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sábado, 30 de maio de 2015
sexta-feira, 29 de maio de 2015
quarta-feira, 27 de maio de 2015
"As perturbações paranoicas caracterizam-se pelo desenvolvimento de equívocos ou delírios perante determinados fatos e circunstâncias, aos quais o paciente dá uma importância excessiva e interpreta de forma errada. O protagonista se sente absolutamente convencido de que as pessoas que o rodeiam ou mesmo as próprias circunstâncias estão contra ele, tendo constantemente a sensação de ser ameaçado ou perseguido por pessoas que o querem prejudicar, acreditando de forma errada que sofre de uma grave doença e ninguém gosta dele. Muitas vezes, estes problemas são desencadeados por situações críticas, como a morte de um familiar ou amigo ou ainda um isolamento provocado por surdez ou pela emigração para uma sociedade culturalmente muito diferente. Caracteriza-se pelo excessivo egocentrismo do paciente no seu delírio, que pode ser interpretado como mecanismo para ocultar um grande complexo de inferioridade. Outros traços da personalidade paranoica são a desconfiança e a falta de flexibilidade, pois esses indivíduos têm tendência para desconfiar e culpabilizar os outros, sendo muito competitivas, não aceitando críticas e defendendo as suas convicções e ideias pré-concebidas de forma veemente, apesar de conseguirem ocultar a sua agressividade quando querem, agindo com cortesia. O egocentrismo, desconfiança e rigidez fazem com que tenham tendência para interpretar erradamente os fatos, provocarem conflitos afetivos, sociais e profissionais, terem comportamentos de algum fanatismo e passarem a um progressivo isolamento que acentua os traços doentios da personalidade." (Medipédia)
sexta-feira, 22 de maio de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Piloto automático: "Nuno Sousa, do Instituto de Pesquisa de Ciências da Vida e da Saúde, na Universidade de Minho, em Portugal, e seus colegas, descreveram experimentos onde ratos cronicamente estressados perderam sua usual perspicácia e caíram nos familiares costumes e rotinas, como pressionar compulsivamente uma barra pedindo alimentos que eles não tinham a intenção de comer. Além disso, as perturbações comportamentais dos ratos foram refletidas por um par de mudanças complementares em sua rede primária de circuitos neurais. Por um lado, as regiões do cérebro associadas à tomada de decisões executivas e comportamentos direcionados por objetivos haviam encolhido, enquanto, em oposição, setores cerebrais ligados aos hábitos haviam crescido. Em outras palavras, os roedores estavam agora predispostos a seguir fazendo as mesmas coisas de novo e de novo, dar voltas na mesma corrida de ratos sem fim do que buscar um cano capaz de levar aos esgotos mais verdes. 'Comportamentos se tornam habituais com maior rapidez em animais estressados, e pior, esses bichos não conseguem voltar a um comportamento direcionado por objetivos quando essa seria uma abordagem melhor', disse Sousa. 'Chamo isso de círculo vicioso'." (RedePsi)
"Assumir uma posição, chegar a uma conclusão. Tenho uma atitude em relação a alguma coisa, o que significa que cheguei a uma conclusão depois de estudar, depois de planejar, depois de examinar, depois de esquadrinhar uma questão. Cheguei a este ponto, a esta atitude, o que significa que o próprio assumir uma atitude é resistência; portanto isso em si é violência. No momento em que você tem uma atitude, já está prejudicado, tomou um lado e, portanto, não está mais olhando, não está mais compreendendo esse fato em você mesmo. Assim, senhor, olhar sem uma atitude, sem qualquer opinião, julgamento, avaliação, é uma das tarefas mais difíceis. Neste olhar existe clareza e é essa clareza que não é uma conclusão, nem atitude, que dissipa toda esta estrutura de brutalidade e hostilidade." (Krishnamurti)
Já dizia o Andrei Tarkovsky: o galho vivo e verde é maleável, enquanto que o galho morto e seco se quebra.
Já dizia o Andrei Tarkovsky: o galho vivo e verde é maleável, enquanto que o galho morto e seco se quebra.
quarta-feira, 13 de maio de 2015
"Quando se defronta com a violência, o cérebro passa por uma rápida mudança química; ele reage muito mais rapidamente do que o golpe. O corpo todo reage e há resposta imediata; a pessoa pode não revidar, mas a própria presença da raiva ou do ódio causa essa resposta e existe ação. Na presença de uma pessoa com raiva, veja o que acontece quando se está ciente disso sem que haja resposta a isso. No momento em que se está cônscio da raiva de outrem, e não se reage, há uma resposta muito diferente. O instinto da pessoa é responder ao ódio com ódio, à raiva com raiva; há uma injeção química que enseja reações nervosas no sistema. Mas acalme tudo isso na presença da raiva, e uma ação diferente se manifestará." (Krishnamurti)
"Não se pode viver sem segurança; a primeira, a mais básica exigência animal, é que haja segurança física. Precisa-se ter uma casa, comida e roupas. Entretanto, a maneira psicológica como utilizamos tal necessidade de segurança, gera caos dentro e fora de nós. A psique, que é a mesma estrutura do pensamento, também quer estar segura interiormente, em todos os seus relacionamentos. Então começa o problema. É preciso haver segurança física para todos, não só para uns poucos. No entanto, essa segurança física para todos é negada, quando se busca segurança psicológica por meio de nações, por meio de religiões, por meio da família. (...) Enquanto houver essas divisões psicológicas, haverá, inevitavelmente, a divisão física com todos os seus conflitos, suas guerras, o sofrimento, a tragédia e a desumanidade entre os homens." (Krishnamurti)
"O desejo de estar em segurança é uma das coisas mais curiosas. Tal segurança precisa ser reconhecida pelo mundo; não sei se você percebe isso. Escrevo um livro e nele encontro minha segurança. Entretanto, o livro precisa ser reconhecido pelo mundo, caso contrário, não haverá segurança. Então veja o que eu tenho feito – a minha segurança reside na opinião do mundo! 'Meu livro está vendendo milhares de exemplares', e terei criado assim o valor do mundo. Ao buscar segurança mediante um livro – ou no que quer que seja – estou na dependência do mundo que criei. Isso significa que estou enganando a mim mesmo constantemente. Se você percebesse isso! Portanto, o desejo do pensamento de ficar em segurança é o caminho da incerteza, é o caminho da insegurança." (Krishnamurti)
segunda-feira, 4 de maio de 2015
"Queremos conversar sobre dois tipos de morte. Uma é a morte convencional e a outra é a morte final. A morte convencional também tem dois lados, uma é a morte momento a momento, a outra é a morte 'real' da qual não é possível reviver. Na morte momento a momento, parece que você sobreviveu. Você ainda existe. Mas na verdade, tudo no corpo e na mente está morrendo a cada instante. E está sendo renovado – está renascendo. A repetição de morte e renascimento não parece estar ocorrendo. Parece que estamos vivos. Mas você tem que compreender que a morte ocorre a cada instante. Compreender essa verdade é o passo mais importante na preparação para a morte. Isso é compreender o significado da morte. Se compreendermos isso, compreenderemos que a morte 'real' é apenas mais um momento. E até aquele momento eu já terei morrido trilhões de vezes. Cada um desses momentos foi uma morte momentânea. (...) A morte causa o nascimento porque existe o desejo de renascer. Enquanto existir esse desejo, haverá o renascimento. Quando o desejo de renascer estiver extinto, então não haverá mais renascimento. E isso nos leva ao último estágio da iluminação." (Bhante Gunaratana)
"Assim como nosso descanso noturno é necessário para acordamos bem dispostos na manhã seguinte, a morte representa um estado latente durante o qual as energias são recarregadas para o renascimento ou uma nova vida. Segundo o budismo, a vida é eterna. Ela não acaba com a morte. Nas escrituras de Nichiren Daishonin consta uma passagem que fala que, no momento da morte, mil budas surgirão diante de nós e estenderão suas mãos para conduzir-nos, e o presidente Ikeda diz que esses budas, na realidade, correspondem às pessoas que estão orando nesse momento crucial da nossa vida. É nesse momento que perceberemos quantas pessoas ajudamos a salvar ou a encontrar o caminho da felicidade. Segundo o budismo, a condição de vida dos familiares e das pessoas próximas que estão vivas é exatamente o estado em que o falecido se encontra. Se a família está angustiada, a condição do falecido se encontra da mesma maneira. Quando a família continua uma prática consistente mesmo sofrendo a perda de um ente querido, todos os caracteres do Gongyo proferidos pelos familiares transformam-se em um só e posteriormente em um Buda que se desloca até o domínio onde a pessoa falecida se encontra e transmite a ela que foi enviado pelos familiares, e diz que isso automaticamente possibilita a sua iluminação." (pesquisa: Cesinha Chaves)
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