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terça-feira, 31 de março de 2009
O psicólogo social Fernando Braga da Costa comprovou em tese de mestrado que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro, e não a pessoa. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social. Ele vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da USP. "Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência."
marcadores:
entrevistas,
filosofia,
psicologia
Improvisarei no sábado de aleluia em Santa Maria com o Guilherme Darisbo, o Felipe Faraco e o argentino Fernando Perales:
Fernando Perales é guitarrista de improvisação livre, crítico de cinema e instrutor de box. Argentino, Bonairense. Integrou a revolucionária banda Reynols, combinando música de improvisação livre, dadaísmo e free jazz. Com ela editou mais de 15 discos e realizou dezenas de participações em compilações de música investigativa e noise de EEUU, Europa e Japão. Hoje integra o grupo ÜL, trio de guitarras elétricas que utiliza técnicas de composição e execução baseadas na improvisação e na não-diferença semântica entre ruído e sons com altura definida, prescindindo da estrutura usual, centrando o trabalho sobre o aspecto tímbrico e material do som e do ruído. Também leva adiante o projeto solo Viva La Muerte, o qual editará em abril seus dois primeiros discos - "Necrofilia y tradición" e "Vergüenza y autocrítica" - através do selo Facón Records.
9, quinta-feira - apresentação no Festival Música Livre, SESC Prainha, Florianópolis, junto a Guilherme Darisbo. Se apresenta também o Tentacles Ensemble, de Porto Alegre.
11, sábado, 23:00 - apresentação no Bunker, Rua Floriano Peixoto 1592, Santa Maria, junto a Guilherme Darisbo, Felipe Faraco e Douglas Dickel.
12, domingo, 21:00 - programa de rádio Teorema, Ipanema FM, 94.9, Porto Alegre.
14, terça-feira, 18:00 - programa de TV Radar, TVE, Porto Alegre.
16, quinta-feira, 19:30 - apresentação no FILME - Festival de Improvisação Livre e Música Eletroacústica, Instituto de Artes da UFRGS, Rua Senhor dos Passos 248, Porto Alegre, junto a Guilherme Darisbo, Alexandre Fritzen, Cuca Medina, Duo HoffParú e Felipe Faraco.
17, sexta-feira, 19:00 - palestra: "El Tango en el cine argentino, construcción del imaginario de lo porteño", Palavraria Livraria-Café, Rua Vasco da Gama 165, Porto Alegre.
18, sábado, 19:00 - apresentação na Palavraria Livraria-Café, Rua Vasco da Gama 165, Porto Alegre. Junto a Guilherme Darisbo e Alexandre Fritzen.
Fernando Perales é guitarrista de improvisação livre, crítico de cinema e instrutor de box. Argentino, Bonairense. Integrou a revolucionária banda Reynols, combinando música de improvisação livre, dadaísmo e free jazz. Com ela editou mais de 15 discos e realizou dezenas de participações em compilações de música investigativa e noise de EEUU, Europa e Japão. Hoje integra o grupo ÜL, trio de guitarras elétricas que utiliza técnicas de composição e execução baseadas na improvisação e na não-diferença semântica entre ruído e sons com altura definida, prescindindo da estrutura usual, centrando o trabalho sobre o aspecto tímbrico e material do som e do ruído. Também leva adiante o projeto solo Viva La Muerte, o qual editará em abril seus dois primeiros discos - "Necrofilia y tradición" e "Vergüenza y autocrítica" - através do selo Facón Records.
9, quinta-feira - apresentação no Festival Música Livre, SESC Prainha, Florianópolis, junto a Guilherme Darisbo. Se apresenta também o Tentacles Ensemble, de Porto Alegre.
11, sábado, 23:00 - apresentação no Bunker, Rua Floriano Peixoto 1592, Santa Maria, junto a Guilherme Darisbo, Felipe Faraco e Douglas Dickel.
12, domingo, 21:00 - programa de rádio Teorema, Ipanema FM, 94.9, Porto Alegre.
14, terça-feira, 18:00 - programa de TV Radar, TVE, Porto Alegre.
16, quinta-feira, 19:30 - apresentação no FILME - Festival de Improvisação Livre e Música Eletroacústica, Instituto de Artes da UFRGS, Rua Senhor dos Passos 248, Porto Alegre, junto a Guilherme Darisbo, Alexandre Fritzen, Cuca Medina, Duo HoffParú e Felipe Faraco.
17, sexta-feira, 19:00 - palestra: "El Tango en el cine argentino, construcción del imaginario de lo porteño", Palavraria Livraria-Café, Rua Vasco da Gama 165, Porto Alegre.
18, sábado, 19:00 - apresentação na Palavraria Livraria-Café, Rua Vasco da Gama 165, Porto Alegre. Junto a Guilherme Darisbo e Alexandre Fritzen.
domingo, 29 de março de 2009
Ninfas e Sátiro, de William-Adolphe Bouguereau, na época (século XIX) em que o ideal de beleza feminina era o que hoje se aproxima de um corpo... "normal" (?). Mostrado a mim pelo Munir Klamt no blog do Grupo Ío.
sábado, 28 de março de 2009
Entre le murs / Entre os muros da escola (2008) Laurent Cantet
Não vou colocar na lista dos melhores filmes porque acabei de ter o trabalho de fazer uma com 45 filmes. Mas é matador. E raro filme de final (mais que) satisfatório. Palma de Ouro em Cannes ano passado. O professor François Bégaudeau interpreta uma versão de si mesmo, o professor Fraçois Marin. O filme é baseado em seu livro homônimo, que relata sua experiência como professor de uma turma de 7ª série. Muitos questionamentos vêm à cabeça durante o filme, e o central que me veio foi que cada um tem seu ponto-de-vista, que no fim das contas todo mundo tem sua razão, está certo de alguma forma, e que a sociedade precisa de artificialidades para que se mantenha equilibrada, bem mal equilibrada.
"O Monty Python vai se reunir novamente para preparar um documentário autobiográfico para as comemorações dos 40 anos de sua estreia na TV. O documentário vai reunir entrevistas com John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terry Jones e Michael Palin, além de vários depoimentos de arquivo de Graham Chapman, que morreu em 1989. 'Este é o documentário que eu sempre tive esperança de que faríamos, algo tão completo e tão fiel à verdade que eu não precisarei assistir', afirmou Terry Jones. Nomes como o do ator Jeff Bridges e do magnata da Playboy Hugh Hefner também estarão no documentário, contando suas lembranças sobre o Monty Python."
"No próximo dia 15 de abril, às 21h15, o canal por assinatura Multishow vai reprisar o show da banda inglesa Radiohead no festival Just a Fest. Na reprise, não só a apresentação da banda, mas também as performances de Kraftwerk e Los Hermanos no festival Just a Fest ganham um vale a pena ver de novo. Mas nada de show na íntegra. Por questões contratuais determinadas pelos agentes do Radiohead, o canal só poderá exibir 70 minutos do show."
quarta-feira, 25 de março de 2009
Em cinco jogos, 22 gols: 4x0, 7x0, 1x0, 4x1 e 6x2. Aproveitamento de 100% no segundo turno do Campeonato Gaúcho. Isso logo depois de ter ganho o Gre-Nal por 2x1 (Gauchão) e de ter eliminado o Rondonópolis com os sofridos 2x0 (Copa do Brasil). (Na artilharia, Taison lidera com 14 gols e Nilmar tem 8, somando 22 da dupla - cada um fez 3 ontem contra o Esportivo, vide acima foto de uma das comemorações. Andrezinho fez 6, somando 28. Ao todo, o Inter fez 41 gols no campeonato até agora, e tomou 7.) Ah, mas é a Libertadores que importa. Desculpa.
(Indicação da amiga Carolina Teresa, que mora em São Paulo com o Felipe Dreher e o Thomyorke - o gato - e, portanto, foi ao show do Radiohead: "Eles tocaram todas (literalmente) as músicas do In Rainbows. A música que abriu o show foi '15 steps'. Eu já estava em êxtase. Dos álbuns das antigas eles tocaram 'Karma police', 'Talk show host', 'Paranoid android', 'Fake plastic trees', 'There there', 'Climbing up the walls', 'Exit music (for a film)', 'Lucky' e algumas outras mais. No terceiro bis, eles tocaram 'Creep' e a galera enlouqueceu.")

Thom Yorke atravessando a rua no Rio de Janeiro, incógnito. Também pegou jacarés no nosso Oceano Atlântico.

Mais aqui.
Thom Yorke atravessando a rua no Rio de Janeiro, incógnito. Também pegou jacarés no nosso Oceano Atlântico.
Mais aqui.
Arrisquei uma lista dos meus 45 filmes preferidos "de todos os tempos".
01. Lost highway / Estrada perdida (1997) David Lynch
02. Dogville / Dogville (2003) Lars Von Trier
03. Eternal sunshine of a spotless mind / Brilho eterno de uma mente sem lembranças (2003) Michel Gondry
04. Stalker / Stalker (1979) Andrei Tarkovsky
05. Caos calmo / Caos calmo (2008) Antonio Luigi Grimaldi
06. Festen / Festa de família (1998) Thomas Vinterberg
07. It's all about love / Dogma do amor (2003) Thomas Vinterberg
08. The fountain / Fonte da vida (2006) Darren Aronofsky
09. Lucía y el sexo / Lúcia e o sexo (2001) Julio Medem
10. Rachel getting married / O casamento de Rachel (2008) Jonathan Demme
11. Direktøren for det hele / O grande chefe (2006) Lars Von Trier
12. Buffalo '66 / Buffalo '66 (1998) Vincent Gallo
13. All the real girls / Prova de amor (2003) David Gordon Green
14. Me and you and everyone we know / Eu, você e todos nós (2005) Miranda July
15. Punch-drunk love / Embriagado de amor (2002) Paul Thomas Anderson
16. American beauty / Beleza americana (1999) Sam Mendes
17. Stranger than fiction / Mais estranho que a ficção (2006) Marc Forster
18. Caché / O cachê (2005) Michael Hanneke
19. Lost in translation / Encontros e desencontros (2003) Sofia Coppola
20. Henry Fool / As confissões de Henry Fool (1997) Hal Hartley
21. Eastern promises / Senhores do crime (2007) David Cronenberg
22. Irina Palm / Irina Palm (2007) Sam Garbarski
23. The secret life of words / A vida secreta das palavras (2005) Isabel Coixet
24. Elephant /Elefante (2003) Gus Van Sant
25. 12 monkeys / Os 12 macacos (1995) Terry Gilliam
26. A history of violence / Marcas da violência (2005) David Cronenberg
27. 1408 / 1408 (2007) Mikael Håfström
28. The fisher king / O pescador de ilusões (1991) Terry Gilliam
29. Solyaris / Solaris (1972) Andrei Tarkovsky
30. Zelig / Zelig (1983) Woody Allen
31. Efter brylluppet / Depois do casamento (2006) Susanne Bier
32. Le couperet / O corte (2005) Costa-Gavras
33. Das Leben der Anderen / A vida dos outros (2006) Florian Henckel von Donnersmarck
34. The prestige / O grande truque (2006) Christopher Nolan
35. Kukkia ja sidontaa / Arranjos e flores (2004) Janne Kuusi
36. Delirious / Delirious (2006) Tom DiCillo
37. Vicky Cristina Barcelona / Vicky Cristina Barcelona (2008) Woody Allen
38. En soap / Além do desejo (2006) Pernille Fischer Christensen
39. Lavoura arcaica / Lavoura arcaica (2001) Luiz Fernando Carvalho
40. Minority report / Minority report, a nova lei (2002) Steven Spielberg
41. Vanilla sky / Vanilla sky (2001) Cameron Crowe
42. El hijo de la novia / O filho da noiva (2001) Juan Jose Campanella
43. The departed / Os infiltrados (2006) Martin Scorsese
44. Tillsammans / Bem-vindos (2000) Lukas Moodysson
45. One flew over the cuckoo's nest / Um estranho no ninho (1975) Milos Forman
01. Lost highway / Estrada perdida (1997) David Lynch
02. Dogville / Dogville (2003) Lars Von Trier
03. Eternal sunshine of a spotless mind / Brilho eterno de uma mente sem lembranças (2003) Michel Gondry
04. Stalker / Stalker (1979) Andrei Tarkovsky
05. Caos calmo / Caos calmo (2008) Antonio Luigi Grimaldi
06. Festen / Festa de família (1998) Thomas Vinterberg
07. It's all about love / Dogma do amor (2003) Thomas Vinterberg
08. The fountain / Fonte da vida (2006) Darren Aronofsky
09. Lucía y el sexo / Lúcia e o sexo (2001) Julio Medem
10. Rachel getting married / O casamento de Rachel (2008) Jonathan Demme
11. Direktøren for det hele / O grande chefe (2006) Lars Von Trier
12. Buffalo '66 / Buffalo '66 (1998) Vincent Gallo
13. All the real girls / Prova de amor (2003) David Gordon Green
14. Me and you and everyone we know / Eu, você e todos nós (2005) Miranda July
15. Punch-drunk love / Embriagado de amor (2002) Paul Thomas Anderson
16. American beauty / Beleza americana (1999) Sam Mendes
17. Stranger than fiction / Mais estranho que a ficção (2006) Marc Forster
18. Caché / O cachê (2005) Michael Hanneke
19. Lost in translation / Encontros e desencontros (2003) Sofia Coppola
20. Henry Fool / As confissões de Henry Fool (1997) Hal Hartley
21. Eastern promises / Senhores do crime (2007) David Cronenberg
22. Irina Palm / Irina Palm (2007) Sam Garbarski
23. The secret life of words / A vida secreta das palavras (2005) Isabel Coixet
24. Elephant /Elefante (2003) Gus Van Sant
25. 12 monkeys / Os 12 macacos (1995) Terry Gilliam
26. A history of violence / Marcas da violência (2005) David Cronenberg
27. 1408 / 1408 (2007) Mikael Håfström
28. The fisher king / O pescador de ilusões (1991) Terry Gilliam
29. Solyaris / Solaris (1972) Andrei Tarkovsky
30. Zelig / Zelig (1983) Woody Allen
31. Efter brylluppet / Depois do casamento (2006) Susanne Bier
32. Le couperet / O corte (2005) Costa-Gavras
33. Das Leben der Anderen / A vida dos outros (2006) Florian Henckel von Donnersmarck
34. The prestige / O grande truque (2006) Christopher Nolan
35. Kukkia ja sidontaa / Arranjos e flores (2004) Janne Kuusi
36. Delirious / Delirious (2006) Tom DiCillo
37. Vicky Cristina Barcelona / Vicky Cristina Barcelona (2008) Woody Allen
38. En soap / Além do desejo (2006) Pernille Fischer Christensen
39. Lavoura arcaica / Lavoura arcaica (2001) Luiz Fernando Carvalho
40. Minority report / Minority report, a nova lei (2002) Steven Spielberg
41. Vanilla sky / Vanilla sky (2001) Cameron Crowe
42. El hijo de la novia / O filho da noiva (2001) Juan Jose Campanella
43. The departed / Os infiltrados (2006) Martin Scorsese
44. Tillsammans / Bem-vindos (2000) Lukas Moodysson
45. One flew over the cuckoo's nest / Um estranho no ninho (1975) Milos Forman
segunda-feira, 23 de março de 2009
'O casamento de Rachel' é o novo 'Festa de família'. Tão real quanto, porém diferente. Lindo & triste.
'Arranjos e flores' é um filme finlandês sem roteiro prévio. Isso basta, por agora.
Melhores filmes que eu vi (pela primeira vez) do ano passado para cá.
01. Caos calmo (Caos calmo) - 2008
02. Rachel getting married (O casamento de Rachel) - 2008
03. Direktøren for det hele (O grande chefe) - 2006
04. Eastern promises (Senhores do crime) - 2007
05. Irina Palm (Irina Palm) - 2007
06. Efter brylluppet (Depois do casamento) - 2006
07. Le couperet (O corte) - 2005
08. Das Leben der Anderen (A vida dos outros) - 2006
09. Kukkia ja sidontaa (Arranjos e flores) - 2004
10. Vicky Cristina Barcelona - 2008
11. En soap (Além do desejo) - 2006
12. Lavoura arcaica - 2001
13. Tillsammans (Bem-vindos) - 2000
Melhores filmes que eu vi desde 2006.
01. Caos calmo (Caos calmo) - 2008
02. The fountain (Fonte da vida) - 2006
03. Rachel getting married (O casamento de Rachel) - 2008
04. Direktøren for det hele (O grande chefe) - 2006
05. Stranger than fiction (Mais estranho que a ficção) - 2006
06. Caché (O cachê) - 2005
07. Eastern promises (Senhores do crime) - 2007
08. Irina Palm (Irina Palm) - 2007
09. The secret life of words (A vida secreta das palavras) - 2005
10. A history of violence (Marcas da violência) - 2005
11. Efter brylluppet (Depois do casamento) - 2006
12. Le couperet (O corte) - 2005
13. Das Leben der Anderen (A vida dos outros) - 2006
14. The prestige (O grande truque) - 2006
15. Kukkia ja sidontaa (Arranjos e flores) - 2004
16. Delirious - 2006
17. Vicky Cristina Barcelona - 2008
18. En soap (Além do desejo) - 2006
19. Lavoura arcaica - 2001
20. The departed (Os infiltrados) - 2006
21. Tillsammans (Bem-vindos) - 2000
Tem uma belezura dessas para vender na Mil Sons. Eu estou atrás de uma Jazzmaster como esta aqui acima. Mas mais linda ainda é uma Fender Jaguar, como a clássica sunburst com escudo tortoise, a toda preta ou a creme com escudo tortoise - que eu acho que é a que o Mateus comprou, usada e com pintura descascada, em Nova York. Talvez façamos negócio em junho, quando ele virá visitar Porto Alegre. Isso se ele não se apaixonar por ela, depois de uma pequena reforma que se faz necessária, em seus experimentos guitarrísticos.
terça-feira, 17 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
Um espelho?
Clones?
Gêmeos?
Estrabismo teu?
Não.
Andrezinho e Kléber - ou Kléber e Andrezinho.
Qual é qual?
Esta banda é a vindoura Dead Weather, formada pelo Jack White, a vocalista dos Kills e dois integrantes do QOTSA e dos Raconteurs. O disco de estreia chamar-se-á 'Horehound'.
Faith No More está voltando.
E o próximo filme do Jim Jarmusch, 'The limits of control', terá na trilha sonora os doom ambient/drone metal Sunn O))) & Boris - juntos - e Earth. No elenco, Tilda Swinton ('A praia', 'Vanilla sky', 'Constantine'), Bill Murray, John Hurt, Gael García Bernal e Paz de la Huerta, que tinha 15 anos quando fez uma personagem sensual em seu terceiro filme, 'Regras da vida', em 1999.
Eugenio Mussak/Vida Simples:
(...) Crises intencionais
Exatamente porque a crise transforma as pessoas para melhor que muitas vezes ela é intencional. Essa é uma abordagem que cabe melhor na administração de empresas. Pode parecer estranho, mas, nas organizações, em muitas situações são instaladas crises que parecem desnecessárias, mas têm um forte componente estratégico. Os períodos de progresso, com uma equipe vencedora trazendo ótimos resultados, não parecem ter alguma coisa a ver com uma crise, mas muitas vezes são a consequência de uma. Quando os resultados desejados ameaçam não se manter, estagnam, começam a se repetir e a curva no gráfico assume o comportamento de platô, é o momento de instalar uma crise artificial porque os administradores percebem que há uma crise natural no horizonte.
Nas empresas, por incrível que pareça, os líderes são verdadeiros criadores de crises, no bom sentido. Eles têm o poder, e o dever, de tirar as pessoas da zona de conforto, exigir proatividade, criatividade, inovação, resultados melhores. Crise é exatamente isto, uma situação em que as pessoas se sentem desconfortáveis, então reagem, tornam-se mais ativas, atentas, preocupadas em dar o melhor de si. Além disso, uma crise tem outra virtude: a de separar o joio do trigo. Sim, pois, na crise, aqueles que não são comprometidos são os primeiros a abandonar o barco e isso é ótimo, pois quem não ajuda atrapalha. (...)
O que dá para fazer
O escritor Anthony Robbins, que teve seu livro 'Poder sem limites' no topo da lista dos mais vendidos nos Estados Unidos por meses, faz uma reflexão inquietante sobre como reagimos às crises. Ele se pergunta: "Que mistério envolve a diferença que há entre uma pessoa que aproveita a oportunidade de estar vivendo uma crise para se transformar para melhor e outra que simplesmente se deixa destruir por ela?" (...)
(...) Crises intencionais
Exatamente porque a crise transforma as pessoas para melhor que muitas vezes ela é intencional. Essa é uma abordagem que cabe melhor na administração de empresas. Pode parecer estranho, mas, nas organizações, em muitas situações são instaladas crises que parecem desnecessárias, mas têm um forte componente estratégico. Os períodos de progresso, com uma equipe vencedora trazendo ótimos resultados, não parecem ter alguma coisa a ver com uma crise, mas muitas vezes são a consequência de uma. Quando os resultados desejados ameaçam não se manter, estagnam, começam a se repetir e a curva no gráfico assume o comportamento de platô, é o momento de instalar uma crise artificial porque os administradores percebem que há uma crise natural no horizonte.
Nas empresas, por incrível que pareça, os líderes são verdadeiros criadores de crises, no bom sentido. Eles têm o poder, e o dever, de tirar as pessoas da zona de conforto, exigir proatividade, criatividade, inovação, resultados melhores. Crise é exatamente isto, uma situação em que as pessoas se sentem desconfortáveis, então reagem, tornam-se mais ativas, atentas, preocupadas em dar o melhor de si. Além disso, uma crise tem outra virtude: a de separar o joio do trigo. Sim, pois, na crise, aqueles que não são comprometidos são os primeiros a abandonar o barco e isso é ótimo, pois quem não ajuda atrapalha. (...)
O que dá para fazer
O escritor Anthony Robbins, que teve seu livro 'Poder sem limites' no topo da lista dos mais vendidos nos Estados Unidos por meses, faz uma reflexão inquietante sobre como reagimos às crises. Ele se pergunta: "Que mistério envolve a diferença que há entre uma pessoa que aproveita a oportunidade de estar vivendo uma crise para se transformar para melhor e outra que simplesmente se deixa destruir por ela?" (...)
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terça-feira, 10 de março de 2009
BOTTON, Alain de. A arquitetura da felicidade.
"O autor, filósofo nascido na França e radicado na Inglaterra, nos convida a abrir os olhos para essa curiosa relação, raramente percebida. Uma das teses de Alain de Botton é a de que o que buscamos numa obra de arquitetura não está tão longe do que procuramos num amigo. Ao construir uma casa ou decorar um cômodo, as pessoas querem mostrar quem são, lembrar de si próprias e ter sempre em mente como elas poderiam idealmente ser. O lar, portanto, não é um refúgio apenas físico, mas também psicológico, o guardião da identidade de seus habitantes. Seguindo esse raciocínio, o autor conclui que quando alguém acha bonita determinada construção, é porque a arquitetura reflete os valores de quem a elogia. Afinal de contas, uma simples fachada pode ser acolhedora ou ameaçadora, humilde ou esnobe, aristocrática ou religiosa, pode relembrar o passado ou apontar para o futuro. Pode até mesmo expor as idéias de um governo. Cada obra de arquitetura expõe uma visão de felicidade. O debate chega, inevitavelmente, ao velho embate entre funcionalidade e beleza. Para o autor, esses dois aspectos não são independentes nem excludentes. Ele vê a beleza como uma das funcionalidades da arquitetura. Ou seja: as construções não são desenhadas apenas para funcionar de tal ou tal modo, mas também para refletir um ideal de beleza e transmitir mensagens. Uma das funcionalidades mais comuns dos prédios de hoje é a psicológica, pois se buscam ambientes que dêem a sensação de segurança ou que passem a impressão de modernidade, riqueza, erudição ou simplicidade. Um banheiro que não funciona direito incomoda tanto quanto um que não atenda à função estética e expressiva. Para Alain de Botton, esses princípios valem até mesmo para o mais científico e racional dos arquitetos modernos - segundo o autor, as escadas de Le Corbusier, por exemplo, não foram projetadas apenas para servir de comunicação entre dois andares, mas também para sugerir um estado de alma e refletir um estilo de vida que o agradava."
Aqui há um vídeo do cara sobre o mesmo tema, dividido em partes.
"O autor, filósofo nascido na França e radicado na Inglaterra, nos convida a abrir os olhos para essa curiosa relação, raramente percebida. Uma das teses de Alain de Botton é a de que o que buscamos numa obra de arquitetura não está tão longe do que procuramos num amigo. Ao construir uma casa ou decorar um cômodo, as pessoas querem mostrar quem são, lembrar de si próprias e ter sempre em mente como elas poderiam idealmente ser. O lar, portanto, não é um refúgio apenas físico, mas também psicológico, o guardião da identidade de seus habitantes. Seguindo esse raciocínio, o autor conclui que quando alguém acha bonita determinada construção, é porque a arquitetura reflete os valores de quem a elogia. Afinal de contas, uma simples fachada pode ser acolhedora ou ameaçadora, humilde ou esnobe, aristocrática ou religiosa, pode relembrar o passado ou apontar para o futuro. Pode até mesmo expor as idéias de um governo. Cada obra de arquitetura expõe uma visão de felicidade. O debate chega, inevitavelmente, ao velho embate entre funcionalidade e beleza. Para o autor, esses dois aspectos não são independentes nem excludentes. Ele vê a beleza como uma das funcionalidades da arquitetura. Ou seja: as construções não são desenhadas apenas para funcionar de tal ou tal modo, mas também para refletir um ideal de beleza e transmitir mensagens. Uma das funcionalidades mais comuns dos prédios de hoje é a psicológica, pois se buscam ambientes que dêem a sensação de segurança ou que passem a impressão de modernidade, riqueza, erudição ou simplicidade. Um banheiro que não funciona direito incomoda tanto quanto um que não atenda à função estética e expressiva. Para Alain de Botton, esses princípios valem até mesmo para o mais científico e racional dos arquitetos modernos - segundo o autor, as escadas de Le Corbusier, por exemplo, não foram projetadas apenas para servir de comunicação entre dois andares, mas também para sugerir um estado de alma e refletir um estilo de vida que o agradava."
Aqui há um vídeo do cara sobre o mesmo tema, dividido em partes.
"Kate Winslet é a mulher mais gata que eu já conheci." (Rodrigo Santoro)
Saiu na ZH de sábado, eu não tinha visto:
segunda-feira, 9 de março de 2009
sábado, 7 de março de 2009
É hoje!

Pedais. Vários.
Eu vou utilizar o seguinte esquema:
[ARCO DE VIOLINO]--[GTR]--[RAT]--[SONZERA DO GUARANÁ ANTARCTICA]--[CX DE TÊNIS]--[CAPTADOR DE CONTATO]--[DELAY]--[LOOPSTATION]--[AMP]
E dentro da caixa de tênis haverá um livro do Douglas Adams, que eventualmente funcionará como amplificador potencializado pela Sonzera do Guaraná Antarctica.
Pedais. Vários.
Eu vou utilizar o seguinte esquema:
[ARCO DE VIOLINO]--[GTR]--[RAT]--[SONZERA DO GUARANÁ ANTARCTICA]--[CX DE TÊNIS]--[CAPTADOR DE CONTATO]--[DELAY]--[LOOPSTATION]--[AMP]
E dentro da caixa de tênis haverá um livro do Douglas Adams, que eventualmente funcionará como amplificador potencializado pela Sonzera do Guaraná Antarctica.
sexta-feira, 6 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
O artista mais interessante que eu achei em 'Atravessando a fronteira', documentário que um membro do Einstürzende Neubauten fez sobre a cena musical de Istambul, é a rapper Ayben, irmã do rapper Ceza, o mais famoso da Turquia. Estou baixando um disco dela no 4shared.
terça-feira, 3 de março de 2009
Pout-pourri das músicas do vindouro disco do Sonic Youth, 'The eternal'.
Que capa avassaladora, hein?

Tracklist:
1. Sacred Trickster
2. Anti-Orgasm
3. Leaky Lifeboat (for Gregory Corso)
4. Antenna
5. What We Know
6. Calming The Snake
7. Poison Arrow
8. Malibu Gas Station
9. Thunderclap For Bobby Pyn
10. No Way
11. Walkin Blue
12. Massage The History
Que capa avassaladora, hein?
Tracklist:
1. Sacred Trickster
2. Anti-Orgasm
3. Leaky Lifeboat (for Gregory Corso)
4. Antenna
5. What We Know
6. Calming The Snake
7. Poison Arrow
8. Malibu Gas Station
9. Thunderclap For Bobby Pyn
10. No Way
11. Walkin Blue
12. Massage The History
domingo, 1 de março de 2009
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