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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012



The "eagle state". O futuro previne que você esteja "iluminado" agora.
Anna Kendrick e Joseph Gordon-Lewitt fazem um lindo casal em '50/50' (2011).

sábado, 29 de dezembro de 2012





Trevor Link:


Near the end of Hannah Takes the Stairs, there’s a moment between Hannah (Greta Gerwig) and Matt (Kent Osborne) that is particularly impressive. Whereas Kissing on the Mouth(2005) and LOL(2006) focus largely on the obstacles to communication and on frustrated attempts at intimacy, this scene between Hannah/Greta and Matt/Kent is perhaps the first genuinely unguarded moment in Joe Swanberg’s films. Filmmaker Tom Russell has also isolated this moment, writing in early 2008 (at a time Hannah was Swanberg’s most recent film) that the scene is the “best moment” in all of Swanberg’s work. Noting the moment’s “emotional complexity,” Russell further praises Swanberg’s direction, arguing that although Gerwig might have had a huge role in creating this moment, it is nevertheless true that “an actor cannot create a moment like that in a vacuum.” Hannah is the first film in Swanberg’s body of work where we actually see this mask slip. And what is remarkable about this moment is not just the sight of someone without the lid sealed tightly over the currents of her emotion life but instead how affecting it is to see someone in the midst of revealing herself, someone who doesn’t even yet know that she is about to bare herself before another person but who is figuring everything out in the moment.

The complex process by which an individual processes her emotions in the moment and responds to the presence of another human being is made visible through Gerwig’s (the actor’s) own struggle to let her character (Hannah) emerge through her performance. If Swanberg’s approach to acting can seem unpolished and even crude, there is a purpose to it: by handing over to the audience performances that are not (what we would consider) fully-formed, Swanberg shows the uncanny ruptures of social interaction gone rogue. What we all know to exist but are disturbed by actually witnessing, our deepest emotions are now uncanny breaches of a superficial culture. In this scene, Gerwig’s Hannah is having a conversation with Osborne’s Matt, a coworker. Hannah has been dating another coworker, Paul (Andrew Bujalski), but when problems arise between them, she predictably gravitates toward Matt. 

After hanging out a few times, alone or with others, Hannah and Matt have a conversation at her home, after which they begin to kiss (with the suggested possibility that they then have sex). Hannah is not only navigating the complexities of a workplace romance in the context her, Paul, and Matt all working closely together, she is also attempting to make sense of her newfound feelings for Matt. In situations like these, we invariably put up fronts, wear masks, because not only might emotional directness be dangerous, it would also sound strangely and fruitlessly awkward. It’s not just that we don’t tell each other how we really feel, it’s that the shortest distance in this case is not a straight line. Human relationships are inherently messy, requiring that we take circuitous routes in order to arrive at some form of honesty and candor. The result is often uncanny: the proper functioning of our social equipment breaks down and our emotional innards uncontrollably spill out for all to see. Much like the work of an actor, this is the result of a process of “arriving at” someplace honest, a locality not visible on the maps of social interaction.

This is exactly what occurs between Hannah and Matt. After hearing Matt reveal his struggles with depression, including his very vulnerable need for anti-depressant medication, Hannah is moved to see beyond her narcissistic use of Matt as a diversion from the problems in her relationship with Paul. No doubt, she had always been aware that other people have problems that rise above her own, but in this moment, another human being’s needs unabatingly push back against her own self-involvement. As Hannah/Greta sputters, attempting to corral in her loose thoughts and feelings, we do not see a volitional unmasking but rather the spasmodic breakdown of the numerous screens that project social competence despite the churning of emotions underneath. Like the air being sliced clean through, Gerwig’s performance disturbs the complacent normalcy that pervaded Swanberg’s work up until this point. It is perhaps also the first moment of what we might call “drama” to appear in a Swanberg film, though these moments appear liberally in his subsequent films.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012





Erin Cahill e Melissa George: ainda não acredito que não sejam a mesma pessoa...


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

If algum lusófono:

- foi corajoso para ver A Torinói Ló;
- não se matou após ou durante o filme;
- não ficou sem vontade de nunca mais ouvir falar no assunto;
- ficou angustiado e curioso para saber se existe algum socorro na internet;

deve, then, visitar esta página, de cujo autor eu não encontrei a assinatura.




"Tudo está arruinado, mas posso dizer que foram eles que arruinaram e degradaram tudo. Porque esse tipo de cataclisma não viria sem uma inocente ajuda humana. Pelo contrário... Estou falando da mente humana, da sua capacidade de julgar a si mesma. E claro que Deus tem uma mão nisso, ou, ouso dizer: tem parte nisso. E, seja qual for a sua parte, é a criação mais horrível que se pode imaginar. Porque, você vê, o mundo foi degradado. Então não importa o que eu digo, porque tudo foi degradado assim que foi adquirido, e visto que eles adquiriram tudo de forma sorrateira, insidiosa, eles degradaram tudo. Porque tudo que eles tocam, e eles tocam tudo, foi degradado. E assim será até o triunfo final, até o triunfante final. Adquire, destroi. Destroi, adquire. Posso escolher outras palavras, se você quiser: toca, destroi e com isso adquire, ou toca, adquire e então destroi. E tem sido assim por séculos. Sempre, sempre e sempre. Às vezes dissimuladamente, às vezes arrogantemente, às vezes, delicadamente, às vezes violentamente... mas sempre e sempre. Sempre da mesma forma, como um ataque de ratos em uma emboscada."
"Quando reclamamos, o fazemos através de palavras, gestos e emoções. É todo um processo de desgaste e perda de energia, tanto para o que reclama quanto para o que ouve. Todo o nosso bem-estar é 'envenenado' quando começamos com as reclamações e lamentações." (Bruno Soalheiro, psicólogo)

"Reclamar é uma maneira de chamar atenção para si mesmo. Muitas pessoas reclamam muito por terem baixa autoestima, por se sentirem inseguras ou como desculpa para não se expandirem, para não se esforçarem." (Emilce Shrividya Starling)

"Diz-se no budismo que quem se queixa tem falta de compreensão." (Sadhakamc)

"Os defeitos que nos preocupam nos outros deveriam ser reconhecidos em nós mesmos com o mesmo interesse. Os defeitos dos outros são um reflexo dos nossos próprios, pois do contrário não seríamos capazes de reconhecê-los. Quando vemos alguém com raiva ou exibindo-se com ostentação, nós reconhecemos esses defeitos por já termos experienciado esses estados em nós mesmos. Nós sabemos como essas reações emocionais surgem e como as sentimos." (Ayya Khema)

domingo, 23 de dezembro de 2012

"Trabalhos cada vez mais numerosos esclarecem as estruturas do imaginário e a função simbolizante da imaginação. Não se admite hoje desconhecer realidades tão atuantes. Todas as ciências do homem, como as artes e as técnicas que delas derivam, encontram símbolos no caminho. Devem conjugar esforços para decifrarem os enigmas que esses símbolos propõem; associam-se para mobilizar a energia condensada que neles se encerra. Seria dizer pouco que vivemos num mundo de símbolos; um mundo de símbolos vive em nós." (CHEVALIER e GHEERBRANT, Dicionário de Símbolos)


"O símbolo, como categoria transcendente da 'altura', do supraterrestre, do infinito, revela-se ao homem por inteiro, tanto à sua inteligência quanto à sua alma. O simbolismo é um dado imediato da consciência total, isto é, do homem que se descobre a si mesmo como tal, do homem que toma consciência de sua posição no Universo; essas descobertas primordiais estão ligadas de modo tão orgânico ao seu drama, que o próprio simbolismo determina tanto a atividade de seu subconsciente como as mais nobres expressões de sua vida espiritual." (Mircea Eliade)


"A análise que fragmenta e pulveriza é impotente para captar a riqueza do símbolo; a intuição nem sempre o consegue; para isso, ela deve ser eminentemente sintética e simpática, isto é, partilhar e provar uma certa visão do mundo. Porque o símbolo tem, como privilégio, concentrar sobre a realidade de partida todas as forças evocadas por cada uma dessas imagens e por suas análogas, em todos os planos do cosmos e em todos os níveis da consciência. Cada símbolo é um microcosmo, um mundo total." (Chevalier & Gheerbrant)


"O desconhecido do símbolo não é, com efeito, o vazio da ignorância; é, sobretudo, o indeterminado do pressentimento. Uma imagem vetorial recobrirá esse indeterminado de um véu que será, ao mesmo tempo, uma primeira indicação ou revelação. Consequentemente, o símbolo exerce função de substituto. Aos olhos do psicanalista e do sociólogo, de modo figurativo, substitui, à guisa de resposta, solução ou satisfação, uma pergunta, um conflito ou um desejo que permanecem em suspenso no inconsciente. O símbolo exprime o mundo percebido e vivido tal como o sujeito experimenta, não em função de razão crítica e no nível de sua consciência, mas em função de todo o seu psiquismo, afetivo e representativo, principalmente no nível do inconsciente." (Chevalier & Gheerbrant)

sábado, 22 de dezembro de 2012

“Se as gravadoras não levam meu trabalho para as rádios, se ele não toca em nenhum lugar, para que eu faço música? Não tive e nem vou ter nenhum retorno financeiro com minha obra, mas meu prazer, minha alegria, continua sendo tocar. Por isso, as minhas músicas eu quero mais é que sejam pirateadas. Quero mais é que as pessoas toquem, ouçam, a conheçam. E pra mim, quem reclama da pirataria é quem faz música apenas para vender. Meu valor não são as notas de dinheiro. São as notas musicais.” (Hermeto Pascoal)

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012



Graham Lambkin - Amateur doubles (2012)
"Quando olhamos para a história da ética, vemos que o utilitarismo inglês é o modo dominante da vida contemporânea. Jeremy Bentham (1748-1832), pai do utilitarismo, chegou mesmo a pensar num cálculo utilitário para otimizar a felicidade. O cálculo utilitário tem seis passos:

1. Intensidade: o prazer dever ser o mais intenso possível.
2. Duração: o prazer deve durar o máximo de tempo possível.
3. Certeza: cuidado para não produzir um prazer que não é o que você deseja com aquele ato.
4. 'Remoticidade' (remoteness): o prazer deve causar efeito imediato ou o mais rápido possível.
5. Fecundidade: o prazer A deve gerar o prazer A1, o A2 e assim por diante.
6. Pureza: cuidado para não gerar desprazer ao invés de prazer." (Luiz Felipe Pondé)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Peróla indie rock lo-fi deste ano em Portugal. Uma dupla de irmãs.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Uma ação popular na Justiça diz que o terreno escolhido para a Arena do Grêmio, nas proximidades de um rio, é um "pântano drenado" e fica em área de preservação permanente, na rota de migração de aves. Afirma ainda que o solo é contraindicado para construções e que, se chover em excesso, há riscos. Um dos autores da contestação é Henrique Wittler. O engenheiro afirma que ali ficava o único aterro sanitário da cidade até os anos 70. "Cobrir o lixão [com a obra] fará com que o chorume vá para o rio. Não poderiam, sem um laudo especial, liberar a área", disse Wittler. O estádio, de 60 mil lugares, deve ser entregue em 2012. (Folha, 23/09/2011)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

"Seu pai era uma criança de cinco anos de idade, antes de se tornar um pai. Como um menino de cinco anos de idade, ele foi bastante vulnerável. Ele podia se machucar muito facilmente por seu avô ou sua avó, e por outras pessoas. Então, se às vezes ele foi duro ou difícil, talvez fosse por causa da forma como o menino de cinco anos de idade nele foi tratado. Talvez ele tenha sido ferido quando era criança.

"Se você entender isso, talvez você não fique mais com raiva dele. Você pode ter compaixão por ele. Se você tem uma foto de seu pai com cinco anos de idade, pode olhar para isso durante a meditação. Olhe para ele quando ele tinha cinco anos de idade, inspire e expire e você vai ver a criança de cinco anos de idade que ainda está viva nele e em você também.

"Quando sua mãe tinha cinco anos, ela também era vulnerável e frágil. Ela pode ter ficado ferida com muita facilidade, e ela pode não ter tido um professor ou um amigo que a ajudasse a curar. Assim, a ferida e a dor continuam nela. É por isso que às vezes ela pode ter se comportado de maneira não gentil com você. Se você puder ver a sua mãe como uma menina de cinco anos de idade, frágil, então você poderá perdoá-la muito facilmente com compaixão. A menina de cinco anos de idade, que era sua mãe está sempre viva nela e em você." (Thich Nhât Hanh)


Jae Rhim Lee - Minha mortalha de cogumelos (TED)