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quarta-feira, 24 de maio de 2017
Programa-057 by Revelações*DouglasDickel on Mixcloud
"As pessoas acabam por virar travestis de si mesmas. Ficam travestidos de um determinado tipo de roupa, um tipo de corpo. Hoje os seios são artificiais. Não há mais originalidade, não existe mais um eu. Você vira o outro, uma coisa, um objeto. A vida ficou coisificada e não se tem mais uma personalidade. Você é aquilo que veste, aquilo que se traveste. Entre os jovens você é o que você veste, a turma que pertence. E aquele que ainda mantém alguma originalidade, que estuda, tem planos para o futuro, esse está perdido nesse meio. É vítima do bulling. Então, ou ele adoece ou tem uma família muito boa para sustentar isso." (Ivan Capelatto, psicanalista)
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"A gente descobre que a compaixão é uma coisa que transcende a operação das bolhas. A gente vai ver que, realmente, a palavra compaixão só faz sentido porque ela atravessa a bolha, ela se dá fora da bolha. Porque dentro da minha perspectiva de bolha, eu tenho uma relação normal com as pessoas dentro da bolha, mas compaixão é alguma coisa que transcende a minha própria bolha, senão não consigo chamar isso de compaixão. Eu estou vendo o outro no contexto do outro, entendendo as dificuldades dele, vendo que ele tem qualidades. Então, eu vou estimular as qualidades dele e evitar os obstáculos para que a experiência dele seja melhor. Mas não diz respeito à minha experiência, entende? Eu estou fora da bolha. É uma ação fora da bolha. Isso é extraordinário! Nós podemos fazer ações fora da bolha. Isso é compaixão." (Lama Padma Samten)
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"É óbvio que a pessoa que pensa diferente de mim não é um idiota. Idiota é aquele que pensa que só o que ele pensa é correto. Eu seria absolutamente idiota se eu supusesse que a única maneira de olhar as coisas é como eu olho." (Mario Sergio Cortella)
"Sei bem que a crise que o país enfrenta não é de simples solução, uma vez que tem raízes sócio-político-econômicas, e não corresponde à Igreja nem ao Papa dar uma receita concreta para resolver algo tão complexo. Porém não posso deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres, que muitas vezes se veem completamente abandonados e costumam ser aqueles que pagam o preço mais amargo e dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais para crises que vão muito além da esfera meramente financeira." (Papa Francisco)
I-Ching, capítulo 13:
Aceite a desgraça de boa vontade.
Aceite a desgraça como a condição humana.
O que você quer dizer com "Aceitar desgraça voluntariamente"?
Aceite ser sem importância.
Não se preocupe com perda e ganho.
Isso é chamado de "aceitar a desgraça de boa vontade". (...)
Entregue-se humildemente; Então você pode ser confiável para cuidar de todas as coisas.
Ame o mundo como seu próprio ser; Então você pode realmente cuidar de todas as coisas. (Tradução de Gia-fu Feng e Jane English)
*
"Desgraça e infortúnio são anátema para a cultura ego-dirigida do Ocidente. Fazemos o que for preciso a todo o custo para assegurar que o ego permaneça entronizado em um assento de orgulho e boa fortuna." (Angel Millar)
Aceite a desgraça de boa vontade.
Aceite a desgraça como a condição humana.
O que você quer dizer com "Aceitar desgraça voluntariamente"?
Aceite ser sem importância.
Não se preocupe com perda e ganho.
Isso é chamado de "aceitar a desgraça de boa vontade". (...)
Entregue-se humildemente; Então você pode ser confiável para cuidar de todas as coisas.
Ame o mundo como seu próprio ser; Então você pode realmente cuidar de todas as coisas. (Tradução de Gia-fu Feng e Jane English)
*
"Desgraça e infortúnio são anátema para a cultura ego-dirigida do Ocidente. Fazemos o que for preciso a todo o custo para assegurar que o ego permaneça entronizado em um assento de orgulho e boa fortuna." (Angel Millar)
"Não ofenda ninguém. (...) Não mande palavras duras para ninguém, muito menos xingamentos. Você não tem ideia de qual é a extensão do dano que as suas palavras podem causar a uma pessoa. Se tiver que fazer um julgamento, ou corrigir alguém, faça com amor, assim como gostaria que fizessem com você. Garanto que as chances da pessoa te ouvir e entender serão muito maiores." (Daniela Navaes/respire.blog.br)
“Ahimsa é mais do que somente ausência de violência. Significa gentileza, amizade e consideração cuidadosa por outras pessoas e coisas.” T.K.V. Desikachar
Ahimsa é o primeiro dos yamas, ou preceitos morais e éticos do Yoga, relativos ao nosso comportamento com o mundo, com os outros e com nós mesmos.
लोकह् समस्तह्सुखिनोभवन्तु
“Ahimsa é mais do que somente ausência de violência. Significa gentileza, amizade e consideração cuidadosa por outras pessoas e coisas.” T.K.V. Desikachar
Ahimsa é o primeiro dos yamas, ou preceitos morais e éticos do Yoga, relativos ao nosso comportamento com o mundo, com os outros e com nós mesmos.
लोकह् समस्तह्सुखिनोभवन्तु
"Assim como a língua, a cultura oferece ao indivíduo um horizonte de possibilidades latentes – uma jaula flexível e invisível dentro da qual se exercita a liberdade condicionada de cada um." (GINZBURG, Carlo. O queijo e o verme.)
"As pessoas não estavam protestando contra a corrupção: elas estavam protestando contra a corrupção do PT." (Luciano Potter/RBS)
"Dilma estava determinada a ir longe com a austeridade – mas não tão longe quanto as elites brasileiras desejavam. Em um momento de rara franqueza, seu substituto, Michel Temer, admitiu a um grupo de gestores de fundo de cobertura e elites da política externa em Nova Iorque, em setembro passado, que a recusa de Dilma a aceitar uma austeridade mais severa foi uma das reais razões de seu impeachment (a outra real razão foi revelada em uma gravação do mais íntimo aliado político de Temer, o senador Romero Jucá: parar a investigação de corrupção que estava em curso antes que ela consumisse os defensores do impeachment)." (The Intercept)
Discurso muito elucidativo do JUIZ GERSON GODINHO DA COSTA, Presidente da Associação dos Juízes Federais do RS:
-Se me provarem que o trabalhador rural no Brasil não ingressa no trabalho com 9/10 anos, eu vou aceitar a reforma da Previdência.
- Se me mostrarem que no Brasil o trabalhador urbano, no meio formal, não ingressa com 16 anos, eu vou aceitar a idade mínima na previdência social.
- Se me provarem que o alegado déficit da Previdência não decorre da parcela que a União Federal tem que pagar para contribuir para a Previdência, assim como o empregador e o empregado, eu serei a favor da reforma da Previdência.
- Se me provarem que o grande arauto intelectual dessa reforma da previdência não é alguém oriundo do mercado financeiro, como o Sr. Henrique Meirelles que quer forçar uma previdência privada, eu aceitarei a reforma da previdência.
- Se me comprovarem que a reforma está sendo apresentada por um governo com grande legitimidade popular, a partir de um acerto social, eu aceitarei a reforma da previdência.
- Se me provarem que a reforma da previdência passará por um Congresso idôneo, cuja boa parte de seus congressistas não é acusada da prática de ilícitos penais, eu aceitarei a reforma da previdência.
- Se me provarem que há deputados, senadores que não devem para a Previdência Social, eu vou aceitar a reforma da previdência.
O problema é que ninguém está me provando isso e, ao não provar, essa reforma da previdência não se mostra necessária. Nós não podemos aceitar que os trabalhadores paguem por uma conta que não foram eles que fizeram.
Eu aceitarei a reforma da previdência se me provarem que não há outra solução como fazer parar que o dinheiro público escoe para a corrupção.
Aceitarei a reforma da previdência se me provarem que os sonegadores estão sendo atacados, cuja sonegação está sendo impedida.
Se não me provarem isso, eu serei intransigentemente contra qualquer tipo de reforma da previdência. E não sou eu, não é o judiciário federal, mas sim todos nós, toda a sociedade que tem que JULGAR IMPROCEDENTE esta reforma da previdência.
-Se me provarem que o trabalhador rural no Brasil não ingressa no trabalho com 9/10 anos, eu vou aceitar a reforma da Previdência.
- Se me mostrarem que no Brasil o trabalhador urbano, no meio formal, não ingressa com 16 anos, eu vou aceitar a idade mínima na previdência social.
- Se me provarem que o alegado déficit da Previdência não decorre da parcela que a União Federal tem que pagar para contribuir para a Previdência, assim como o empregador e o empregado, eu serei a favor da reforma da Previdência.
- Se me provarem que o grande arauto intelectual dessa reforma da previdência não é alguém oriundo do mercado financeiro, como o Sr. Henrique Meirelles que quer forçar uma previdência privada, eu aceitarei a reforma da previdência.
- Se me comprovarem que a reforma está sendo apresentada por um governo com grande legitimidade popular, a partir de um acerto social, eu aceitarei a reforma da previdência.
- Se me provarem que a reforma da previdência passará por um Congresso idôneo, cuja boa parte de seus congressistas não é acusada da prática de ilícitos penais, eu aceitarei a reforma da previdência.
- Se me provarem que há deputados, senadores que não devem para a Previdência Social, eu vou aceitar a reforma da previdência.
O problema é que ninguém está me provando isso e, ao não provar, essa reforma da previdência não se mostra necessária. Nós não podemos aceitar que os trabalhadores paguem por uma conta que não foram eles que fizeram.
Eu aceitarei a reforma da previdência se me provarem que não há outra solução como fazer parar que o dinheiro público escoe para a corrupção.
Aceitarei a reforma da previdência se me provarem que os sonegadores estão sendo atacados, cuja sonegação está sendo impedida.
Se não me provarem isso, eu serei intransigentemente contra qualquer tipo de reforma da previdência. E não sou eu, não é o judiciário federal, mas sim todos nós, toda a sociedade que tem que JULGAR IMPROCEDENTE esta reforma da previdência.
Quem foram os vagabundos na história que lutaram para que todos tivessem uma vida melhor
Por Fernando Antinarelli
Hoje, dia 28 de abril, vagabundos de todo o Brasil participam da greve geral em protesto contra as reformas trabalhista e previdenciária.
Ainda bem que existem vagabundos para defender os seus direitos. E, claro, os meus também. Afinal, os vagabundos tiveram papel importante na construção dos direitos em todo o mundo.
Foram vagabundos que, com as greves do início dos anos 80, forçaram os grandes empresários a apoiar a luta pela volta da democracia, pondo fim a uma ditadura de 20 anos.
Eram também vagabundos aqueles hippies que iniciaram uma revolução cultural nos anos 60 e culminaram na emancipação feminina e no respeito ao direito das minorias.
Naquela época, lá nos Estados Unidos, um pastor vagabundo liderou milhares de outros vagabundos pelo reconhecimento dos direitos dos negros e pelo fim do apartheid naquele país.
Por falar em apartheid, quem não se lembra do vagabundo que ficou preso na África do Sul por quase toda sua vida e que acabou derrubando um regime racista com suas greves e boicotes a produtos produzidos pelos brancos?
Foram também vagabundos que, no início do século XX, iniciaram uma onda de manifestações na Europa e na América pelo reconhecimento dos direitos trabalhistas e pela redução da jornada de trabalho.
Assim como as vagabundas que foram queimadas em uma fábrica norte-americana chamaram a atenção do mundo para a equiparação dos direitos femininos àqueles dos homens. Foi em um 8 de março, mais tarde reconhecido como dia internacional da mulher.
Se eu fosse lembrar de todos os vagabundos que lutaram e perderam a vida para que eu e você tivéssemos uma vida melhor, não bastaria um textão na internet. Eu precisaria escrever uma enciclopédia.
Portanto, termino com uma pequena frase: ainda bem que existem os vagabundos!
Por Fernando Antinarelli
Hoje, dia 28 de abril, vagabundos de todo o Brasil participam da greve geral em protesto contra as reformas trabalhista e previdenciária.
Ainda bem que existem vagabundos para defender os seus direitos. E, claro, os meus também. Afinal, os vagabundos tiveram papel importante na construção dos direitos em todo o mundo.
Foram vagabundos que, com as greves do início dos anos 80, forçaram os grandes empresários a apoiar a luta pela volta da democracia, pondo fim a uma ditadura de 20 anos.
Eram também vagabundos aqueles hippies que iniciaram uma revolução cultural nos anos 60 e culminaram na emancipação feminina e no respeito ao direito das minorias.
Naquela época, lá nos Estados Unidos, um pastor vagabundo liderou milhares de outros vagabundos pelo reconhecimento dos direitos dos negros e pelo fim do apartheid naquele país.
Por falar em apartheid, quem não se lembra do vagabundo que ficou preso na África do Sul por quase toda sua vida e que acabou derrubando um regime racista com suas greves e boicotes a produtos produzidos pelos brancos?
Foram também vagabundos que, no início do século XX, iniciaram uma onda de manifestações na Europa e na América pelo reconhecimento dos direitos trabalhistas e pela redução da jornada de trabalho.
Assim como as vagabundas que foram queimadas em uma fábrica norte-americana chamaram a atenção do mundo para a equiparação dos direitos femininos àqueles dos homens. Foi em um 8 de março, mais tarde reconhecido como dia internacional da mulher.
Se eu fosse lembrar de todos os vagabundos que lutaram e perderam a vida para que eu e você tivéssemos uma vida melhor, não bastaria um textão na internet. Eu precisaria escrever uma enciclopédia.
Portanto, termino com uma pequena frase: ainda bem que existem os vagabundos!
"Sabia que está autorizada pela Reforma a blindagem patrimonial? Ou seja, seu “patrão” poderá criar uma nova empresa, com os mesmos sócios, e mesmo que ela seja sócia majoritária da empresa em que você trabalha, ela não responderá por nenhuma verba trabalhista? Novo artigo 2º, §3º da CLT.
Você sabe que se o seu “patrão” vender a empresa, ele não será mais responsável por suas verbas trabalhistas, mesmo que você trabalhe 5 anos para ele, e 1 dia para a empresa nova? Novo artigo 448 da CLT.
Você sabia que se uma marca famosa de roupas contratar uma empresa para fabricar exclusivamente suas roupas, e esta explorar trabalho análogo ao de escravo, esta marca não poderá mais ser responsabilizada de nenhuma forma? Novo artigo 3º, §2º da CLT.
Você sabia que passa a existir a modadlidade de dispensa “por acordo”, em que o empregado receberá metade do aviso prévio e da multa do FGTS, saca 80% do FGTS, e não tem direito ao seguro desemprego, e o sindicato não precisará mais homologar para saber se o acerto está certo? Na prática, o “acordo” será: assina ou não recebe... Novo artigo 458 da CLT.
Te contaram que se você tiver formação superior e receber mais do que R$11.062,62, não pdoerá questionar cláusulas que considere injustas do seu contrato na Justiça do Trabalho? Seu contrato terá o mesmo valor que uma Convenção Coletiva firmada por sindicato, e terá prevalência também sobre a lei. Novos artigos 444 e 611-A da CLT.
Alguém te disse que você poderá ser contratado sempre como “autônomo”, independente de sua função, ainda que trabalhe exclusivamente para seu patrão todos os dias? Vai sobrar algum empregado? Novo artigo 442-B da CLT.
Sabia também que agora você poderá ser contratado de forma intermitente? Nesse contrato, se a empresa quiser que você trabalhe menos dias ou menos horas em uma semana de menor movimento, você só receberá pelas horas trabalhadas, e não um salário mensal ajustado. Ou seja, não poderá programar adequadamente nem os dias e horários de trabalho, e nem saberá quanto receberá ao final do mês. Novos artigos 443 e 452-A da CLT.
Sabia que o valor do dano moral do trabalhador será medida de acordo com seu salário? OU seja, se houver morte, lesão, humilhação por culpa da empresa, a vida de quem ganha mais terá maior valor, e a de quem ganha menos, menor valor? Novo artigo 223-G§1º da CLT."
Por Helton Moraes.
Você sabe que se o seu “patrão” vender a empresa, ele não será mais responsável por suas verbas trabalhistas, mesmo que você trabalhe 5 anos para ele, e 1 dia para a empresa nova? Novo artigo 448 da CLT.
Você sabia que se uma marca famosa de roupas contratar uma empresa para fabricar exclusivamente suas roupas, e esta explorar trabalho análogo ao de escravo, esta marca não poderá mais ser responsabilizada de nenhuma forma? Novo artigo 3º, §2º da CLT.
Você sabia que passa a existir a modadlidade de dispensa “por acordo”, em que o empregado receberá metade do aviso prévio e da multa do FGTS, saca 80% do FGTS, e não tem direito ao seguro desemprego, e o sindicato não precisará mais homologar para saber se o acerto está certo? Na prática, o “acordo” será: assina ou não recebe... Novo artigo 458 da CLT.
Te contaram que se você tiver formação superior e receber mais do que R$11.062,62, não pdoerá questionar cláusulas que considere injustas do seu contrato na Justiça do Trabalho? Seu contrato terá o mesmo valor que uma Convenção Coletiva firmada por sindicato, e terá prevalência também sobre a lei. Novos artigos 444 e 611-A da CLT.
Alguém te disse que você poderá ser contratado sempre como “autônomo”, independente de sua função, ainda que trabalhe exclusivamente para seu patrão todos os dias? Vai sobrar algum empregado? Novo artigo 442-B da CLT.
Sabia também que agora você poderá ser contratado de forma intermitente? Nesse contrato, se a empresa quiser que você trabalhe menos dias ou menos horas em uma semana de menor movimento, você só receberá pelas horas trabalhadas, e não um salário mensal ajustado. Ou seja, não poderá programar adequadamente nem os dias e horários de trabalho, e nem saberá quanto receberá ao final do mês. Novos artigos 443 e 452-A da CLT.
Sabia que o valor do dano moral do trabalhador será medida de acordo com seu salário? OU seja, se houver morte, lesão, humilhação por culpa da empresa, a vida de quem ganha mais terá maior valor, e a de quem ganha menos, menor valor? Novo artigo 223-G§1º da CLT."
Por Helton Moraes.
<< Quando um sujeito de classe média diz que greve é coisa de vagabundo, eu fico com vontade de sentar com ele numa pracinha, comprar um algodão doce, respirar fundo e falar:
"Sabe fulaninho esperto, há 100 anos não existia classe média. Não existia você. Não existia autonomia. Não existia profissional liberal. Nem existia assalariado. Há 100 anos, fulaninho, existia uma pequena elite difusa que se transformou em burguesia, herdeira secular de terras, privilégios, favores e negócios que remetem aos regimes monárquicos, seja no Brasil ou na Europa. Essa elite era dona de tudo: das terras, das fábricas, dos meios de produção. E tudo o que o povão tinha era fome, sede, frio, calor e força de trabalho pra vender por QUALQUER merreca que essa elite quisesse pagar.
Sabe fulaninho, esse povão trabalhador, durante décadas, foi explorado, torturado, privado de tudo, em nome do lucro de poucos. E durante décadas esse povão precisou se unir, e lutou, combateu, apanhou, foi preso....até ser ouvido para, pouco a pouco (bem lentamente mesmo), à duras penas, conquistar direitos trabalhistas que hoje regulam o que você faz.
E foi esse povo que, consolidados os seus direitos, passou a ser um negócio chamado: classe média. Esse povo, com muito suor e sangue, inventou uma classe social potente e enorme que, no caso, Fulaninho, é a SUA classe social. Você é o resultado prático da luta, das greves, das manifestações, e de toda organização política feitas por gente que, por sua força de MASSA, de CONJUNTO, conseguiu mudar o paradigma do século 20.
Seja você um autônomo, dono de uma pequena ou média empresa, seja você um profissional liberal, um prestador de serviços... seja você o que for, você foi inventado por GREVISTAS e só existe porque GREVISTAS permitiram que você pudesse existir e ser livre.
Sem os grevistas, fulaninho espertalhão, hoje você estaria dormindo 3 horas por dia e almoçando água com pedra. Sempre na nobre companhia de um senhorio com uma CHIBATA na mão para que você nunca se esqueça quem manda.
O tempo passou, o mundo mudou, mas nem tanto. Eles continuam tendo o poder e sendo poucos. E os trabalhadores continuam sendo a maioria e fazendo da sua UNIÃO a única arma para garantir sua sobrevivência e seus direitos.
Acorda, fulaninho! O único vagabundo aqui é aquele que teve preguiça e a incapacidade de ler os livros de história: você!" >>
Desconhece-se a autoria.
"Sabe fulaninho esperto, há 100 anos não existia classe média. Não existia você. Não existia autonomia. Não existia profissional liberal. Nem existia assalariado. Há 100 anos, fulaninho, existia uma pequena elite difusa que se transformou em burguesia, herdeira secular de terras, privilégios, favores e negócios que remetem aos regimes monárquicos, seja no Brasil ou na Europa. Essa elite era dona de tudo: das terras, das fábricas, dos meios de produção. E tudo o que o povão tinha era fome, sede, frio, calor e força de trabalho pra vender por QUALQUER merreca que essa elite quisesse pagar.
Sabe fulaninho, esse povão trabalhador, durante décadas, foi explorado, torturado, privado de tudo, em nome do lucro de poucos. E durante décadas esse povão precisou se unir, e lutou, combateu, apanhou, foi preso....até ser ouvido para, pouco a pouco (bem lentamente mesmo), à duras penas, conquistar direitos trabalhistas que hoje regulam o que você faz.
E foi esse povo que, consolidados os seus direitos, passou a ser um negócio chamado: classe média. Esse povo, com muito suor e sangue, inventou uma classe social potente e enorme que, no caso, Fulaninho, é a SUA classe social. Você é o resultado prático da luta, das greves, das manifestações, e de toda organização política feitas por gente que, por sua força de MASSA, de CONJUNTO, conseguiu mudar o paradigma do século 20.
Seja você um autônomo, dono de uma pequena ou média empresa, seja você um profissional liberal, um prestador de serviços... seja você o que for, você foi inventado por GREVISTAS e só existe porque GREVISTAS permitiram que você pudesse existir e ser livre.
Sem os grevistas, fulaninho espertalhão, hoje você estaria dormindo 3 horas por dia e almoçando água com pedra. Sempre na nobre companhia de um senhorio com uma CHIBATA na mão para que você nunca se esqueça quem manda.
O tempo passou, o mundo mudou, mas nem tanto. Eles continuam tendo o poder e sendo poucos. E os trabalhadores continuam sendo a maioria e fazendo da sua UNIÃO a única arma para garantir sua sobrevivência e seus direitos.
Acorda, fulaninho! O único vagabundo aqui é aquele que teve preguiça e a incapacidade de ler os livros de história: você!" >>
Desconhece-se a autoria.
<< Para Valéria Zukauskas, bióloga especialista em comportamento de felinos, o jeito mais "blasé" do gato está enraizado no comportamento dos felinos em geral. "Na natureza, o gato é um animal que caça sozinho. Ele precisa ser discreto naturalmente. Além disso, ele não tem hábitos de grupo, como os cães. Então, é claro que não podemos esperar algo diferente em casa." É como se o gato fosse aquele amigo discreto, que não curte um abraço em público, não pergunta demais, mas está sempre disposto a nos ajudar quando preciso. "Ele pode não pular e abanar o rabo quando chegamos, mas estará sempre perto, observando", diz Valéria. >> (UOL)
"Ninguém ganha no tribunal – é apenas uma questão de quem se machuca mais. Você gasta um ano apenas focado em construir um caso para provar o seu ponto e por que você está certo e por que eles estão errados, e é apenas um investimento em ódio vitriólico." (Brad Pitt)
mantenho um ancestral hábito de acompanhar futebol pelo rádio. quando acaba a partida, comentaristas opinam. em seguida, as rádios repercutem o que os ouvintes acharam do jogo.
em 90% dos casos, eles repetem não apenas a ideia, mas as palavras exatas dos jornalistas.
penso no noticiário político. pensa aí também.
(Rodrigo Aguiar)
em 90% dos casos, eles repetem não apenas a ideia, mas as palavras exatas dos jornalistas.
penso no noticiário político. pensa aí também.
(Rodrigo Aguiar)
"Tengo el pecho de piedra, sino el corazón de pan."
<< O excesso de barulho faz com que o ser humano nem se lembre de como soa a natureza e acelera o desaparecimento de áreas silenciosas no mundo. Em 1999, a OMS (Organização Mundial da Saúde) elaborou um “manual” a respeito de ruído ambiental. Entre aquilo que chama de “efeitos adversos” nos humanos, estão a deficiência auditiva, distúrbios de sono, problemas cardiovasculares e ainda problemas psicológicos. >> (Nexo Jornal)
"Críticos ao projeto afirmam que o Brasil não está preparado para retirar proteções que a lei dá ao trabalhador. O país, dizem, não tem um Estado capaz de garantir o bem estar social dos desempregados, evitando que eles caiam na miséria em momentos de dificuldade. Outro argumento é que os sindicatos no Brasil não teriam força suficiente para fazer negociações equilibradas com empresas, o que criaria uma assimetria na relação. A situação poderia ser agravada pelo fim da contribuição sindical obrigatória, outro item da reforma aprovada na Câmara." (José Roberto Castro/Nexo Jornal)
JOÃO GUILHERME VARGAS NETTO:
<< Até mesmo na teoria das relações do trabalho, esse tema é recorrente ao longo de um século e meio. Há um grande líder francês do século 19 chamado Henri Lacordaire que disse: “Entre o forte e o fraco, a lei liberta e a liberdade escraviza”. Partindo das relações assimétricas do trabalho, porque os empregadores são as classes dominantes. >>
JOÃO GUILHERME VARGAS NETTO:
"A disputa entre patrão e empregado é um jogo de futebol em um campo inclinado, um time joga sempre contra a lei da gravidade. O avanço da legislação [mais leis trabalhistas] sobre o despotismo da correlação de forças é positivo para o lado fraco da equação."
JOÃO GUILHERME VARGAS NETTO:
<< Até mesmo na teoria das relações do trabalho, esse tema é recorrente ao longo de um século e meio. Há um grande líder francês do século 19 chamado Henri Lacordaire que disse: “Entre o forte e o fraco, a lei liberta e a liberdade escraviza”. Partindo das relações assimétricas do trabalho, porque os empregadores são as classes dominantes. >>
JOÃO GUILHERME VARGAS NETTO:
"A disputa entre patrão e empregado é um jogo de futebol em um campo inclinado, um time joga sempre contra a lei da gravidade. O avanço da legislação [mais leis trabalhistas] sobre o despotismo da correlação de forças é positivo para o lado fraco da equação."
"People want to know up until the time they know, then they don't care. So, speaking for myself, I don't want to know anything before I see something. I want to experience it without any purification, pure; [I want to] go into a world and let it happen." (David Lynch)
Duplas sertanejas:
Meiodia & Meio
Mil & Humanoite
Meiodia & Meio
Mil & Humanoite
"Se você consegue se amar por o que você é, você consegue amar os outros por o que eles são." (Yoko Ono)
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O Lama Samten faz esta divisão didática das pessoas em blocos de "evolução espiritual":
Bloco -1 - Pessoas fazendo mal a outros para obter algo. Potencial cortado.
- Bloco 0 - Pessoas com comportamento padrão no mundo atual. Egoísmo. "Normose" (normalidade como doença). Não percebem o samsara. Bom ensinamento para esta fase: roda da vida. Shamata e metabavana, se possível.
- Bloco 1 - Pessoas começando a perceber a falta de sentido do samsara. Podem operar no mundo com alguma liberdade em relação a avydia certas vezes. Ainda reclamam das outras pessoas. Início do questionamento sobre a "normalidade padrão" (falta de sentido). Início do estudo budista. Termina quando a pessoa entende cada ponto de sua vida a partir do Darma. Entende que o sofrimento (dukkha) pode cessar. Ensinamentos: Doze elos. Nobre caminho de oito passos. Shamata e metabavana, se possível.
- Bloco 2 - Bloco longo. Começa com o voto de refúgio (nas três jóias) e surge Bodichita, de fato, como energia autônoma e estável para ajudar os seres (pode ser treinada com shamata). Pessoas com decisão de focar na prática. Prática não focada na identidade. Motivação. Shamata, metabavana e prajnaparamita. Ver a morte como fim de todo esforço samsárico inútil. Praticante empolgado. Sensação de que deveria ouvir menos e praticar mais. Necessário humildade e paciência. Treinamento (faixa 2). Acha incrível ainda se incomodar com as outras pessoas ou qualquer outra coisa do samsara. Sensação de que já tentou de tudo fora do Darma, sem sucesso. Aqui, falar de moralidade faz sentido (não nos blocos anteriores). A consciência que permite meditar (que é o que interessa na meditação, e não os objetos percebidos durante a prática) se desloca progressivamente do samsara até a lucidez primordial (reconhecendo bolhas e depois vacuidade e luminosidade). É quando se completa o bloco dois. Clareza sobre as oito consciências. Olhar lúdico sobre o mundo. Estabilidade interna independente das coisas. Aproximação do aspecto secreto, silencioso que se mantém nas transmigrações. Reconhecimento da presença incessante, natureza livre (não é uma pessoa - mas permite o surgimento das identidades), fora de todas as bolhas de realidade. Alegria. Liberdade. Sem responsividade. A partir daí, metabavana sincera com equanimidade é possível (olhar de um lugar mais amplo do que nossas bolhas usuais). Compaixão (Chenrezig) e lucidez (Manjursi) andam juntos. Aspiração positiva pelo outro: Bodichita. (Sempre que aparece essa alegria interna, vem junto a aspiração de ajudar os outros). Capacidade de perceber a vacuidade internamente e extremamente (coemergência).Prajnaparamita (faixa 3).
- Bloco 3 - Maturidade a partir da condição livre. Praticantes com capacidade de compaixão. Manifestação de meios hábeis. Olham pros outros não como recursos. Sem o olhar instrumental do samsara. Estabilizando a lucidez.
- Bloco 4 - Bodisatva. Levantar e ir pra lugares "difíceis" ajudar. Está andando no mundo apenas para trazer benefícios aos seres.
Bloco -1 - Pessoas fazendo mal a outros para obter algo. Potencial cortado.
- Bloco 0 - Pessoas com comportamento padrão no mundo atual. Egoísmo. "Normose" (normalidade como doença). Não percebem o samsara. Bom ensinamento para esta fase: roda da vida. Shamata e metabavana, se possível.
- Bloco 1 - Pessoas começando a perceber a falta de sentido do samsara. Podem operar no mundo com alguma liberdade em relação a avydia certas vezes. Ainda reclamam das outras pessoas. Início do questionamento sobre a "normalidade padrão" (falta de sentido). Início do estudo budista. Termina quando a pessoa entende cada ponto de sua vida a partir do Darma. Entende que o sofrimento (dukkha) pode cessar. Ensinamentos: Doze elos. Nobre caminho de oito passos. Shamata e metabavana, se possível.
- Bloco 2 - Bloco longo. Começa com o voto de refúgio (nas três jóias) e surge Bodichita, de fato, como energia autônoma e estável para ajudar os seres (pode ser treinada com shamata). Pessoas com decisão de focar na prática. Prática não focada na identidade. Motivação. Shamata, metabavana e prajnaparamita. Ver a morte como fim de todo esforço samsárico inútil. Praticante empolgado. Sensação de que deveria ouvir menos e praticar mais. Necessário humildade e paciência. Treinamento (faixa 2). Acha incrível ainda se incomodar com as outras pessoas ou qualquer outra coisa do samsara. Sensação de que já tentou de tudo fora do Darma, sem sucesso. Aqui, falar de moralidade faz sentido (não nos blocos anteriores). A consciência que permite meditar (que é o que interessa na meditação, e não os objetos percebidos durante a prática) se desloca progressivamente do samsara até a lucidez primordial (reconhecendo bolhas e depois vacuidade e luminosidade). É quando se completa o bloco dois. Clareza sobre as oito consciências. Olhar lúdico sobre o mundo. Estabilidade interna independente das coisas. Aproximação do aspecto secreto, silencioso que se mantém nas transmigrações. Reconhecimento da presença incessante, natureza livre (não é uma pessoa - mas permite o surgimento das identidades), fora de todas as bolhas de realidade. Alegria. Liberdade. Sem responsividade. A partir daí, metabavana sincera com equanimidade é possível (olhar de um lugar mais amplo do que nossas bolhas usuais). Compaixão (Chenrezig) e lucidez (Manjursi) andam juntos. Aspiração positiva pelo outro: Bodichita. (Sempre que aparece essa alegria interna, vem junto a aspiração de ajudar os outros). Capacidade de perceber a vacuidade internamente e extremamente (coemergência).Prajnaparamita (faixa 3).
- Bloco 3 - Maturidade a partir da condição livre. Praticantes com capacidade de compaixão. Manifestação de meios hábeis. Olham pros outros não como recursos. Sem o olhar instrumental do samsara. Estabilizando a lucidez.
- Bloco 4 - Bodisatva. Levantar e ir pra lugares "difíceis" ajudar. Está andando no mundo apenas para trazer benefícios aos seres.
thaysvita_
<< Recebo muitas perguntas de pessoas (inclusive meninas) sobre como comecei a ser fotografada. Eu gostaria de explicar o motivo: aos 13 anos tive anorexia e aos 14 desenvolvi bulimia. Cheguei aos meus quase 39kg (hoje eu tenho 48kg)
Quando eu tinha 17 anos, fui submetida a uma cirurgia cardíaca, onde a chance de sobrevivência foi bem baixa. Meus peitos caíram, tive estrias, precisei tomar corticoide, fiquei inchada e cheia de espinhas.
Namorei um cara que dizia que não gostava dos meus seios, que gostava de garotas com seios pequenos. Ele sempre me perguntava se existia algum tratamento para que eu tirasse as estrias dos meus seios. Quando usava alguma roupa que mostrasse um pouco mais da minha cicatriz, ele perguntava se eu não sentia vergonha daquilo, então sempre voltava e trocava de roupa. Eu me sentia a garota mais feia do universo, porque era assim que eu era vista.
Resolvi fazer fotos nuas, o chamei para me acompanhar, aquilo era muito importante para mim, ele disse que estava muito ocupado. Ele me traiu e a justificativa foi por eu ter feito fotos nuas, sendo que tudo ficou de muito bom gosto, inclusive minha família adorou as fotos.
Eu já namorei com um cara que olhava e comentava sobre cada corpo de cada modelo que ele fotografava, sim, ele era fotógrafo e sempre fazia questão de dizer como meu corpo não era tão bom quanto o de fulana.
Até pouco tempo, eu estava procurando um médico cirurgião para tirar os meus seios. Hoje eu não mudaria nada em mim, absolutamente nada.
Eu me amo muito e cada foto que eu faço é apenas para dizer para mim mesma "você consegue, você é incrível, você se basta, você está viva" >>
<< Recebo muitas perguntas de pessoas (inclusive meninas) sobre como comecei a ser fotografada. Eu gostaria de explicar o motivo: aos 13 anos tive anorexia e aos 14 desenvolvi bulimia. Cheguei aos meus quase 39kg (hoje eu tenho 48kg)
Quando eu tinha 17 anos, fui submetida a uma cirurgia cardíaca, onde a chance de sobrevivência foi bem baixa. Meus peitos caíram, tive estrias, precisei tomar corticoide, fiquei inchada e cheia de espinhas.
Namorei um cara que dizia que não gostava dos meus seios, que gostava de garotas com seios pequenos. Ele sempre me perguntava se existia algum tratamento para que eu tirasse as estrias dos meus seios. Quando usava alguma roupa que mostrasse um pouco mais da minha cicatriz, ele perguntava se eu não sentia vergonha daquilo, então sempre voltava e trocava de roupa. Eu me sentia a garota mais feia do universo, porque era assim que eu era vista.
Resolvi fazer fotos nuas, o chamei para me acompanhar, aquilo era muito importante para mim, ele disse que estava muito ocupado. Ele me traiu e a justificativa foi por eu ter feito fotos nuas, sendo que tudo ficou de muito bom gosto, inclusive minha família adorou as fotos.
Eu já namorei com um cara que olhava e comentava sobre cada corpo de cada modelo que ele fotografava, sim, ele era fotógrafo e sempre fazia questão de dizer como meu corpo não era tão bom quanto o de fulana.
Até pouco tempo, eu estava procurando um médico cirurgião para tirar os meus seios. Hoje eu não mudaria nada em mim, absolutamente nada.
Eu me amo muito e cada foto que eu faço é apenas para dizer para mim mesma "você consegue, você é incrível, você se basta, você está viva" >>
magnitude
substantivo feminino
1.[astr] grau de intensidade luminosa de um astro (Anteriormente denominada grandeza).
2.[astr] fração obscurecida de um astro num eclipse.
3.[geof] medida da quantidade de energia desprendida num terremoto, expressa na escala Richter.
4.condição do que é magno; grandeza, importância.
Origem
⊙ ETIM lat. magnitūdo,ĭnis 'grandeza, intensidade, grande extensão', der. de magnus,a,um 'grande, poderoso, ilustre'
substantivo feminino
1.[astr] grau de intensidade luminosa de um astro (Anteriormente denominada grandeza).
2.[astr] fração obscurecida de um astro num eclipse.
3.[geof] medida da quantidade de energia desprendida num terremoto, expressa na escala Richter.
4.condição do que é magno; grandeza, importância.
Origem
⊙ ETIM lat. magnitūdo,ĭnis 'grandeza, intensidade, grande extensão', der. de magnus,a,um 'grande, poderoso, ilustre'
marcadores:
arte,
filosofia,
literatura
“A sala de cinema é o lugar onde entendemos que não estamos sós.” (Nicole Kidman)
"Todos os fantasmas são interiores." (Donaldo Schüller)
Gostei da frase de um especialista falando na GloboNews, discutindo o foro privilegiado:
"Temos uma classe política altamente delinquencial."
"Temos uma classe política altamente delinquencial."
Dean Burnett, neuroscientist and author of Idiot Brain: What Your Head Is Really Up To, explains. In a fast car, there’s already a lot of predictable background noise caused by the hum of an engine, which shifts your brain’s baseline slightly, making you particularly apt to absorb the novelty of music. “It’s a providing a useful comparison to the actual music, to make you more reactive to it,” Burnett says of the steady vroom. When you’re listening to music in a car, the brain is trying to integrate a plethora of sensory information, including a lower-level vibration along with the signs and lights offering visual context on the other side of the windshield. Finally, there’s an emotional component. On the road, there can be a sense of freedom, of control. That’s a positive thing, and the brain will associate that feeling of power with the music playing. “Then, if you’re out with friends, it goes, ‘Cool, that’s our music,’” Burnett says. (Pitchfork)
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