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sábado, 30 de abril de 2011

Elas crescem ou as oscarizadas da década de 20.







Hævnen é aqui. É aqui.

Assistimos hoje de manhã a mais essa obra-prima dinamarquesa. Depois do filme, teve debate com o Roger Lerina, da Zero Hora, e a Eneida-alguma-coisa, da Sociedade Psicanalítica. Quando subiam os créditos e, alegoricamente, a dupla tentava fazer com que houvesse luz sobre eles, falei para a Angela Francisca: "Risco máximo esse debate. Tem que ser macho como o médico pra falar alguma coisa que preste". Também concordamos que o tema era um prato cheio. Mas pra nós – não pra eles.

O paraíso é aqui, assim como é, e não como alguma utopia, ou como alguma fantasia. Ele inclui a violência, que é inerente às leis da Natureza. A imagem de uma carcaça bovina ilustra o fato de que a violência que aparecia nos personagens é a mesma que apareceu no momento em que aquele animal havia sido atacado - e morto. Alguma sinopse é necessária para o texto que estou desenvolvendo.

Elias é um pré-adolescente sueco e com aparelho ortodôntico. Ele serve de bucha para a gangue dos espertinhos do colégio, liderada por Sofus. Seu pai, Anton, é médico que atua em algum país não-identificado da África. Christian é um garoto novo na cidadezinha da Dinamarca., recém chegado de Londres, onde sua mãe havia falecido. Christian é designado para sentar ao lado de Elias, que fica contente por isso. Sofus esvazia o pneu da bicicleta de Elias todo santo dia, obrigando-o a levar a bicicleta arrastada até sua casa. Christian tenta ajudar Elias a reagir e recebe um golpe de bola de basquete no nariz.

Christian percebe que Sofus está intimidando Elias no banheiro, entra lá, dá uma surra de bomba de bicicleta no guri, finalizando lição com uma faca no pescoço, dizendo para ele nunca mais agir daquela forma. Cria-se o primeiro dilema, que depois se repete em outras duas situações, que necessariamente não precisam ser abordadas para reflexão.

Christian agiu certo? Ou errou por usar violência contra violência? O colégio, ficou claro, como na chamada vida real, não estava interessado em intervir nessas questões de bule. Se Christian não tivesse surrado Sofus, quantas vezes ele iria agredir colegas mais ingênuos e pacíficos? Se fez certo, como imaginar um mundo em que seria praxe revidar sempre? O que é ideal? Um meio termo entre a covardia passiva e a covardia ativa? Que meio termo é esse? É mais nobre ser forte e não reagir, passivamente, ou ser forte e reagir, proativamente? São questões que ninguém pode responder, tampouco Susanne Bier.

A psicanalista diz que o filme é muito forte e que se não tivesse o final atenuante seria insuportável. Chama as situações que aconteceram de barbárie. Algo a ser evitado. Mas o questionamento claro da cineasta é que não tem como evitar, não tem como não encararmos essa faceta da existência, a ficção da Sociedade não é suficiente para conter os instintos dos animais que somos. Achamos aterrorizantes os Tiranossaurus rex, espécie dominante noutra era, mas não assumimos conscientemente que somos tão terríveis quanto eles. Não há como dominar o planeta sem esse ônus. E não somos nós que fazemos a regra desse Jogo que é a Existência; é a própria Existência. Não somos funcionários da Estrela ou da Grow. Somos habitantes de um planeta.

Outra questão que aparece no filme é que, mesmo que você queira com todas as forçar evitar a violência, vai haver situações em que uma atitude passiva pode gerar indiretamente uma violência. Ficar quietos diante da violência é uma forma de violência, seja essa violência preponderantemente fîsica ou psicológica. Tem mais: o que é violência para um pode não ser para o outro. Eu me sinto agredido, por exemplo, quando querem me agradar demais, fazer coisas por mim. Fere a minha liberdade de fazer. Então há tudo isso, nada é definitivo. Lembro de quando tive aula com o professor Zezeu, em Brasília, e aprendi que a ética depende de cada situação. Em determinada circunstância, uma atitude aparentemente antiética pode ser a mais ética a se tomar.

Fica claro para mim, em uma cena de linchamento, que a punição violenta não sublima a vontade de violência, ou de vingança. Quando a vítima está ali apanhando, chorando, a potência se realiza e se esvazia ao mesmo tempo. Vingança de assassinato sabe-se que nunca apaga a dor da perda que gerou o ato de revide. Mas e então o estuprador vai ficar por aí estuprando? Ninguém fará nada contra os agressores e eles vão se sensibilizar com o gesto e vão se regenerar? Não. Vão rir e cuspir. Ah, a lei, a cadeia, isso não é violência... claro que também é! Prisão perpétua? Uma pena de morte em que ninguém dará o choque.

Quando decidem explodir uma van, os dois garotos prevêem que alguns outros carros que estiverem perto também serão atingidos. Essa é a lógica do ato violento em nome de uma causa, como os atentados terroristas. Estão matando inocentes, mas estão tentando dizer algo importante, já que a surdez é generalizada, que somos cegos que, vendo, não vêem. O Lobão é agressivo em suas declarações? Pode ser. Ele está mentindo? Não. A maioria concorda com o que ele diz? Não. Então a ênfase da agressividade, da generalização ou do exagero pode servir de sacudida necessária para uma situação inerte, para tirar milhares de mãos da frente de orelhas entupidas de cera. Porque a situação inerte pode também ser violenta. Como a mediocridade em qualquer aspecto da vida.



Não existe outro Paraíso que não este. Devemos estar preparados para tudo. Devemos descatrastofizar a catastrofização da sociedade. James Joyce disse para estarmos radiantes na sujeira do mundo. A flor-de-lótus é um símbolo budista porque é uma flor que nasce no lodo. Rainer Maria Rilke disse que somente quem não exclui nada pode ir até o fundo da própria existência. E Leminski disse que:

Quem nunca viu
que a flor, a faca e a fera,
tanto fez como tanto faz,
e a forte flor que a faca faz na fraca carne,
um pouco menos, um pouco mais,
quem nunca viu
a ternura que vai
no fio da lâmina samurai,
esse nunca vai ser capaz.



Em tempo: Elias significa "Jesus é meu Deus", e Christian significa "seguidor de Jesus". e Anton significa "merecedor de prece".
Estamos perdidos.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Estou com dor em uma vértebra.
A bem bonita anatomia humana.



O vigésimo quarto inscrito:
o primeiro passe do gol:
o melhor jogador do jogo.
Por vir & por ver em 2011

Alexander Payne - The descendants
Casey Affleck - I'm still here
Christophe Honoré - Homme au bain
Christophe Honoré - Les Bien-Aimés
Claire Denis - White material
Daniel Alfredson - A menina que brincava com fogo
Dany Boyle - 127 hours
David Cronenberg - A dangerous method
David Gordon Green - Your Highness
Duncan Jones - Source code
Gaspar Noé - Enter the void
Gus Van Sant - Restless
Hal Hartley - Meanwhile
Henry Joost & Ariel Schulman - Catfish
Isabel Coixet - Map of the sounds of Tokyo
Jane Campion - In the cut / Em carne viva
Jennifer Lynch - Surveillance
Lena Dunham - Tiny furniture
Lars Von Trier - Melancholia
Miranda July - The future
Nanni Moretti - We Have A Pope
Susanne Bier - Coisas que perdemos pelo caminho
Susanne Bier - Em um mundo melhor
Terence Mallick - The tree of life
Thomas McCarthy - Win win
Thomas Vinterberg - Submarino
Vincent Gallo - Promises written in water
Wim Wenders - Pina
Desculpem-me os antifutebol, mas eu estou bastante empolgado. Desde Falcão.

"Desafío de alto riesgo."

El rey del Uruguay (sic).

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Anúncio do Inter no jornal El País, do Uruguai.

Novo filme do poético cineasta Terrence Mallick,
diretor de 'Além da linha vermelha'.

terça-feira, 26 de abril de 2011

The Limousines - Get sharp (2011)

Por que as pessoas falam tanto?
(Eliane Brum)




Uma vez passei dez dias num retiro de meditação vipássana, no interior do Rio de Janeiro, para fazer uma reportagem para ÉPOCA. Havia muitas regras. Uma delas era o silêncio. Por dez dias era proibido falar. Também devíamos evitar olhar para as outras pessoas. O objetivo era silenciar a mente até que não houvesse nenhum ruído também dentro de nós. Foi uma experiência fantástica, que me mudou para sempre. Nunca antes estive tão em mim. E nunca depois voltei a estar.

O silêncio e um progressivo mergulho interno, em vez de me alienar do mundo, me conectaram a ele de um modo até então inédito para mim. Eu sentia cada segundo, por que eles demoravam a passar. Percebia o vento e as nuances das cores do céu e das folhas das árvores em detalhes. Olhava, cheirava, ouvia e tocava o mundo como se tudo fosse novo. Cada centímetro de terra era capaz de me ocupar por minutos. Sem palavras, a realidade me alcançava com mais força. Finalmente eu não apenas compreendia, mas vivia a poesia de Alberto Caeiro: "Sinto-me nascido a cada momento para a eterna novidade do mundo."

Naqueles dez dias, ouvi com mais clareza a mim mesma. E passei a escutar melhor o mundo em que vivia. Senti que finalmente estava no mundo. Eu era.

No décimo dia, voltamos a falar. O retiro acabaria no dia seguinte e precisávamos nos preparar para retornar a uma realidade cotidiana de ruídos e demandas excessivas. Lembro que eu não queria falar. Fiquei assustada quando todo mundo começou a falar ao mesmo tempo. Percebi que a maioria do que se dizia nunca deveria ter sido dito. Sobrava.

Uma parte eram fofocas que haviam sido guardadas por dias. E que poderiam ter ficado impronunciadas para sempre. Percebi, principalmente, que depois de dez dias de silêncio muitas de nós não queriam ouvir. Só falar. (...) Dez dias de silêncio não tinham sido suficientes para acabar com nossa surdez à voz alheia.


Ontem eu vi, na televisão por cabo, cirurgiões cortando a pele da barriga de uma mulher, como açougueiros, levantando a pele da altura do apêndice, onde foi feito o corte, até os seios, e cortando fora a parte com mais gordura, embaixo. Esticaram o que sobrou, bem esticado, e costuraram, como costureiras, a parte que sobrou de volta à altura do apêndice, onde ficaria a cicatriz. Ah, e, antes de fechar, fizeram um corte para ser o novo local do umbigo (porque o antigo foi embora com o bife extraído), retirando em volta do furo a gordura, a fim de que o umbigo não ficasse saltado. Furo feito, gordura retirada, encaixaram a cabeça da minhoca umbilical no buraco e costuraram. Mas escrevi tudo isso acima para dizer apenas um detalhe: que os pelos pubianos estavam censurados com um embaçado no vídeo, para que as crianças e as velhinhas não vissem o sexo da mulher (?).

segunda-feira, 25 de abril de 2011



Durante o espetáculo Ten Chi, da companhia Wuppertal Tanztheater, no último sábado, eu disse para a Angela Francisca, vendo uma determinada performance: "Criança é outra coisa. Sai natural." E ela logo responde: "Mas não é uma criança!", só era baixinha. No final da apresentação, deu para ver que realmente não era uma criança - de idade - e que era a mais emocionada com as duradouras palmas do público porto-alegrense. Pois pesquisei e não é surpresa que Ditta Miranda Jasjfi, a mais impressionante bailarina da equipe, é indiana.

domingo, 24 de abril de 2011


Kirk Douglas e Brigitte Bardot

Douglas \do(ug)-las\ as a boy's name is pronounced DUG-less. It is of Scottish and Gaelic origin, and the meaning of Douglas is "black river". Place name. Historical: there were two branches of this powerful Scottish clan and family - the Black Douglases and the Red Douglases. The lords of these clans are key figures in Sir Walter Scott's novels. Actors Douglas Fairbanks, father and son; author Douglas Adams; General Douglas MacArthur. Douglas has 3 variant forms: Doug, Douglass and Dugaid.


Sir Douglas Mawson, herói dos contos de exploração da Antártica

sexta-feira, 22 de abril de 2011



Meu novo ídolo entre os passarinhos: o bem-te-vi, que está no período de os filhotes aprenderem a voar e a piar.
É mesmo patética a destrutividade do jornalismo esportivo - do ser humano.



Alexandre Aliatti (GloboEsporte.com) - Por que você não comemorou o gol marcado contra o Emelec?

Rafael Sóbis - Estão fazendo uma polêmica por causa de uma comemoração. Não quero criar polêmica em cima disso. Comemorei muitos gols de muitas formas. Essa foi mais uma. Veio na minha cabeça comemorar daquela forma, ou não comemorar. É bom deixar claro, porque foi só algo que veio na minha cabeça, do mesmo jeito que já peguei a bandeira e dei a volta no campo, ou quando comemorei sozinho no ano passado. Não sou um cara que entro pensando em comemorar de determinado jeito. Não sei de onde tiram toda essa loucura.
"Estamos encarcerados em nossos pequenos eus, pensando somente em ter algumas condições confortáveis para este pequeno eu, enquanto destruímos o nosso grande eu. Quando compreendermos que inter-existimos com as árvores, saberemos que a decisão de nos esforçar para manter as árvores vivas é nossa. Nas últimas décadas, nossos automóveis e fábricas criaram chuva ácida que tem destruído muitas árvores. Porque inter-existimos com as árvores sabemos que se elas não forem capazes de viver, nós também desapareceremos muito em breve." (Thich Nhât Hanh)



"Temos que nos lembrar das nossas existências passadas e ser humildes. Podemos aprender muito com um carvalho."
Julian Lynch - Terra (2011)

"De acordo com os ensinamentos do Buda, a liberação reside no momento presente. Todos os seus ancestrais espirituais e de sangue estão presentes em nós se soubermos como voltar a este momento. Quando podemos sentir estes ancestrais conosco no momento presente, não mais nos preocupamos ou sofremos. Paramos de tentar achar nosso lar no espaço, no tempo, território, nacionalidade, cultura ou raça e finalmente encontramos a felicidade." (Thich Nhât Hanh)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Douglas Amarelo e Angela Francisca Amarela em Inter 2x0 Emelec. Beira-Rio, 19 de abril de 2011. Copa Libertadores da América.



quarta-feira, 20 de abril de 2011

The Watson Twins - as gêmeas Watson, que fizeram as harmonias vocais do primeiro disco da Jenny Lewis, fazem um som que é um travesseiro quentinho numa noite fresca - e estão lançando o EP 'Night covers'.



segunda-feira, 18 de abril de 2011

O gato e o poema - e os pés - da Luísa Micheletti - que, como bem diz aqui do lado Angela Francisca, foi a última VJ decente da MTV.



No mundo do gato xadrez
não tem buldogue, nem pequinês;
é um sonho de almofada e leite quente,
cobertor que esquenta a gente.
CAMPANHA de TRÂNSITO e FILOSOFIA



"O que se afigura um precipício visto de longe pode revelar-se um simples bueirozinho quando enfocado com a volúpia do Louco. O nosso Louco interior nos empurra para a vida, onde a mente reflexiva pode ser supercautelosa." (NICHOLS, Sallie. Jung e o tarô.)

a_s_s_i_m___c_o_m_o

"Bokonon nos diz: 'Quem ama é um mentiroso,/Para si mesmo ele mente./Quem vê a verdade é um tolo,/Só pensa, não ama nem sente!" (VONNEGUT, Kurt. Cama-de-gato.)

"No limite, pode-se perguntar se comer e viver de modo sadio, não correr riscos, nunca ultrapassar a dosagem prescrita significam realmente viver, ou melhor, se a vida racional não é uma vida demente. Não é loucura pretender erradicar nossa loucura? (...) A sabedoria deve saber que contém em si mesma uma contradição; é inteiramente loucura viver muito sabiamente. Devemos reconhecer que na loucura, que é o amor, há a sabedoria do amor. No amor da sabedoria, ou da filosofia, falta amor. O importante na vida é o amor. Com todos os perigos que ele contém." (MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 1997.)
Hierro Martins, líder da Guarda Popular, antes da divisão da torcida, em entrevista para Hilton Mombach, do Correio do Povo:

"Há briga pela liderança dentro da Guarda Popular. Eu trabalho. Eles não. Rola muita droga. Há tráfico de droga. Há droga, bebida de álcool e briga. Não tenho como controlar tudo. Eu só digo para eles que eu não quero que isto seja oficial. É muita gente. Eu sou do bem. Eu não consumo droga, mas não tenho como evitar que alguns consumam. Em 2007 houve uma briga com um pessoal do Grêmio. Ia haver derramamento de sangue. Evitei o revide e disse para mim mesmo que era preciso mudar de atitude, ser do bem. Muitos não gostam de mim porque não sou de briga. Quero a paz. Não é segredo para ninguém que desde 2009 eu ando com seguranças. Fui ao Gre-Nal com nove. São policiais e gente treinada para proteger. Recebo muitas ameaças."


Diogo Olivier, ClicRBS, 09/02/2011:

Uma reunião com chefes de torcida, realizada ontem no Beira-Rio, tentou acalmar os ânimos e evitar que disputas internas de poder descambem para a violência. O clima esquentou — e esquentou muito — nas imediações do Beira-Rio após os jogos. Motivo: um racha na Guarda Popular, que já vinha se desenhando havia meses. Dissidentes de Hierro Martins, líder da mais numerosa organizada do Inter, fundaram uma nova torcida, que se posiciona atrás da outra goleira, da Avenida Padre Cacique. A nova torcida chama-se "Os de Sempre", uma referência ao argentinos do Colon, de Santa Fé: "Los de Siempre". Tem até sigla: ODS.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Que capa mais arquetípica e bonita esta de 'Light of the light' (2011), dos Six Organs Of Admittance.

Conhece a Sophie e a Laura? Elas estão In Treatment.


domingo, 10 de abril de 2011

"Por meio da dança rítmica, o homem lançou uma ponte sobre o abismo entre o tempo mortal e o tempo transcendental e experimentou-se como parte de um processo em perpétua mudança. A dança simboliza a arte da criação. A filosofia Zen encara toda a vida como dança gentil, cuja arte consiste em nos movermos pela vida comum de maneira natural e integrada e, no entanto, espontânea. Dizem-nos os físicos que o mundo, e nós mesmos, não passamos de uma dança de partículas. O dançarino no tarô É o mundo." (Sallie Nichols)


O chestnut tree,
great rooter blossomer,
are you the leaf,
the blossom or the bole?
O body swayed to music,
...O brightening glance
How can we know
the dancer from the dance?

(Yeats)

sábado, 9 de abril de 2011

Jessica Lea Mayfield aparecendo & se mexendo não é lá muito empolgante, mas sua música é realmente muito boa.

sexta-feira, 8 de abril de 2011



Quando treinou o Inter em 1993, Paulo Roberto Falcão teve 50% de aproveitamento. No entanto, foi o pior período da história do clube. O time era:

# GOL Fernandez
# DEF Adílson Batista
# DEF Vladimir
# LAT Daniel
# MEI Caíco
# MEI Daniel Frasson
# MEI Elson
# MEI Marcão
# ATA Mazinho Loyola
# ATA Mazinho Oliveira
# ATA Paulinho McLaren

E, agora, bicampeão da Copa Libertadores da América, é (ainda com o esquema 4-5-1):

# GOL Lauro
# DEF Bolívar
# DEF Sorondo
# LAT Nei
# LAT Kléber
# MEI Guiñazu
# MEI Bolatti
# MEI D'Alessandro
# MEI Oscar
# MEI Zé Roberto
# ATA Leandro Damião
Outra capa linda. E a Pitchfork deu nota 8.2, o que no critério deles significa que o disco é excelente.



Clams Casino - Instrumental mixtape

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Fotografia de footstage da dupla de irmãs do rock Meg & Dia (Frampton).

"Nossa prática diária é tentar fugir de nós mesmos: nós ligamos a televisão, nós apanhamos um romance para ler, nós saímos de carro, nós entramos em qualquer tipo de conversa sempre tentando se escapar de nós mesmos. Para uma pessoa como essa voltar e abraçar a raiva é impossível. Ela não tem nada com o que voltar. Se ela voltar, será subjugada pela quantidade de dor, raiva e tristeza dentro dela. Para voltar você precisa estar equipado com algo, e esse algo é exatamente a energia de plena consciência recomendada pelo Buda." (Thich Nhât Hanh)
O Dia da Lua Grande. Em Boston. Do site da Nasa.

Preciso usar palavras?




Cansei de ver o cara se contorcendo de energia negativa. Porque ele não incentiva, motiva: reclama.

FONTE: PORTOCULTURA

Ten Chi, uma das últimas criações da coreógrafa Pina Bausch, falecida em 2009, chega ao Brasil para apresentações no Rio de janeiro, São Paulo e Porto Alegre. O espetáculo faz parte da programação do Porto Alegre em Cena, festival que chega à sua 18ª edição reafirmando sua qualidade e destacando-se como um dos grandes festivais de teatro da atualidade. O espetáculo será realizado dias 23 e 24 no Teatro do Sési e os ingressos estarão à venda a partir de 7 de abril nas bilheterias do Teatro do Bourbon Shopping Country.

Montagem inspirada na cultura da cidade de Saitama, no Japão, Ten Chi (Céu e Terra) foi encenada pela primeira vez em 2004 e faz parte da famosa série de quinze produções em que Pina retratou através da dança os lugares por onde passou em suas turnês. Para conceber as peças, a coreógrafa e sua companhia moravam por cerca de três semanas nas cidades que escolhiam homenagear, com a intenção de se integrar à cultura local, visitando personalidades e conhecendo pontos turísticos.

"Depois, tudo isso se transformava no palco em fragmentos de cartões postais, onde cada bailarino anotava suas leituras particulares de situações vividas. O resultado nunca foi uma mera ilustração dos lugares por onde a trupe passou, mas uma cartografia sentimental", explica o escritor e jornalista Fabio Cypriano, autor da biografia Pina Bausch.

Em Ten Chi, os dezessete bailarinos da Tanztheater Wuppertal, hoje dirigida pelos coreógrafos Dominique Mercy e Robert Sturm, exploram aspectos da cultura japonesa moderna com humor e delicadeza, em um cenário composto por partes de uma baleia gigante e outros elementos da terra do sol nascente, como bonsais e flores de cerejeira.

Embalado por uma trilha que inclui Norah Jones e Gustavo Santaolalla, e textos de Bertolt Brecht e José Saramago, entre outros, o espetáculo traz no elenco a brasileira Regina Advento, integrante da companhia desde 1993. A bailarina esteve presente, ao lado da conterrânea Ruth Amarante (que também faz parte da Tanztheater Wuppertal, mas não atuará nesta montagem de ‘Ten Chi’), na última passagem do grupo pelo Rio, quando este apresentou a versão da ópera Ifigênia em Tauris, de Christian Willibald Glück, e Cravos (Nelken). Ten Chi estreou em Wuppertal, em maio de 2004, de onde seguiu para Saitama. Nos anos seguintes excursionou por Paris, Tóquio, Lisboa (2005); Wiesbaden (2006); Los Angeles e Berkeley (2007).

Pina Bausch foi nomeada diretora artística da então Wuppertal Opera em 1973, época em que começou a desenvolver uma mistura de dança e teatro. Nas suas montagens, os bailarinos não só dançavam como também falavam, cantavam, riam e até choravam. “Não me interesso em como as pessoas se movem, mas o que as move”, dizia Pina, em uma de suas frases mais célebres, explicando o que a motivou a criar este novo gênero, que revolucionou a dança no século 20 e inspira até hoje coreógrafos ao redor do mundo. Pina Bausch, tema do último documentário de Wim Wenders, exibido pela primeira vez este ano no Festival de Berlim e sem data de lançamento no Brasil, faleceu repentinamente aos 68 anos de idade, em Wuppertal, sua cidade natal.

O 18º Porto Alegre em Cena trará, entre os dias 6 e 26 de setembro, montagens memoráveis a Porto Alegre (em breve receberão release com a programação). O festival é realizado pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre e tem os patrocínios já confirmados da Braskem, da NET e da Caixa Federal.

Ficha técnica de Ten Chi

Direção e coreografia: Pina Bausch
Cenários: Peter Pabst
Figurino: Marion Cito
Colaboração musical: Matthias Burkert, Andreas Eisenschneider
Assistentes de direção: Robert Sturm, Daphnis Kokkinos, Marion Cito
Elenco: Regina Advento, Pablo Aran Gimeno, Clémentine Deluy, Mechthild Grossmann, Ditta Miranda Jasjfi, Eddie Martinez, Dominique Mercy, Thusnelda Mercy, Pascal Merighi, Nazareth Panadero, Helena Pikon, Jorge Puerta Armenta, Azusa Seyama, Julie Shanahan, Julie Anne Stanzak, Fernando Suels Mendoza, Kenji Takagi, Tsai-Chin Yu

Serviço:

Tanztheater Wuppertal – Pina Bausch
TEN CHI – Coreografia de Pina Bausch
Dias 23 e 24 de abril, às 20h
Teatro do Sesi – Porto Alegre
Av. Assis Brasil 8787

Ingressos à venda a partir de 7 de abril nas bilheterias do Bourbon Shopping Country
De segunda a sábado, das 14h às 22h / domingo das 14h às 20h
Telentrega ingresso Show pelo tel. (51) 8401-0555/3299-0800

Descontos:
50% de desc. para idosos
50% para titular e acompanhante do Clube do Assinante ZH
50% de desconto para clientes Caixa

Duração: Primeiro ato: 1h / Intervalo: 20min / Segundo ato: 2h25min

Patrocínio: Braskem, NET e Caixa Econômica Federal
Promoção: Clube do Assinante ZH
Realização: PMPA/SMC

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sean Lennon não namora mais a Yuka Honda - pelo jeito faz tempo. Agora ele namora a top model Charlotte Kemp Muhl.






Com ela criou o selo Chimera Music e a banda-de-dois The Ghost of a Saber Tooth Tiger.