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domingo, 26 de novembro de 2017

O que se chama de "politicamente correto" é a maquiagem que se fez nos últimos anos para que pareça haver mais democracia e mais respeito do que realmente existe, apenas para apaziguar aqueles que luta(va)m por democracia e por respeito. Como as pessoas, em geral, no fundo, não evoluíram, veem essa evolução como uma artificialidade que deve ser abandonada: o "mimimi" do "politicamente correto".
“Quando eu era pequena, eu me dei conta de que quem não sorrisse estava parecendo triste. Se eu não estava sorrindo, perguntavam por que eu estava triste, e eu dizia que não estava. 'Sorria, sorria! Você tem um sorriso lindo, sorria!' Então eu aprendi que, mesmo se eu estivesse triste, eu deveria sorrir. Nós assumimos esses papéis porque alguém nos disse, mas, assumindo esse papel, eu deixo de ser autêntica. Então eu posso ser essa pessoa que você acha que está triste, mas eu não estou triste. Eu estava sempre tentando agradar a outra pessoa, deixá-la confortável. Disseram que não era legal os outros não se sentirem bem porque eu parecia estar, nas mentes deles, na interpretação deles, triste. Então eu aprendi a permanecer sorrindo. É algo fácil de fazer. Mas pode ser bastante exaustivo se você anda com muitas pessoas. E, se você não sorrir, não vai andar com mais ninguém... Não acredite em nada do que qualquer pessoa diz. Não acredite nas máscaras que as pessoas usam. Você saberá quando for genuíno. Não será extremamente excitante. Será um bom sentimento, será confortável. Em retiros, eu faço uma experiência com o grupo. Eu preciso que eles falem uns com os outros para se conhecerem. A conversa vai ficando mais alta, mais alta e mais alta, e você sabe que a vibração daquilo está vindo só da mente. Essa é a forma que as pessoas usam para se conhecerem e para se comunicarem: por meio da mente. Então eu digo 'OK, vamos parar. Antes de continuarem a falar, eu quero que vocês sintam seus corpos. Se puderem, acessem sua quietude. Então, falem a partir desse lugar'. E eles começam a falar numa altura que não aumenta. É maravilhoso e ao mesmo tempo estranho, porque esquecemos quão vulneráveis, quão nus, quão abertos e quão expostos nós somos, se nos deixarmos ser. Nós estamos acostumados a nos esconder, a nos proteger, e isso se torna um hábito, é a autoproteção. Mas proteção contra o quê? Você pensa que está sendo você mesmo, mas não está. Eu tenho observado que a maioria das pessoas não são elas mesmas. Ser a si próprio exige vulnerabilidade, disposição para estar vulnerável, exposto, nu e aberto. Mas você pensa que pode se ferir, então é mais fácil se cobrir. Sim, você pode se ferir. As pessoas se ferem umas as outras. Mas quem se fere é apenas o ego.” (Kim Eng, professora espiritual juntamente com Eckhart Tolle)
José Alberto Andrade: Como você lidou com este ano amargo do Inter na série B?

Júlia Lemmertz: Não é amargo. Todos temos altos e baixos. Eu não fiquei menos colorada porque o Inter está na série B. Continuei vindo nos jogos e torcendo pra que o time jogasse bonito.
"O meu corpo é o ponto de referência em relação ao qual cada coisa toma o seu lugar e torna-se situada... Graças a meu corpo localizado, atraio pra mim todos os pontos do espaço; concentro-os, recapitulo-os, interiorizo-os. Em compensação, tomando impulso dessa posição me projeto em direção a todos os pontos do meu horizonte. Graças a esse ritmo o universo inteiro reside em mim, enquanto eu habito todo o universo." (Edmond BARBOTIN)
"A pessoa não deveria se culpar pelos seus problemas. Não existem seres vitoriosos no samsara. As nossas identidades dentro do samsara vão ser derrotadas. Elas são identidades dentro do samsara, sem solução. A nossa única solução é deixar de ter essa identidade com as próprias identidades e poder ultrapassar isso, reconhecer que as identidades são construídas, que nós não somos aquilo. Nossa chance é essa. Se a gente quiser ter algum êxito com as próprias identidades nós não vamos conseguir." (Lama Padma Samten)

sábado, 25 de novembro de 2017

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

sábado, 11 de novembro de 2017

Tenha tempo. Vale muito a pena. Se quiser abreviar um pouquinho, comece dos 25 minutos. Depois disso, tente parar e não conseguirá. Taoísmo.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

"Precisamos entender que as realidades são construídas e que nós nos ligamos a elas. Mas nós não somos as construções, nós somos a natureza livre que constrói. Esse é o legado do Buda. Se nós seguirmos treinando e meditando, a gente vai tomando refúgio nessa natureza livre e não nas coisas que são construídas, pois elas são frágeis e impermanentes, não importa o tamanho que elas tenham". (Lama Padma Samten)

quarta-feira, 1 de novembro de 2017