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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
"É deprimente nos dias correntes ser um desconhecido que já fez mais de cinco mil gols. É fácil deprimir-se ainda mais se começarmos a falar em música, literatura e outras artes onde a maioria do que é bom não chega ao alcance do público. Se Pelé fizesse dez mil gols ali no campo da Redenção, ninguém saberia que ele teria existido, apesar do estupendo recorde de gols. Conheço algumas bandas de Porto Alegre que podem ser comparadas tranquilamente ao The Who, ao Jethro Tull ou ao Belle & Sebastian pela qualidade do seu trabalho. Mas, por fazerem seus gols no campo da Redenção, Deus E O Diabo, Bilirrubina, Irmãos Rocha! e Input_Output deixaram de existir após um ou dois álbuns." (Emir Rossoni)
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Um comentário:
Por isso e cada vez mais o gozo deve estar no fazer, independentemente de ser visto/ouvido. Bom, na verdade, como ainda pretendo escrever no meu blog dia desses, a verdadeira liberdade é quando vivenciamos a experiência de não precisar mais do olhar legitimador dos outros.
Mas é difícil, eu sei, ainda mais quando você marca aquele golaço no campinho deserto.
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