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quinta-feira, 31 de maio de 2007

Isto aqui abaixo é uma verdadeira obra prima escrita em forma de provocação anônima. É para ser um cara escerevendo para uma guria (que não vou revelar quem é), mas ficou escancarado na linguagem que quem escreveu foi uma garota. Boa imaginação e alternância entre repulsa e atração, ambivalência do tesão.

"Até que enfim te achei gatinha da bunda caída. Já melhorou da verminose? Pois to só esperando pra te dar mais uns pegas. Põe isso na tua mente. Você só existe pra me servir. Já foi minha amiguinha, mas agora que sei que tu te acha vamos falar sério? O que são aquelas estrias no meio das pernas? E aquelas manchas de celulite nas coxas? Tu já era. Quem mandou ficar com todo o colégio? Agora, só resta a tua mente vazia. Vou te buscar no teu col e você vai me dar bem gostoso como sei que dá pra todos os meninos e agora até meninas. To sabendo do seu lado gls. Bjinhos no cuzinho. Sempre teu amado e venerado amadinho."

quarta-feira, 30 de maio de 2007

E por falar em Tim DeLaughter e seu Polyphonic Spree, a maior surpresa boa dos últimos tempos é a versão deles para 'Lithium', do Nirvana. De ficar com a boca aberta.

Há algum tempo, numa lista de yahhoogroups, fizemos uma CD-ring, tipo um amigo secreto em que as pessoas deveriam gravar coletâneas para o colega sorteado. O Bruno Galera gravou um disco só de artistas fazendo releituras, parece que na época ele estava viciado nisso. Pois eu viciei agora, com a ajuda do site que mapeia todos os covers do mundo, o Coversproject.com, que o Charles Pilger indicou algum dia. Já estou com um ótimo material, outra ora eu listo e comento.
O Tony me copiou como o baixo do Lightning Bolt é configurado: Brian Gibson plays his bass guitar tuned to cello standard tuning, in intervals of fifths (C G D A), using a banjo string for the high A.

terça-feira, 29 de maio de 2007

input_output
Similar Artists
Last.fm based on overall listening habits

Artificial
Hurtmold
Vetiver
Glissandro 70

segunda-feira, 28 de maio de 2007

É incrível como a característica biológica da fêmea de almejar segurança para que a prole e a progenitora mantenham-se protegidas tem reflexos fortes na diferenciação do homem e da mulher. Mulheres buscam segurança e conforto ouvindo menos artistas e têm a capacidade de ouvir um mesmo disco repetidamente por muito tempo. Elas precisam de algo reconhecível e familiar. Homens, que saíam para a caça e descobriam novidades a cada momento, precisavam estar atentos para essas descobertas, buscam mais artistas e, em geral, preferem variar suas audições. A menos que eu esteja fazendo uma análise muito pessoal.
O sr. Polyphonic Spree dizendo o que eu já sei: que é tudo comigo. A Débora esses dias reclamou que eu não falo dos meus problemas e erros aqui. Respondi que sempre falava, mas que parei de fazê-lo porque eu estava meio obsessivo com isso, acabava tendo mais problemas e errando mais. Era muito foco em cima do negativo, na época da psicoterapia e dos remédios. Mas agora eu preciso falar do meu maior problema atual, estando as outras "áreas" bem. É o fato de eu não estar ativo musicalmente. Blanched e Pelicano, apesar de terem discos prontos para lançar, não existem mais como bandas propriamente ditas, ativas e com objetivos de criação. Uma tentativa de banda nova está indo a passos lentos por questões de horários - as mesmas questões que impedem a formação ao vivo do input_output de ensaiar. Só me resta aquilo que mais está atrasado, aquilo que mais pesa sobre os meus ombros, a auto-obrigação de lançar discos do meu projeto individual com regularidade (pensava em freqüência anual), o início do tão por mim esperado sucessor do 'Eu contenho...'. (Só há loops e samples prontos, mas isso eu faço sempre até demais, sem a preocupação com a montagem de estruturas, o uso de mais instrumentos e muitos cabos e de mais softwares.) Depois de matutar por mais de um ano, ou quase um ano, de inércia nesse sentido, cheguei resumidamente às duas palavras mágicas: medo e preguiça. Medo (diante da pressão de dar um passo adiante criativamente), preguiça (de começar o trabalho braçal e manter uma disciplina de trabalho) e falta de espaço no JK (não tenho como deixar coisas armadas aqui na unipeça). (Isso e mais uma coisa: as horas vagas da semana são preenchidas com navegação na internet, o grande vício a ser combatido, a saída fácil para, diante do medo, preencher o tempo.) Mas, de qualquer forma, eu deveria/devo começar, de alguma forma. É tudo comigo, diz o Tim DeLaughter.
Experiência interessante (de perceber os "parentescos") é ouvir esta playlist:

Bright Eyes - Clairaudients (kill or be killed)
Pink Floyd - Paranoid eyes
Roger Waters - Perfect sense (part II)
Wilco - Poor places
Peligro Discos
Informativo #70.5
28/05/2007

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Dae. Adiantando um pouco o informativo da semana porque tem uma coisa muito especial que esqueci de comentar. Nessa terça-feira, ou seja, amanhã, a Open Field Church vai se apresentar ao lado do Four Tet, no Studio SP. Presta atenção, a gente não vai simplesmente abrir o show do cara. Vamos tocar juntos! A gente tá ensaiando bastante e estamos muito animados com o resultado. O encontro faz parte de um projeto da Brahma, de intercâmbio de artistas brasileiros e britânicos, que também vai juntar nessa edição Tony da Gatorra e Gruff Rhys (Super Furry Animals) e Rômulo Fróes e King
Creosote, entre outros. Dá uma olhada no projeto todo aqui: www.trocabrahma.com. Os shows rolam nessa semana em São Paulo e no final de julho em Londres, Liverpool e Glasglow. Completamente imperdível! Recapitulando: Terça, 29 de maio, Four Tet e Open Field Church, a partir das 23h. Entrada R$ 25 (R$ 20 com nome na lista). Domingo, 3 de junho, Tony da Gatorra e Gruff Rhys / Rômulo Fróes e King Creosote, a partir das 21h. Entrada R$ 30 (R$ 25 com nome na lista). Ambos no Studio SP (Rua Inácio Pereira da Rocha, 170). Mais info em www.studiosp.org.

domingo, 27 de maio de 2007

Compilação por Gustavo Spolidoro (Clube Silêncio).

"Depois de filmar fraturas e fissuras dos homens, Brant agora filma a beleza dos gestos dos seres comuns. Alguns dos momentos mais belos do cinema brasileiro recente." (Cléber Eduardo - Bravo!)

"É um filme que mostra gente de verdade, tem cheiro e textura de vida. O filme captura tão bem o processo de se apaixonar...que a platéia sente aquela sensação de não estar mais sozinha." (Rodrigo Carreiro - Cine Repórter)

"O filme manteve o clima do livro. Melancólico. Uma história de amor e abandono." (Marcelino Freire - eraodito.blogspot.com)

"Dentre as obras em 35mm já produzidas no Estado, é a que oportuniza ao espectador nativo a relação cinematográfica mais densa e fecunda com a identidade cultural porto-alegrense." (Fernando Mascarelo – Zero Hora)

"'Cão sem dono', de Beto Brant e Renato Ciasca, nos joga para dentro de um apartamento em Porto Alegre e é como se nós convivêssemos por algum tempo com Ciro e Marcela. O filme, inteiro, é pensado para que o espectador sinta-se íntimo dos dois jovens. Possui espontaneidade e naturalidade poucas vezes conquistadas por um filme brasileiro. É um trabalho feito em função do ator, de seus movimentos e respiração." (Cláudio Marques - coisadecinema.com.br)

"A insatisfação do protagonista se reflete na tela, porém sem entediar o espectador, que acompanha a evolucão dos acontecimentos não distanciado, mas envolvido nos pequenos." (Robledo Milani – cineronda.blogspot.com)

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Meudeus, Interpol está uma calamidade. Sua carreira é uma hipérbole descendente acentuada. Parecendo Franz Ferdinand, que parecia Interpol, está pior do que Franz Ferdinand - uma das piores bandas da face do planeta. Não adiantou fazer aquelas capas sublimes. [Som de vômito, agora.]

**UPDATE**

Sim, a voz estava estranha! Porque não era a voz do Paul Banks, e sim do Brandon Flowers, dos Killers!! O que eu baixei - e odiei - foi o disco 'Sam's town', o último disco dos Killers, porém todo ele como se fosse 'Our love to admire' (títulos das faixas e tudo), o ainda não lançado nem totalmente vazado disco do Interpol! "Interpol parecendo Franz Ferdinand e com voz irreconhecível"... Farsa. Malditos. Bem que não estava fechando também com o fato de eu ter gostado do single 'The Heinrich Maneuver'.
Eis as fitas cassete que mais povoam a minha memória afetiva. Posso sentir os relevos e as texturas, inclusive os cheiros, só de ver estas imagens. Vejo também o cabeçote sujo de pó marrom e eu o limpando com cotonete e álcool.





Estas imagens maravilhosas são do site Tapedeck.org - Analog Audio Tape Cassette Nostalgia. Obrigado, Ieve.
Fantástica descrição da Wire Magazine - na já recomendada lista de 150 Sonic Essentials and Aural Obscurities - para o Oval, projeto eletrônico alemão encabeçado por Markus Popp (foto abaixo) que é um dos cinco principais da avant-electronica: "Disturbing the smooth flux of electricity with tone poems wrung from scratched CDs. Serious head damage."

quarta-feira, 23 de maio de 2007

10 discos de 2007 so far.

01. Avey Tare & Kria Brekkan - Pullhair rubeye
02. Bright Eyes - Cassadaga
03. Earth - Hibernaculum
04. Nadja - Touched
05. The Twilight Sad - Fourteen autumns and fifteen winters
06. The Besnard Lakes - The Besnard Lakes are the dark horse
07. Bill Callahan - Woke on a whaleheart
08. Dan Deacon - Spiderman of the rings
09. Clinic - Visitations
10. Arcade Fire - Neon bible
Después de lanzar su primer álbum, "Eu contenho todos os meus anos dentro de mim", por el sello/distro Open Field/Peligro, input_output muestra un proceso criativo distinto en este single, "Polissonografia". Usando solo uno software y solamente improvisando, constroye una delicada red de texturas y ambiencias, como si fuera el registro gráfico de un sueño.

After releasing his first album, "Eu contenho todos os meus anos dentro de mim" ["I have all my years inside me", hehe], by the label/distro Open Field/Peligro, input_output shows a different creative process in this single, "Polissonografia". Using only one software and only improvising, weaves a delicate web of textures and ambiences, like the graphic registration of a dream.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Pecha Kucha Night Porto Alegre Vol. 01

Lava Studio
Carla Barth
Damn Laser Vampires
Bruno 9li + Cardoso
Mari MTB + Ninja e Bubu
Ieve Holthausen + Carol Bensimon
Laura Leiner
Lenara Verle + Karla Brunet + Mari Fiorelli
Leo Felipe + Mari Xavier
Paulo Scott + Biba Meira + Simone Carvalho + Geraldo
Marcelo Noah + Fabio Godoh
Marcelo Ferla
Marcelo Nunes
Patrick Matzenbacher

"(...) O evento será realizado no dia 27 de maio de 2007, no OX, e será organizado por Paulo Scott e André "Cardoso" Czarnobai. Durante 6 minutos e 40 segundos, cada convidado (ou grupo convidado) apresenta 20 imagens, que ficam expostas em um telão durante 20 segundos, cada. A exibição pode ser acompanhada de uma trilha sonora, mas o convidado pode fazer o que quiser: tocar um instrumento, recitar textos, fazer performances, ficar em silêncio ou falar sobre seus projetos. Tudo é permitido dentro do tempo estipulado. (...) As portas estarão abertas a partir das 19h, mas a Pecha Kucha começa às 20h20. Quanto? R$ 5. (...)"

domingo, 20 de maio de 2007

Para quem gosta de descobrir coisas novas para baixar no Soulseek, existe uma seção do site da Wire Magazine só de listas, tanto as de melhores dos anos quanto algumas de todos os tempos, como por exemplo a lista de 150 Objetos Essenciais, a menção mais completa que eu já vi do tudo o que é de fato importante para o apreciador de música (realmente) "alternativa".

sábado, 19 de maio de 2007

Finalmente foi lançado o single do ano passado do input_output na netlabel Antena.

022
input_output
polissonografia

1 faixa, 16:56


Após lançar seu primeiro álbum, "Eu contenho todos os meus anos dentro de mim", pelo selo/distribuidora Open Field/Peligro, o input_output mostra um processo criativo diferente neste single, "Polissonografia". Usando apenas um software e somente improvisando, constrói uma delicada rede de texturas e ambiências, como se fosse o registro gráfico de um sonho.

2006

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Oito artistas que sabem desafinar bonito.

1. Syd Barrett
2. vocalistas dos Vaselines
3. vocalistas dos Moldy Peaches
4. Kymia Dawson solo
5. Calvin Johnson (Beat Happening)
6. vocalita dos Television Personalities
7. vocalista dos Mountain Goats
8. Herbert Vianna (Os Paralamas Do Sucesso)

terça-feira, 15 de maio de 2007

No último jogo eu fiz quatro gols. Estou empolgado com a minha evolução. O tai chi chuan já está fazendo diferença para mim no futsal.

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Fuzzy no Infinite Cat Project.



É o quarto gato, "de fora para dentro".
Marcos Rubenich, baterista dos Walverdes e recente novo baterista da Viana Moog, agora é também o novo baterista da Space Rave. A seguir, trechos de um e-mail de divulgação:

"Antes de qualquer outra informação, é importante deixar claro uma coisa aqui: a Space Rave é aquela legítima banda do tipo 'digna de respeito'. É sim. Independente de você conhecê-los ou não, gostar do seu estilo ou não, o certo é que são absolutamente admiráveis a persistência e a disposição deste quinteto gaúcho para trabalhar abaixo de 'mau tempo fonográfico'. Desde 1993, eles gravam, lançam e se produzem, sem pedir benção para gravadoras e meios de comunicação. Fora isso, ainda se dão ao luxo de pensar em projetos bacanas. (...) A mais recente iniciativa da Space Rave atende pelo DVD Juventude Enlouquecida (1994-2004), nada menos que o primeiro registro deste porte de uma banda alternativa no Brasil. (...) O menu de clipes vale o investimento. Até mesmo os mais antigos, produzidos no começo dos anos 90, mostram habilidade com o negócio. E claro que não se trata de superprodução. Suas concepções, em geral, são do tipo simples e baratas, dignas de uma boa banda underground. O segredo talvez esteja no saber combinar efeitos, postura e uma certa estética. (...) 'Do Outro Lado da Esfera' tem um quê de psicodelia, com cenas do Fórum Social Mundial que lembram filmagens de Ray Manzarek para vídeos do Doors. 'Querendo Dizer Adiós!', se visto de relance, pode ser confundido (no ótimo sentido) com Sonic Youth ou Breeders. 'Lunática Anarquista' Clash, em música e economia de imagens. 'Atordoado' evoca Waking Life - de Richard Linklater – mais uma pitada colorida de Shonen Knife. São várias as referências, mas não fazem a banda perder personalidade. (...)"
Espiritualidade é aprender a ser animal. Uma "categoria" da natureza. Dos seres vivos. (Re)aprender a ser o que é.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

"(...) Muitas vezes, você está numa festa ou num lugar público e percebe que, quando vira de costas, uma determinada pessoa dirige a você um olhar insistente e negativo. Você, então, poderia lançar mão de uma técnica muito usada por taoístas nessa situação: respirar umas duas ou três vezes prestando atenção ao ritmo da sua respiração para que ela fique tranqüila; não deixar transparecer no rosto nem nas atitudes externas que percebeu o que está acontecendo; e começar a esvaziar seu interior, imaginando que você todo está se tornando um vazio, restando do seu corpo apenas uma silhueta.

"Nessa hora, a energia desconfortável daquele olhar vai passar por você como se estivesse passando por um vazio. Algum tempo depois, você vai notar que aquela pessoa está começando a sentir um cansaço imenso, e vai ficar cada vez mais cansada até desistir de olhar para sua direção.

"Mas se você receber esse olhar e, por não estar esvaziado, for atingido por ele, ou seja, se a pessoa conseguir acertar você com aquela energia perversa, essa mesma energia vai voltar para ela e realimentá-la.

"(...) Um mestre antigo dizia que nós deveríamos saber receber tudo o que vem do mundo e repassar tudo de volta para o mundo. Dessa maneira, a nossa vida torna-se algo vazio e esse vazio permite que a vida flua dentro de nós. É desse processo que vem a alegria sem euforia e a tristeza sem depressão." (Trecho de 'O Eu e a garrafa sem fundo', texto
publicado no Jornal Tao do Taoísmo.)
"(...) No processo da meditação, o praticante não pode dar continuidade ao pensamento que surge em sua mente no momento em que ele está procurando concentrar-se em sua respiração, para uni-la com sua consciência. Ou seja: não se deve alimentar pensamentos. A pessoa alimenta um pensamento quando dá livre continuidade ou rejeita rispidamente esse pensamento; isso significa, na primeira situação, deixar-se levar por quimeras e, na segunda, brigar com o pensamento, dizendo para ele, por exemplo: 'Vá embora, não se aproxime porque eu não quero dialogar com você'. Em ambas as situações o praticante terá saído do estado de meditação para conversar com seus pensamentos: na primeira hipótese, uma conversa agradável, fundamentada em fantasias; e, na segunda, uma polêmica disputa de forças. (...)" (Wu Jyh Cherng)

"Quem respira profunda e suavemente capta maior quantidade de oxigênio, energia vital e elimina mais gás carbônico e energias impuras. Uma pessoa com uma respiração suave e profunda possui um diafragma mais conservado, sem tensão e sem reter energias do campo emocional. Na parte superior do corpo, uma boa energização e oxigenação, possibilitam uma capacidade mental mais ampla. Na parte inferior do corpo, as energias vitais e sexuais ficarão mais plenas. A pessoa tem mais saúde física e mental." (Wu Jyh Cherng)
"Aja de acordo com a natureza, e com sutileza em lugar de força. A perspectiva correta será encontrada pela atividade mental da pessoa, até chegar a uma fonte mais profunda que guie sua interação pessoal com o universo. O desejo obstrui a habilidade pessoal de entender O Caminho, moderar o desejo gera contentamento. Os taoístas acreditam que quando um desejo é satisfeito, outro, mais ambicioso, brota para substitui-lo. Em essência, a maioria dos taoístas sente que a vida deve ser apreciada como ela é, em lugar forçá-la a ser o que não é. Idealmente, não se deve desejar nada, 'nem mesmo não desejar'. Unidade: ao perceber que todas as coisas (inclusive nós mesmos) são interdependentes e constantemente redefinidas pela mudança das circunstâncias, passamos a ver todas as coisas como elas são, e a nós mesmos como apenas uma parte do momento presente. Esta compreensão da unidade nos leva a uma apreciação dos fatos da vida e do nosso lugar neles como simples momentos miraculosos que 'apenas são'." (Taoísmo na Wikipédia)

***

"Dào (Tao) é, ao mesmo tempo, o caminho, o caminhante e o ato de caminhar. Filosoficamente, pode ser interpretado como o Absoluto. O caminho taoísta propõe a restauração do estado pleno de vida e conciencia, chamado Tao." (Taoísmo, segundo a Sociedade Brasileira)
Parábola de Buda

Ao atravessar um campo, um homem encontrou um tigre. Fugiu a sete pés, com o tigre atrás dele. À sua frente encontrou um precipício em que acabou por cair. Mas conseguiu agarrar-se à raiz de uma velha videira e ali ficou pendurado, com o tigre a cheirá-lo. Tremendo de medo, olhou para baixo e viu outro tigre, lá longe em baixo, que o esperava, cheio de apetite. Só mesmo a videira lhe estava a salvar a vida. Mas apareceram dois ratos, um branco e outro preto, que pouco a pouco começaram a roer a raiz da videira. Foi só nesse momento que se apercebeu que, mesmo ao pé da raiz, estava um morango apetitoso. Agarrando-se à videira com uma mão, colheu o morango com a outra. E nunca um morango lhe soube tão bem!

***

De manhã, antes de se vestir, acenda incenso e medite.
Coma a intervalos regulares e deite-se a uma hora regular.
Coma sempre com moderação e nunca até ficar plenamente satisfeito.
Receba as suas visitas com a mesma atitude que tem quando está só.
E, quando está só, mantenha a mesma atitude que tem quando recebe visitas.
Preste atenção ao que diz e, o que quer que diga, pratique-o.
Quando uma oportunidade chegar, não a deixe passar, mas pense sempre duas vezes antes de agir.
Não se deixe perturbar pelo passado. Olhe para o futuro.
A sua atitude deve ser a de um herói sem medo mas o coração deve ser como o de uma criança, cheio de amor.
Ao retirar-se, ao fim do dia, durma como se tivesse entrado no seu último sono.
E, ao acordar, deixe a cama para trás, instantaneamente, como se tivesse deitado fora um par de sapatos velhos.

***

A regra do Zazen.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Minhas duas novas descobertas, filhos da puta desgraçados, guitarristas que partem do blues para uma música universal, fora das limitações de um estilo, produzindo, cada um, o seu próprio estilo, diferente e único, surpreendente para um fã de "música alternativa", explorando timbres e texturas do instrumento, seqüências simples porém inéditas de acordes. Os dois trabalharam juntos na trilha do filme 'Estrela solitária', do Wim Wenders, musicando o deserto e superando o Ry Cooder de 'Paris, Texas'. Um tem 53 anos e trabalhou com o Tom Waits e o outro tem 59 anos e trabalhou com o Elvis Costello.



"(...) No casamento, cada um pode apoiar o caminho espiritual do outro e ajudar a assegurar que o potencial da vida humana não seja desperdiçado. Isto é muito importante já que a oportunidade que temos como humanos é muito breve. É natural desejarem permanecer juntos por um longo tempo, mas não podem saber quanto tempo suas vidas ou relacionamentos vão durar. Tudo é impermanente em nossas experiências. Este universo que habitamos não existia há muito tempo e, um dia, ele será mais uma vez reduzido ao nada. Houve um tempo em que nosso corpo físico não existia e um dia ele terá, mais uma vez, desaparecido. De todas pessoas que viveram nesta terra há cem anos atrás, quantas ainda estão aqui? E dessas, quantas estarão aqui dentro de cem anos? Se vocês entenderem a impermanência, perceberão a importância de usar bem o tempo que estão juntos.

"Desde o início, precisam pensar claramente qual é a direção que seu casamento vai tomar. O mais importante não é tanto estarem juntos e sim como irão usar o tempo que estão juntos. Casamento significa o compromisso de agora em diante, pelo resto de suas vidas, viver em harmonia, com alegria, amor e afeição, e com a intenção de beneficiar um ao outro, o máximo possível. Isto significa tentar diariamente colocar a felicidade do seu parceiro à frente da sua. Tanto no nível mundano quanto espiritual, é a decisão de atender às necessidades e contribuir para o crescimento espiritual do outro. (...)

"Se ambos se preocuparem com a felicidade do outro nunca irão se separar. Seu elo não poderá ser rompido. Se, por outro lado, vocês colocarem a responsabilidade pela sua felicidade em seu cônjuge, se sentir que ele ou ela lhe deve algo, somente verá as falhas do seu parceiro. (...)" (Este texto foi produzido a partir das transcrições de cinco cerimônias de casamento conduzidas por Chagdud Tulku Rinpoche entre 1988 e 1993.)
Estes dois vídeos são os mais derretedores do planeta para quem ama gatos (e piano...): I & II!
O Diego Medina está gravando com a Desirée, da Monodia, o segundo disco do Senador Medinha, que parece que se chamará 'Ópera zumbi', a ser lançado no segundo semestre.
Pitchfork: Talvez não seja a palavra apropriada, mas parece que 'Sky blue sky' é menos experimental que o último par de álbuns do Wilco.

Jeff Tweedy: Eu discordo. (...)

***

Os australianos do Architecture In Helsinki vão remixar uma música do Bonde Do Rolê, assim como o CSS (ex-Cansei De Ser Sexy) também vai. O disco de releituras sairá pela Domino, gravadora de Animal Collective, Bonnie 'Prince' Billy (não sei porque precisa das aspas...), Clinic, The Kills, Juana Molina, Jim O'Rourke, Elliott Smith (no site está com dois tês) etc.

domingo, 6 de maio de 2007

Mais Lama Samten.


"(...) A chave numa relação afetiva, ou com amigos, é a disposição de dar, e não a de receber. Todos os mestres budistas falam isso. A origem do sofrimento é colocar a experiência de felicidade na dependência de algo externo. Não há como escapar, com a flutuação do objeto, nossa felicidade flutua junto. (...)"


As "dez ações não-virtuosas", as dez fontes de sofrimento, segundo o Buda Sakiamuni:

01. matar outros seres;
02. roubar;
03. conduta sexual inadequada;
04. mentir;
05. criar discórdia;
06. agredir com palavras;
07. tomar o tempo dos outros com palavras inúteis;
08. ter má vontade com outros seres;
09. dar conselhos que resultem em sofrimento aos outros;
10. ser avarento.


Os "três venenos", as raízes de todos os sofrimentos:

01. ignorância;
02. avareza (apego sórdido ao dinheiro);
03. ódio.


"(...)Não é que algum ser superior sinta-se afetado, nós é que nos sentimos imediatamente afetados. As dez ações quando praticadas produzem aparentes vantagens, mas acarretam infelicidades imediatas e de curta, média e longa duração, para quem a pratica e para as pessoas ao redor. Quando alguém chega a pensar 'seria bom que tal ser morresse' isso, em si mesmo, já é sofrimento. Curiosamente, todos os seres que estão em situações de sofrimento tem todos os argumentos para justificar suas ações equivocadas e não sair dali. Quando a pessoa faz uma ação equivocada, não se dá conta, e pensa que é bom, que vai trazer benefício para ela. Isto é o veneno da ignorância atuando. Não percebe que está construindo um longo carma de sofrimento para si mesma. (...)"

"Há três níveis de motivação budista . . . a maturidade do primeiro nível conduz ao reconhecimento dos ensinamentos que falam da inseparatividade de todos os seres e de todas as coisas. O segundo nível da motivação budista, que é baseado na compaixão começa nesse ponto. Tirar o foco de si e colocar no outro. (...) O terceiro nível de motivação é a percepção de que o próprio local onde estamos e tudo que nos rodeia é perfeito. É a prática da visão pura, o reconhecimento da natureza verdadeira de todas as aparências. (...)"

"Nós construímos a realidade, a paisagem que nos cerca, a partir do conteúdo do nosso coração. No momento em que viajamos para dentro de nós mesmos e transformamos o conteúdo . . . , todo o universo externo muda. Quando somos filhos, vemos nossos pais de um jeito, e quando somos pais, os vemos de maneira inteiramente nova. É uma experiência surpreendente olhar ao redor com olho livre. (...) O que vemos é um espelho de nós. Esse é o primeiro ponto, é toda a mágica do budismo. O que pensamos que é a realidade externa, é na verdade reflexo no nosso ser cármico interno. Quando mudamos o foco, o universo muda. Optamos por um aspecto interno e esse aspecto cria a realidade ao nosso redor. Esse ponto é muito importante, principalmente nas nossas relações. (...)"


As "quatro qualidades incomensuráveis":

"A primeira é a compaixão, o desejo que os seres realizem sua natureza interna e se livrem de suas complicações. Essencialmente é o desejo que o outro supere suas dificuldades e possa melhorar. (...) A segunda é o amor, o desejo que o outro seja feliz, completamente. Não exclui ex-maridos, ex-esposas, ex-sócios... Depois a alegria, a capacidade de se alegrar com as alegrias e vitórias dos outros, pequenas ou grandes. É um poderoso antídoto contra a inveja. Finalmente a equanimidade: perceber as flutuações das alegrias e tristezas da vida; num momento se tem uma grande alegria, em outro aquilo mesmo vira uma grande tristeza. Surge uma serenidade estável frente a essas flutuações e uma fé permanente, inabalável na natureza de todos os Budas, que é a sua própria natureza."


Ex-professor de filosofia e monge zen, o cineasta argentino Diego Rafecas decompôs a contradição que um dia teve, recriou sua transformação de racional em espiritual na história de dois irmãos que, ao tentarem se aproximar, acabam diminuindo a radicalidade de seus posicionamentos diante do mundo, acabam indo na direção do centro, do meio. O nome do filme é 'Un buda', traduzido no Brasil como 'O buda', é de 2005 e foi realizado pela Zazen Producciones, do próprio Rafecas, que, além de dirigir, é responsável pelo roteiro e faz o papel do irmão mais velho, o racional. O melhor filme que eu vi nos últimos meses, um pouco covardia por o tema ser algo que me interessa bastante, a espiritualidade, os ensinamentos das filosofias orientais. Há uma cena em que o Maestro Zen responde a perguntas, e tal cena já valeria o filme inteiro.

"Zazen Producciones was created with the purpose of telling fictional stories through cinematographic art. The deep motivation of its partners is to express contents that reflect and show human values."

sábado, 5 de maio de 2007

"(...) Chamamos isto de duka. Não há como evitar este tipo de inquietação. Para todas as características favoráveis que percebemos no mundo, existem problemas correspondentes, exatamente no mesmo grau. (...) Cada pequeno objeto, cada pequena pedrinha na paisagem tem uma correspondência interna em nós na forma de energias que percorrem nosso corpo e nervos. A isto chamamos ventos internos. Nosso apego não é às coisas, mas aos ventos internos que elas provocam. Os ventos internos são a experiência íntima dos objetos e também dos seres. Esta dependência e apego são a base de duka. (...) No quinto passo ela se vê contemplada com o que poderíamos chamar de sorte. É como se o universo inteiro começasse a conspirar pela pessoa. Nesse momento, tudo funciona não apenas para a pessoa, mas para os outros ao redor dela. Este é o resultado da maturidade da quinta etapa. (...) Quando a pessoa atinge a maturidade relacionada ao sétimo passo, consegue conceber a natureza divina de todas as coisas. Vê com nitidez o que se chama de dupla verdade, o aspecto luminoso, sagrado. Percebe o aspecto ilimitado dos grãos de poeira, das estrelas, da própria mente, da aparência física dos seres, dos carrapatos, de tudo. Também percebe o aspecto ilimitado presente nos seres abstratos, os seres que não precisam de corpos. Dito assim parece muito místico, mas a culpa é das palavras, elas são assim mesmo. Neste terceiro contexto de introdução ao budismo que estou explicando, coloco as palavras desta forma. Mesmo que elas sejam verdadeiras, não produzem as experiências, produzem apenas curiosidade e predisposição pelas experiências verdadeiras. (...)" (Lama Samten)

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Radiare, nova banda do Frebs, ex-Astromato. Bem boa.
Sinestesia (do grego συναισθησία, συν- (syn-) "união" ou "junção" e -αισθησία (-esthesia) "sensação") é a relação de planos sensoriais diferentes, por exemplo, o gosto com o cheiro, ou a visão com o olfacto. O termo é usado para descrever uma figura de linguagem e uma série de fenômenos provocados por uma condição neurológica. A pessoa que sofre de sinestesia é chamada de sinesteta. Essa é uma condição neurológica em que um estímulo dos sentidos provoca uma percepção automática em outro sentido. Na sinestesia da audição, por exemplo, a percepção de um som pode provocar uma experiência visual em um sinesteta. Sinestesia é uma condição neurológica que transforma a informação real transmitida por um sentido em percepção de outro sentido.

Sinestesia na arte.



Universidade Federal de Pernambuco
Centro de Informática

Jarbas Jácome de Oliveira Júnior

Sintetizador de Imagens Metafóricas de Execução Musical


Trabalho apresentado ao Programa de Graduação em Ciência da Computação do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Ciência da Computação.

Orientador: Sílvio Melo
Co-orientador: Geber Ramalho

Recife
11 de março de 2005


Resumo

Este projeto tem por finalidade a pesquisa e o estudo de tecnologias de infra-estrutura de softwares multimídia que possam ser usados no desenvolvimento de sistemas capazes de gerar imagens e efeitos visuais. Os usuários desses sistemas podem ser artistas que se apresentam em público exibindo vídeos sintetizados em tempo real. Entre os principais interesses do projeto, mais especificamente, está a síntese de imagens e efeitos em vídeo capturado em tempo real, utilizando a análise da entrada de áudio como parâmetro desses efeitos e da síntese.

Introdução

'Jovem suíça (27 anos, musicista) é capaz de saborear literalmente a música', título de uma reportagem de [Presse, 2005] para o jornal [FolhaOnLine, 2005], de 2 de Março de 2005: 'consegue ver cores ao ouvir uma música (...) Um intervalo musical de segunda menor a induz a sentir acidez, enquanto o de segunda maior deixa um gosto amargo em sua boca. A terça menor é salgada e a terça maior, doce. (...) ela apresenta o caso mais extremo jamais visto de sinestesia, no qual a música estimula uma resposta em outros órgãos sensoriais'.

A criação, produção e manipulação de imagens projetadas para exibição ao público, durante concertos musicais é considerada uma nova linguagem artística e vem sendo cada vez mais difundida nos últimos anos. Desde muito tempo atrás, os espetáculos de execução musical já são acompanhados por elementos visuais como a iluminação. Atualmente, graças ao avanço tecnológico e queda do preço do hardware necessário, além do artista iluminador, está se tornando comum em apresentações públicas de grupos musicais, a presença do VJ (Video Jockey), um artista que opera softwares em um computador ligado a um projetor durante o concerto, para que este exiba imagens criadas ou transformadas por ele naquele momento. Na Europa, é muito comum que grupos musicais possuam um VJ como componente fixo da banda.

Existe, assim, uma demanda por sistemas, que podemos chamar de instrumentos visuais capazes de auxiliar esses novos artistas a expressarem sua arte, e concretizarem, em imagem, suas idéias. As possibilidades de operação, funcionamento e interface destes sistemas são incontáveis e a maioria ainda não foi imaginada, devido ao fato de ser uma modalidade artística muito recente. (...)

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Perder para o campeão sempre é mais legal: a Andina (de Túlio, Rodrigo, Mateus, Daniel e Renan) foi escolhida, junto com a Damn Laser Vampires, pelo público, nas eliminatórias, para participar do festival Gig Rock III. Hoje, às 23h, tem o "desfile das campeãs", no Garagem Hermética. Parabénsh.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

The Blow é a nova Lily Allen.

(Para mim, porque o 'Paper television' e o 'Alright still' são do mesmo ano, o ano passado.) E depois de a Björk dizer que escolheu o produtor Timbaland para o disco novo dela depois de ouvir Justin Timberlake, resolvi dar uma segunda chance, já que o Tony é fã, e baixei de novo o 'Futuresexlovesound' para ouvir várias vezes.
A Courtney Love vai leiloar os objetos pessoais do Kurt Cobain. "Vou fazer um monte de dinheiro e doar para a caridade. Minha casa parece um museu. Minha filha não precisa de uma mala gigante cheia dessas porras de camisetas de flanela. Um suéter, uma guitarra e a letra de 'Teen spirit' - isso é o que a minha filha vai ter. O resto vai ser vendido, porra."
VA - Instant karma (2007)

Disc 1:

01 U2 - "Instant Karma"
02 R.E.M. - "#9 Dream"
03 Christina Aguilera - "Mother"
04 Aerosmith - "Give Peace a Chance"
05 Lenny Kravitz - "Cold Turkey"
06 Los Lonely Boys - "Whatever Gets You Through the Night"
07 Corinne Bailey Rae - "I'm Losing You"
08 Jakob Dylan [ft. Dhani Harrison] - "Gimme Some Truth"
09 Jackson Browne - "Oh My Love"
10 Big & Rich - "Nobody Told Me"

Disc 2:

01 Green Day - "Working Class Hero"
02 Black Eyed Peas - "Power to the People"
03 Jack Johnson - "Imagine"
04 Snow Patrol - "Isolation"
05 Matisyahu - "Watching the Wheels"
06 Ben Harper - "Beautiful Boy"
07 Postal Service - "Grow Old With Me"
08 Jaguares - "Gimme Some Truth"
09 Avril Lavigne - "Imagine"
10 The Flaming Lips - "(Just Like) Starting Over"
11 Regina Spektor - "Real Love"

terça-feira, 1 de maio de 2007

(Controlados os vícios, e os mais comuns são internet, drogas e doces...)

O conforto é a maior tentação que há.

Transforma-nos em inertes felizes.

A transformação é dolorida e difícil, mas prepara o futuro.

O fácil é sempre indicador de caminho errado.