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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Somente uma pessoa com nome iniciado pela letra Q passou no Vestibular 2013 da UFRGS: o Quéops. Adivinha em que curso ele ingressará?


"Não somos máquinas de pensar, somos máquinas de sentir que pensam." (António Damásio, médico e neurocientista português)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

A história de um dos melhores discos de todos os tempos: The Soft Bulletin, dos Flaming Lips!


Caraca!, é a Guarda Popular colorada, velho!

Essa noite, não sei se eu estava semi-acordado ou sonhando, soprou-se a mim o número 14. Como era de se esperar, consultei o Arcano Maior XIV - Temperança. Sallie Nichols:

"Em qualquer nível de significação, a reconciliação dos opostos não é uma questão de lógica e razão. Gerações de homens vêm lutando em vão por reconciliar a busca do sentido, exemplificada na religião, com a busca do fato, personificada pela ciência. A suposta dicotomia entre esses dois impulsos básicos nos homens não se concilia através do intelecto. Como todos os opostos, eles não podem ser resolvidos pela lógica: só podem ser reunidos no ponto da experiência. (...) Assim revivificada, a libido começa a fluir em outra direção. Após a inatividade forçada do Enforcado e o cruel desmembramento da Morte, a energia do herói agora pula, como corrente elétrica, do potencial mais alto para o mais baixo. Está sendo feita uma nova conexão entre a clareza azul-celeste do espírito e o vermelho sangrento da realidade humana. Aquário, o signo do relacionamento ideal, interessa-se pela interação entre o princípio perfeito e a forma perfeita. Visto que verte e recebe, ao mesmo tempo, num só gesto, o Anjo cria uma nova relação entre o impulso diretivo do yang positivo e a tranquila contenção do yin receptivo. Dessa maneira, une a magia do Mago à magia do seu equivalente feminino, a Força."

Detalhe: a Temperança é a segunda carta depois do Enforcado.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013



Viviane Mosé:

A dança afasta a prisão do eu e abre o si mesmo, que é a experiência real de si. O si mesmo é infalável.

Com o surgimento da filosofia no século V a.C., temos uma divisão do mundo em corpo e alma, e falar se tornou muito mais importante do que viver.

É comum a gente dizer que nós fazemos um culto ao corpo, mas isso é completamente irreal. Nós não só não vivemos um culto ao corpo, como nós desvalorizamos o corpo. O que é isso que a gente valoriza tanto, que a gente chama de corpo e que eu estou dizendo que não é corpo? Nós valorizamos a imagem do corpo. O corpo não tem nada a ver com o ideal - é o inesperado. O nosso corpo virou um suporte de exercício de poder. O tempo do corpo passou a ser uma vergonha. Com a melhoria das plásticas, envelhecer é um sinônimo de vergonha ou de pouco dinheiro.

Valorizar o corpo é valorizar a porção de vida que eu trago em mim.

Para atuar no mundo com originalidade, é preciso aprender a conviver com a frustração. Então por que a gente não quer atuar no mundo com originalidade? 'Porque eu não aguento ser contrariada'..." Então todos querem seguir. Ninguém quer determinar uma direção. A gente carece de lideranças.  
Se você quer modificar a sua vida, não mude o seu pensamento, mude sua ação.

 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Homenagem: Walter Bishop (Fringe) usando os óculos do Dr. Jacoby (Twin Peaks).


‎"Arte não é pureza, é purificação, arte não é liberdade, é libertação. Talvez seja por isso que as exposições de desenhos de crianças, por mais belas, não são propriamente exposições de arte. E é por isso que se as crianças pintam como Picasso, talvez seja mais justo louvar Picasso que as crianças. A criança é inocente, Picasso tornou-se inocente." (Clarice Lispector)

sábado, 23 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013



Não existe compensação de árvores cortadas.

MARCINIAK, Barbara. Mensageiros do amanhecer: ensinamento das plêiades.

Se 20 milhões de pessoas desaparecerem em algumas horas, devido a um cataclismo terrestre, talvez os outros humanos despertem. Talvez. Vocês estão cansados de escutar profecias sobre catástrofes. Muitas pessoas não lhes dão a devida importância; acham que nunca irão acontecer com elas. Embora leiam as notícas nos jornais, são acontecimentos distantes, lá do outro lado do mundo.

 E se uma catástrofe ocorrer à sua porta ou na cidade vizinha? E se as principais cidades dos Estados Unidos entrarem em colapso? O que sentiriam se, ao acordar, deparassem com uma fenda geológica? Seria suficiente para afetá-Ios? Seria suficiente para que reestruturassem e reavaliassem suas vidas?

As pessoas não estão muito interessadas em aprofundar seus conhecimentos sobre esta responsabilidade. Tal desinteresse terá consequências; muita gente vai alegar ignorância e achar que as catástrofes surgiram do nada. A situação se tornará tão grave que, podemos prever, muitos países irão proibir o uso do automóvel. As lições que a Terra ensina neste momento abrangem muitos aspectos. À medida que a frequência muda, tudo muda. Mudar de frequência é como mudar de casa: todo o ambiente muda.

Muitos seres humanos não querem perfilar-se e levantar-se pela integridade porque têm medo de meter-se em confusão. Dizem: 'Quero o meu emprego e a minha segurança, ora!' Acontecem coisas incríveis a uma sociedade quando se tira a segurança das pessoas. A coragem começa a florescer como um jardim recém plantado, pois ninguém tem nada a perder. Os seres humanos começam a levantar-se.

"Primeiro sentimos, depois julgamos. Tomografias cerebrais sugerem que nossas avaliações se baseiam mais em intuições e emoções do que em processos racionais." (Scientific American/Mente e Cérebro)
"A ansiedade nos incita a focar toda atenção naquilo que nos preocupa em um momento específico, mantendo-nos alertas para que possamos nos prevenir de consequências que podem ser prejudiciais. A ansiedade determina o tipo de informações que priorizamos e a forma como as interpretamos. Quando nos sentimos pressionados por alguma situação, a maioria de nós não é capaz de considerar mais de uma opção nem de acreditar que existem alternativas viáveis. No entanto, nos dias em que estamos felizes e otimistas, confiamos mais em nossas capacidades e a mente fica mais aberta para enxergar diferentes pontos de vista sobre o que nos preocupa. O problema pode ser o mesmo e talvez as opções sempre estejam ao alcance, mas a forma de processar as informações recebidas é sensivelmente diferente. Essas diferentes maneiras de perceber o mundo são determinadas pelas emoções. De fato, alguns estados afetivos parecem moldar o funcionamento da mente para responder de maneira eficaz às demandas de uma situação. A ansiedade restringe o campo de visão da realidade e nos faz ver o mundo em 'modo de ameaça'." (Antonia P. Pacheco Unguetti/Scientific American Mente e Cérebro)
Tartaruguinhas à corda.


Que loucura, o achocolatado assassino, ou a diarreia mortal, a merda contra os carros.
"Quando estamos com raiva de alguém, é porque não somos capazes de ver os muitos elementos daquela pessoa que não são dela. Nós não vemos que essa pessoa está agindo por causa da energia de hábito que lhe foi transmitida. Quando vemos de maneira mais profunda, podemos aceitar esta pessoa com mais facilidade. Isso também é verdade conosco. Quando podemos ver dentro de nós todos os elementos que vieram de outras pessoas, como nossos pais e nossos antepassados, e também do nosso meio ambiente, então podemos ver que muito da nossa severidade com nós mesmos e com os outros vem de outras raízes, outros elementos." (Thich Nhât Hanh)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


  • "Com jogos na quarta e no domingo, o grupo mantém o foco, segue em ritmo de competição e não dá espaço para surpresas. O grupo todo fica alerta. Todo mundo permanece junto ao longo da semana, com controle geral de alimentação e afins." (Paulo Paixão)

  • Um conselheiro lamenta que o Olímpico não tivesse sido todo reformado, com os acréscimos das áreas ocupadas por prédios vizinhos, na Azenha, e cujos proprietários tinham interesse no negócio.

  1. Seguinte: eu vou matar essas 116 pessoas, depois eu compenso com 2.000 bebês.

  2. Seguinte, passarinhos: eu vou derrubar as casas de vocês, mas daqui a 30 anos vai ter bastantes casas disponíveis.

  3. O asfalto precisa sempre estar à disposição dos carros. Como assim "chuva"? Como assim "carro não anda na água"? Como assim "planeta Terra"? A culpa é da prefeitura, que não proibiu a chuva e que não prevê o futuro (acidentes).

  4. Se você pudesse dirigir dois carros ao mesmo tempo, você teria dois e dirigiria os dois?

  5. Tem um personagem (de um livro que virou filme) que é um alienígena que, ao chegar num planeta, ele tem o hábito de cumprimentar os indivíduos da espécie dominante, e inclusive assume um nome relacionado a essa espécie. Ao chegar na Terra, adotou o nome Ford Prefect e passou a estender a mão para os automóveis na rua.

  6. Por que os bandidos, em vez de incendiar ônibus, não incendeiam carros?
Mente e Cérebro - HÁ UMA DISTINÇÃO ENTRE EMOÇÕES E SENTIMENTOS?

ANTÔNIO DAMÁSIO: Sim. Na linguagem corrente os dois termos são considerados sinônimos, o que mostra a estreita conexão que os une. Mas tentemos defini-los com precisão. Penso que uma emoção é um conjunto de reações corporais a certos estímulos. Quando temos medo, o ritmo cardíaco se acelera, a boca seca, a pele empalidece e os músculos se contraem - reações automáticas e inconscientes. Os sentimentos, por sua vez, surgem quando tomamos consciência destas "emoções" corporais, no momento em que estas são transferidas para certas zonas do cérebro onde são codificadas sob a forma de uma atividade neuronal. Para prosseguir com o exemplo, as modificações fisiológicas fazem com que experimentemos um sentimento de medo.
Fluminense x Girls: pra mim, o Wellington Nem é parecido com o Alex Karpovsky (Ray) e o lateral Bruno é parecido com o Christopher Abbott (Charlie).

(Lei 8.906/94, Estatuto da Advocacia e da OAB)
Art. 7º São direitos do advogado:
VI - ingressar livremente:

a) nas salas de sessões dos tribunais, mesmo além dos cancelos que separam a parte reservada aos magistrados;

b) nas salas e dependências de audiências, secretarias, cartórios, ofícios de justiça, serviços notariais e de registro, e, no caso de delegacias e prisões, mesmo fora da hora de expediente e independentemente da presença de seus titulares;

c) em qualquer edifício ou recinto em que funcione repartição judicial ou outro serviço público onde o advogado deva praticar ato ou colher prova ou informação útil ao exercício da atividade; (...)

Será que a tortura funciona para arrancar confissões?
(Contardo Calligaris)

Se você for pai, faça a experiência. Seu filho (ou filha) fez uma besteira comprovada, sem sombra de dúvida, mas você não se contenta em aplicar uma punição e quer que a criança confesse. Se ela reconhecer sua culpa, aliás, a confissão valerá como uma atenuante, enquanto que, se ela insistir em negar o que fez, a mentira será infinitamente mais repreensível do que a besteira inicial.

Sugestão diferente: se você soube que seu filho ou sua filha fez algo que não devia, diga no que foi que errou, deixe pouco espaço de discussão e dê a punição adequada. Depois disso, amigos como antes.

Quase sempre, quando uma confissão é exigida, as crianças mentem com obstinação diretamente proporcional à de seu acusador. Elas fogem assim de uma humilhação radical, em que renunciariam à sua própria subjetividade: desistiriam de ter segredos e aceitariam que a versão do acusador substituísse a versão que elas gostariam de contar como sendo a história delas.

Luiz Felipe Pondé, filósofo, fala sobre o populismo e a afetação infantil - e a religião como cristo:


(...) Esclareço que não sofro do comum preconceito de pessoas inteligentinhas contra a Igreja Católica. Qual é esse preconceito? Hoje em dia, num mundo em que todo o mundo diz que não tem preconceito, o único preconceito aceito pelos inteligentinhos é contra a igreja: opressora, machista, medieval...

Estudei anos num colégio jesuíta. Graças aos padres aprendi a coragem intelectual, o gosto pelas letras, o valor da liberdade religiosa, o esforço de pensar de modo claro e distinto, o respeito pelas meninas, ao mesmo tempo em que crescíamos num ambiente no qual Eros nunca foi demonizado; enfim, só tenho coisas boas para dizer sobre meus anos de escola jesuíta. Cresci numa escola na qual, durante a semana, discutíamos como um "mundo mau" pode ter sido criado por um Deus bom. No final de semana, íamos à praia todos juntos, dormíamos lá, meninos e meninas, em paz, namorando, e enchíamos a cara. Noutro final de semana, o mesmo grupo ia a favelas ajudar doentes. Tive, numa pequena amostra, uma prova do enorme papel civilizador da igreja e do cristianismo como um todo no mundo. (...)

Portanto, não sou um desses ateuzinhos que, no fundo, não passam de "teenager" bravo porque o pai não existe. Parafraseando o grande Beckett, "God does not exist - that bastard!".

Joseph Ratzinger (Bento 16) é um homem inteligente que quis levantar o nível do debate dentro da igreja e na sociedade como um todo. Um filósofo. Resistiu bravamente à contaminação por uma teologia populista e marqueteira, mas sucumbiu à ancestral vocação humana para a mentira e para a vida burocrática. Hoje, quase tudo no mundo é populista e marqueteiro; lembremos da máxima da grande escritora portuguesa Agustina Bessa-Luís: hoje todo mundo quer agradar, até o metafísico.

Foi isso que o papa não aguentou: ele esbarrou no diagnóstico da contemporaneidade feito pela Agustina Bessa-Luís. Todo o mundo só quer agradar "seu eleitorado" e Bento 16 quis tratar seu eleitorado como gente grande. Resultado: angariou inimigos em toda parte porque rompeu o jogo comum de "falar muito e dizer nada", típico da sensibilidade democrática em que vivemos e também da igreja na "sua base popular".

Num mundo de sensibilidade democrática, ninguém quer saber de nada a sério. A "afetação infantil" (Bessa-Luís, de novo) nos define. O "povo é sempre lindo e certo!". As pessoas odeiam quem quer falar a sério. (...) A maioria das pessoas quer apenas comprar, divertir-se, ter uma autoestima alta, gozar livremente, não sentir culpa alguma; enfim, ter uma vida moral de criança de dez anos de idade. (...)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013



Manchete: Protesto perturba trânsito.
Fato: Corte de árvores perturba trânsito (e planeta).
Sindicato Profissional dos Vigilantes, Empregados de Empresas de Segurança e Vigilância, e dos Trabalhadores em Serviços de Segurança, Vigilância, Segurança Pessoal, Cursos de Formação e Especialização de Vigilantes, Similares e Seus Anexos e Afins de Porto Alegre, Região Metropolitana e Bases Inorganizadas do Estado do Rio Grande do Sul - SINDIVIGILANTES DO SUL

ou

SPVEESVTSSVSPCFEVSSAAPARMBIERGS

"Trocamos a razão [um emprego no Banco do Brasil] por sonhos que julgamos não envelhecer. Achamos que nem o tempo amigo e nem a força bruta podem um sonho apagar. Porém, existem coisas que são imensuráveis, inexplicáveis, machucam e doem. Nos colocam em xeque. Anos de batalha e nada mudou. E o pior é saber que nem assim vai mudar. Santa Maria precisa ser um divisor de águas. Hoje ter uma casa noturna é para verdadeiros guerreiros ou para irresponsáveis. A fritura cultural porto-alegrense deflagrada em meados dos anos dois mil nos assola até hoje e parece não ter data para terminar. A completa omissão da Prefeitura e do Ministério Publico me sinaliza e mostra que não adianta entrar em guerra de cartas marcadas. Onde secretários tem medo de assinar um auto de infração e votos e promessas de campanha valem mais que vidas. Peço desculpas a todos os parceiros que estão conosco nestes 20 anos de atividades, mas não dá mais. Numa cidade sem memória e onde a produção cultural há muito paga pelos erros do passado NÃO NOS RESTA MAIS NADA A NÃO SER ENCERRAR AS ATIVIDADES DO GARAGEM HERMÉTICA  Agradeço a todos que compartilharam suas vidas conosco e sempre me fizeram ter a certeza que estes anos todos valeram a pena. Grande abraço a todos." (Fernando Nazer/Garagem Hermética)


Toquei oito vezes lá: quatro com a Tom Bloch e uma com a Poliéster, no palco de costas pra rua; Pelicano, duas vezes com o input_output (uma com banda, outra sozinho), no palco de frente pra rua. Só faltou um show da Blanched. Compartilhamos vidas. As saudades vão ser boas. Obrigado, Fernando.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

"Um fundamento ideal para o equilíbrio da mente é a disciplina ética, que é mais que meramente seguir as regras sociais ou os mandamentos religiosos de uma fonte externa de autoridade. A ideia da disciplina ética nos desafia a examinar, cuidadosamente, nosso próprio comportamento, observando as consequências, a curto e longo prazo, das nossas ações e atitudes. Apesar de uma atividade parecer imediatamente prazerosa e, se com o decorrer do tempo resultar em inquietação, conflito e miséria, ela demanda um rótulo de [desnecessária]. Por outro lado, enquanto um comportamento pode envolver dificuldade num curto prazo, podemos considerá-lo [necessário] se nos levar, eventualmente, a contentamento, harmonia e felicidade genuína, para nós e para os outros." (Alan Wallace)
Holly cat!


Pat & Tiffany: li que eles são the cutest couple ever do cinema. Talvez sim. Jennifer Lawrence e o lado bom da vida.

Vamos pegar o sol?

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013


Os perigos do Budismo
Fiat Inquisitio = anônimo




Muitas pessoas cultas, bem intencionadas e inteligentes se afastam das religiões cristãs e espíritas, por perceberem logo suas aberrações. Mas por estarem ainda ligadas àquele medo da morte, à questões do sentido da vida, acabam procurando conhecer o budismo. Ele aparentemente oferece algo mais "harmônico".

Dica para vocês: não percam tempo. Estudem logo o ateísmo.

Aqui vai um resumo do que se encontra no budismo, para que você não precise ir lá, ou caso você queira, já vá preparado. Relatos de um amigo meu que tentou e se decepcionou.

A lei mais importante para os budistas é: "A vida é sofrimento". Bem legal essa, né? Eles dizem que se você se livrar de desejos e repulsas e seguir o budismo, você vai parar de sofrer. Será? Além disso você tem que praticar meditação, para ficar bem calminho e não reclamar...

Foi o que aconteceu com o meu amigo. Praticando meditação ele foi ficando cada vez mais passivo, menos humano negando seus desejos, se tornando depressivo e começou a pensar até em suicídio. Ele foi condicionado a negar a vida, por ser sinônimo de sofrimento, e de acreditar que só a prática do budismo o salvaria. A única coisa que impede um budista de se matar é o medo da reencarnação. Nesse aspecto eles se parecem com os espíritas.

Mesmo se sentindo passivo e depressivo, ele entendia que ele deveria estar feliz, por ver as fotos dos mestres budistas. Ele passou a negar o sentimento de depressão que ele tinha e começou a fingir que era feliz. Quando ouvia críticas ao budismo, ele repetia alguma frase meio sem sentido dos mestres para se reassegurar, e dizia que a verdade está muito além da compreensão e das palavras.

Ele estudou profundamente a filosofia budista e sentiu que isso não ajudou muito. Passou a perceber outros budistas fingindo felicidade. Adquiriu bastante prática na meditação mas sentiu que resultava numa sensação sem-graça, na qual a vida perdia a cor.

Passou a acreditar então que o budismo só poderia ser compreendido por alguém que tivesse karma suficiente. Daí ele leu um livro de um mestre que dizia que era só um homem comum, e que eram as outras pessoas que o faziam ser grande e famoso. Ele passou então a duvidar da hierarquia budista. Coincidentemente ele passou a ter matérias de psicologia e filosofia na faculdade, que ensinaram para ele novos conceitos. Descobriu que a falta de desejo leva à depressão e vice-versa. Depois de ler Nietzsche, ele abandonou o budismo de vez. Entendeu que o budismo causava nele uma tristeza ao mesmo tempo que prometia felicidade, num círculo vicioso.

Falsa harmonia.

Nota: apesar do que escrevi acima sobre o meu amigo, tenho que reconhecer que a meditação tem efeitos positivos para a saúde, como vem sendo comprovado por vários médicos. O mesmo se aplica à yoga com os exercícios de respiração, alongamento e alimentação balanceada com vegetais e frutas. Eu recomendo aos meus leitores que experimentem essas práticas e aproveitem os seus benefícios à saúde sem precisar se ocupar do "bla" místico que vem associado.
Mahatma Gandhi elencou 7 erros da humanidade:
  • Riqueza sem trabalho;
  • Prazer sem consciência;
  • Conhecimento sem caráter;
  • Comércio sem moralidade;
  • Ciência sem humanidade;
  • Adoração sem sacrifício;
  • Política sem princípios.



De forma semelhante, o professor e psicoterapeuta português António Branco Vasco identifica 7 pares de necessidades psicológicas vitais, para as quais a psicóloga Joana Fojo Ferreira deixa o alerta:

(Prazer - dor)
Procure o prazer, mas tolere a dor e perceba o seu significado; 
(Proximidade - Autonomia)
Equilibre-se entre a proximidade e a autonomia; 
(Produtividade - Lazer)
Invista nas coisas, produza, mas não esqueça de complementar com momentos de lazer e de relaxamento; 
(Controle - cedência)
Controle o que está ao seu alcance, mas não esqueça de ceder quando é preciso;
(Atualização/Exploração - Tranquilidade)
Procure o novo, atualize-se, sem descurar a tranquilidade de desfrutar do que já é seu;
(Coerência do self - Incoerência do self)
Procure ser coerente contigo próprio, sabendo ao mesmo tempo tolerar incoerências ocasionais;
(Auto-estima - Auto-crítica)
E estime-se sempre, mas identifique os seus erros e tolere e aprenda com as suas insatisfações pessoais.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Jogadores que trocaram um time da dupla Gre-Nal pelo outro, sem escalas:

01. Ademir Maria
02. Batista
03. Bonamigo
04. Bustos
05. Casemiro
06. Cuca
07. Gabriel
08. Hidalgo
09. Lima
10. Luiz Carlos Martins
11. Mário Sérgio
12. Maurício
13. Rodrigo
14. Sorondo

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

"Os obstáculos comuns ao equilíbrio mental no Ocidente são: autocrítica, culpa e baixa auto-estima. À medida que praticamos, o que fazemos com um certo nível de expectativa, ficamos ansiosos e, se não progredirmos como esperávamos, ficamos impacientes exigindo muito de nós mesmos, sentimo-nos culpados quando não conseguimos um tempo livre para praticar." (Alan Wallace)
O que é que é isso, minha gente?? Trent Reznor Dave Grohl Josh Homme Mantra

Como pode ser tão ingênua uma pessoa que deseja desvendar uma mágica?

domingo, 10 de fevereiro de 2013

"Poucas coisas afetam nossas vidas mais que a nossa faculdade da atenção. Se não pudermos focar nossa atenção - por causa de qualquer agitação ou tédio -, não poderemos, então, fazer nada certo. Não podemos estudar, ouvir, conversar com outras pessoas, trabalhar, nos divertir, ou até mesmo dormir bem quando nossa atenção está comprometida. E, para muitos de nós, nossa atenção está comprometida na maioria das vezes. A atenção tem também um impacto profundo no caráter e no comportamento ético. O filósofo William James sentiu que a capacidade de trazer de volta, constante e voluntariamente, uma atenção divagante é a principal raiz do julgamento, do caráter e da vontade. Ele reinvindicou também que os gênios de todos os tipos primam em suas capacidades de sustentar voluntariamente a atenção. Uma mente que divaga constantemente, de uma distração [interna ou externa] a outra, pode ser removida para sempre do seu potencial criativo." (WALLACE, Alan. A revolução da atenção.)
Mas é uma figura essa Juno Temple.

Será que agora?





quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Estatísticas mundiais em tempo real.
"As regras de boas maneiras podem parecer risíveis e são quase sempre hipócritas, mas, justamente por isso, elas são úteis e necessárias - porque não poderíamos conviver sem repressão e hipocrisia. Criticamos as aparências e a etiqueta como se fossem leviandades, sem pensar que seu triunfo nos libertou das barreiras intransponíveis de uma divisão social decidida pelo berço no qual cada um tinha nascido." (Contardo Calligaris)
Capas lindas 2013:
Jacco Gardner - Cabinet of curiosities

"Os sintomas físicos mais comuns da ansiedade estão relacionados ao peito. Incluem palpitações (percepção de batimentos cardía­cos mais fortes ou mais acelerados), dores pulsantes ou lancinantes, sensa­ção de aperto e de incapacidade de ina­lar ar suficiente e uma tendência a sus­pirar ou respirar demais." (José Roberto Andreotti, psicólogo)
"Eu arrancava a cabeça deles com as mãos e cagava no pescoço deles."

Porto Alegre e a rixa do poder público com as árvores...


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

As pessoas mandam bichos para o espaço para ver se eles voltam vivos... Veja:


Os primeiros animais enviados ao espaço foram moscas, ainda em 1947, pelos Estados Unidos. Depois disso, foram realizados vários experimentos espaciais envolvendo inúmeros seres vivos. A União Soviética, por exemplo, lançou uma série de satélites científicos chamados Bion. Ali, foram enviados ao espaço tartarugas, ratos, insetos, peixes e sapos, além de células, fungos e plantas.


Macacos

Antes de enviar homens ao espaço, os cientistas lançaram outros animais para testar a segurança desse tipo de missão. Em 1948, os Estados Unidos enviou o macaco Albert I, para testar os efeitos do espaço no organismo animal. Ele morreu sufocado durante o voo. Um ano depois, eles lançaram o macaco Albert II em um voo suborbital. Ele conseguiu sobreviver ao lançamento e ao voo, mas morreu na aterrissagem. O primeiro símio a sobreviver à viagem completa foi Yorick, enviado pelos Estados Unidos em 1951.


Cachorros

Em 1957, a cadela Laika, foi enviada ao espaço pela União Soviética, se tornando o primeiro animal a fazer um voo na órbita da Terra. Ela morreu durante a missão, pois os cientistas ainda não tinham planejado um mecanismo seguro de pouso. Depois dela, vários cães sobreviveram a viagens espaciais. É caso dos soviéticos Veterok e Ugolyok, que permaneceram na órbita terrestre por 22 dias — o maior tempo já registrado para cachorros.


Gatos

Em 1963, a França teve sucesso ao enviar o gato Felix ao espaço — ele foi recuperado com vida após a aterrissagem. No mesmo ano, no entanto, uma segunda tentativa francesa de mandar um gato ao espaço falhou e o animal morreu durante a missão.


E olha a cara feliz do macaco que o Irã acabou de mandar...
Entrevista-debate da Gabi com o Malafaia — Eu não sou cristão, evangélico, ateu, iurd, gay, homofóbico, ativista, machista, nem um politicamente correto radical. Tá difícil encontrar um par, uma opinião que não esteja nos extremos. Como jornalista e budista, vejo que a Gabriela (a) não se preparou pra entrevista, (b) estava comprometida emocionalmente com um dos assuntos e (c) não tem experiência com espiritualidade, de modo que, mesmo que os argumentos do pastor fossem duvidosos ou falsos, ela não conseguiu contrapontos sólidos. Sabemos que ele tem posições radicalmente erradas, mas, queiramos ou não queiramos, debates têm vencedor, e as pessoas mais neutras ou mais fracas criam empatia com aquele que "se sai melhor". São essas questões que eu gostaria de levantar. E é óbvio que pastores "pequenos" ganham pouco.
“Quem não desenvolve a consciência da travessia pode ser iludido pela sensação de que o mal e a dor vão durar para sempre.” (Eugenio Mussak)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


Sobre 'Amour', Contardo Calligaris:


Pois é. Não é tão fácil assim nem tão claro. Na sua coluna de sexta passada, Barbara Gancia escreveu, com razão, que "o fardo de cuidar dos idosos tornou-se um dos maiores dramas da atualidade". Os avanços da medicina fazem que, hoje, sejam cada vez mais numerosos os que cuidam de próximos que sobrevivem transformados pela idade, pela invalidez ou pela demência. E sobrevivem, muitas vezes, tanto irreconhecíveis quanto incapazes de reconhecer os que cuidam deles. Perguntas básicas.

1) Será que o outro que nós amávamos, se ele pudesse escolher, toparia viver como ele está agora?

2) Será que o ser do qual cuidamos hoje é o mesmo que nós amávamos antes do acidente, da invalidez ou da demência? Se ele não for o mesmo, será que esse "novo" ser não tem seus próprios critérios do que é uma vida que valha a pena de ser vivida - critérios diferentes dos do nosso amado de antes?

3) Difícil continuar amando alguém que não nos reconhece mais. Mas será que por isso o deixaríamos morrer - por ele não ser mais aquele ou aquela que amávamos?

4) Por que sempre chega um dia em que ninguém aguenta mais cuidar? É porque o custo (em todos os sentidos) é excessivo e queremos recuperar nossas vidas? Ou é porque é quase impossível fazer o luto de um amado que já se foi, mas continua de corpo presente?

Acontece que alguém se suicide depois de ter matado um amado inválido e demente, de quem não consegue mais cuidar. É mais que uma maneira de evitar a culpa: renunciando a viver sem você, confirmo que foi por amor que matei você - ou melhor, que matei o desconhecido que tinha tomado seu lugar.

Pois é, foi mesmo por amor que matei você? Ou por vingança, por você ter me deixado sozinho?

Seja como for, fica confirmado, embora num sentido inabitual, que o amor resiste dificilmente ao tempo.
 Capas lindas de 2013 so far:

  • Gazelle Twin - Mammal
  • Unknown Mortal Orchestra - II


domingo, 3 de fevereiro de 2013


Bianca Bin & The Sleeper, do Renoir.

Tainá Müller &
Olivia Thirlby
"Tome, por exemplo, a história de Tonio, no Tonio Kröger, de Thomas Mann. Opai de Tonio era um sólido homem de negócios, um cidadão de relevo em sua cidade natal. O pequeno Tonio, porém, tinha um temperamento artístico, por isso mudou-se para Munique e reuniu se a um grupo de literatos, que se sentiam superiores aos meros ganhadores de dinheiro e aos homens de família. Assim, eis aí Tonio dividido entre dois polos: seu pai, que era um bom pai, responsável e tudo o mais, mas que nunca tinha feito o que queria, em toda a sua vida; e, por outro lado, aquele que deixa sua cidade natal e assume uma atitude crítica em relação à vida que se levava lá. Mas Tonio descobriu que de fato amava a gente de sua cidadezinha. E, embora se julgasse um pouco superior a eles, em termos intelectuais, e pudesse falar deles com palavras cortantes, seu coração, apesar de tudo, estava com eles. Mas quando partiu, para viver com os boêmios, descobriu que estes tinham tal desdém pela vida que tampouco poderia viver com eles. Por isso deixou os e escreveu uma carta a um do grupo, dizendo: Admiro aqueles seres frios e orgulhosos que se arriscam nos caminhos da beleza elevada e diabólica e menosprezam a ‘humanidade’; mas não os invejo. Pois, se alguma coisa é capaz de fazer de um literato um poeta, essa coisa é o amor de minha cidade natal pelo humano, aquilo que existe e é comum. Todo calor deriva desse amor, toda doçura e todo humor. De fato, quanto a mim, creio mesmo que esse amor deve ser aquele sobre o qual está escrito que se pode ‘falar com a língua dos homens e dos anjos’, que, no entanto, soa, quando o amor falta, ‘como metal ruidoso ou címbalo tilintante’." (Joseph Campbell)



Thomas Mann escreveu Tonio Kröger em 1965. Um exemplo de como sempre houve aquele grupo de pessoas com uniforme de artista, todos se achando bons e se elogiando entre si, sentindo-se especiais e fora da sociedade, mas incapazes de sentir o amor e de captar a real poesia da vida, a começar pela humildade e a compaixão.
"A mente racional, analítica, o lado esquerdo do cérebro se ocupa do sentido, da razão das coisas. Qual é o sentido de uma flor? Dizem que um dia perguntaram isso ao Buda, e ele simplesmente colheu uma flor e a deu ao seu interlocutor. Apenas um homem compreendera o que Buda queria demonstrar. Racionalmente, não fazia sentido esse gesto. Ora, mas podemos fazer a mesma pergunta para algo maior: qual é o sentido do universo? Ou qual o sentido de uma pulga? A única resposta realmente válida está exatamente ali, no existir. Qualquer formulação racional nos dá uma ideia linear da coisa, mas mata a beleza da coisa em si. Estamos tão empenhados em realizar determinados feitos, com o propósito de atingir objetivos de um outro valor, linear e longe da vibração da vida, que nos esquecemos de que o valor genuíno, o prodígio de estar vivo, é o que de fato conta. É por isso que as grandes questões filosóficas, embora sejam de fundamental importância para todos, acabam sendo a preocupação de apenas uma ínfima minoria da população. Eles esqueceram de que o valor genuíno, o prodígio de estar vivo, é o que de fato conta, e preferem se acomodar aos papéis de uma vida burguesa e adaptada ao sistema capitalista, deixando que outros, atualmente os políticos e os cientistas, tomem as decisões mais complexas por eles. Mas todos já foram crianças curiosas, não foram? A curiosidade infantil é a mesma curiosidade do filósofo. Cristo está certo quando fala que só 'quem faz como um destes pequeninos entrará no Reino dos céus'. Bom, e como podemos resgatar um pouco de nosso grande potencial humano?" (Joseph Campbell)
Dois Irmãos
Arrepiante.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Música nova de uma das bandas prediletas da casa...

Ryotan Tokuda Igarashi:


A oitava consciência é a consciência depósito, enquanto a sétima se chama consciência contaminada. Vivemos agora aquilo que já está depositado em nossa consciência, nesse momento não pode ser alterado; não tem mais jeito. Mas o que eu registrar ou depositar na subconsciência nesse momento presente é de minha responsabilidade. A limitação da percepção do mundo depende da personalidade, cultura, educação, conhecimento, tradição ou ponto de vista de valores e preconceitos. A nossa percepção está limitada ao que recebemos, ou com o que fomos criados (condicionamentos).

Dependendo do que eu depositar, o mundo externo começa a mudar. Dependendo do que depositamos, às vezes vemos o que não existe. Isto acontece quando, por exemplo, estamos lendo o jornal. Há um tipo de teste para saber se você está velho ou não. Se, ao abrir o jornal, em primeiro lugar você quer ver quem morreu, uma nota de falecimento ou uma coisa preta com uma cruz, dizendo: "Morreu com 78 anos..." "Eu tenho 77", pensa o idoso que lê o jornal. Não somente os velhos morrem, mas os jovens não ligam para isso, a não ser que se trate de uma pessoa íntima, um parente ou amigo que tenha morrido. Dependendo do nosso interesse ou experiência, começamos, portanto, a ver as coisas.

Cada um de nós está armazenando sua experiência e karma, ou seja, cada um está vivendo no mundo que ele próprio criou com este karma que está acumulando. Então, você pode achar que não tem jeito de mudar - mas tem. Neste momento, aquilo que você está observando, aquilo que você está estudando, o que está pensando, é o que vai ser guardado, e com isso o mundo todo começa a mudar. Se realmente transformamos toda a nossa consciência em uma coisa pura, o mundo inteiro muda totalmente.

A oitava consciência tem três nomes: Alaya, Vipaka, Adana, mas depende do estado em que a pessoa estiver operando dentro dela. Alaya é o primeiro nome da oitava consciência. Indica aquele estado em que se está ainda apegado ou impressionado, com a sétima consciência, a da identidade do ego, a Manas Vijnana ou o egocentrismo. Por isso, até chegar ao estado do Bodhisattva, a ideia de ego prossegue como lembrança porque não entrou profundamente ainda na oitava consciência, ainda há lembranças dele na sétima consciência.

Em segundo lugar a Vipaka. Este estado significa que as coisas, ruins ou boas, são depositadas dentro da oitava consciência. Mas enquanto estão guardadas dentro da oitava consciência de Alaya são neutras. Esta semente não é boa nem má; ela é neutra. Havendo condições ela brota e aí pode dar a visão boa ou má.

A boa semente guardada é neutra, mas quando brota faz coisas boas. Isto quer dizer duas coisas. Mesmo que a pessoa esteja fazendo coisas boas, não precisa ficar vaidosa, porque na verdade a ação é neutra. Mesmo fazendo coisas ruins, também a ação é neutra, o que significa que ainda há possibilidade de melhorar. Há a possibilidade de salvação. E assim, a semente má e a semente boa podem se transformar em uma outra coisa. O processo de treinamento budista é isso, é como um glóbulo branco combatendo as doenças e matando os micróbios. Devemos trabalhar para a limpeza total, para a iluminação completa do ego, pois aí o mundo inteiro fica totalmente puro e perfeito e o exterior também fica totalmente, totalmente puro e limpo. Esta consciência se chama Adana, e já é o estado de Buda. Chegou-se ao estado de Buda e Adana é o terceiro nome da oitava consciência. Muita gente fica preocupada em ganhar a Iluminação e isto soa como uma brincadeira, não é? O treinamento não é isto. Não é tão fácil assim. Temos de trabalhar bem dentro de nós.

A pessoa vive neste mundo sem saber o que faz. Jesus Cristo disse: "Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem". Sempre existe a preocupação com alguém que está fazendo coisas ruins. Alguns reclamam, mas a pessoa quando não sabe o que está fazendo não sabe se está fazendo o mal ou não. Ela não deve ser culpada. Tudo bem, ela pode não ser culpada, mas o karma está criado e a responsabilidade é inteiramente da pessoa. A ignorância é isso: é não saber as coisas.
Um novo jeito de viver perto de tudo.








"Ao ler o estudante de História Rafael Lapuente no Facebook vi que a nossa história, os feitos que 'servem de modelo a toda terra', não se aplicam em Porto Alegre. Talvez no interior do estado. Aqui a regra é o dito 'progresso' acima de tudo. Segundo Lapuente já foi cogitado implodir o Mercado Público para a construção de uma perimetral. O celebrado jornalista Flávio Tavares tratou de abordagem semelhante na sua coluna dominical em Zero Hora. Imaginem Roma sem o Coliseu. Bom, assim como no futebol, os corneteiros sociais gritam de pronto: 'Comparar Porto Alegre com Roma?'. Que valor artístico, cultural, histórico e econômico, teria Istambul, Praga ou Buenos Aires, se no auge dos seus 240 anos começassem a destruir seu monumentos? O Olímpico e o Beira-Rio na recente Porto Alegre são monumentos pela imponência arquitetônica e pelo que se vivenciou nos seus limites. Recordamos com saudade dos nossos velhos estádios, Baixada e Eucaliptos. Porém são incomparáveis com o Olímpico e o Beira-Rio. Os muitos significados do Olímpico Monumental estão expressos na série #VoltaOlímpico do competente site Impedimento." (Rodolfo Mohr)


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

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Originally uploaded by Dear Pao,.


Quanto custa o carro para a sociedade?

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Tallinn (Estônia) é a primeira capital europeia com transporte público grátis.
"Você sabe como lavar os pratos todos os dias? Nós usamos a esponja para limpar os pratos. Mas com que freqüência pensamos se a esponja está limpa? Como a esponja não está limpa, os pratos não ficarão limpos. Temos muita ansiedade em fazer o Começar de Novo, mas na verdade o primeiro passo é voltar e fazer Começar de Novo com nós mesmos – limpar a esponja. A prática de Começar de Novo começa com uma esponja. Significa que começaremos de novo com nossos pensamentos, nossa fala e nossas ações do corpo." (Dang Nghiem)