Como caminhar de verdade.
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Guerra da Água é silenciosa, mas já está em curso
(Eduardo Febbro/Carta Maior)
O mercado que enxergam diante de si é colossal: um bilhão de seres humanos não tem acesso à água potável e cerca de três bilhões de seres humanos carecem de banheiro. O tema da água é estratégico e tem repercussões humanas muito profundas. Os especialistas calculam que, entre 1950 e 2025 ocorrerá uma diminuição de 71% nas reservas mundiais de água por habitante: 18 mil metros cúbicos em 1950 e 4.800 metros cúbicos em 2025. Cerca de 2.500 pessoas morrem por dia por não dispor de um acesso adequado à água potável. A metade delas é de crianças. Comparativamente, 100% da população de Nova York recebe água potável em suas casas. A porcentagem cai para 44% nos países em via de desenvolvimento e despenca para 16% na África Subsaariana.
As águas turvas dos negócios e as reivindicações límpidas da sociedade civil, que defende o princípio segundo qual a água é um assunto público e não privado e uma gestão racional dos recursos, chocam-se entre si sem conciliação possível. Um exemplo dos estragos causados pela privatização desse recurso natural é o das represas Santo Antonio e Jirau, no rio Madeira, a oeste do Amazonas, no Brasil. As duas represas têm um custo de 20 bilhões de dólares e, na sua construção, estão envolvidas a multinacional GDF-Suez e o banco espanhol Santander. A construção dessas imensas represas provocou o que Ronack Monabay, da ONG Amigos da Terra, chama de “um desarranjo global”. As obras desencadearam um êxodo interior dos índios que viviam na região. Eles foram se refugiar em outra área ocupada por garimpeiros em busca de ouro e terminaram enfrentando-se com eles.
O exemplo do Brasil é extensivo a outros projetos similares em Uganda ou Laos, onde as multinacionais da água semeiam a destruição. O direito à água para todos foi reconhecido pelas Nações Unidas em 2010. No entanto, esse reconhecimento está longe de ter se materializado em fatos. Emmanuel Poilane, diretor da Fundação France Libertés, criada por Danielle Miterrand, falecida esposa do também falecido presidente socialista François Miterrand, lembra de um dado revelador: “dos 193 países que integram a ONU, só 30 deles inscreveram esse direito na Constituição. Mas esses 30 países são todos do Sul”. O Norte quer água privada para encher os caixas de seus bancos e pouco importa o custo humano que a escassez de água pode causar às populações destes países.
(Eduardo Febbro/Carta Maior)
O mercado que enxergam diante de si é colossal: um bilhão de seres humanos não tem acesso à água potável e cerca de três bilhões de seres humanos carecem de banheiro. O tema da água é estratégico e tem repercussões humanas muito profundas. Os especialistas calculam que, entre 1950 e 2025 ocorrerá uma diminuição de 71% nas reservas mundiais de água por habitante: 18 mil metros cúbicos em 1950 e 4.800 metros cúbicos em 2025. Cerca de 2.500 pessoas morrem por dia por não dispor de um acesso adequado à água potável. A metade delas é de crianças. Comparativamente, 100% da população de Nova York recebe água potável em suas casas. A porcentagem cai para 44% nos países em via de desenvolvimento e despenca para 16% na África Subsaariana.
As águas turvas dos negócios e as reivindicações límpidas da sociedade civil, que defende o princípio segundo qual a água é um assunto público e não privado e uma gestão racional dos recursos, chocam-se entre si sem conciliação possível. Um exemplo dos estragos causados pela privatização desse recurso natural é o das represas Santo Antonio e Jirau, no rio Madeira, a oeste do Amazonas, no Brasil. As duas represas têm um custo de 20 bilhões de dólares e, na sua construção, estão envolvidas a multinacional GDF-Suez e o banco espanhol Santander. A construção dessas imensas represas provocou o que Ronack Monabay, da ONG Amigos da Terra, chama de “um desarranjo global”. As obras desencadearam um êxodo interior dos índios que viviam na região. Eles foram se refugiar em outra área ocupada por garimpeiros em busca de ouro e terminaram enfrentando-se com eles.
O exemplo do Brasil é extensivo a outros projetos similares em Uganda ou Laos, onde as multinacionais da água semeiam a destruição. O direito à água para todos foi reconhecido pelas Nações Unidas em 2010. No entanto, esse reconhecimento está longe de ter se materializado em fatos. Emmanuel Poilane, diretor da Fundação France Libertés, criada por Danielle Miterrand, falecida esposa do também falecido presidente socialista François Miterrand, lembra de um dado revelador: “dos 193 países que integram a ONU, só 30 deles inscreveram esse direito na Constituição. Mas esses 30 países são todos do Sul”. O Norte quer água privada para encher os caixas de seus bancos e pouco importa o custo humano que a escassez de água pode causar às populações destes países.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
sábado, 13 de dezembro de 2014
pinoy music indie rock música das filipinas philippines
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Verdadeiro poder. "Muitos países querem fazer progresso econômico e material. Minha definição de progresso é estar contente, estar realmente contente. De que serve ter mais dinheiro se você sofrer mais? Você se torna uma vítima de seu próprio sucesso. Nós temos que medir o progresso em termos de verdadeira felicidade. Uma nação pode ficar muito rica, muito desenvolvida, e ser chamada uma superpotência, mas as pessoas naquele país ainda sofrerem profundamente. O desejo de riqueza material se torna mais importante que a saúde e felicidade das pessoas. Eles não têm tempo para tomar conta deles mesmos e dos seus familiares, e isso é lamentável. Para mim uma sociedade civilizada é uma onde as pessoas têm o tempo para viver suas vidas diárias profundamente, amar e cuidar da sua família e comunidade." (Thich Nhât Hanh)
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Com quem já me acharam parecido.
(Atualização de número vinte.)
01. Claudio Dickel
02. Cláudio Heinrich
03. Carlos Alberto Ricceli
04. Brad Pitt
05. Beavis
06. Daniel Feix
07. Liam Gallagher
08. Mateus Nachtergaele
09. Andy Kaufman
10. Moby
11. Christopher Lloyd
12. Ewan McGregor
13. Rodrigo Amarante
14. Evan Dando
15. Alexandre Pires
16. Pedro Verissimo
17. Daniel Dantas
18. Vincent Gallo
19. Willem Dafoe
20. David Carradine
21. Kurt Cobain
22. Billy Zane
23. Michael Stipe
24. Carlo Pianta
25. André Agassi
26. Justin Timberlake
27. Devendra Banhart
28. Joaquin Phoenix
29. Roger Galera Flores
30. Charles Baudelaire
31. Mister Maker
32. Pablo Horatio Guiñazu
33. Rodrigo Hilbert
34. Paulinho Serra
35. Rafinha Bastos
36. Dexter/Michael C. Hall
37. Angela Francisca
38. Giampaolo Pazzini
39. Ney Matogrosso
40. Malvino Salvador
41. Tiago Leifert
42. Ben Foster
43. Rafael Cardoso * NEW *
(Atualização de número vinte.)
01. Claudio Dickel
02. Cláudio Heinrich
03. Carlos Alberto Ricceli
04. Brad Pitt
05. Beavis
06. Daniel Feix
07. Liam Gallagher
08. Mateus Nachtergaele
09. Andy Kaufman
10. Moby
11. Christopher Lloyd
12. Ewan McGregor
13. Rodrigo Amarante
14. Evan Dando
15. Alexandre Pires
16. Pedro Verissimo
17. Daniel Dantas
18. Vincent Gallo
19. Willem Dafoe
20. David Carradine
21. Kurt Cobain
22. Billy Zane
23. Michael Stipe
24. Carlo Pianta
25. André Agassi
26. Justin Timberlake
27. Devendra Banhart
28. Joaquin Phoenix
29. Roger Galera Flores
30. Charles Baudelaire
31. Mister Maker
32. Pablo Horatio Guiñazu
33. Rodrigo Hilbert
34. Paulinho Serra
35. Rafinha Bastos
36. Dexter/Michael C. Hall
37. Angela Francisca
38. Giampaolo Pazzini
39. Ney Matogrosso
40. Malvino Salvador
41. Tiago Leifert
42. Ben Foster
43. Rafael Cardoso * NEW *
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
"Como temos o hábito de fazer as coisas sem eficiência, tendemos a negligenciar, menosprezar o valor dos meios. Limpar as folhas não significa apenas ter um caminho limpo para correr ou caminhar, mas também significa simplesmente gostar de limpar as folhas. O ato de limpar é tão maravilhoso quanto ter um caminho limpo. Devo ser completamente eu mesmo durante o ato de limpar as folhas. Você é capaz de dar um passo com soberania, estando completamente no controle si mesmo. Você pode estar completamente presente no aqui e agora, e desfrutar daquele passo. Mas há uma energia de hábito que lhe impede de fazer assim. Você está acostumado a correr, por acreditar que a felicidade não é possível aqui e agora, a felicidade só é possível no futuro. Este tipo de convicção, este tipo de energia de hábito tem estado presente por muito tempo, transmitido por muitas gerações de antepassados. Nós temos muitas chances para praticar. Sabemos que lavamos roupas, lavamos pratos, varremos o solo, cuidamos do jardim, há muitas coisas que vocês podem fazer, mas não façam isto do modo como fazem isto no mundo. Façam como uma prática, uma boa prática, e vocês serão recompensados imediatamente, saberão que estão lidando com sua energia de hábito. A energia de hábito que você quer cultivar é a capacidade de estar no aqui e agora, e viver todos os momentos de sua vida diária profundamente." (Thich Nhât Hanh)
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