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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Emoção à flor da pele
por Pedro Bruno/Trama Virtual


Banda gaúcha Blanched se inspira no post-rock para compor canções repletas de beleza e sentimentos


29/01/2008

Após uma pausa de três anos sem atividades, os gaúchos do Blanched se reuniram em 2006 para gravar seu terceiro EP, Avalanched, que saiu ano passado pelo selo Open Field. Formado em 2001 como a primeira banda de um grupo de amigos, o quinteto encontra no post-rock a base para suas canções que, instrumentais ou não, são carregadas de emoções que podem explodir a qualquer segundo. Com influências que vão de Mogwai, Explosions In The Sky e Godspeed You! Black Emperor a Neil Young e Pink Floyd, a banda ainda não conseguiu concretizar uma rotina de trabalho, mas espera por oportunidades para mais reuniões nesse ano. Em entrevista a TramaVirtual, Leonardo Fleck e Douglas Dickel contaram um pouco da trajetória do grupo.

As mudanças na formação acabaram direcionando o som do Blanched através de interesses comuns com os novos integrantes, como conta Leonardo. "No final de 2002 e no começo de 2003, houve duas trocas que foram cruciais para a definição do estilo atual da banda (o guitarrista Israel Monteiro e o baixista Carlos Bergold foram substituídos, em circunstâncias diversas, pelo Douglas e pelo Daniel Galera), porque tínhamos uma forte veia post-rock que veio a calhar com a vontade da banda de direcionar ainda mais o som para essa linha".

Oriundo do início dos anos 90, o post-rock acabou por estagnar-se em uma fórmula comum, com bandas que, abraçadas ao rótulo, lançam discos com releituras do mesmo princípio. Douglas acredita que esse rótulo não precisa ser aberto, mas sim abandonado no momento de criação. "Eu acho que existem dois post-rocks. Um é aquele da linhagem do Mogwai e outro que abarca bandas muito diferentes entre si. No Brasil, eu não saberia apontar quais são as bandas do ‘post-rock’. Posso apontar uma, de que eu gosto muito, que é o Ahlev De Bossa, de Recife", diz. "Quem precisa expandir, principalmente neste país, são os artistas, as bandas. Ousar mais. E se dedicar", conclui.

A pausa nas atividades veio em decorrência da mudança de cidade e país de dois integrantes. Daniel Galera mudou-se para São Paulo e Leonardo para Londres e depois Buenos Aires. Então, aproveitando um final de ano em que todos estavam presentes, o Blanched se reuniu para a gravação do Avalanched. "Havia essas músicas compostas que ainda não tinham sido gravadas, então reunimo-nos num fim de ano, quando todos estavam aqui, para registrá-las, gravando ao vivo, em cinco horas de estúdio", conta Douglas. O EP chegou a aparecer em três listas individuais nas seletivas dos melhores álbuns independentes do ano passado, organizada pela TramaVirtual, mas a repercussão do novo trabalho ainda é desconhecida pelo quinteto. "Fora essas aparições em listas, nós não temos conhecimento ainda da repercussão. Até porque é mais difícil divulgar e acompanhar a coisa com a banda hibernando", explica Douglas.

O grupo já passou por cidades como São Leopoldo, Porto Alegre e Curitiba, e traz boas histórias dessas performances. "O primeiro show de 2003 foi o mais inesquecível, pois duas garotas choraram na platéia e nós ficamos arrepiados. Usamos uma iluminação com tevês fora do ar, o que contribuiu para que o público entrasse emocionalmente na música, e nós também", conta Douglas. "Teve um show em que algumas garotas gritaram em frente ao palco, como se fossem fãs dos Beatles. Depois eu soube que a namorada de um de nós estava entre elas, mas mesmo assim foi divertido. Na mesma noite, um fã de Sonic Youth ficou gritando na minha frente e fazendo sinal de metal com as mãos. Algo que costuma acontecer nos nossos shows é algumas pessoas sentarem bem em frente ao palco", emenda.

Ainda sem shows marcados para esse ano e com o pesar da falta de rotina de trabalho da banda, Leonardo traça o planejamento para 2008: "responder a muitas entrevistas e, se possível, estarmos os cinco juntos em estúdio para um ensaiozinho. Pelo menos isso".
A velha teoria da sincronicidade do Jung. A Secretaria de Recursos Humanos manda, uma vez por semana, aos servidores da Justiça do Trabalho, um texto para refletir, um boletim chamado "RH + Vida Dá a Dica". Eis o texto desta semana:


"Agora é a hora da virada, a hora de simplificar a vida, de deixá-la mais leve, de dar um re-significado melhor para tudo aquilo que parece ter perdido o sentido." (Marilene Simão Kehdi, escritora e psicóloga)


O QUE O TRÁGICO ENSINA
Márcia Tiburi

"Dentro do catálogo sempre dinâmico que podemos traçar sobre os sentimentos que organizam nossa experiência humana há um bastante novo ao qual precisamos, hoje, prestar atenção. É o sentimento do trágico.

"Os filósofos antigos e modernos falaram basicamente de dois sentimentos, o do belo e o do sublime, o primeiro para explicar nosso agrado diante das coisas que nos dão prazer, o segundo para falar das coisas que nos comovem dando prazer e desprazer ao mesmo tempo. O sentimento do trágico configura um terceiro caminho – que leva em conta a descoberta que fizemos de nossa interioridade misteriosa e que nem sempre é experimentada com prazer ou sofrimento, mas simplesmente como um lugar vazio.

"Os gregos inventaram a tragédia por motivos nada estranhos a quem hoje corre aos cinemas ou cola-se ao sofá à espera de cada capítulo da novela. Aristóteles dizia em sua Poética que o homem tem prazer em ver ações encenadas. Gostamos tanto de teatro quanto de cinema e televisão por motivos que vão além do estético, do mero gosto pela beleza e grandiosidade das peças: elas nos ensinam sobre a vida.

"Aprendemos valores e visões de mundo vendo as obras de ficção. Aprendemos a nos comportar e a entender como a própria vida funciona. À complexa pergunta 'a arte imita a vida', podemos responder que 'sim, ela imita', mas não apenas para repeti-la e sim para melhorá-la ou piorá-la. Na verdade, a arte – seja o cinema, a pintura, seja a instalação (uma forma muito nova de expressão ainda não aceita por todos) – é sempre outra coisa, mesmo que seu papel seja nos ensinar a compreender a própria vida.

"A tragédia antiga tinha por objetivo principal mostrar a relação humana com a morte – o limite intransponível ao qual cada um devia ser atento. Heróis gregos como Édipo, Antígona ou Prometeu, só para citar os mais famosos, agiam sempre sob a ameaça do erro e do engano. Era essa fatalidade do erro, ao qual eram, paradoxalmente, condenados e culpados, que os tornava heróis. Herói era aquele que vivia um conflito maior que tudo o que o ser humano comum pudesse viver e compreender. A essa encenação do conflito, chamava-se tragédia, algo que envolvia tanto o esforço de raciocínio quanto o da sensibilidade.

"Há uma grande diferença entre as concepções da tragédia e o sentimento do trágico. Enquanto os gregos acreditavam em destino, em nosso tempo cremos na liberdade. Claro que sabemos que essa crença não garante a realização da liberdade, mas ajuda a orientar a vida. O sentimento do trágico é moderno. Vivemos um tempo em que não podemos mais acreditar em destino, como se viver fosse obedecer a um roteiro escrito antes de nossas próprias escolhas.

"Mas é um tempo, também, em que estas escolhas não são fáceis. E a dificuldade não vem da quantidade de opções simplesmente, mas do fato de que muitas vezes é o próprio desejo que nos escapa. Nosso desejo só nasce quando podemos superar o desencontro com nossa vida. Sobretudo porque nem sempre temos desejo suficiente para realizar escolhas.

"O sentimento do trágico é a sensação de que o próprio desejo nos falta. O que muitos costumam chamar de 'vazio interior' é a incapacidade de sentir que advém da anestesia geral que organiza nossa sociedade. Devido a tal incapacidade, nos tornamos prisioneiros das ofertas de 'fortes emoções' que, a todo momento, se oferecem aos nossos sentidos como promessas de completude. Atualmente, há a crença de que o vazio será preenchido por algo externo – seja dinheiro, sejam prazeres, sejam mercadorias. Antigamente, as pessoas rezavam. Hoje, cremos que o vazio abstrato será preenchido por objetos concretos que podemos comprar. No fundo, é a esperança – ela mesma, trágica – de que um dia sentiremos algo profundamente, e de que isso terá o poder de mudar nossas vidas.

"No século 19, o amor era associado ao sentimento do trágico. Isso foi antes da invenção dos esportes radicais. O que se chamou de amor romântico sempre teve duas versões. Uma mais leve, associada ao final feliz. Outra, mais obscura, trazia o final infeliz em que a morte, a dor e a traição explicavam o amor como algo impossível, uma felicidade interrompida, um sonho ou pesadelo. O sentimento do trágico se transformou no modo por excelência de viver o amor ou de tentar vivê-lo como limite, como experiência da morte possível. Ele representa, hoje, a vontade de experimentar algo com uma intensidade nunca antes sentida, única possibilidade de livrar-se do vazio. Muitos, porém, simplesmente preferem outros esportes radicais. O efeito, aqui e ali, é sempre o mesmo: a sensação de que a vida foi vivida como tragédia para além do vazio ao qual nos acostumamos. E, no entanto, para a tragédia, a vida só precisaria de mais arte, mais criatividade e imaginação."

* Marcia Tiburi é filósofa, escritora e artista plástica. Integra o programa Saia Justa, do canal de TV a cabo da GNT.

Fonte: Revista Vida Simples. Janeiro/2008, ed. 62.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

"§ 306 Perder a si mesmo. - Uma vez que se tenha encontrado a si mesmo, é preciso saber, de tempo em tempo, perder-se - e depois reencontrar-se (...). § 307 Quando é preciso despedir-se. - Daquilo que sabes conhecer e medir, é preciso que te despeças, pelo menos por um tempo. Somente depois de teres deixado a cidade verás a que altura suas torres se elevam acima das casas." (NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm. Humano, demasiado humano.)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

FOLHA - Tanto "Brilho Eterno..." quanto "Sonhando Acordado" exploram relacionamentos falhos. Por que o tema lhe é caro?

GONDRY - Não acho que seja só para mim. Fazer um relacionamento funcionar é uma das coisas mais difíceis da vida. Muitos psicólogos dizem que você precisa estar satisfeito consigo mesmo antes de entrar numa relação, mas não concordo com isso, acho que fomos feitos para estar com alguém. Mas isso vem com muitas dificuldades, que podem se tornar a parte mais importante da sua vida.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Está marcado o dia 31/01 (quinta-feira), às 19h, a entrega da premiação do Concurso Literário Expresso das Letras [no qual a minha 'Olho mágico' recebeu menção honrosa], na Casa de Cultura Mário Quintana, Sala Luis Cosme (4º andar), num evento com o apoio da Diretora da Biblioteca Pública Estadual Morgana Marcon. Quem quiser, pode levar convidados.
Para nós.

"Por que deseja excluir de sua vida toda e qualquer inquietação, dor e melancolia, quando não sabe como tais circunstâncias trabalham no seu aperfeiçoamento? (...) Desejava algo melhor do que transformar-se?" (RILKE, Rainer Maria. Cartas a um jovem poeta.)

"Três transmutações vos cito do espírito: como o espírito se torna em camelo, e em leão o camelo, e em criança, por fim, o leão. Muito de pesado há para o espírito, para o espírito forte, que suporta carga, em que reside o respeito: pelo pesado e pelo pesadíssimo reclama sua força. (...) Todo essa pesadíssimo o espírito de carga toma sobre si: igual ao camelo, que carregado corre para o deserto, assim ele corre para o seu deserto. Mas no mais solitário deserto ocorre a segunda transmutação: em leão se torna aqui o espírito, liberdade ele quer conquistar, e ser senhor de seu próprio deserto. Seu último senhor ele procura aqui: quer tornar-se inimigo dele e de seu último deus, pela vitória quer lutar com o grande dragão. (...) Mas dizei, meus irmãos, de que ainda é capaz a criança, de que nem mesmo o leão foi capaz? Em que o leão rapinante tem ainda de se tornar em criança? Inocência é a criança, e esquecimento, um começar-de-novo, um jogo, uma roda rodando por si mesma, um primeiro movimento, um sagrado dizer-sim." (NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm. Assim falou Zaratustra.)

"Dos virtuosos. (...) E há, por sua vez, aqueles que tomam por virtude dizer: 'Virtude é necessário'; mas no fundo acreditam que somente polícia é necessário. E muitos, que não são capazes de ver a altitude no homem, chamam de virtude ver bem de perto sua baixeza: assim chamam seu olhar mau de virtude. (...) E assim acreditam quase todos tomar parte na virtude; e cada um quer ser, no mínimo, perito em 'bem' ou 'mal'. (...) Das tarântulas. Pois que o homem seja redimido da vingança: esta é para a mim a ponte para a mais alta esperança e um arco-íris depois de longas imtempéries. Mas outra coisa, sem dúvida, é o que querem as tarântulas. 'É precisamente isto que se chama para nós justiça, que o mundo fique repleto das imtempéries de nossa vingança' - assim falam elas entre si. 'Vingança queremos exercer, e ignonímia, sobre todos os que não são iguais a nós' - assim se ajuramentam os corações de tarântula." (NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm. Assim falou Zaratustra.)

Por que continuam vindo aqui - e lá? Livrem-se de mim, parem de falar de mim; falem de vocês. Isso como vem sendo não é um começar-de-novo, isso não é novo e nem é renascimento. Como está, há um caminho bem mais longo para vocês percorrerem, por mais que pareça fácil esconder-se, agora, atrás de padrões viciáveis. Temos tudo para crescermos cada um individualmente e paralelamente, aprendendo com as situações vividas, cada um aprendendo com seu próprio erro (e com seus acertos, que não foram poucos), mas está em nós aceitarmos esse crescimento ou entrarmos para dentro da casca de onde saímos, culpando sempre o outro, só o outro, transferindo de si o objeto do ódio e não-aceitação que sente e buscando a mão que passa na cabeça, que parece que ajuda mas que evita o movimento. Se eu estou mostrando o lado escuro da moeda, para vocês eu estou sendo persuasivo; se eu estou citando amostras de amigos ou pensadores, para vocês eu estou sendo prepotente; se eu estou com a cabeça enterrada na terra, eu estou como vocês querem que eu esteja, mas eu não estou assim e nem nunca vou estar, porque eu mereço a felicidade tanto quanto qualquer outro ser vivo na face terra. Relacionamentro é troca, é soma; não se iludam, pois todo mundo tem o seu próprio peso, e para saber caminhar é necessário reconhecê-lo.

"Caso você pretenda mudar o mundo, lembre-se de que, provavelmente, você não está à altura do mundo mudado segundo seu desejo. Se pretende transformar seu parceiro ou sua parceira, lembre-se de que você, provavelmente, não está à altura do parceiro ou parceira assim transformados. Quem quer mudar as coisas facilmente esquece de contar-se entre os itens a serem mudados." (Contardo Calligaris)

"Quem estiver sem pecado, que atire a primeira pedra." (Jo 8:7)

sábado, 26 de janeiro de 2008

Novo melhor disco de todos os tempos: Grandaddy - Sumday (2003).
"Sempre me considerei espiritualmente evoluído. Agora que vivo sozinho, vejo como isso me ajuda a agüentar a barra: o desespero ainda dá lá suas pontadas, que eu engulo em seco ou com poucas lágrimas. Evolução espiritual implica ser flexível para enfrentar qualquer situação, ter autoconhecimento para saber seus limites, saber enfrentar a dor e a angústia e conseguir aprender com esse sofrimento e se superar a cada instante, não se deixando entregar à mesquinhez de pensamentos pequenos como a vingança e o despeito." (Rafael Cavalcanti)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

O Matthew Friedberger é um doente mental. Ele criou títulos e conceitos esdrúxulos como ele para o próximo disco dos Fiery Furnaces e está deixando os fãs decidirem qual será utilizado. Pobre Eleanor.

Red candidates:

1. Sweetheart and Co.
Gershwin imitations as the tunes and changes. "Found" material (or imitation 'found' material) as the lyrics. Orphan love songs, therefore. Ensemble to feature piano, bass, and drum kit only; very sparse pretend-modern (not George-like) playing on the piano and bass; pulse kept sometimes by the drums, sometimes by the singer's clapping.

2. Kythphiaxkis Traans-Oinomaos
A double-sided love story involving one beautiful hermaphrodite and a second, conventionally unattractive one. (The former named Aphrodite and the latter named Herm.) Songs in the style of Abba's "Waterloo" and a few of the (early) Bee-Gees' Greatest Hits.

3. Roughing It (Or Two Delinquent Dads)
Long-verse many-verse Dylan-style numbers with blues changes. The guitars and pianos (but not the bass), however, will be in quarter-step tunings against each other. Lots of happy-go-lucky clanging-and-banging. Many of the songs set in Old Hawaii.

4. Archer Ave. Cupid's Corner
Chicago Fall album. (The band and the season (the band The Fall and not the band Chicago).) Music in imitation of the early 80’s, double-drumming Fall, but the ensemble consisting not of that sort of band but, instead, a 18th-century-performance-style outfit like the old Il Complesso Barocco or La Petite Bande. (Though with rock drum kit also, often.)

Blue Candidates:

1.Gangleri's Warg
Straight Yes Close to the Edge imitating. "Helir hlyr at stali/ hafit fellr, en svifr thelli." etc. Featuring fun songs to play live. Sure to be popular!

2. Three-dom is Two-darn One-derful (Four-dom and Eight-red Zero-in on your Five-lihood)
Funk record. Featuring the debut of the Eleanorettes (backing singers). Very dead and dark sounding. You'll see!

3. Catamite Corner
Across the street from red number 4, apparently. Old Egyptian Soap-Opera music with bass guitar and drum kit. Like "Kashmir", but faster, with real strings, and different sorts of lyrics. Trust me!

4. No one knows what it's like
Very serious, almost ghoulish, Who's Next-izing. Will there be a song called "Your Wife"? No. But there might certainly be one called "Getting Out of Tune". Sure to be a Masterpiece!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Acabei de ouvir pela primeira vez a dupla M. Ward & Zooey Deschanel, que, pelo jeito, vai se chamar, em disco, She & Him (o disco sairá em março com o título 'Volume 1'). Ouvi a música 'When I get to the border', que eles gravaram para uma trilha sonora. Puta que pariu, o troço é extraordinário. Eu gosto muito dessa Zooey Deschanel. Mais ainda.
Minha psiquiatra disse que, pelas sessões e pelos meus escritos, eu sou uma pessoa de peso (I'm so heavy), que eu não estou na vida a passeio, e que isso tem seu lado bom e seu lado ruim. O lado ruim é o meu lado da crítica, da exigência, da dureza, coisas que acabam afastando algumas pessoas, seja porque passaram a me achar um chato, seja porque são menos pesados, e essas duas coisas muitas vezes se confundem. É óbvio que eu preciso melhorar nesses aspectos, mas também não devo mudar a minha visão de mundo, de modo que definitivamente acabo sendo mais compatível com quem tem o mesmo tipo de peso - ou coragem para encarar o meu. Esta semana eu fui crucificado, mas depois da crucificação vem a ressurreição, e isso foi muito importante. Agradeço aos romanos pelo tratamento de choque, até porque, se eles não me amassem, não perderiam seus tempos me alertando, mesmo que um pouco tardiamente. Preciso nascer de novo em vários aspectos, e estou otimista por isso, agora que consegui também (me) entender (com) a Tunnie. Tenho todo o meu tempo pela frente para trabalhar minhas limitações em relações interpessoais, por um lado, e desenvolver uma auto-estima auto-suficiente, pelo outro, sendo que essa última parte passa pelo minha sonhada retomada artística. "É preciso perder tudo para encontrar o próprio caminho", eu li esses dias no blog da Sam. Então é isso mesmo. The new me then - it's all new to me - I am will born again. (Ah, e não esquecendo que eu contenho, ao mesmo tempo, todos os meus anos dentro de mim.)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Obrigado pelas 9 horas de injeção. Já era tempo. A torta russa do café do Olaria vale os R$ 8,50 - mas talvez seja melhor dividi-la.

sábado, 19 de janeiro de 2008

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Falta 1 dia para o disco 'Oito meses para a migração', da Pelicano, estar pronto fisicamente, enfim, e à venda por R$ 15. Hoje me foram entregues 50 unidades de mídias com arte impressa na face e dentro de envelopes de papel kraft (como aquele do ícone da comunidade). Amanhã chegarão os dois carimbos que imprimirão a arte por fora desses envelopes. Toda essa concepção visual foi criada imaginativamente pelo amigo Felipe Félix de Oliveira, o Mac.
"input_output eu não tenho mais, vendi tudo. Do primeiro ano do selo, praticamente todos os discos esgotaram ou estão pra esgotar, mas o seu foi um dos primeiros. O primeiro que esgotou foi a Nancy. Fiz mais 100. Acho que não vendeu nem 10 cópias mais. Então decidi não refazer mais nenhum disco em prol de lançar coisas novas. Estou até estudando uma maneira de numerar as cópias, pra dar um caráter ainda mais limitado ao catálogo." (Guilherme Barrella)

A tiragem do input_output foi de 100 cópias. Eu ainda tenho quatro unidades.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

PROMESSAS PARA 2008

Andina - Escadanova
Blur
Built To Spill
Cat Power - Covers II
Clinic - Do it
Colin Meloy (Decemberists)
Death Cab For Cutie
Destroyer - Trouble in dreams
Elbow
Hello, Blue Roses - Hello, blue roses
Hotel - Segundo andar
Jenny Lewis - Further north
The Kills - Midnight boom
M. Ward + Zoey Deschanel
Massive Attack - Weather underground
Mercury Rev
My Bloody Valentine
New Order -
Nine Inch Nails - Year zero part 2
Noel Gallagher
Patti Smith
Pelicano - Oito meses para a migração
Portishead
R.E.M.
Supergrass
Tapes 'N Tapes
The Notwist
The Postal Service
Tortoise
Zack De La Rocha


"A ex-mulher de Kurt Cobain quer o ator Ryan Gosling para interpretar o roqueiro no filme 'Heavier than heaven', baseado na biografia de mesmo nome escrita por Charles R. Cross. Courtney Love convidou Scarlett Johansson para desempenhar seu personagem, segundo o Mirror. Courtney é a produtora-executiva do filme, estimado em 30 milhões de libras. Kirsten Dunst estava cotada para assumir o papel de Courtney, mas foi gongada porque a viúva prefere mesmo Scarlett." (Danilo Fantinel/Blog Volume)
Minha votação para os melhores do ano no site Scream & Yell: desta vez adotei o "voto útil".
Copiado do blog do Muriel. "O estilo pode representar uma dificuldade enorme. O estilo pode se tornar uma prisão, uma sala de espelhos onde você só consegue se espelhar e se imitar. O autor escapa dessa prisão ao aprender a aceitar o seu próprio estilo. Nesse momento a prisão se abre. Isso é um autor para mim: alguém que, para começar, tem algo a dizer, que sabe se expressar com a sua própria voz e que finalmente encontra em si a força e a insolência necessária para se tornar o guardião da sua prisão e não continuar prisioneiro." (Wim Wenders)

sábado, 12 de janeiro de 2008

E agora eu estou comendo o melhor arroz-com-guisado que eu já fiz, e jamais vou comer um melhor na vida. O clima está ameno, todas as luzes da casa estão acesas, estou ouvindo da TV o DVD do Bob Dylan (duplo por apenas 20 reais na Multisom!), a Cvalda e o Pretinho estão brincando e daqui a pouco eu vou ver, finalmente, a 'Guerra dos mundos', cujos efeitos sonoros deverei eu gostar. Fiz um rancho de 100 reais e estou de novo com frutas e guloseimas - incluindo um sorvete Crunch, da Nestlé, quero só vé.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Top 20 restaurantes ou telentregas [t].

01. Takê
02. Domino's [t]
03. Sashiburi
04. Spina
05. Fofa
06. Barônia - macarrão carbonara [t]
07. Selau
08. Cannes
09. Oriente - Novo Hamburgo
10. Macaronni
11. Boka Loka - xis português
12. Clube do Comércio - Menino Deus
13. Via Imperatore
14. Habib's [t]
15. DJ Bauru - ala minuta
16. Nanking [t]
17. Pizza Hut
18. Pizzaria Zimmer - Novo Hamburgo
19. Bauru & Cia. [t]
20. Braseiro
Restrospectiva 2007. Conheci muitos restaurantes, inclusive japoneses, muitos deles já de conhecimento da Tunnie, filha do "mafioso dos restaurantes de Porto Alegre". Descobri o prazer de sair para jantar. Nas questões íntimas, foi um ano perfeito, mas não posso falar mais do que isso, nem preciso. Foi o ano em que eu ouvi "todos" os discos, aprofundando a pesquisa musical e, por conseguinte, a escravidão disso; porém, senti-me completamente consciente para elaborar a lista de melhores discos de 2007. Descobri que é possível ter colegas de trabalho formando um ambiente mais ou menos harmônico, contrastando com o inferno que era no meu emprego anterior. Meu salário triplicou, por isso pude parar de ser pão duro, não só em restaurantes, mas também em táxi, tênis e supérfluos como um estrobo e uma luz negra. Não li nenhum livro inteiro. Foi praticamente impossível marcar ensaios. Mas foi lançado o 'Térreo' do Hotel, foi gravado o 'Segundo andar' do Hotel e foi lançado o 'Avalanched' da Blanched. O Tony deu o start na minha vontade - e confiança - de escrever prosa, ainda que poética. A experiência de trabalhar dois meses em Taquari foi sofrida, porém divertida e enriquecedora em alguns aspectos. Eu ficava olhando Pé Na Jaca e BBB7 no quarto do hotel, o que me fazia estar mais despreocupado, menos encucado com as minhas "missões" artísticas. As duas coisas mais duras do ano foram, e eu nem precisaria escrever, a morte do Fuzzy (o gato-quase-eu) e o término com a Tunnie (a garota-quase-eu). Como resultados imediatos disso, dois novos gatinhos moram comigo e eu tenho o desafio de aprender a ter a mim mesmo como base definitiva e sólida para a minha vida. Redescobri a emoção de ir a estádios de futebol. Fiz, no futebol de salão, quase um gol por partida, nos jogos semanais. Comecei tai chi chuan, gostei, mas me senti muito exigido por mim mesmo e pelo mestre, e eu estava querendo justamente o contrário. Encontrei esse contrário na yoga, que fiz por seis meses, pelo sindicato, e pretendo me reeinscrever no próximo semestre. Por falar em sindicato, ganhei um bom prêmio em dinheiro por ter sido autor da segunda melhor foto no concurso que seleciona imagens para o calendário do Sintrajufe, cujo tema era sombras. Baixei muitos vídeos de sexo. Passei a ter o computador como único tocador de discos, ficando os CDs como decoração e backup. Comecei a fazer musculação, como receita de ortopedista para a minha tendinite, e recomecei a fazer terapia, por ter encontrado uma junguiana que atende pela Unimed, por causa das coisas que vieram à tona com a morte do Fuzzy e por continuar não conseguindo fazer um monte de coisas, principalmente o segundo disco do input_output. Mudei para o bairro Menino Deus, onde a minha pizzaria preferida (Domino's) não faz entrega, mas onde está a pizzaria Selau, um novo clássico. Enquanto estive no Centro, comi/comemos muito no Boka Loka. Tiramos muitas fotos peregrinando pela cidade e participei com algumas delas na segunda edição porto-alegrense da Pecha Kucha Night. Eu achei que não teria muita coisa para escrever.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Piores substitutos em bebidas.

1. Kuat e Fruki (do Guaraná Antarctica)
2. Nestea de pêssego (do Ice Tea de pêssego)
3. Néctar de uva Del Valle (do Mais aka Minute Maid de uva)
Paroxetina.
O Danilo Fantinel (ex-Interface/Terra) convidou-me para participar de um post no blog dele no ClicRBS, o Volume: "Volume foi atrás de algumas pessoas-chave para o rock e a música eletrônica no Rio Grande do Sul para descobrir quais bandas e artistas gaúchos devem bombar na música em 2008."

Alguns mencionaram bandas e artistas que vão bombar em suas casas ou que já estão bombando, e um chegou a dizer "ouvi e achei interessante". Eu realmente acredito que a Andina vai bombar, de alguma forma: "Andina é a primeira nova banda gaúcha em muito tempo a fazer um indie rock sério, cantando em português (com o sotaque carioca do vocalista) e sem copiar a cópia da cópia. Os integrantes já participaram de ótimos e variados projetos musicais e, desta vez, apostaram todas as suas forças nesse trabalho ao mesmo tempo pop, criativo e guitarreiro. 'Escadanova' será o luxuoso segundo disco da banda, com produção de Ray-Z no excelente estúdio SOMA (o primeiro foi gravado no estúdio Live e mixado e masterizado por Marcelo Fruet). Como referências, nada de Strokes ou Júpiter Maçã: mas Radiohead, Pavement, Interpol, Mogwai e Velvet Underground. A banda venceu em 2007 o concurso do festival Gig Rock, o que reforçou a confiança geral em um sucesso de público."

Leia aqui a segunda parte da pesquisa do Danilo, com o Brawl citando também a Andina - somando com a indicação do Iuri Freiberger, foram três as menções.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

O Inter ganhou mais um título internacional (Dubai Cup) vencendo, com gol de bicicleta, esta Internazionale de Milão: Júlio César (Brasil); Maicon (Brasil), Cordoba (Colômbia), Materazzi (Itália) e Fatic (Montenegro); Zanetti (Argentina), Bolzoni (Itália), César (Brasil) e Jimenez (Chile); Ibrahimovic (Suécia) e Crespo (Argentina).
Xerophonics - Copying machine music (2003): como diz o nome, música feita apenas com sons de copiadoras, um modelo de máquina diferente para cada música.

01. Xerox 265DC
02. Xerox 5828
03. Xerox 5818
04. Panasonic FP-7742 (ID # 7895)
05. Canon Imagerunner 210S (Serial # NPQ00023)
06. Toshiba 2060
07. Xerox 5828
08. Canon NP 6545 (Serial # NCJ12633)
09. Konica 4355
10. Xerox Docucolor 12
11. Matrix 12510-12
12. Minolta EP 6001 CS PRO (Serial # 21742775)
13. Xerox 5435 (Bookmark 35)
14. Untitled

sábado, 5 de janeiro de 2008

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

O maior prazer desta vez não é a hora de chorar, mas a de dormir e sonhar. Sendo assim, é melhor trocar "maior" por "único". Citando o Muriel pela milésima vez: "Que passa, passa; mas que é o inferno, é o inferno." Porque estou pela primeira vez na minha vida sozinho & morando sozinho. Estou rastejante, sem um pingo de qualquer coisa, completamente vazio e inerte, após uma seqüência de perdas e despedidas - de pessoas, gatos e casas. Chegou a hora de eu aprender certas coisas? Pois que seja de uma vez por todas. Que venha o tal milagre.
Top 11 shows que eu perdi.

01. Sonic Youth no Free Jazz
02. Grandaddy no Free Jazz
03. Einstürzende Neubauten no Opinião
04. Pan Sonic em São Paulo
05. Bob Dylan no Opinião
06. Roger Waters em São Paulo
07. Mogwai em São Paulo
08. Sigur Rós no Free Jazz
09. Cat Power no Garagem Hermética
10. Pearl Jam em Porto Alegre
11. Teenage Fanclub em Curitiba
Finalmente tive acesso às listas específicas de melhores discos de 2007 da Wire Magazine. (Adendo: O Dom Pedro, na excursão mundial do Colorir, esteve na redação da Wire e lá deixou um exemplar do disco de estréia do Hotel. Ele me disse "Fica de olho". Imagina que honra.)


Avant Rock

Sir Richard Bishop - Polytheistic Fragments (Drag City)
Loren Connors - The Hymn Of The North Star (Family Vineyard)
Ghost - In Stormy Nights (Drag City)
High On Fire - Death Is This Communion (Relapse)
Kousokuya - Ray Night (Ray Night Music)
Liars - Liars (Mute)
Mouthus - Saw A Halo (Load)
MV & EE With The Bummer Road - Green Blues (Ecstatic Peace)
Six Organs Of Admittance - Shelter From The Ash (Drag City)
Yellow Swans - At All Ends (Load)


Electronica

Deepchord Presents Echospace - The Coldest Season (Modern Love)
Thomas Fehlmann - Hönigpumpe (Kompakt)
Fennesz & Sakamoto - Cendre (Touch)
Giuseppe Ielasi - August (12K)
Murcof - Cosmos (Leaf)
September Collective - All The Birds Were Anarchists (Mosz)
Signal - Robot (Raster-Noton)
Andy Stott - Fear Of Heights EP (Modern Love)
Underground Resistance - Electronic Warfare 2.0 (Underground Resistance)
Uusitalo - Karhunainen (Huume)

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

CAMPBELL: O que é o casamento? O mito lhe dirá o que é o casamento. E a reunião da díade separada. Originariamente, vocês eram um. Vocês agora são dois, no mundo, mas o casamento não é senão o reconhecimento da identidade espiritual. É diferente de um caso de amor, não tem nada a ver com isso. É outro plano mitológico de experiência. Quando pessoas se casam porque pensam que se trata de um caso amoroso duradouro, divorciam se logo, porque todos os casos de amor terminam em decepção. Mas o matrimônio é o reconhecimento de uma identidade espiritual. Se levamos uma vida adequada, se a nossa mente manifesta as qualidades certas em relação à pessoa do sexo oposto, encontramos nossa contraparte masculina ou feminina adequada. Mas se nos deixarmos distrair por certos interesses sensuais, iremos desposar a pessoa errada. Desposando a pessoa certa, reconstruímos a imagem do Deus encarnado, e isso é que é o casamento.

MOYERS: A pessoa certa? Como é que se escolhe a pessoa certa?

CAMPBELL: O coração lhe dirá. É preciso que seja assim.

MOYERS: O ser interior.

CAMPBELL: Eis o mistério.

MOYERS: Você reconhece seu outro eu.

CAMPBELL: Bem, não sei, mas há uma luz que cintila e algo em você lhe diz que é essa a pessoa certa.

MOYERS: Se o casamento é essa reunião do próprio com o próprio, com a base masculina ou feminina de nós mesmos, por que é assim tão precário na nossa sociedade moderna?

CAMPBELL: Porque não é encarado como casamento. Eu diria que se o casamento não é de magna prioridade em suas vidas, vocês não estão casados. O casamento significa os dois que são um, os dois que se tornam uma só carne. Se o casamento dura o suficiente, e se você se amolda constantemente a ele, em vez de ceder a caprichos pessoais, você chega a se dar conta de que isso é verdade - os dois realmente são um.

MOYERS: O romance pode se prolongar, no casamento?

CAMPBELL: Em alguns, sim. Em outros, não. Mas o problema, veja, a palavra-chave na tradição trovadoresca é "lealdade".

MOYERS: O que você entende por lealdade?

CAMPBELL: Não trapacear, não trair; manter-se verdadeiro, quaisquer que sejam as provações e os sofrimentos.

MOYERS: Os puritanos chamam o casamento de "a pequena igreja dentro da Igreja". Todo dia você ama, todo dia você perdoa. É um contínuo sacramento - amor e perdão.

CAMPBELL: Bem, a palavra certa, penso eu, é "provação", no sentido próprio, de submissão do indivíduo a algo superior a ele. A verdadeira vida de um casamento, ou de um autêntico caso de amor, está na relação, que é onde você está ["CASA"], também. Você entende o que eu quero dizer?

MOYERS: Não, não está claro para mim.

CAMPBELL: Veja, é como o símbolo yin/yang. Aqui estou eu, aqui está ela, aqui estamos [no todo]. Pois bem, quando eu precisar fazer algum sacrifício, não estou me sacrificando por ela, mas pela relação. O ressentimento em relação ao outro é sempre negativo. A vida está na relação, é nela que a sua vida está, agora. Isso é que é o casamento; ao passo que, num caso de amor, você tem duas vidas vivendo uma relação mais ou menos bem-sucedida, por algum tempo, enquanto isso parecer agradável.