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quinta-feira, 30 de junho de 2011
"Existem três categorias de manifestações: 1) as mais generosas, que pedem liberdade para todos e sobretudo para os que, mesmo distantes e diferentes de nós, estão sendo oprimidos; 2) aquelas em que as pessoas pedem liberdade para si mesmas; 3) aquelas em que as pessoas pedem repressão para os outros. O que faz que alguém desfile pelas ruas para pedir não liberdade para si mesmo, mas repressão para os outros?" (Contardo Calligaris)
quarta-feira, 29 de junho de 2011
"Não é fácil perceber-se privado da mobilidade em um ambiente em que deveria ocorrer o inverso. O automóvel, afinal, foi inventado para transportar as pessoas com mais rapidez que um cavalo, carroça ou trem e não para imobilizá-las, como praticamente acontece hoje nas cidades mais populosas do mundo. (...) Uma discussão mais acalorada entre condutores pode resultar em agressão física e até em tiroteio. Por que isso acontece? Não porque a sociedade ocidental ande armada até os dentes, mas porque as pessoas, principalmente quem as que dirigem carros, saem de casa com um pensamento bélico na mente. 'Elas têm a sensação de que em algum momento vão ser sacaneadas enquanto estão dirigindo e já se previnem contra isso', diz Pedro Paulino, psicólogo do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Ou seja, já giramos a chave predispostos a sermos atacados e a nos defender." (Roberta De Lucca/Vida Simples)
terça-feira, 28 de junho de 2011
RBS "escanteia" Ruy Ostermann [com 77 anos em 2011]
(Nelson Dutra)

Bem que o Nelson Sirotsky e a RBS tentaram. Mas ficou evidente o descontentamento do professor Ruy Carlos Ostermann ontem, durante a cerimônia de comemoração dos 40 anos do programa Sala da Redação, realizada no Bourbon Country. O presidente do grupo de comunicação, em meio a um discurso rebuscado, apelativo e cuidadosamente elaborado, simplesmente anunciou o “escanteamento” daquele que é uma das referências do jornalismo brasileiro.
Ruy, a partir de hoje, não figura mais no Sala de Redação, programa que ancorou e participou por longos 33 anos. Além disso, sua coluna em Zero Hora será publicada apenas nas quartas-feiras e domingos e sua participação nas jornadas esportivas se tornará esporádica. Em troca, a RBS “promove” o professor, ao anunciá-lo como líder de um projeto visando a Copa de 2014 (?) e comentarista em parcos dois ou três minutos dentro do programa Hoje nos Esportes.
Entrevistado ao final da cerimônia, Ruy foi cortês (como sempre), mas deixou transparecer sua inconformidade com o “pé na bunda”. Disse que estava acostumado com os desafios que a RBS sempre lhe ofereceu e que teria de se adaptar as imprevisibilidades da nova função. Seus companheiros de Sala, principalmente o Wianey Carlet, se mostraram surpresos com a notícia. “Ainda estou atordoado. Não consigo imaginar o Sala sem o Ruy”, disse Wianey em entrevista a Sérgio Boaz.
O fato é que o jornalismo perde com esse ato administrativo da RBS, que prova mais uma vez que o mercado está a frente da qualidade profissional. Tudo bem, o Ruy Ostermann já não é mais um menino, vem errando algumas locuções comerciais e tendo lapsos de memória. No entanto, esse Ruy, com as primeiras dificuldades geradas pelo avanço da idade, ainda está anos-luz a frente dos Nando Gross, Maurícios Saraivas, Carlos Guimarães e Vinicius Sinottis da vida. Aliás, esses que citei agora mostram o quanto o comentário esportivo involuiu e quanto o Ruy fará falta nas tardes de domingo no Beira-Rio e no Olímpico. Obrigado, professor!
(Nelson Dutra)

Bem que o Nelson Sirotsky e a RBS tentaram. Mas ficou evidente o descontentamento do professor Ruy Carlos Ostermann ontem, durante a cerimônia de comemoração dos 40 anos do programa Sala da Redação, realizada no Bourbon Country. O presidente do grupo de comunicação, em meio a um discurso rebuscado, apelativo e cuidadosamente elaborado, simplesmente anunciou o “escanteamento” daquele que é uma das referências do jornalismo brasileiro.
Ruy, a partir de hoje, não figura mais no Sala de Redação, programa que ancorou e participou por longos 33 anos. Além disso, sua coluna em Zero Hora será publicada apenas nas quartas-feiras e domingos e sua participação nas jornadas esportivas se tornará esporádica. Em troca, a RBS “promove” o professor, ao anunciá-lo como líder de um projeto visando a Copa de 2014 (?) e comentarista em parcos dois ou três minutos dentro do programa Hoje nos Esportes.
Entrevistado ao final da cerimônia, Ruy foi cortês (como sempre), mas deixou transparecer sua inconformidade com o “pé na bunda”. Disse que estava acostumado com os desafios que a RBS sempre lhe ofereceu e que teria de se adaptar as imprevisibilidades da nova função. Seus companheiros de Sala, principalmente o Wianey Carlet, se mostraram surpresos com a notícia. “Ainda estou atordoado. Não consigo imaginar o Sala sem o Ruy”, disse Wianey em entrevista a Sérgio Boaz.
O fato é que o jornalismo perde com esse ato administrativo da RBS, que prova mais uma vez que o mercado está a frente da qualidade profissional. Tudo bem, o Ruy Ostermann já não é mais um menino, vem errando algumas locuções comerciais e tendo lapsos de memória. No entanto, esse Ruy, com as primeiras dificuldades geradas pelo avanço da idade, ainda está anos-luz a frente dos Nando Gross, Maurícios Saraivas, Carlos Guimarães e Vinicius Sinottis da vida. Aliás, esses que citei agora mostram o quanto o comentário esportivo involuiu e quanto o Ruy fará falta nas tardes de domingo no Beira-Rio e no Olímpico. Obrigado, professor!
Jaya baghavaan!

a.k.a. Richard Alpert, amigo do Timothy Leary e padrinho dos filhos dele. Leary, por sua vez, só por curiosidade, foi padrinho da Miranda July.

a.k.a. Richard Alpert, amigo do Timothy Leary e padrinho dos filhos dele. Leary, por sua vez, só por curiosidade, foi padrinho da Miranda July.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
"Óscar: uno de los nombres más interessantes de la nueva hornada de cracks en potencia que ha generado el fútbol brasileño."
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Que banda genial esses Low!
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Sensacional o que o Contardo contou.
"NA TERÇA, 14 de junho, a Folha publicou, na Primeira Página, as imagens de um homem de paletó e gravata que comprava e fumava um cachimbo de crack, numa rua do centro de São Paulo. No último domingo, Suzana Singer, ombudsman do jornal, em sua coluna, perguntou: 'Por que a Folha decidiu expor dessa forma um suposto viciado?'. A Secretaria de Redação respondeu: 'A política do jornal vinha sendo não resguardar a identidade dos usuários de crack em locais públicos. Não vimos motivo para alterarmos o padrão porque a personagem, desta vez, vestia paletó e gravata'." (Contardo Calligaris)
"NA TERÇA, 14 de junho, a Folha publicou, na Primeira Página, as imagens de um homem de paletó e gravata que comprava e fumava um cachimbo de crack, numa rua do centro de São Paulo. No último domingo, Suzana Singer, ombudsman do jornal, em sua coluna, perguntou: 'Por que a Folha decidiu expor dessa forma um suposto viciado?'. A Secretaria de Redação respondeu: 'A política do jornal vinha sendo não resguardar a identidade dos usuários de crack em locais públicos. Não vimos motivo para alterarmos o padrão porque a personagem, desta vez, vestia paletó e gravata'." (Contardo Calligaris)
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Rooney Mara parece estar encarnando bem a Lisbeth Salander.
Ela terá que fazer jus à encarnação da Noomi Rapace!


Ela terá que fazer jus à encarnação da Noomi Rapace!


terça-feira, 21 de junho de 2011
Se eu não entendi errado, Wayne Coyne (The Flaming Lips) também tem um gato chamado Pequeninho que se tornou grande e gordo. Escreveu no twitter, com uma twitpic (foto abaixo): "Little cat is bigger but still cute!!!!"
Barcelona anuncia partida contra o Inter pela Copa Audi 2011.
"The biggest former Internacional name is Villarreal striker Nilmar."
"The biggest former Internacional name is Villarreal striker Nilmar."
Nina Herschlag na propaganda do perfume Miss Dior Chèrie. Dei de cara com ela hoje de meio-dia no centro de compras.
Pretinho e Gordo caçando projeções.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Tenho a impressão de que o primeiro disco solo da Eleanor Friedberger vai ser o melhor dos Fiery Furnaces.
marcadores:
amor,
feminino,
performance
quinta-feira, 16 de junho de 2011
"Se alguém quer fazer o bem, deve fazê-lo nos pequenos detalhes. O bem genérico é o argumento do hipócrita, do canalha e do adulador." (William Blake)
"Dizer sim para todas as atividades é o pior sofrimento, é uma ideia falsa de compaixão. Se há algo errado, isto deve parar." (Padma Dorje)
"Se o ser está prejudicando a si e aos outros, e outras compaixões não funcionaram, não agir de forma irada é falta de compaixão." (Lama Samten)
O que pode ser pra alguém compaixão, como justificativa ou desculpa, pode ser de fato exatamente o contrário: falta de compaixão.
"Dizer sim para todas as atividades é o pior sofrimento, é uma ideia falsa de compaixão. Se há algo errado, isto deve parar." (Padma Dorje)
"Se o ser está prejudicando a si e aos outros, e outras compaixões não funcionaram, não agir de forma irada é falta de compaixão." (Lama Samten)
O que pode ser pra alguém compaixão, como justificativa ou desculpa, pode ser de fato exatamente o contrário: falta de compaixão.
domingo, 12 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Four Four Two (revista inglesa de futebol)
Morte do Brasil
* O futebol está feio
* Copa de 2014 está um caos
* Eles não têm craques
* E seus melhores jogadores são de defesa!
+ Nosso plano para salvar a nação do samba

"What's happened to Brazil? As if the continuing chaos over their staging of the 2014 World Cup wasn't enough, all the on-pitch legends have retired or slunk back to the homeland. From politicians to the new national team boss, we ask the experts whether this is the end, or simply a new beginning."
Morte do Brasil
* O futebol está feio
* Copa de 2014 está um caos
* Eles não têm craques
* E seus melhores jogadores são de defesa!
+ Nosso plano para salvar a nação do samba

"What's happened to Brazil? As if the continuing chaos over their staging of the 2014 World Cup wasn't enough, all the on-pitch legends have retired or slunk back to the homeland. From politicians to the new national team boss, we ask the experts whether this is the end, or simply a new beginning."
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
"Meus espaços favoritos são mosteiros e sanatórios, porque nesses lugares se lida com a regularidade." (Marina Abramovic)
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feminino,
performance,
psicologia
Amy Acker, a doutora Saunders ou Whiskie do seriado Dollhouse: na minha opinião, fica mais bonita com os arranhões - as cicatrizes - do que sem eles - elas.


Título da matéria de capa da revista Rolling Stone de junho: "Deusa monstro".

"Comecei a pensar em como tenho de fazer a indústria sangrar para lembrá-la de que é humana, não uma máquina." (Lady Gaga)

"Comecei a pensar em como tenho de fazer a indústria sangrar para lembrá-la de que é humana, não uma máquina." (Lady Gaga)
marcadores:
arte,
feminino,
música,
performance
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Cor de carne na nova camiseta, chororada, do Corínthians & no vestido cheio de alfinetes - e na sombra de olho - da Kristen Stewart, que fez sua grande atuação até agora no papel da Joan Jett.




sábado, 4 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Lobão banido em Cannes.
"Essa tendência esquerdista de vitimização na cultura brasileira vem da época da ditadura. Hoje, dão indenização para quem sequestrou embaixadores e crucificam os torturadores que arrancaram umas unhazinhas. A direita torturadora e a esquerda vítima eram iguais porque eram retrógadas e nacionalistas. Eram pessoas que gostavam de tirania. Ninguém ali lutava por uma democracia. A gente se identificava com Che Guevara, uma ditadura do proletariado." (Lobão)
"Essa tendência esquerdista de vitimização na cultura brasileira vem da época da ditadura. Hoje, dão indenização para quem sequestrou embaixadores e crucificam os torturadores que arrancaram umas unhazinhas. A direita torturadora e a esquerda vítima eram iguais porque eram retrógadas e nacionalistas. Eram pessoas que gostavam de tirania. Ninguém ali lutava por uma democracia. A gente se identificava com Che Guevara, uma ditadura do proletariado." (Lobão)
quinta-feira, 2 de junho de 2011
FESTIVAL DE CINEMA DE PAULÍNIA 2011
Ficção
A Febre do Rato, de Cláudio Assis (PE)
Meu País, de André Ristum (SP)
O Palhaço, de Selton Mello (RJ)
Onde Está a Felicidade?, de Carlos Alberto Riccelli (SP)
Os 3, de Nando Olival (SP)
Trabalhar Cansa, de Juliana Rojas e Marco Dutra (SP)
Documentários
A Cidade de Imã, de Ronaldo German (RJ)
A Margem do Xingu, de Damià Puig Auge (SP)
Ela Sonhou que Eu Morri, de Matias Bracher Mariani (SP)
Ibitipoca, Droba Pra Lá, de Felipe de Barros Scaldini (MG)
Rock Brasília - era de ouro, de Vladimir Carvalho (DF)
Uma Longa Viagem, de Lúcia Murat (RJ)
Curtas Nacionais
A Grande Viagem, de Caroline Fioratti (SP)
Acabou-se, de Patricia Baia (CE)
Café Turco, de Thiago Luciano (SP)
O Cão, de Abel Roland (RS)
O Cavalo, de Joana Guttman Mariani (SP)
O Pai Daquele Menino, de Lemos Arthuso (SP)
Off Making, de Beto Schultz (SP)
Polaroid Circus, de Marcos Mello e Jacques Dequeker (RS)
Qual Queijo Você Quer? , de Cíntia Domit Bittar (SC)
Tela, de Carlos Nader (SP)
Trocam-se Bolinhos por Histórias de Vida, de Denise Machi (RS)
Uma Primavera, de Gabriela Amaral Almeida (SP)
Curtas regionais
Argentino, de Diego Costa
3x4, de Cauê Nunes
Adeus, de Alessandro Barros
Ficção
A Febre do Rato, de Cláudio Assis (PE)
Meu País, de André Ristum (SP)
O Palhaço, de Selton Mello (RJ)
Onde Está a Felicidade?, de Carlos Alberto Riccelli (SP)
Os 3, de Nando Olival (SP)
Trabalhar Cansa, de Juliana Rojas e Marco Dutra (SP)
Documentários
A Cidade de Imã, de Ronaldo German (RJ)
A Margem do Xingu, de Damià Puig Auge (SP)
Ela Sonhou que Eu Morri, de Matias Bracher Mariani (SP)
Ibitipoca, Droba Pra Lá, de Felipe de Barros Scaldini (MG)
Rock Brasília - era de ouro, de Vladimir Carvalho (DF)
Uma Longa Viagem, de Lúcia Murat (RJ)
Curtas Nacionais
A Grande Viagem, de Caroline Fioratti (SP)
Acabou-se, de Patricia Baia (CE)
Café Turco, de Thiago Luciano (SP)
O Cão, de Abel Roland (RS)
O Cavalo, de Joana Guttman Mariani (SP)
O Pai Daquele Menino, de Lemos Arthuso (SP)
Off Making, de Beto Schultz (SP)
Polaroid Circus, de Marcos Mello e Jacques Dequeker (RS)
Qual Queijo Você Quer? , de Cíntia Domit Bittar (SC)
Tela, de Carlos Nader (SP)
Trocam-se Bolinhos por Histórias de Vida, de Denise Machi (RS)
Uma Primavera, de Gabriela Amaral Almeida (SP)
Curtas regionais
Argentino, de Diego Costa
3x4, de Cauê Nunes
Adeus, de Alessandro Barros
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