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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Coincidências?



SONHO 1: censurado

SONHO 2: censurado

SONHO 3: Eu tinha quatro carros pretos e estava com sérias dificuldades para levar os quatro. Acho que tinha mais uma pessoa me ajudando, mas eu entrava num carro, dirigia ele um pouco, e depois trocava, dirigia um outro - assim por diante.

SONHO 4: Vi, entre uma calha e um telhado num templo budista, aranhas brancas, grandes e meio peludas, com uma textura semelhante à do Ferrero Raffaello.

A base da teoria de yin e yang é a harmonia e o equilíbrio. As forças complementares de yin e yang são o pilar central em todo o pensamento chinês. Considera-se que estas forças afetam tudo no universo, incluindo a nós mesmos. Tradicionalmente, o yin é o feminino, o escuro, o passivo, o frio e o negativo, e o yang é o masculino, o claro, o ativo, o quente e o positivo. Outro modo mais simples de considerar o yin e o yang é que há dois lados em tudo - felicidade e tristeza, cansaço e vigor, frio e quente, etc. Yin e yang são os opostos que criam o todo. Cada um deles não pode existir sem o outro e nada é completamente um ou o outro, em nenhum momento.



O fio da aranha evoca as Moiras (na mitologia grega, as três irmãs que determinavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos seres humanos) ou Parcas (na mitologia romana, as três irmãs que determinavam o curso da vida humana, decidindo questões como vida e morte, de maneira que nem Júpiter podia contestar suas decisões). Nona tecia o fio da vida, Décima cuidava de sua extensão e caminho, Morta cortava o fio. A gravidez humana em Roma era de nove luas, não nove meses; portanto Nona tece o fio da vida no útero materno, até a nona lua; Décima representa o nascimento efetivo, o corte do cordão umbilical, o início da vida terrena, o individuo definido, a décima lua. Morta é a outra extremidade, o fim da vida terrena, que pode ocorrer a qualquer momento). As aranhas destruindo e construindo sem cessar simbolizam a inversão contínua através da qual se mantém o equilíbrio da vida do cosmos, e assim, o simbolismo da aranha pode significar aquele sacrifício contínuo, mediante o qual o homem se transforma sem cessar durante sua existência.

A aranha-de-prata (Argiope argentata) é uma aranha da família dos araneídeos, que apresenta colorações amarela, branca, preta e prateada. A espécie vive em teias geométricas construídas geralmente entre folhas e galhos. Também é conhecida pelo nome de aranha-dos-jardins. A fêmea é muito maior do que o macho. Quando o macho se aproxima, a fêmea dá-lhe indicação para que se retire erguendo-se na sua teia. Caso o macho consiga aproximar-se da fêmea e acasalar, esta pica-o e envolve-o em seda, como se tratasse de uma presa qualquer que embatesse em sua teia. Por fim, a fêmea leva o macho para a parte da teia e come-o. Mas ao menos dá mais tarde bebês que garantem a continuação da espécie.


Sallie Nichols: O número quatro simboliza a totalidade. Indica a nossa orientação para a dimensão humana. Seu equivalente geométrico, o quadrado, representa a lei e a ordem sobrepostas à desordem caótica da Mãe Natureza. As quatro direções da bússola nos impedem de sentir-nos perdidos em áreas não mapeadas. As quatro paredes de um aposento dão-nos uma sensação de contenção segura, que nos ajuda a concentrar energias e focalizar com precisão a atenção de modo racional e humano.



A carta quatro do tarô, o quarto arcano maior, é o Imperador. Do ponto de vista cabalístico, a relação Tetragrama-Imperador parece muito fecunda, já que, comparada com os três arcanos anteriores, consideradas respectivamente como o princípio ativo (I, Mago), o princípio passivo (II, Sacerdotisa) e o princípio do equilíbrio ou neutralizador (III, Imperatriz), a quarta letra ou carta é considerada o resultado e, também, o princípio da energia latente.

Pode ser visto como o princípio masculino ativo vindo para por ordem no jardim da Imperatriz. Cavará espaço para o homem erguer-se, criará caminhos para a intercomunicação. Até aqui estávamos lidando com o mundo primitivo da natureza inconsciente; agora ingressamos no mundo civilizado do homem consciente. Com o advento do Imperador, deixamos o reino do não-verbal, matriarcal, da Imperatriz com seus ciclos automáticos de nascimento, crescimento e decadência. Aqui começa o domínio patriarcal da palavra criativa, que inicia o domínio masculino do espírito sobre a natureza. Esse dominador é uma personificação do Logos, ou princípio racional, que é um aspecto do arquétipo do Pai. Ordena nossos pensamentos e energias, ligando-os à realidade de um modo prático. Embora represente, como a Imperatriz, um poder arquetípico, o Imperador é obviamente mais humano e, portanto, mais acessível à consciência do que ela, pois não assume a postura rígida de uma figura de proa entronizada acima da massa da humanidade. Em vez disso, senta-se à vontade, relaxado, com as pernas cruzadas, oferecendo-nos, sem medo, uma vista de perfil do seu lado esquerdo, ou seja, do seu lado inconsciente. Somente um soberano seguro da própria autoridade pode dar-se ao luxo de expor-se desse jeito.

Historicamente, e em nossas biografias pessoais, a transição da fase matriarcal para a era patriarcal é sempre difícil. Deixar o mundo amoroso, protegido e nutritivo da infância, para enfrentar a exposição e as responsabilidades da idade adulta, representa uma tarefa tremenda. A vida na comunidade é o passo intermediário indispensável entre a identidade inconsciente com toda a natureza experimentada na infância e o ponto de vista mais consciente e individual da vida adulta. Conquanto seguro no próprio reino, o Imperador ainda retém uma conexão com o mundo matriarcal da Imperatriz, pois se apresenta com a vista voltada para ela.



O Carro é o sétimo arcano maior do baralho do Tarot. Tem como figura central uma carruagem puxada por dois cavalos: um branco e um negro. A carruagem é dirigida por um rei, ou imperador. Simbologia: avanço, progresso, início de algo novo. A carta simboliza a vitória, direção, controle, esforço, confiança, o caminho. Com o carro há progresso, há projetos em andamento. Simboliza a ação, que se toma a seguir a uma decisão. Aquilo que foi resolvido está a ser executado. O cavalo branco significa o consciente, a clareza, o masculino, e o cavalo negro significa o inconsciente, a escuridão, o feminino. Isto quer dizer que a pessoa que está a dirigir a carruagem deve ter força e liderança suficientes para evitar que um anule o outro. Deve ter controle firme para manter o equilíbrio. Na caminhada espiritual, este Arcano representa o momento em que o viajante passou pela encruzilhada, tomou um rumo firme e está determinado a cumprir mais etapas evolutivas. Quando o herói parte finalmente em viagem, não lhe deitemos a culpa se a viagem começa como um passeio do ego. De que outro modo poderia ele encontrar a coragem para mergulhar na vida?

Um desvio dúbio para a estrada da individuação é o uso de drogas. Alguns viajantes, impacientes com o ritmo laborioso da jornada para a iluminação, tentam apressar o próprio desenvolvimento deprimindo a consciência do ego por meios artificiais, com a intenção de expô-la mais plenamente ao inconsciente. Como acontece com qualquer viagem que se faz a terras estranhas, o ingrediente essencial não é o número de vistas, de sons, de personalidade e de outros estímulos a que podemos expor-nos, mas antes o grau em que nos é dado interagir com eles e assimilar tais experiências. Num estado induzido pela droga, a consciência do ego é submergida, não raro completamente levada por conteúdos inconscientes, sem poder desafiar nenhum dos monstros que aparecem nem interagir com outros aspectos desse mundo tão pouco familiar.



Carros pretos têm maior probabilidade de se envolverem em acidentes, concluiu um estudo australiano. O centro de pesquisas de acidentes da Universidade Monash de Melbourne examinou a relação entre 17 cores de veículos e o risco de batidas. "Cores com menor índice de visibilidade, como preta, azul, cinza, verde, vermelha e prata, estão associadas ao maior risco de batidas", escreveu no relatório o líder da equipe, Stuart Newstead. Os pesquisadores descobriram que há 12 por cento mais de chance de se ter um acidente em um carro preto durante as horas do dia do que com um veículo branco. O estudo foi baseado em dados do Estado de Victoria envolvendo 102.559 motoristas acidentados em veículos de modelos fabricados entre 1982 a 2004 e do Estado da Austrália Ocidental com dados de cerca de 752.699 motoristas em carros feitos entre 1982 e 2004. (Reuters)

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