. Mesmo oculto ou/e coberto com lenços transmite sensualidade. Para os japoneses o pescoço deve ser exposto de maneira sedutora. Desmond Morris diz que a gueixa é treinada para expor o pescoço e sua exposições seria o equivalente ao mostrar os seios no Ocidente. (A mulher nua. Ed. Globo)

Sorrir
Evidente que sorrir não significa que a mulher está apaixonada. Longe disto. Todavia quando está o lado de quem ama e se deseja que o outro saiba, os sorrisos são fartos. Olhar para o outro e sorrir, significa: “você me faz bem, te olhar me alegra”. 

(Paulo Sergio de Camargo)

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Patinação artística/figure skating.

Elena Ilinykh (RUS)

Sara Hurtado e Adria Diaz (ESP)
Misha Ge (UZB)

Sara Hurtado e Adria Diaz (ESP)

Tessa Virtue e Scott Moir (CAN)
Kaetlyn Osmond (CAN)
Tessa Virtue e Scott Moir (CAN)
Luca Lanotte e Anna Cappellini (ITA)
Ashley Wagner (EUA)
Carolina Kostner (ITA)

Valentina Marchei (ITA)
Simon Shnapir e Marissa Castelli (ITA)


Adrian Diaz e Sara Hurtado (ESP)


Madison Chock e Evan Bates (EUA)
Fabian Bourzat e Nathalie Pechalat (FRA)


Carolina Kostner (ITA) e suas costas expostas

Carolina Kostner (ITA)

Elena Ilinykh e Nikita Katsapalov (RUS)

Elena Ilinykh e Nikita Katsapalov (RUS)


Elena Ilinykh e Nikita Katsapalov (RUS)

Nathalie Pechalat e Fabian Bourzat (FRA)

Nathalie Pechalat e Fabian Bourzat (FRA)

Nathalie Pechalat e Fabian Bourzat (FRA)

Este é um pódio decentíssimo!

"Pensei que tivesse perdido momentaneamente a capacidade de me comover com um filme (visto que 'Ela', que todo mundo anda falando maravilhas - e o qual fui ao cinema preparado pra receber uma paulada - eu achei apenas bonitinho). Mas eis que assisto ao 'A Grande Beleza' e tudo parece fazer sentido novamente: é um filme raro e avassalador. E, ao contrário daquele bonitinho dirigido por Spike Jonze, nesse aqui a beleza só pode ser encontrada além daquilo que pode ser expressado pelas palavras. E essa é a parte mais difícil em qualquer arte." (Diones Camargo)
"Criatividade é permitir a si mesmo cometer erros. Arte é saber quais erros manter." (Scott Adams)

Caixa Filosofal
Programa-019 by Revelações*Douglasdickel on Mixcloud

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

"É muito importante não confundir comunicação e conexão. Facebook, Twitter, e-mails etc. nos ajudam na comunicação. Entretanto, essas ferramentas nem sempre ajudam a criar vínculos verdadeiros entre as pessoas. Relações de verdade exigem vulnerabilidade. Se, hipoteticamente, eu postar algo como 'fui demitido do meu trabalho hoje' no meu Facebook, talvez dois ou três amigos comentem algo do tipo 'que pena', 'sinto muito', esse tipo de coisa. Agora, se eu for demitido e telefonar para alguém dizendo que estou passando por um momento muito difícil, isso vai exigir algo a mais dessa pessoa – vai exigir seu tempo, abertura emocional para escutar, atenção." (Brené Brown)
"A base do narcisismo está na vergonha. Alguém que só posta fotos filtradas e editadas de si mesmo acredita que essa versão irreal é a única capaz de ser aceita e amada. Na verdade, é mais um sinal de vergonha do que de narcisismo. Porque, quando esse indivíduo tiver de mostrar o 'real', será um problema." (Brené Brown)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Cat curling.

"Pre-pa-ra que agora o fascismo vem com tudo. Não tem nada mais facilmente manipulável do que a classe média apavorada. A morte foi, definitivamente, uma tragédia. Mas foi uma tragédia muito celebrada." (Gregorio Duvivier)
Spike Jonze's Her is actually a terrible movie
Her can be seen as a response to Lost in Translation. 
And the comparison does Jonze no favors. 
(Ryu Spaeth)

(...) Lost in Translation is a triumph of oblique storytelling. The characters say one thing — or often, nothing at all — while the camera says another, conveying rich undercurrents of meaning. Johansson and Murray may be joking about starting a jazz band or silently sharing a cigarette at a karaoke bar, but what is actually happening beneath these banal surfaces is exhilaratingly apparent. This method finds its greatest expression in the famous last scene, in which Murray and Johansson tearfully part with words that can't be heard by the audience. The scene is little more than a street in Tokyo, two actors, and a kiss, which allows the film to achieve both a huge emotional payoff and a kind of cinematic purity.

In contrast, Her is drowning in words — and what vapid words they are. Because Samantha has no face — no downcast eyes to hint at deeper feeling, no quivering lips to express an inner trembling — she is maddeningly verbose. While more physically expressive, Theodore also becomes trapped in this cage of words, and their relationship is defined by the blunt vocalization of every urge and emotion: I'm depressed, I'm horny, I'm happy, I'm jealous, I'm annoyed, I'm in love.

(...) None of this would be even worth mentioning were it not for the glowing reception Her has received in the mainstream press, which could very well land this mawkish mess an Oscar for writing, of all things. But perhaps we shouldn't be too surprised, since mawkishness is having something of a moment in American culture, popping up most egregiously in the more recent films of Wes Anderson, but also in fashionable literature and broad swathes of indie rock music.
O antagonismo principal não é entre esquerda institucional e ruas, mas entre quem reconhece que algo de novo se passou de junho para cá e quem não reconhece. A condição para o diálogo é que se reconheça que há algo novo, fora das coordenadas que definiram a política brasileira da redemocratização até aqui. Com quem acha que junho não muda nada, não há conversa possível. (...) Em primeiro lugar, é bom notar que você não tem um único movimento marchando sozinho, mas vários grupos de tamanho médio ou pequeno e um grande número de indivíduos soltos. Alguns grupos têm mais autoridade moral, mais experiência, mas nenhum conseguiria se impor sobre os demais. As pessoas não atentam para essa diferença e ficam cobrando uma 'direção' que é objetivamente impossível, como se não tê-la fosse apenas uma opção subjetiva. Então, você vai concluir que a culpa é da realidade, que não está conforme o sistema? Não, a culpa é do sistema, que está claramente em defasagem com a realidade. A rua não mente, não porque tenha sempre razão, mas porque é sintoma de alguma coisa real. Na verdade, muitos ataques à falta de 'direção' provêm justamente da recusa de setores da esquerda institucional em aceitar que a crise da representação afeta também as instituições da esquerda. A única direção legítima para um movimento de massa teria de vir das organizações de massa constituídas, dos partidos? Então por que eles não fizeram este movimento antes?" (Rodrigo Nunes)

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Acabou a baderna
(Gregorio Duvivier)

Acabou a baderna. Encontraram o grande financiador do movimento. Já foi provado que membros do PSOL doaram 150 reais para se realizar uma ceia de Natal para mendigos e o dinheiro foi usado para comprar várias rabanadas. Como se sabe, poucas coisas são mais letais que uma rabanada na cara, especialmente se ela estiver dormida.

Muita gente já deve ter morrido a golpes de rabanada do PSOL. Isso porque o pessoal não declarou o panetone. Um panetone é uma arma branca! Ainda mais se for daqueles bem duros, da Visconti. Quando pega na testa, mata na hora. Mas não vai mais matar ninguém. A fonte secou!

Engraçado pensar que alguns acreditavam que o motivo da revolta de junho era a insatisfação popular. Finalmente ficou provado que não. O povo está muito feliz. Eduardo Paes já aumentou a passagem de novo. E não vai dar em nada. O povo não tem problema nenhum com aumento de passagem. O povo não tem problema nenhum com nada. Quem inventa problema é a esquerda caviar. O povo está feliz. Sempre esteve.

Detalhe: ao exumarem o corpo de Josef Stálin, descobriu-se que em sua farda, no bolso esquerdo, havia uma estrela na qual podia-se ler as impressões digitais de Iran Kruschewsky, assessor de Stálin, cuja filha primogênita, Anna Nicolaievna, foi amante de Miriam Pletskaya, embaixatriz da extinta Tchecoslováquia cujo filho, Benjamin Berndorff, tem as mesmas iniciais de Bruno Bianchi, ortopedista brasileiro nascido em 1967, mesmo ano em que nasceu o deputado Marcelo Freixo. Procurado, o deputado negou qualquer envolvimento com o regime stalinista.

"Não acho que o ano em que eu nasci seja um dado relevante para tecer esse tipo de conexão estapafúrdia", afirmou o deputado, saindo pela tangente. A palavra "estapafúrdia", no entanto, já havia sido usada por José Sapir, meu cunhado, para designar a roupa que uma senhora usava em Copacabana, bairro do Rio de Janeiro, cidade onde nasceu Oscar Niemeyer, stalinista confesso. Ou seja...

A legislação vai mudar, graças a Deus (e à Dilma). Não vamos mais tolerar baderna. A ex-guerrilheira, quem diria, vai baixar o AI-5. O Brasil finalmente está virando um país sério: bandido preso no poste, Polícia Militar ameaçando Porta dos Fundos, leis antiterrorismo. O caminho se abriu. Este é o ano em que Bolsonaro vai assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos. Chegou o momento, Capitão! Em abril, nossa revolução faz 50 anos.





"Inacreditável é, depois de dois mil anos de civilização cristã, existir gente que ama seus filhos e seus cachorros e se emociona com a novela e mesmo assim defende o vigilantismo brutal, como se fazer justiça fosse enfrentar a barbárie com a barbárie, e salvar uma sociedade fosse embrutecê-la até a autodestruição." (Luis Fernando Verissimo)
"É possível viver sem mistério? (...) Me parece que o ponto de convergência não está nos detalhes da prática de cada um, mas na inevitabilidade do mistério que todos confrontamos. O próprio Richard Dawkins, o grande sacerdote do Novo Ateísmo, escreveu um livro com o título 'A Mágica da Realidade' e sua autobiografia é 'Um Apetite pelo Maravilhamento'. Outro ateu conhecido, Sam Harris, está escrevendo um livro sobre espiritualidade. Como exploro em meu próximo livro, 'A Ilha do Conhecimento' (Ed. Record, que será lançado em agosto de 2014), o que nos torna humanos é precisamente nossa atração pelo desconhecido, atração que tanto comove quanto inspira nossa criatividade, seja ela científica ou artística. Dela, ninguém escapa." (Marcelo Gleiser)

domingo, 16 de fevereiro de 2014

“Pensar é só um pequeno aspecto da consciência. O pensamento não pode existir sem a consciência, mas a consciência não precisa do pensamento.” (Eckhart Tolle)

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Elena Ilinykh e Nikita Gennadievich Katsalapov, Sochi 2014


"Durante o filme [Robocop do José Padilha], todas as cenas familiares, como a própria volta de Murphy-robô para casa, tornam-se rasas, postiças, prejudicadas por um vazio imenso que nunca será preenchido, pois não há lastro dramático suficiente entre os personagens para isso. (...) Há um descompasso nítido entre o teor psicológico (e vá lá, filosofal) que o filme propõe e a verdadeira carga psicológica (filosófica) que entrega. Um não corresponde ao outro." (Danilo Fantinel)

Eu senti esse mesmo descompasso no filme Gravidade.
"O sistema não se muda pela violência pontual, mas por um processo histórico-político, por mais prolongado que seja. Os grupos violentos de manifestação vêm carregados de ressentimento, de amargura e de raiva. Dão vazão a este estado de ânimo através de ações destrutivas. (...) A singularidade do terrorismo: a ocupação das mentes. Nas guerras e nas guerrilhas como na Colômbia precisa-se ocupar o espaço físico para efetivamente se impor. Assim foi no Afeganistão e no Iraque. No terror não. Basta ocupar as mentes e ativar o imaginário através da ameaça de novos atentados e do medo que então se internaliza nas pessoas e nas instituições. A profecia do autor intelectual dos atentados de 11 de setembro, o então ainda vivo Osama Bin Laden, feita no dia 8 de outubro de 2001, infelizmente, se realizou: 'Os EUA nunca mais terão segurança, nunca mais terão paz'. Ocupar as mentes das pessoas, mantê-las desestabilizadas emocionalmente, obrigá-las a desconfiar de qualquer gestou ou de pessoas estranhas, eis o que o terrorismo almeja e nisso reside sua essência." (Leonardo Boff)
Misha Ge. O patinador tem 22 anos, nasceu em Moscou e aos 10 anos foi pra Pequim, pois acho que seu pai - e treinador - é chinês, chama-se Jun Ge. Lá recebeu dicas do mestre russo Evgeni Plushenko. Com 18, foi pra Hollywood, onde parece começar a desenvolver uma carreira de shows, já que sua dança é bastante teatral, performática (talvez esteja revolucionando a patinação artística). A representação do Uzbequistão começou em 2010 (aos 19 anos). Parece que a mãe dele tem parentes morando lá (?). A roupa laranja ele usou quinta-feira, dançando Gary Moore, e a outra usou ontem, dançando Gotan Project. Ficou em 17º lugar na classificação final das Olimpíadas de Inverno Sochi 2014. Mas ele foi o melhor de todos. Os juízes não sabem nada.








Deus E O Diabo (1998)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

"A democratização do conteúdo muda a relação de poder no mundo. Essa é a minha tese. Não voto há mais de trinta anos. Quer fazer política? Dane-se quem vai ser eleito. Vamos criar instâncias de vigilância de baixo pra cima. Ai os caras vão fazer o que a gente quer." (Viviane Mosé)
"Tem que ter solidão. Tem que resgatar a solidão, por favor! Eu adoro o isolamento, eu não saio de casa pra nada, não tenho nada pra fazer na rua. Eu acho que o século XX foi o século da convivência. As pessoas se prostituíam por qualquer coisa só pra conviver. Isso é uma merda, cara. A autonomia vem da solidão. Quem não sabe lidar com a solidão está fodido. Eu não acho um problema se isolar. A culpa não é da internet. E a internet está levando as pessoas pra rua." (Viviane Mosé)
Danny Boyle gosta de amarelo.


Sunshine


127 Hours

Trance


Slumdog Millionaire