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sábado, 5 de maio de 2007
"(...) Chamamos isto de duka. Não há como evitar este tipo de inquietação. Para todas as características favoráveis que percebemos no mundo, existem problemas correspondentes, exatamente no mesmo grau. (...) Cada pequeno objeto, cada pequena pedrinha na paisagem tem uma correspondência interna em nós na forma de energias que percorrem nosso corpo e nervos. A isto chamamos ventos internos. Nosso apego não é às coisas, mas aos ventos internos que elas provocam. Os ventos internos são a experiência íntima dos objetos e também dos seres. Esta dependência e apego são a base de duka. (...) No quinto passo ela se vê contemplada com o que poderíamos chamar de sorte. É como se o universo inteiro começasse a conspirar pela pessoa. Nesse momento, tudo funciona não apenas para a pessoa, mas para os outros ao redor dela. Este é o resultado da maturidade da quinta etapa. (...) Quando a pessoa atinge a maturidade relacionada ao sétimo passo, consegue conceber a natureza divina de todas as coisas. Vê com nitidez o que se chama de dupla verdade, o aspecto luminoso, sagrado. Percebe o aspecto ilimitado dos grãos de poeira, das estrelas, da própria mente, da aparência física dos seres, dos carrapatos, de tudo. Também percebe o aspecto ilimitado presente nos seres abstratos, os seres que não precisam de corpos. Dito assim parece muito místico, mas a culpa é das palavras, elas são assim mesmo. Neste terceiro contexto de introdução ao budismo que estou explicando, coloco as palavras desta forma. Mesmo que elas sejam verdadeiras, não produzem as experiências, produzem apenas curiosidade e predisposição pelas experiências verdadeiras. (...)" (Lama Samten)
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