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domingo, 28 de janeiro de 2018
"Compaixão no Budismo não é uma coisa comum. Compaixão não é misericórdia, nem piedade. Ela inclui a capacidade de ver o outro além das dificuldades dele. Enquanto piedade seria uma visão em que o outro não tem saída, compaixão é uma visão a partir da qual a gente vê o outro livre de suas dificuldades. A pessoa não congela o outro em suas dificuldades, não prende o outro ali. A gente diz: o outro está passando por isso, mas ele supera. E nós tratamos de ver como que ele pode estar numa situação além dessa dificuldade. Então, a compaixão é uma postura ativa, militante." (Lama Padma Samten)
"É preciso um grau profundo de autonomia para você realmente estar de pé com seus dois próprios pés." (Adyashanti)
"Muita gente confunde autoestima com ego inflado e egoísmo. Alto lá! São coisas completamente distintas. Autoestima é você se casar consigo mesmo. Ela oscila junto com os altos e baixos da vida (assim como os casamentos), mas ao longo da caminhada aprendemos a fazer com que ela varie cada vez menos." (Blubell)
"Durante os séculos XIX e XX, o capitalismo priorizou uma sociedade disciplinar, centrada na casa, na escola, na igreja, na fábrica, na prisão. Para Michel Foucault, tratava-se de uma sociedade disciplinar hierarquizada, conduzida pela constante vigilância e pelo controle do tempo e do comportamento por um 'superior': o pai, o professor, o patrão. O século XXI inaugurou uma outra forma de controle, aparentemente mais leve e substancialmente mais eficaz: o controle internalizado no medo da exclusão, da segregação, da condenação pelo olhar dos outros. Gilles Deleuze atribui à sociedade escópica (na qual todos veem e são vistos) um dos principais propulsores desse estado de coisas. Não se trata mais da presença física de uma autoridade disciplinar nem dos limites de um espaço que requer determinado comportamento (como a fábrica, a escola, a igreja). As cobranças penetram na alma do indivíduo que se sente coagido a se comportar de determinada forma para não ser condenado." (Thaís Cavalcanti)
"Em Psicologia das Massas e Análise do Ego, Freud desvendou os mecanismos psicológicos que nas 'massas artificiais' criam a disciplina e o devotamento ao líder: instituindo-o no lugar do superego, os indivíduos que delas participam passam a obedecê-lo mais ou menos cegamente e, imaginando-se igualmente amados por ele, identificam-se uns com os outros, pois de certo modo são todos filhos do grande Pai. Nesse processo, abdicam de sua capacidade de pensar por si mesmos; compartilhando a crença na doutrina proposta pelo chefe, que geralmente divide o mundo em bons (os adeptos da 'causa') e maus (todos os demais), eles a transformam em instrumento de uma dominação capaz de os arrastar a atos que, se não fizessem parte do grupo, jamais teriam coragem de praticar." (Renato Mezanino)
Um coração
Dispara
E o outro
Desanda
Dispara
E o outro
Desanda
Je''''''''''''sus tinha 12 apóstrofos.
"Quando você está Presente com outro ser humano, você não está capturado pelos julgamentos da sua mente." (Eckhart Tolle)
"O treinamento da mente leva à estabilização das emoções, da motivação e da energia, o que dá serenidade para olhar nos olhos das pessoas hostis, entendê-las, aprender com suas atitudes, compreender o que querem dizer, auxiliá-las e ser auxiliado por elas. Sua Santidade Dalai Lama costuma dizer que o inimigo é de grande valia, pois é implacável em mostrar os defeitos e fraquezas que procuramos esconder." (Lama Padma Samten)
"Eu acho que todo mundo deveria ficar rico, famoso e fazer tudo o que sempre sonharam, para que possam ver que essa não é a resposta." (Jim Carrey)
"O golpe está levando a economia nacional, em ritmo acelerado, para se igualar a do Congo e outros países miseráveis do continente africano. (...) Um dos motivos que empobreceu o Brasil, sob Temer, foi o congelamento por vinte anos as verbas sociais. A tal PEC 95 aprovada pelo Congresso Nacional visando o superávit para pagar juros de bancos e rentistas. Outro, para não parecer redundância, será a reforma trabalhista que ressuscitou o trabalho semiescravo desde 11 novembro de 2017. (...) Pelo que depreende a matéria de Fernanda Trissoto, no blog Gazeta do Povo, o Brasil de Temer já ficou atrás do Turcomenistão, país situado na Ásia Central. Mas logo logo, pelo ritmo de empobrecimento dos brasileiros, nos igualaremos às nações africanas. E não foi por falta de aviso…"
https://www.esmaelmorais.com.br/2018/01/sob-michel-temer-brasil-segue-rapido-para-igualar-se-ao-congo-diz-o-fmi/
https://www.esmaelmorais.com.br/2018/01/sob-michel-temer-brasil-segue-rapido-para-igualar-se-ao-congo-diz-o-fmi/
"Como a atmosfera marciana é muito tênue, as diferenças de temperatura entre o solo e o ar são bem grandes. Estando no Equador marciano ao meio dia, uma pessoa sentiria como se estivesse no nível do mar terrestre na altura dos pés e num pico nevado de uma montanha na altura da cabeça."
"Na Terra, o recorde de temperatura máxima é de 56,7°C, registrada no deserto da Califórnia no verão de 1913. E o recorde de temperatura mínima é de -93°C, registrada na Antártida em agosto de 2010."
"Na Terra, o recorde de temperatura máxima é de 56,7°C, registrada no deserto da Califórnia no verão de 1913. E o recorde de temperatura mínima é de -93°C, registrada na Antártida em agosto de 2010."
<< Esses perfis não tinham sua foto ou nome verdadeiros, assim como os outros 17 que ele disse controlar no Facebook e no Twitter em troca de R$ 1,2 mil por mês. Eram, segundo afirma, perfis falsos com fotos roubadas, nomes e cotidianos inventados. O jovem relatou à BBC Brasil que esses perfis foram usados ativamente para influenciar o debate político durante as eleições de 2014. (...) "Os ciborgues ou personas geram cortinas de fumaça, orientando discussões para determinados temas, atacando adversários políticos e criando rumores, com clima de 'já ganhou' ou 'já perdeu'", afirma o pesquisador Fábio Malini, coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) da Universidade Federal do Espírito Santo. Exploram o chamado "comportamento de manada". (...) Pessoas reais chegam a dar parabéns a fakes em aniversários mesmo sem conhecê-los e fazem comentários elogiosos a fotos de perfil, ajudando a criar a sensação de que são verdadeiros. É desta forma que, inadvertidamente, usuários reais contribuem para a criação de "reputação". >>
http://www.bbc.com/portuguese/brasil-42172146
http://www.bbc.com/portuguese/brasil-42172146
Não adianta nada a pessoa ser defensora da justiça, da igualdade, da compaixão, da humanidade (alguém de esquerda, por exemplo), se essa pessoa não sabe respeitar a fala do outro, não sabe ouvir a opinião diversa sem atacar; acha que a sua visão é a única aceitável, sem nenhuma variação ou ponto a criticar. Outro caso de falta de autoconhecimento, de consciência de si, do que a move e do que ela causa ao redor. Prega a paz e é bélica. Prega a saúde e é nociva.
Ha-Joon Chang:
<< Praticamente todos os países ricos, começando pela Inglaterra no século XVIII, Estados Unidos e Alemanha, no século XIX, Suécia no começo do século XX, além de Japão, Coreia do Sul e Taiwan... todos estes países se desenvolveram usando protecionismo, subsídios estatais, controle do investimento direto estrangeiro, e em alguns casos, até mesmo empresas estatais.
A receita de austeridade usada na Grécia é a mesma tentada na América Latina, na África e em alguns países da Ásia nas décadas de 1980 e 1990, e que criou desastrosos resultados econômicos. Investir em política de austeridade é contraproducente. As pessoas que defendem esse tipo de política entendem que, quando você tem uma grande dívida pública, um jeito de reduzir essa dívida é cortar os gastos do Governo a fim de reduzir o déficit fiscal. Mas um jeito melhor de reduzir o déficit é fazer a economia crescer mais rápido.
O que é incrível é que essa política vem sendo usada várias vezes, como no Brasil nas décadas de 1980 e 1990, e nunca funcionou. Albert Einstein falava que a definição de loucura é fazer a mesma coisa várias vezes e esperar resultados diferentes. O problema é que muitos economistas que defendem essas medidas, quando sua teoria não funciona, culpam a realidade. Como se a teoria nunca estivesse errada.
As pessoas têm que entender como é séria a redução da indústria de transformação no Brasil. Nos anos 80 e 90, no ponto mais alto da industrialização, esse setor representou 35% da produção nacional. Hoje não é nem 12% e está caindo. O Brasil está experimentando uma das maiores desindustrializações da história, em um período muito curto. O país tem que se preocupar. E eu não estou dizendo nada novo.
Eu conheci vários empresários irritados em São Paulo pois as pessoas no Governo não parecem estar preocupadas com o declínio da indústria manufatureira no país. Sei que muitos economistas defendem que não importa se você está exportando soja ou aviões, desde que esteja fazendo dinheiro. E, no curto prazo, isso pode até ser verdade. Mas no longo prazo, é muito ruim para a economia. Além disso, as políticas macroeconômicas têm sido muito ruins para o setor industrial, especialmente a alta taxa de juros, uma das maiores do mundo.
Cingapura é hoje o exemplo mais bem sucedido de um país com desenvolvimento pragmático e não ideológico. E lá 90% das terras do país são de propriedade do Governo; 85% das casas são de propriedade do governo; e 22% do PIB é produzido por empresas públicas. Eles têm um modelo pragmático de economia, que mistura elementos do capitalismo de livre mercado e do socialismo. Eles não são capitalistas, nem socialistas. São pragmatistas. >>
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/05/economia/1515177346_780498.html
<< Praticamente todos os países ricos, começando pela Inglaterra no século XVIII, Estados Unidos e Alemanha, no século XIX, Suécia no começo do século XX, além de Japão, Coreia do Sul e Taiwan... todos estes países se desenvolveram usando protecionismo, subsídios estatais, controle do investimento direto estrangeiro, e em alguns casos, até mesmo empresas estatais.
A receita de austeridade usada na Grécia é a mesma tentada na América Latina, na África e em alguns países da Ásia nas décadas de 1980 e 1990, e que criou desastrosos resultados econômicos. Investir em política de austeridade é contraproducente. As pessoas que defendem esse tipo de política entendem que, quando você tem uma grande dívida pública, um jeito de reduzir essa dívida é cortar os gastos do Governo a fim de reduzir o déficit fiscal. Mas um jeito melhor de reduzir o déficit é fazer a economia crescer mais rápido.
O que é incrível é que essa política vem sendo usada várias vezes, como no Brasil nas décadas de 1980 e 1990, e nunca funcionou. Albert Einstein falava que a definição de loucura é fazer a mesma coisa várias vezes e esperar resultados diferentes. O problema é que muitos economistas que defendem essas medidas, quando sua teoria não funciona, culpam a realidade. Como se a teoria nunca estivesse errada.
As pessoas têm que entender como é séria a redução da indústria de transformação no Brasil. Nos anos 80 e 90, no ponto mais alto da industrialização, esse setor representou 35% da produção nacional. Hoje não é nem 12% e está caindo. O Brasil está experimentando uma das maiores desindustrializações da história, em um período muito curto. O país tem que se preocupar. E eu não estou dizendo nada novo.
Eu conheci vários empresários irritados em São Paulo pois as pessoas no Governo não parecem estar preocupadas com o declínio da indústria manufatureira no país. Sei que muitos economistas defendem que não importa se você está exportando soja ou aviões, desde que esteja fazendo dinheiro. E, no curto prazo, isso pode até ser verdade. Mas no longo prazo, é muito ruim para a economia. Além disso, as políticas macroeconômicas têm sido muito ruins para o setor industrial, especialmente a alta taxa de juros, uma das maiores do mundo.
Cingapura é hoje o exemplo mais bem sucedido de um país com desenvolvimento pragmático e não ideológico. E lá 90% das terras do país são de propriedade do Governo; 85% das casas são de propriedade do governo; e 22% do PIB é produzido por empresas públicas. Eles têm um modelo pragmático de economia, que mistura elementos do capitalismo de livre mercado e do socialismo. Eles não são capitalistas, nem socialistas. São pragmatistas. >>
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/05/economia/1515177346_780498.html
"A diferença em relação ao # meuprimeiroassedio é que o # MeToo parece ter exposto os agressores nominalmente, e aí há uma dificuldade de ordem, digamos, jurídica: ou você processa alguém, denuncia formalmente, ou a pessoa fica sem a chance de se defender. Poder se defender é algo fundamental e central num Estado de direito: todo mundo tem de ter direito à defesa." (Heloísa Buarque de Almeida)
"Carta assinada por cem mulheres francesas argumenta que muitos homens foram alvo de uma campanha difamatória sem o direito de se defender e de instalar um clima de sociedade totalitária, uma nova caça às bruxas."
"Carta assinada por cem mulheres francesas argumenta que muitos homens foram alvo de uma campanha difamatória sem o direito de se defender e de instalar um clima de sociedade totalitária, uma nova caça às bruxas."
Sakamoto: "Foram pagos aos reclamantes R$ 24,35 bilhões. Os valores decorrentes de acordos judiciais representaram 37,1% do total e os decorrentes da execução da sentença representaram 52,8%. Além dos recursos entregues a trabalhadores e empresários, a Justiça do Trabalho também conseguiu resgatar em prol da sociedade parte do valor negado em forma de sonegação. Ou seja, R$ 2,5 bilhões para a Previdência Social e R$ 407 milhões ao Imposto de Renda. Somando esses dois números às custas processuais, multas e emolumentos arrecadados, temos um total de mais de R$ 3,27 bilhões que foram para os cofres públicos via Judiciário trabalhista. (...) O tamanho monumental desse número não mostra uma ''indústria de reclamações'', mas evidencia o descumprimento sistemático e em larga escala das obrigações mais básicas do contrato de trabalho."
Filósofo Vladimir SAFATLE - Não haverá 2018. Primeiro porque não há como o país voltar a uma normalidade política depois de ficar dois anos na mão de um presidente que é reprovado por mais de 90% da população, um Congresso Nacional indiciado e profundamente oligárquico e um Judiciário contraditório. A cada dia fica mais claro isso, que o País vive uma espécie de guerra civil entre quem tomou o controle do Estado brasileiro e a população. Essa hipótese hoje tem várias formas de tomar prática. A primeira é uma eleição comprometida, uma eleição “bielorrusa” onde você impede de concorrer todos os candidatos que têm chance de ganhar e que não fazem parte do núcleo hegemônico do poder atual. De outro lado você tem a velha opção do parlamentarismo, que é o sonho de consumo das oligarquias locais, eliminando a eleição presidencial de vez. E é importante que o brasileiro não se confunda, nós não temos o parlamento sueco. O nosso parlamento, pelo contrário, foi sempre caixa de ressonância de oligarquias, com seus interesses próprios. E, por fim, não se dá para descartar hoje uma guinada mais explicitamente autoritária. O que não pode ser descartado em nenhum momento.
Jornal O Povo - O senhor tem associado essa tese à necessidade de negação aos modelos de governabilidade em vigência do País. Por quê e como isso afeta nas urnas?
SAFATLE - Em primeiro lugar, qualquer eleição agora vai ter uma volatilidade muito grande, você vai ter votos voláteis, onde você pode mudar de uma maneira muito forte para um lado ou para o outro. Você tem ainda uma casta política que conseguiu estabelecer um processo de bloqueio da constituição de novos atores políticos. Então você participar de uma eleição aqui no Brasil é algo extremamente complicado, porque os partidos constituem uma “partidocracia” fechada. Você não consegue escapar dessa situação, por exemplo, quando uma candidatura independente fica totalmente de fora do processo. Então você tem um sistema apodrecido, no entanto blindando, e uma população que demonstra muito claramente que não tem nenhuma adesão à classe política que a representou até agora. E uma população que, no entanto, é cada vez mais alijada do processo. Um país governado por alguém que tem 93% de reprovação, isso não existe. Que tipo de democracia é essa? Quem que eles estão representando? Por exemplo, o Congresso Nacional aprovou agora uma reforma trabalhista. Segundo as mais moderadas pesquisas, 73% da população brasileira era contra a reforma. Quem esses congressistas representam então?
Jornal O Povo - O senhor tem associado essa tese à necessidade de negação aos modelos de governabilidade em vigência do País. Por quê e como isso afeta nas urnas?
SAFATLE - Em primeiro lugar, qualquer eleição agora vai ter uma volatilidade muito grande, você vai ter votos voláteis, onde você pode mudar de uma maneira muito forte para um lado ou para o outro. Você tem ainda uma casta política que conseguiu estabelecer um processo de bloqueio da constituição de novos atores políticos. Então você participar de uma eleição aqui no Brasil é algo extremamente complicado, porque os partidos constituem uma “partidocracia” fechada. Você não consegue escapar dessa situação, por exemplo, quando uma candidatura independente fica totalmente de fora do processo. Então você tem um sistema apodrecido, no entanto blindando, e uma população que demonstra muito claramente que não tem nenhuma adesão à classe política que a representou até agora. E uma população que, no entanto, é cada vez mais alijada do processo. Um país governado por alguém que tem 93% de reprovação, isso não existe. Que tipo de democracia é essa? Quem que eles estão representando? Por exemplo, o Congresso Nacional aprovou agora uma reforma trabalhista. Segundo as mais moderadas pesquisas, 73% da população brasileira era contra a reforma. Quem esses congressistas representam então?
"Em um dia muito importante para a história brasileira, marcado por mais uma violação explícita da Constituição da República, não me é admissível participar de um programa, que tenderia a se transformar em um grotesco espetáculo no qual duas linguagens que não se conectam seriam expostas em uma espécie de ringue, no qual argumentos perdem sentido diante de um já conhecido discurso pronto (fiz uma reflexão teórica sobre isso em “A Arte de escrever para idiotas”), que conta com vários divulgadores, de pós-adolescentes a conhecidos psicóticos, que investe em produzir confusão a partir de ideias vazias, chavões, estereótipos ideológicos, mistificações, apologia ao autoritarismo e outros recursos retóricos que levam ao vazio do pensamento." (Márcia Tiburi)
"Por isso o Budismo é tão necessário – ele vem como um caminho no qual nós silenciamos, olhamos para dentro e examinamos como nós estamos operando e, a partir disso, obtemos uma liberação da operação comum da nossa mente. Isso não está dentro da nossa cultura, por isso é difícil. Mas, na verdade, isso não é difícil, apenas não está dentro da nossa cultura. Os pais não entendem, os avós não entendem, ninguém entende, aquilo tem que ser comunicado, mas não é que seja difícil – é uma questão de observar." (Lama Padma Samten)
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