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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Hierro Martins, líder da Guarda Popular, antes da divisão da torcida, em entrevista para Hilton Mombach, do Correio do Povo:

"Há briga pela liderança dentro da Guarda Popular. Eu trabalho. Eles não. Rola muita droga. Há tráfico de droga. Há droga, bebida de álcool e briga. Não tenho como controlar tudo. Eu só digo para eles que eu não quero que isto seja oficial. É muita gente. Eu sou do bem. Eu não consumo droga, mas não tenho como evitar que alguns consumam. Em 2007 houve uma briga com um pessoal do Grêmio. Ia haver derramamento de sangue. Evitei o revide e disse para mim mesmo que era preciso mudar de atitude, ser do bem. Muitos não gostam de mim porque não sou de briga. Quero a paz. Não é segredo para ninguém que desde 2009 eu ando com seguranças. Fui ao Gre-Nal com nove. São policiais e gente treinada para proteger. Recebo muitas ameaças."


Diogo Olivier, ClicRBS, 09/02/2011:

Uma reunião com chefes de torcida, realizada ontem no Beira-Rio, tentou acalmar os ânimos e evitar que disputas internas de poder descambem para a violência. O clima esquentou — e esquentou muito — nas imediações do Beira-Rio após os jogos. Motivo: um racha na Guarda Popular, que já vinha se desenhando havia meses. Dissidentes de Hierro Martins, líder da mais numerosa organizada do Inter, fundaram uma nova torcida, que se posiciona atrás da outra goleira, da Avenida Padre Cacique. A nova torcida chama-se "Os de Sempre", uma referência ao argentinos do Colon, de Santa Fé: "Los de Siempre". Tem até sigla: ODS.

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