Lisa Dileo
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sábado, 31 de janeiro de 2009
"O medo parece ter várias causas - tememos perder, falhar, nos machucar -, mas em última análise todos os medos se resumem a um só: o medo que o ego tem da morte e da destruição. Para o ego, a morte está bem ali na esquina. No estado de identificação com a mente, o medo da morte afeta cada aspecto da nossa vida. Por exemplo, mesmo uma coisa aparentemente trivial ou 'normal', como a necessidade de estar certo em um argumento e demonstrar à outra pessoa que ela está errada, defendendo a posição mental com a qual nos identificamos, acontece por causa do medo da morte. Se estivermos identificados com uma atitude mental e descobrirmos que estamos errados, nosso sentido de eu interior baseado na mente corre um sério risco de destruição. Portanto, assim como o ego, você não pode errar. Errar é morrer. Muitas guerras foram disputadas por causa disso e inúmeros relacionamentos foram destruídos." (Eckhart Tolle)
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Do 'Maldoror' dos Mão Morta: 'A poesia'.
"Até aos nossos dias, a poesia seguiu um caminho errado: elevando-se até ao céu ou rojando-se até à terra, menosprezou os princípios da sua essência e foi, não sem razão, constantemente ridicularizada pelas pessoas honestas. Não foi modesta, que é a qualidade mais bela que deve existir num ser imperfeito. Eu quero mostrar as minhas qualidades, mas não sou tão hipócrita que esconda os meus vícios. O riso, o mal, o orgulho, a loucura, hão de surgir, alternadamente, entre a sensibilidade e o amor pela justiça e servirão de exemplo à estupefacção humana: cada um se reconhecerá aí, não tal como deveria ser, mas tal como é. E talvez este simples ideal, concebido pela minha imaginação, venha a ultrapassar, no entanto, tudo o que a poesia encontrou até aqui de mais grandioso e de mais sagrado. Porque, se eu deixar transpirar os meus vícios, todos acreditarão melhor nas virtudes que faço resplandecer e cuja auréola porei tão alto que os maiores gênios do futuro hão de testemunhar, por mim, sincero reconhecimento. Assim, pois, a hipocrisia será expulsa, decididamente, da minha morada. Haverá nos meus cantos uma imponente prova de poder por desprezar assim as opiniões herdadas. Ele canta só para ele e não para os seus semelhantes. Ele não coloca a medida da sua inspiração na balança humana. Nos seus caminhos sobrenaturais ele atacará o Homem e o Criador, com vantagem, como quando o espadarte crava a sua espada no ventre da baleia: maldito seja pelos seus filhos e pela minha mão descarnada aquele que persiste em não compreender os cangurus implacáveis do riso e os audaciosos piolhos da caricatura."
"Até aos nossos dias, a poesia seguiu um caminho errado: elevando-se até ao céu ou rojando-se até à terra, menosprezou os princípios da sua essência e foi, não sem razão, constantemente ridicularizada pelas pessoas honestas. Não foi modesta, que é a qualidade mais bela que deve existir num ser imperfeito. Eu quero mostrar as minhas qualidades, mas não sou tão hipócrita que esconda os meus vícios. O riso, o mal, o orgulho, a loucura, hão de surgir, alternadamente, entre a sensibilidade e o amor pela justiça e servirão de exemplo à estupefacção humana: cada um se reconhecerá aí, não tal como deveria ser, mas tal como é. E talvez este simples ideal, concebido pela minha imaginação, venha a ultrapassar, no entanto, tudo o que a poesia encontrou até aqui de mais grandioso e de mais sagrado. Porque, se eu deixar transpirar os meus vícios, todos acreditarão melhor nas virtudes que faço resplandecer e cuja auréola porei tão alto que os maiores gênios do futuro hão de testemunhar, por mim, sincero reconhecimento. Assim, pois, a hipocrisia será expulsa, decididamente, da minha morada. Haverá nos meus cantos uma imponente prova de poder por desprezar assim as opiniões herdadas. Ele canta só para ele e não para os seus semelhantes. Ele não coloca a medida da sua inspiração na balança humana. Nos seus caminhos sobrenaturais ele atacará o Homem e o Criador, com vantagem, como quando o espadarte crava a sua espada no ventre da baleia: maldito seja pelos seus filhos e pela minha mão descarnada aquele que persiste em não compreender os cangurus implacáveis do riso e os audaciosos piolhos da caricatura."
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Ontem eu estava no ônibus, tentando praticar o que estou lendo no livro. Tentei acalmar a mente, parar de pensar. O que chamam de meditar. Como parar de pensar? O pensamento é texto falado em voz muda. É texto. Para eu parar de ler texto, preciso parar de ver texto, dentro e fora da mente. Só que por todos os lados há texto. Avisos importantes, propagandas, placas de trânsito, nome das lojas, linhas dos ônibus, palavras palavras palavras. Tentei me ater à visão das árvores e percebi que elas estão também por todos os lados, mas entremeadas pelas palavras da civilização. Por isso que se diz que pra meditar o lugar ideal é a natureza. Claro que muito porque lá nos sentimos integrados, sentimos "a presença única do Ser". Mas também porque lá temos espaço para não pensar. Para sentir e absorver o não verbal.
Tudo ao máximo
(Maria Manuela Mendonça)
Esforço máximo. Desde pequena escuto que posso chegar onde quiser. Não existem limites para o exercício da vontade. E hoje, quem não se mata é preguiçoso. Quem não trabalha desvairadamente até adoecer é pessoa mole. Quem dorme oito horas, quem toma café com calma e quem deixa a vida rolar é, no mínimo, um ser despreocupado, quase irresponsável.
Difícil mesmo é saber qual é o máximo do máximo. Qual é a dedicação adequada, a força adequada e melhor ainda, a vontade adequada? Adequado seria aqui aquilo que nos cabe, agora, do jeito que somos? Um adequado saudável, enriquecido com moderação.
Educação para ser super-herói de cidade desconecta a pessoa da noção de medida. Medida de cidade não tem medida. Não tem pausa. Não tem silêncio. Não tem satisfação nem relaxamento. Tudo pode e deve ser melhor, melhor e melhor. Melhor até não ter mais saúde. Melhor até cair e ter que rever o valor de tudo. Dar o máximo todos os dias transforma a vida em um fardo. Dar o máximo além do máximo faz da vida uma guerra, uma competição contínua consigo mesmo. Uma necessidade de superação constante. Um não cessar constante até o tacar da sirene.
Esse máximo faminto tem como motor o monstro do medo. Parar é quase morrer. O agir frenético é a tentativa de controlar cada segundo, cada respiração, cada pensamento alheio, cada opinião e cada pingo de chuva, que deve cair sempre na medida certa. O que fazer com os segundos desocupados? O que fazer com a dúvida? O que fazer com o não saber no que vai dar?
Em cidade grande assim a gente se perde. Entra num ritmo que arde. O mundo dos ex-humanos tem uma maré que arrasta. Tem um excesso que entope a alma. O dia dura 24 horas. Ninguém fecha. Ninguém chega em casa cedo. E casa, é cada vez mais cama. Só serve para dormir. Final de semana é para aproveitar, com tudo que significa hoje em dia diversão. Tudo no máximo. Um dia de sol não pode passar em branco. A vida está aí pra ser pintada e nos foi ensinado a rabiscar tudo o tempo todo. O buraco em branco é angustiante. O não-aproveitar é depressão aos olhos dos outros e aos seus próprios olhos construídos. Olhos de televisão, revista e outdoor.
E isso tudo a gente só percebe quando sai, quando vai para um lugar bem mais calmo. Ou quando alguém do nosso lado ou nós mesmos caímos na cama doentes. Ou então quando começamos a ficar estressados e agressivos. Então procuramos yoga, análise ou qualquer coisa parecida. E desejamos ardentemente que tudo se resolva ali, naquela hora massacradamente conquistada para dedicar ao cuidado de si. Yoga tem que mostrar efeitos rápidos. E assim seguimos tomando aspirina todos os dias. O dia-a-dia parece imutável. Frear o movimento de perseguição da vida boa parece absurdo. A vida boa será sempre um dia, nunca agora, nunca amanhã, logo pela manhã, quando eu resolver que vou diminuir a carga horária de trabalho pra pelo menos poder mastigar na hora do almoço. E quando me perguntarem como vai a vida, vou dizer delicadamente que finalmente parei de me orgulhar de meu suicídio diário. E que finalmente percebi que não há o que temer, o mundo não vai acabar e nunca, jamais vou agradar todo mundo. As respostas dos outros aos meus atos é incontrolável. As minhas respostas aos atos dos outros sim, posso mudar.
Ansiedade, estresse e agressividade a gente não cura tomando ervas ou fazendo yoga quando dá. Aquele papo de que tudo está dentro de nós é a mais pura verdade. Mas não adianta ficar apenas dentro. Você pode até tentar se adaptar ao máximo exigido e assim conseguir ser mais feliz, ou talvez, eficiente como uma máquina. Mas ainda assim penso que adaptação sem noção de moderação é roubo consigo mesmo. É passar a perna nas próprias pernas.
Mudar por dentro, refletir, ponderar e parar. Tranqüilizar a vida. Desacelerar o relógio. Fazer as pazes consigo, escutando os sinais do corpo e daquelas olheiras que gritam bem debaixo dos nossos olhos. Saber os limites, os seus limites. Reconhecer a diferença entre preguiça e exaustão. A diferença entre cuidado e controle. Entre eficiência e mecanismo de sobrevivência. Olhar para o outro e deixar que o outro seja. Olhar para todos os outros, e deixar que eles sejam. Olhar para o amor e deixar que ele voe, solto e leve. Sem cobrar, sem fazer contas, sem pedir o pagamento esperado no final do mês, da quantidade de carinho que deveríamos ter recebido e de tudo que o outro deveria ter feito.
Mudar por dentro sim, mas só se for pra mudar por fora também. Mudando os alimentos que nos compõem, os ritmos que nos levam e os valores que nos movem. Não o outro, não mais tentativa de controle do mundo. Mudar aqui quer dizer elevar-se acima de si e resgatar-se. Voltar ao eixo, ao centro lúcido. Existe um lugar logo acima de nós mesmos que aponta a medida e reconheçe os excessos. Que sabe o que é necessário e o que é esforço inútil. Existe esse lugar, está aqui, basta fechar os olhos e conferir.
(Maria Manuela Mendonça)
Esforço máximo. Desde pequena escuto que posso chegar onde quiser. Não existem limites para o exercício da vontade. E hoje, quem não se mata é preguiçoso. Quem não trabalha desvairadamente até adoecer é pessoa mole. Quem dorme oito horas, quem toma café com calma e quem deixa a vida rolar é, no mínimo, um ser despreocupado, quase irresponsável.
Difícil mesmo é saber qual é o máximo do máximo. Qual é a dedicação adequada, a força adequada e melhor ainda, a vontade adequada? Adequado seria aqui aquilo que nos cabe, agora, do jeito que somos? Um adequado saudável, enriquecido com moderação.
Educação para ser super-herói de cidade desconecta a pessoa da noção de medida. Medida de cidade não tem medida. Não tem pausa. Não tem silêncio. Não tem satisfação nem relaxamento. Tudo pode e deve ser melhor, melhor e melhor. Melhor até não ter mais saúde. Melhor até cair e ter que rever o valor de tudo. Dar o máximo todos os dias transforma a vida em um fardo. Dar o máximo além do máximo faz da vida uma guerra, uma competição contínua consigo mesmo. Uma necessidade de superação constante. Um não cessar constante até o tacar da sirene.
Esse máximo faminto tem como motor o monstro do medo. Parar é quase morrer. O agir frenético é a tentativa de controlar cada segundo, cada respiração, cada pensamento alheio, cada opinião e cada pingo de chuva, que deve cair sempre na medida certa. O que fazer com os segundos desocupados? O que fazer com a dúvida? O que fazer com o não saber no que vai dar?
Em cidade grande assim a gente se perde. Entra num ritmo que arde. O mundo dos ex-humanos tem uma maré que arrasta. Tem um excesso que entope a alma. O dia dura 24 horas. Ninguém fecha. Ninguém chega em casa cedo. E casa, é cada vez mais cama. Só serve para dormir. Final de semana é para aproveitar, com tudo que significa hoje em dia diversão. Tudo no máximo. Um dia de sol não pode passar em branco. A vida está aí pra ser pintada e nos foi ensinado a rabiscar tudo o tempo todo. O buraco em branco é angustiante. O não-aproveitar é depressão aos olhos dos outros e aos seus próprios olhos construídos. Olhos de televisão, revista e outdoor.
E isso tudo a gente só percebe quando sai, quando vai para um lugar bem mais calmo. Ou quando alguém do nosso lado ou nós mesmos caímos na cama doentes. Ou então quando começamos a ficar estressados e agressivos. Então procuramos yoga, análise ou qualquer coisa parecida. E desejamos ardentemente que tudo se resolva ali, naquela hora massacradamente conquistada para dedicar ao cuidado de si. Yoga tem que mostrar efeitos rápidos. E assim seguimos tomando aspirina todos os dias. O dia-a-dia parece imutável. Frear o movimento de perseguição da vida boa parece absurdo. A vida boa será sempre um dia, nunca agora, nunca amanhã, logo pela manhã, quando eu resolver que vou diminuir a carga horária de trabalho pra pelo menos poder mastigar na hora do almoço. E quando me perguntarem como vai a vida, vou dizer delicadamente que finalmente parei de me orgulhar de meu suicídio diário. E que finalmente percebi que não há o que temer, o mundo não vai acabar e nunca, jamais vou agradar todo mundo. As respostas dos outros aos meus atos é incontrolável. As minhas respostas aos atos dos outros sim, posso mudar.
Ansiedade, estresse e agressividade a gente não cura tomando ervas ou fazendo yoga quando dá. Aquele papo de que tudo está dentro de nós é a mais pura verdade. Mas não adianta ficar apenas dentro. Você pode até tentar se adaptar ao máximo exigido e assim conseguir ser mais feliz, ou talvez, eficiente como uma máquina. Mas ainda assim penso que adaptação sem noção de moderação é roubo consigo mesmo. É passar a perna nas próprias pernas.
Mudar por dentro, refletir, ponderar e parar. Tranqüilizar a vida. Desacelerar o relógio. Fazer as pazes consigo, escutando os sinais do corpo e daquelas olheiras que gritam bem debaixo dos nossos olhos. Saber os limites, os seus limites. Reconhecer a diferença entre preguiça e exaustão. A diferença entre cuidado e controle. Entre eficiência e mecanismo de sobrevivência. Olhar para o outro e deixar que o outro seja. Olhar para todos os outros, e deixar que eles sejam. Olhar para o amor e deixar que ele voe, solto e leve. Sem cobrar, sem fazer contas, sem pedir o pagamento esperado no final do mês, da quantidade de carinho que deveríamos ter recebido e de tudo que o outro deveria ter feito.
Mudar por dentro sim, mas só se for pra mudar por fora também. Mudando os alimentos que nos compõem, os ritmos que nos levam e os valores que nos movem. Não o outro, não mais tentativa de controle do mundo. Mudar aqui quer dizer elevar-se acima de si e resgatar-se. Voltar ao eixo, ao centro lúcido. Existe um lugar logo acima de nós mesmos que aponta a medida e reconheçe os excessos. Que sabe o que é necessário e o que é esforço inútil. Existe esse lugar, está aqui, basta fechar os olhos e conferir.
Olha o Thurston Moore e a Evangelista (Carla Bozulich) orando. Evnagelista fez um dos melhores discos do ano passado, 'Hello voyager'.

Uma foto em que eu e a Ju estamos com camisetas do Inter na rambla de Montevidéo foi publicada na edição de novembro da seção Colorado Internacional, do site do colorado.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Não vou fazer Artes, porque seria algo menos focado, para quem já tem um curso superior e já tem um emprego bom e já desenvolve trabalhos artísticos. Vou fazer oficina literária e quem sabe um curso do Núcleo de Fotografia do IA da UFRGS. Em curto prazo, vou concorrer num edital para exposição de artes visuais - no meu caso fotografia - de uma galeria na Universidade de Ijuí.
A literatura está fervilhando para mim: terminei um segundo conto baseado em disco do Sonic Youth (talvez eu escreva um para cada disco) e estou escrevendo poemas & letras de música. Ao input_output, estágio mais avançado, falta um passo.
A literatura está fervilhando para mim: terminei um segundo conto baseado em disco do Sonic Youth (talvez eu escreva um para cada disco) e estou escrevendo poemas & letras de música. Ao input_output, estágio mais avançado, falta um passo.
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sábado, 24 de janeiro de 2009
Regina Silveira. MIL E UM DIAS, 2007, Projeção, madeira e tinta, 100 m2, Produção, André Costa (Olhar Periférico Filmes), Edição e Videografia, Matias Lancetti, Trilha Sonora, Rogério Rochlitz
Às vezes, o momento atual é inaceitável, desagradável ou terrível.
"As coisas são como são. (...) Aceite, depois aja. O que quer que o momento atual contenha, aceite-o como uma escolha sua. Trabalhe sempre com ele, não contra. Torne-o um amigo e um aliado, não seu inimigo. Isso transformará toda a sua vida, como por milagre." (Eckhart Tolle)
Dissolvendo o sofrimento do passado.
"Apresenta-se [o sofrimento] sob duas modalidades: ativo e inativo. (...) Qualquer coisa pode ativá-lo, especialmente se encontrar ressonância em um padrão de sofrimento do passado. Quando o sofrimento está pronto para despertar do estágio inativo, até mesmo uma observação inocente feita por um amigo ou um pensamento é capaz de ativá-lo. (...) O sofrimento deseja sobreviver, mas, para isso, precisa conseguir que nos identifiquemos inconscientemente com ele. Portanto, quando o sofrimento toma conta de nós, cria uma situação em nossas vidas que reflete a própria freqüência da qual ele alimenta. (...) Preste bem atenção e verá que o seu pensamento e o seu comportamento estão programados para continuar com o sofrimento, tanto para você quanto para os outros.
"(...) Alguns ensinamentos espirituais dizem que todo sofrimento é, em última análise, uma ilusão, e isso é verdade. A questão é se isso é uma verdade para você. Acreditar simplesmente não transforma nada em verdade. (...) O que nos interessa aqui é o que podemos fazer para vivenciar essa verdade, ou seja, torná-la real em nossas vidas. (...) Assim como não se pode lutar contra a escuridão, não se pode lutar contra o sofrimento. Tentar fazer isso poderia gerar um conflito interior e um sofrimento adicional. Observar o sofrimento já é o bastante. Observá-lo implica aceitá-lo como parte do que existe naquele momento. Mesmo quando começamos a deixar de nos identificar e nos tornamos observadores, o sofrimento ainda continua a agir por um tempo e vai tentar fazer com que voltemos a nos identificar com ele. Embora não esteja mais recebendo a energia originada da nossa identificação com ele, o sofrimento ainda tem sua força, como uma roda-gigante que continua a girar, mesmo quando deixa de receber o impulso.
"Resumindo o processo: concentre a atenção no sentimento dentro de você. Reconheça que é o sofrimento. Aceite que ele esteja ali. Não pense a respeito. Não permita que o sentimento se transforme em pensamento. Não julgue nem analise. Não se identifique com o sentimento. Esteja presente e observe o que está acontecendo dentro de você. Perceba não só o sofrimento emocional, mas também a presença 'de alguém que observa', o observador silencioso. Esse é o poder do Agora, o poder da sua própria presença consciente. Veja, então, o que acontece." (Eckhart Tolle)
"As coisas são como são. (...) Aceite, depois aja. O que quer que o momento atual contenha, aceite-o como uma escolha sua. Trabalhe sempre com ele, não contra. Torne-o um amigo e um aliado, não seu inimigo. Isso transformará toda a sua vida, como por milagre." (Eckhart Tolle)
Dissolvendo o sofrimento do passado.
"Apresenta-se [o sofrimento] sob duas modalidades: ativo e inativo. (...) Qualquer coisa pode ativá-lo, especialmente se encontrar ressonância em um padrão de sofrimento do passado. Quando o sofrimento está pronto para despertar do estágio inativo, até mesmo uma observação inocente feita por um amigo ou um pensamento é capaz de ativá-lo. (...) O sofrimento deseja sobreviver, mas, para isso, precisa conseguir que nos identifiquemos inconscientemente com ele. Portanto, quando o sofrimento toma conta de nós, cria uma situação em nossas vidas que reflete a própria freqüência da qual ele alimenta. (...) Preste bem atenção e verá que o seu pensamento e o seu comportamento estão programados para continuar com o sofrimento, tanto para você quanto para os outros.
"(...) Alguns ensinamentos espirituais dizem que todo sofrimento é, em última análise, uma ilusão, e isso é verdade. A questão é se isso é uma verdade para você. Acreditar simplesmente não transforma nada em verdade. (...) O que nos interessa aqui é o que podemos fazer para vivenciar essa verdade, ou seja, torná-la real em nossas vidas. (...) Assim como não se pode lutar contra a escuridão, não se pode lutar contra o sofrimento. Tentar fazer isso poderia gerar um conflito interior e um sofrimento adicional. Observar o sofrimento já é o bastante. Observá-lo implica aceitá-lo como parte do que existe naquele momento. Mesmo quando começamos a deixar de nos identificar e nos tornamos observadores, o sofrimento ainda continua a agir por um tempo e vai tentar fazer com que voltemos a nos identificar com ele. Embora não esteja mais recebendo a energia originada da nossa identificação com ele, o sofrimento ainda tem sua força, como uma roda-gigante que continua a girar, mesmo quando deixa de receber o impulso.
"Resumindo o processo: concentre a atenção no sentimento dentro de você. Reconheça que é o sofrimento. Aceite que ele esteja ali. Não pense a respeito. Não permita que o sentimento se transforme em pensamento. Não julgue nem analise. Não se identifique com o sentimento. Esteja presente e observe o que está acontecendo dentro de você. Perceba não só o sofrimento emocional, mas também a presença 'de alguém que observa', o observador silencioso. Esse é o poder do Agora, o poder da sua própria presença consciente. Veja, então, o que acontece." (Eckhart Tolle)
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Sonic Youth - The eternal (2009; Matador)
Não saiu ainda, mas o Thurston Moore antecipa algumas coisas: "It's rock-centric, but still experimental... I still don't know how to play the guitar." Ele ainda não sabe.
Não saiu ainda, mas o Thurston Moore antecipa algumas coisas: "It's rock-centric, but still experimental... I still don't know how to play the guitar." Ele ainda não sabe.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
"O sofrimento que sentimos neste exato momento é sempre alguma forma de não-aceitação, uma forma de resistência do que é. No nível do pensamento, a resistência é uma forma de julgamento. No nível emocional, ela é uma forma de negatividade. (...) Diga sempre 'sim' ao momento atual. O que poderia ser mais insensato do que criar uma resistência interior a alguma coisa que já é? O que poderia ser mais insensato do que se opor à própria vida, que é agora e sempre agora? Diga 'sim' para a vida e veja como, de repente, a vida começa a trabalhar mais a seu favor em vez de contra você." (TOLLE, Eckhart. O poder do agora. 2002.)
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
10 melhores goleiros de todos os tempos no ranking do IFFHS.
1. Gianluigi Buffon (ITA) - 78 pontos
2. Peter Schmeichel (DIN) - 69
3. Iker Casillas (ESP) - 63
4. Oliver Kahn (ALE) - 62
5. José Luis Chilavert (PAR) - 58
6. Walter Zenga (ITA) - 55
7. Edwin van der Sar (HOL) - 53
8. Petr Cech (RTC) - 44
9. Michel Preud'homme (BEL) - 43
10. Taffarel (BRA) - 40
1. Gianluigi Buffon (ITA) - 78 pontos
2. Peter Schmeichel (DIN) - 69
3. Iker Casillas (ESP) - 63
4. Oliver Kahn (ALE) - 62
5. José Luis Chilavert (PAR) - 58
6. Walter Zenga (ITA) - 55
7. Edwin van der Sar (HOL) - 53
8. Petr Cech (RTC) - 44
9. Michel Preud'homme (BEL) - 43
10. Taffarel (BRA) - 40
domingo, 18 de janeiro de 2009
Farei isto:
BACHARELADO EM ARTES VISUAIS - HAB. FOTOGRAFIA
Como Curso 2, poderei fazer disciplinas do Teatro:
CORPO E VOZ I
O trabalho do ator sobre si mesmo. Técnicas corporais visando consciência corporal e ampliação da sensibilidade. Reconhecimento do instrumento vocal.
ATUAÇÃO I - A
O trabalho do ator sobre si mesmo. O jogo improvisional.
BACHARELADO EM ARTES VISUAIS - HAB. FOTOGRAFIA
Como Curso 2, poderei fazer disciplinas do Teatro:
CORPO E VOZ I
O trabalho do ator sobre si mesmo. Técnicas corporais visando consciência corporal e ampliação da sensibilidade. Reconhecimento do instrumento vocal.
ATUAÇÃO I - A
O trabalho do ator sobre si mesmo. O jogo improvisional.
Conhece 'Trema', da Tom Bloch? Nota algo diferente neste trecho da música?
Do vídeo com o Eckhart Tolle que eu indiquei algumas postagens abaixo.

"... que poderia ser descrita como perdido em pensamentos." Genial.
"... que poderia ser descrita como perdido em pensamentos." Genial.
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Sexta-feira veio jantar aqui em casa um par adorável. A Juliana fez uma comida e tanto, com destaque para o arroz. Ela está se especializando em arrozes. O par, além de tudo, por entender bem do assunto, disse coisas que eu precisava saber sobre as minhas fotografias, sobre a minha criação em geral. Que eu pareço captar histórias que não existem, aquilo que em artes vem sendo chamado de ficções. E que eu preciso da narrativa para isso, que, mesmo na aparente abstração, eu convido as pessoas a viverem aquele pequeno mundo. Que eu tenho a ousadia que a criança tem ao rabiscar livremente, sem a dureza da mão adulta "treinada". E que as minhas fotos parecem pinturas, são pictóricas, estão mais para as artes plásticas e têm influência de cinema, de movimento, porque elas parecem conter movimento. É lindo isso. Obrigado. Eu precisava desse incentivo. E vocês dois juntos são um milagre. O mundo deve estar feliz.
2008 foi o ano que me preparou para fazer escolhas, para eu tomar as rédeas dos pontos mais importantes da minha vida, trabalhando o foco. Na verdade o ano todo explodiu em 2009, que é quando eu realmente estou colocando em prática o aprendizado. Foi o ano em que eu mais me dediquei à pesquisa de discos que resulta na lista de melhores. Posso dizer que não há disco importante para alguém confiável que não tenha passado pelos meus ouvidos. Nunca fui tão aberto para os melhores sons de qualquer estilo que seja, sem me ater intensamente a um estilo específico. Nunca mais farei uma lista tão completa. Não tem por que se dedicar a algo na vida que não esteja ligado a fins de compartilhamento, de confraternização, e esta pesquisa só me toma tempo e não me aproxima de ninguém nem de nada. Não, ainda não dei prosseguimento a nada das minhas atividades artística, exceto uns EPs de remixes de improvisos e a mixagem do 'Segundo andar' do Hotel, gravado em 2007. Até porque o foco está vindo mesmo agora, e eu comecei o segundo conto de uma série e recomecei a trabalhar algumas poesias. Retomei o gosto pela leitura, depois de ler o livro de contos da Miranda July. Fiquei viciado em livros de ficção. Tentativas de bandas novas não foram bem-sucedidas e a única banda que ainda restava se desmanchou com a ida do Mateus para Nova York. Em 2009 pretendo ensaiar a "nova formação", que sou eu sozinho, e começar finalmente o segundo LP do input_output. Dessa vez acho que realmente sai, senão nem escreveria isto aqui, pois estou envergonhado pela lenda que isso se tornou. O fim de 2008 também trouxe o (esporte) tênis, que será desenvolvido neste ano em que também retomei a minha velha bicicleta Calói Cruiser Croma amarela e preta com rosa. Como já escrevi noutra ocasião, foi ano em que me tornei sócio do Inter, juntamente com a Juliana. Por falar nela, ela surgiu na minha vida em 2008, e formamos uma boa dupla, compatível em muitos aspectos, sobretudo num bem importante: a busca pelo autoconhecimento, pela evolução individual em harmonia com a evolução do par. Somos compatíveis nas (imprescindíveis) brigas, os dois conseguindo enxergar bem as motivações inconscientes de cada um para qualquer desconforto. Foi o ano em que reforcei que estou na função certa dentro do meu emprego, e que gosto de estar lá trabalhando em equipe, pois, já dizia o cara aquele que foi sozinho para o Alasca, o sentido da vida é compartilhar entre os seres vivos. Foi o ano em que eu parei definitivamente de fumar maconha e adotei, como substituto, primeiro o cigarro, depois a cigarrilha e, por fim, o magnífico palheiro extra suave. Foi o ano em que almocei bastante no Prato Verde e no Equilibrium. Fiz uma tatuagem de henna que era a cara da Cvalda, o que me instigou a pensar em fazer uma tatuagem real de gato um dia. Foi o ano em que descobri Ricardo Mello, Roberto Malater, Janderli Lemos, Lucca Dickel, Luan Dickel. Fiz oficina de improvisação teatral. Comecei a fazer musculação e parei de jogar futsal, por contusão que já faz aniversário. Casei com a Juliana - faltou dizer. Foi o ano em que voltei a ter um Escort, cinco anos depois de vender o anterior. Entrei em 2009 com o cabelo raspado, depois de muito tempo sem fazê-lo, e com um som decente no carro, pela primeira vez na minha vida. 2008 foi o ano em que apertei a mão do David Lynch.
Resoluções para 2009:
- fechar um livro
- criar um disco
- jogar tênis
- continuar a musculação e a terapia
- perder cada vez menos tempo na internet
- comprar uma televisão de 29"
- voltar a fazer shows e descobrir um uso de imagens para eles
- lançar o Hotel gravado e gravar o 'Terceiro andar'
- fazer oficina literária ou vestibular para artes plásticas
- ser campeão-brasileiro
- tomar cogumelo e "me aposentar"
- ir mais na direção da meditação
- casar no papel
- adquirir a cidadania italiana
Acho que é isso.
Resoluções para 2009:
- fechar um livro
- criar um disco
- jogar tênis
- continuar a musculação e a terapia
- perder cada vez menos tempo na internet
- comprar uma televisão de 29"
- voltar a fazer shows e descobrir um uso de imagens para eles
- lançar o Hotel gravado e gravar o 'Terceiro andar'
- fazer oficina literária ou vestibular para artes plásticas
- ser campeão-brasileiro
- tomar cogumelo e "me aposentar"
- ir mais na direção da meditação
- casar no papel
- adquirir a cidadania italiana
Acho que é isso.
Um belo parágrafo do 'Cordilheira', do Galera: "De vez em quando o cachorro recuava um pouco e vinha procurar atenção com os outros componentes da fila. Parecia mais um urso com seu pêlo farto e porte robusto. Tinha feridas recém-cicatrizadas, o que parecia resultado de um atropelamento, nas ancas e nas patas traseiras. Atirávamos gravetos para ele buscar, mas o bicho não se contentava com qualquer coisa. Ignorava os pequenos pedaços de pau que escolhíamos e retornava com galhos enormes na boca, salivando e bufando. Se o ingorávamos, punha-se a roer a madeira até destroçá-la completamente. Fazia isso com tal empenho que sua boca sangrava inteira, mas ele não parecia se importar. Apesar disso, era dócil e oferecia a cabeça para carinhos. Se afeiçoou a Holden e o acompanhava de perto o tempo todo. Disparava pelo meio das árvores ou mais adiante na trilha como um batedor, checando o terreno e voltando para dar satisfações ao líder."
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Jason Lytle, vocalista, líder, guitarrista, tecladista e compositor do falecido Grandaddy (2005), assinou com o selo Anti- para o primeiro disco solo! No dia 19 de maio (daqui a exatos longos quatro meses), teremos em nossos ouvidos 'Yours truly, the commuter':
01 Yours Truly, the Commuter
02 Brand New Sun
03 Ghost of My Old Dog
04 I Am Lost (And the Moment Cannot Last)
05 Birds Encouraged Him
06 It's the Weekend
07 Fürget It
08 This Song Is the Mute Button
09 Rollin' Home Alone
10 You're Too Gone
11 Flying Thru Canyons
12 Here for Good
01 Yours Truly, the Commuter
02 Brand New Sun
03 Ghost of My Old Dog
04 I Am Lost (And the Moment Cannot Last)
05 Birds Encouraged Him
06 It's the Weekend
07 Fürget It
08 This Song Is the Mute Button
09 Rollin' Home Alone
10 You're Too Gone
11 Flying Thru Canyons
12 Here for Good
Vinte melhores técnicos de futebol do mundo, segundo a International Federation of Football History & Statistics - IFFHS (posição/nome/clube/nacionalidade/pontos).
01. Sir Alexander Ferguson Manchester United FC Scotland 264
02. Dirk Nicolaas Advocaat FC Zenit St. Petersburg Nederland 144
03. Edgardo Bauza LDU de Quito Argentina 64
04. Arsène Wenger Arsenal FC London France 61
05. Rafael Benítez Maudes Liverpool FC España 60
06. Carlos Luis Ischia CA Boca Juniors Buenos Aires Argentina 28
07. Roberto Mancini FC Internazionale Milano Italia 27
08. Avram Grant Chelsea FC London Israel 19
09. Manuel José Jesús Silva Al-Ahly Cairo Portugal 18
10. Franklin Rijkaard FC Barcelona Nederland 17
11. Ottmar Hitzfeld FC Bayern München Deutschland 15
12. Manuel Pellegrini Villarreal CF Chile 14
13. Muricy Ramalho São Paulo FC Brasil 14
14. Ralf Rangnick TSG 1899 Hoffenheim Deutschland 12
15. José Mário dos Santos Mourinho Félix FC Internazionale Milano Portugal 11
16. Luciano Spalletti AS Roma Italia 10
17. Viktor M. Goncharenko FC BATE Barysau Belarus 9
18. Temuri Ketsbaia Anorthosis Ammochostos Georgia 9
19. Akira Nishino Gamba Osaka Japan 8
20. Adenor Leonardo Bacchi »Tite« SC Internacional Porto Alegre Brasil
01. Sir Alexander Ferguson Manchester United FC Scotland 264
02. Dirk Nicolaas Advocaat FC Zenit St. Petersburg Nederland 144
03. Edgardo Bauza LDU de Quito Argentina 64
04. Arsène Wenger Arsenal FC London France 61
05. Rafael Benítez Maudes Liverpool FC España 60
06. Carlos Luis Ischia CA Boca Juniors Buenos Aires Argentina 28
07. Roberto Mancini FC Internazionale Milano Italia 27
08. Avram Grant Chelsea FC London Israel 19
09. Manuel José Jesús Silva Al-Ahly Cairo Portugal 18
10. Franklin Rijkaard FC Barcelona Nederland 17
11. Ottmar Hitzfeld FC Bayern München Deutschland 15
12. Manuel Pellegrini Villarreal CF Chile 14
13. Muricy Ramalho São Paulo FC Brasil 14
14. Ralf Rangnick TSG 1899 Hoffenheim Deutschland 12
15. José Mário dos Santos Mourinho Félix FC Internazionale Milano Portugal 11
16. Luciano Spalletti AS Roma Italia 10
17. Viktor M. Goncharenko FC BATE Barysau Belarus 9
18. Temuri Ketsbaia Anorthosis Ammochostos Georgia 9
19. Akira Nishino Gamba Osaka Japan 8
20. Adenor Leonardo Bacchi »Tite« SC Internacional Porto Alegre Brasil
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Imperdível para quem gosta de idéias que se aproximam do budismo: vídeo de uma entrevista com Ekhart Tolle, autor do livro 'O poder do agora', indicado na página da monja budista zen Isshin Havens, da sanga Águas da Compaixão, de Porto Alegre.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Não chegamos nem à metade do primeiro mês de 2009, mas eu já posso afirmar que melhor música deste ano será 'Valerie Plame', dos Decemberists - se ela figurar no seu vindouro LP, que se chamará 'Hazards of love'. Até agora, 'Valerie Plame' foi a primeira faixa do EP 'Always the bridesmaid vol. 1', lançado em 2008.
É incrível como algumas práticas perpetuam-se na cultura como substitutas da lei. No Brasil, pelo menos em Porto Alegre, as placas de "proibido parar e estacionar" são enfeites, porque basta parar e estacionar com o pisca-alerta ligado que tudo está resolvido. Semana passada, havia um caminhão parado na Sarmento Leite, em frente à Faculdade de Ciências Médicas, bem ao lado de uma placa com um X em cima do E. De pisca-alerta, o motorista achava que estava tudo OK. Mas formou-se uma bela confusão no trânsito daquele trecho. Quando pude entrar para a faixa do meio, já que a da direita estava bloqueada, fui bem devagar e, com a janela do caroneiro aberta, pude falar alto para o homem: "proibido parar e estacionar". E fui. Não sei o que ele pensou. Ontem dois caras atravessaram correndo na sinaleira, com ela verde para os carros. Buzinei, e um deles me mostrou o dedo que imita o pau.
Meu pai me escreveu o primeiro e-mail da vida dele, esclarecendo - finalmente! - sobre o Lugar Sinistro da RS-020 - ele vai ser chamado para o programo do Jô por isso!
"Mesmo parecendo esquisito mas e uma firma de produtos de fibra de vidro resinada para proteção de condicionadores de ar e proteção de motores de piscinas,ja faziam piscinas mas pararam por não dar muito lucro."
UPDATE
"Mesmo parecendo esquisito mas e uma firma de produtos de fibra de vidro resinada para proteção de condicionadores de ar e proteção de motores de piscinas,ja faziam piscinas mas pararam por não dar muito lucro."
UPDATE
O netlabel que relançou 'Blanched toca Angelopoulos' incluiu duas músicas da Blanched nas suas coletâneas das melhores de 2008.
Sinewave Essentials - The Best of ‘08
01. Herod Layne - “Walking The Valley”
02. A Sea Of Leaves - “Pale Horses”
03. Duelectrum - “Cabeça Nas Nuvens”
04. [Art].Ficial. - “Cada Rua Um Ballet”
05. Gray Strawberries - “Frozen”
06. Farveste - “Ultramar”
07. Sertão Agrário - “Pedrinho e o Dragão Lunar”
08. Lenore - “Clínicas”
09. 33dollars - “Vento do Oeste”
10. Hoping To Collide With - “The Last Straw”
11. Blanched - “Tristes dos que Procuram Dentro de Si Respostas Porque Lá Só Há Espera”
12. Civilian - “Say Yes To One Instant”
13. Andrei Machado - “Eu Sei que Sou Fraco”
14. Fragile Arm - “Spin”
15. Amnese - “O Egoísta e a Fuga”
16. Este Silêncio - “Azul”
17. Sertão Agrário & Gray Strawberries - “E Sonhos Não Envelhecem”
18. Alma Mater - “Midnight In Heaven”
Sinewave Essentials - The Rest of ‘08
01. Gray Strawberries - “Ruined Structures”
02. Hoping To Collide With - “Vatnajökull”
03. Fragile Arm - “The Beat of 4 Hearts”
04. Andrei Machado - “Después de Muertos”
05. Lenore - “Ginastika”
06. Alma Mater - “Blue Banks Case”
07. [Art].Ficial. - “Fatoacontecimentoprocessofenômeno”
08. Sertão Agrário - “Tromba D’água”
09. A Sea Of Leaves - “Until We Meet Again”
10. Duelectrum - “Maverick”
11. Herod Layne - “Xmass”
12. 33dollars - “O Vazio por Dentro”
13. Civilian - “The Beginning of My Own Existence”
14. Amnese - “A Caminhada de Dionísio”
15. Este Silêncio - “Interlúdio 1″
16. Farveste - “Lá é Outro Lugar”
17. Blanched - “Cada Um”
Sinewave Essentials - The Best of ‘08
01. Herod Layne - “Walking The Valley”
02. A Sea Of Leaves - “Pale Horses”
03. Duelectrum - “Cabeça Nas Nuvens”
04. [Art].Ficial. - “Cada Rua Um Ballet”
05. Gray Strawberries - “Frozen”
06. Farveste - “Ultramar”
07. Sertão Agrário - “Pedrinho e o Dragão Lunar”
08. Lenore - “Clínicas”
09. 33dollars - “Vento do Oeste”
10. Hoping To Collide With - “The Last Straw”
11. Blanched - “Tristes dos que Procuram Dentro de Si Respostas Porque Lá Só Há Espera”
12. Civilian - “Say Yes To One Instant”
13. Andrei Machado - “Eu Sei que Sou Fraco”
14. Fragile Arm - “Spin”
15. Amnese - “O Egoísta e a Fuga”
16. Este Silêncio - “Azul”
17. Sertão Agrário & Gray Strawberries - “E Sonhos Não Envelhecem”
18. Alma Mater - “Midnight In Heaven”
Sinewave Essentials - The Rest of ‘08
01. Gray Strawberries - “Ruined Structures”
02. Hoping To Collide With - “Vatnajökull”
03. Fragile Arm - “The Beat of 4 Hearts”
04. Andrei Machado - “Después de Muertos”
05. Lenore - “Ginastika”
06. Alma Mater - “Blue Banks Case”
07. [Art].Ficial. - “Fatoacontecimentoprocessofenômeno”
08. Sertão Agrário - “Tromba D’água”
09. A Sea Of Leaves - “Until We Meet Again”
10. Duelectrum - “Maverick”
11. Herod Layne - “Xmass”
12. 33dollars - “O Vazio por Dentro”
13. Civilian - “The Beginning of My Own Existence”
14. Amnese - “A Caminhada de Dionísio”
15. Este Silêncio - “Interlúdio 1″
16. Farveste - “Lá é Outro Lugar”
17. Blanched - “Cada Um”
domingo, 11 de janeiro de 2009
Qual é a melhor diretora mulher do mundo?
a. ( ) Isabel Coixet (Barcelona; 48 anos) - 'Minha vida sem mim', 'A vida secreta das palavras', 'Fatal'
b. ( ) Jane Campion (Washington, Nova Zelândia; 54 anos) - 'O piano', 'Fogo sagrado'
c. { ) Sofia Coppola (Nova York; 37 anos) - 'Lost in translation', 'Marie-Antoinette'

a. ( ) Isabel Coixet (Barcelona; 48 anos) - 'Minha vida sem mim', 'A vida secreta das palavras', 'Fatal'
b. ( ) Jane Campion (Washington, Nova Zelândia; 54 anos) - 'O piano', 'Fogo sagrado'
c. { ) Sofia Coppola (Nova York; 37 anos) - 'Lost in translation', 'Marie-Antoinette'
Dois mil torcedores no treino do Inter ontem, em Bento Gonçalves.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Criei uma página para depositar meus topes - minhas listas de melhores de cada ano.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
'Antes do banho quente' tocou no programa Loaded e-Zine #162, que passa em rádios de Goiânia, São Paulo e do Paraná, além de ficar disponível para download na internet. A música é basicamente 'Banho quente' sem os vocais e com um sample no lugar - o computador HAL 9000 falando com o Dave, em '2001 uma odisséia no espaco'.
sábado, 3 de janeiro de 2009
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