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segunda-feira, 28 de maio de 2007

O sr. Polyphonic Spree dizendo o que eu já sei: que é tudo comigo. A Débora esses dias reclamou que eu não falo dos meus problemas e erros aqui. Respondi que sempre falava, mas que parei de fazê-lo porque eu estava meio obsessivo com isso, acabava tendo mais problemas e errando mais. Era muito foco em cima do negativo, na época da psicoterapia e dos remédios. Mas agora eu preciso falar do meu maior problema atual, estando as outras "áreas" bem. É o fato de eu não estar ativo musicalmente. Blanched e Pelicano, apesar de terem discos prontos para lançar, não existem mais como bandas propriamente ditas, ativas e com objetivos de criação. Uma tentativa de banda nova está indo a passos lentos por questões de horários - as mesmas questões que impedem a formação ao vivo do input_output de ensaiar. Só me resta aquilo que mais está atrasado, aquilo que mais pesa sobre os meus ombros, a auto-obrigação de lançar discos do meu projeto individual com regularidade (pensava em freqüência anual), o início do tão por mim esperado sucessor do 'Eu contenho...'. (Só há loops e samples prontos, mas isso eu faço sempre até demais, sem a preocupação com a montagem de estruturas, o uso de mais instrumentos e muitos cabos e de mais softwares.) Depois de matutar por mais de um ano, ou quase um ano, de inércia nesse sentido, cheguei resumidamente às duas palavras mágicas: medo e preguiça. Medo (diante da pressão de dar um passo adiante criativamente), preguiça (de começar o trabalho braçal e manter uma disciplina de trabalho) e falta de espaço no JK (não tenho como deixar coisas armadas aqui na unipeça). (Isso e mais uma coisa: as horas vagas da semana são preenchidas com navegação na internet, o grande vício a ser combatido, a saída fácil para, diante do medo, preencher o tempo.) Mas, de qualquer forma, eu deveria/devo começar, de alguma forma. É tudo comigo, diz o Tim DeLaughter.

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