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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Tão importante quanto saber pedir desculpas é saber aceitar desculpas.
Ajude a interpretar estas duas frases publicitárias:

"Hospital Moinhos de Vento: o impossível é questão de tempo"

"Hospital Moinhos de Vento: o impossível é questão de conhecimento"
"Eu não vi vídeo nenhum porque não sou obrigada, mas pelo que pude entender o b. condena quem põe o dedo no próprio rabo enquanto ovaciona os que enfiam rato na vagina de mulheres. É esse o resumo, mais ou menos?" (@MarcelaHippe)
A Bruna Marquezine ficou magra demais e disse que emagreceu porque se sentia mal, se achava gorda. As pessoas estão criticando sua magreza excessiva e ela respondeu questionando os padrões de beleza impostos. Fiquei confuso.
Segundo Albert Mehrabian, professor da UCLA considerado um dos pioneiros da pesquisa sobre linguagem corporal, na comunicação face a face:

7% é verbal (isto é, as palavras utilizadas)
38% é vocal (isto é, envolve tom de voz, entonações, etc.)
55% é expressão facial


Já na comunicação via telefone, as palavras aumentam um pouco de importância:

82% é o tom de voz utilizado que faz a comunicação
18% são as palavras usadas
"Se o bullying causasse tiroteios em escolas, você veria atiradores trans, atiradores LGBT, atiradores do sexo feminino, atiradores negros e pardos. O bullying não causa tiroteios nas escolas; o direito adquirido é que causa. E os garotos brancos são, de longe, o extrato demográfico mais privilegiado. Aos garotos brancos foram prometidos riqueza, poder e mulheres objetificadas, em todas as formas de mídia, desde a infância. E quando eles não recebem isso, eles reagem da maneira que a mídia de massa lhes ensinou: com violência gloriosa." (Autor desconhecido, via Lívia Perrone Pires)
"Atendimento" e "atender" têm a mesma etimologia de "atento" e "atenção".

Se você está imerso em seus próprios pensamentos, e não no momento presente, você não está atendendo.
Em comemoração aos 21 anos do lançamento de 'TNT', Tortoise apresenta o disco inteiro ao vivo.
"É de uma pobreza inenarrável a necessidade de mostrar-se rico." (Padre Fábio de Melo)
"O ego é sustentado por contínua resistência." (Eckhart Tolle)
"Se você é empurrado por sua energia de hábito a dizer algo, não diga. Em vez disso, leve um caderno e anote. Um ou dois dias mais tarde, leia o que você escreveu, e pode descobrir que teria sido uma coisa terrível de dizer. Então, lentamente você se torna mestre de si mesmo, e você saberá o que dizer e o que não dizer." (Thich Nhât Hanh)
"A quietude [da mente, não do ambiente] é onde a criatividade e as soluções para os problemas são encontradas." (Eckhart Tolle)
"Minha rede de twitter intelectualizada está tirando onda que Bolsonaro disse que não nasceu para ser presidente, mas militar. Nos grupos de ZAP bolsonaristas: acharam excelente. Isso reforça que a política é 'suja', que ele estaria fora e ACIMA disso por ser militar. Dois mundos." (Rosana Pinheiro-Machado)
"Queremos uma garotada que não se interesse por política, mas possa ir ao espaço."

Não precisa dizer o autor da frase.
Eu nasci 11 dias depois que a Fiona Apple nasceu.
Adolfo Luxúria Canibal, para Fábio Massari: 

"Como Os Cantos de Maldoror é um livro de referência para a Mão Morta - sempre foi um livro citado por livros, sempre foi um livro de cabeceira nosso -, desde essa altura, Miguel Pedro, que é o baterista da Mão Morta, insistia: 'E se nós avançássemos com um espetáculo desses, com essas características, mas a partir do Lautréamont? De Os Cantos de Maldoror?'. E eu conheço bem os cantos e sei a dificuldade que é ler os cantos, quanto mais sem os trair, transformá-los num outro tipo de linguagem e usá-los com um outro espaço. Nesse caso, o palco. E sempre fui dizendo que não, que não, que não, que não, que isso eralm impossível, que isso era uma ideia maluca, que não funcionava. Bom, finalmente, por tanta insistência, acabamos por dizer que sim e avançamos. E só a pensar como é que haveríamos de transpor uma obra literária com a riqueza e com a dificuldade que tem Os Cantos de Maldoror para um outro tipo de espaço, que tipo de ideia, que tipo de mecanismo iríamos utilizar para que a transposição não traísse a obra original, só isso demorou cerca de 3 anos. Finalmente, conseguimos pegar uma ideia do quarto de brinquedos. Portanto, o espaço-chave onde a imaginação e a realidade se entrecruzavam, onde a criança poderia brincar e onde nada seria inconcebível porque tudo está na imaginação da criança, e criança tem uma imaginação fértil imparável, não é? De maneira que, a partir dessa ideia, conseguimos escolher alguns excertos dos cantos que fossem mais significativos, que eram para um tipo de ação, que eram para um tipo de linguagem, que eram para um tipo de mecanismo literário que Lautréamont utilizou, que fossem mais significativos do que seriam ao canto, até porque o canto não tem uma história propriamente. Há um início de uma história que é constantemente interrompido por outros inícios, elucubrações, por outros pensamentos, e ele anda sempre à volta. Há uma espécie de turbilhão sem fim em que o leitor está sempre perdido. Tem até essa ideia de que não poderia haver uma história no palco. Era uma ideia essencial a se ter porque, se nós fizéssemos uma história, que era a coisa mais fácil para prender o espectador, nós estaríamos a atraiçoar o original. Portanto, havia de manter essa ideia de não haver uma história. E como é que poderíamos manter a atenção do eventual espectador sempre aberta e sempre alerta sem haver uma narrativa clássica propriamente dita? Portanto, esse foi o grande dilema que nós - acho - conseguimos resolver. Tivemos a ajuda de um encenador. O trabalho, para nós, era demasiado. Precisávamos de alguém que tivesse conhecimentos técnicos e específicos da encenação e então socorremo-nos de um encenador profissional, o António Durães. E, a partir de um diálogo constante com ele, conseguimos então criar esse espetáculo em que todos esses excertos funcionavam uns com os outros quase como quadros que se interrompiam, que se desviavam sem chegar a um final - sem chegar a um final porque o final acaba exatamente como começa o espetáculo. Portanto, há, ali, uma espécie de retorno sem conclusão, mas onde os acontecimentos, as novidades estão sempre a acontecer. E esse acontecer de novidades constante acaba por prender a atenção do espectador."
Alondra de la Parra: maestrina mexicana derruba estereótipos à frente de orquestras internacionais.
"É acompanhando a vida desses dois personagens, maravilhosamente interpretados, que seguimos durante quatro temporadas excelentes. (...) Produzida pela Amazon, a série foi sucesso de crítica, rendendo à Gael Garcia Bernal uma vitória no Globo de Ouro como Melhor Ator em Comédia ou Musical (no caso de Mozart, os dois). Todas as temporadas têm reviews calorosas, que destacam principalmente a direção, o roteiro e a atuação do elenco. (...) Uma abordagem mais simples, íntima e apaixonada sobre música talvez não seja um imã para grandes audiências, mas com certeza é uma experiência única e (por que não?) divertidíssima de se acompanhar. Além de tudo, perdoem-me se isso soar cafona, uma grande inspiração para quem busca realizar seus sonhos e viver através de sua paixão, seja ela a música clássica, a cozinha, o cinema, independente de qual forma, a arte em si. Viver da arte é um desafio que pode ser doloroso, mas também não há recompensa igual quando faz-se o que se gosta. E em cada episódio peculiar de Mozart in the Jungle é possível ver a paixão que seus criadores deixaram na obra." (Vinícius Barros)
Em Yucatán (México), os morcegos comem 30 toneladas de insetos todas as noites. Eles conseguem comer por dia o mesmo tanto de peso que eles têm.
O vazamento radioativo de Chernobyl correspondia a 48 bombas atômicas de Hiroshima por dia.
Na Copa América de 1989, apenas 8 dos 23 jogadores convocados para a Seleção Brasileira jogavam na Europa. Na deste ano, apenas 3 não jogam lá.

Agnieszka Holland: a mesma mulher que escreveu os roteiros da Trilogia das Cores, do Kieslowski, dirigiu o filme Eclipse de Uma Paixão e episódios das séries The Wire, The Killing e House of Cards.
Ainda refletindo sobre as minhas fotografias abstratas. Sempre querem saber "o que é" naquela foto. O detalhe enquadrado é de que coisa? No coquetel de abertura da exposição que eu fiz, com a quantidade e o tipo de perguntas e curiosidades, eu era tipo um guia científico em pleno evento artístico. As pessoas tendem (pelo menos em fotografias; pelo menos as abstratas) a desejar a prosificação da poesia, querem saber o segredo da mágica (o qual, uma vez sabido, faz com aquela mágica se acabe para sempre dentro daquele que soube). A arte é um enigma-espelho subjetivo, e não uma charada. 

Mas entendo as propensões humanas, sobretudo na sólida cultura ocidental. Talvez eu, do outro lado, tenha a mesma propensão. Já sobre os meus desenhos, ninguém até hoje perguntou "o que é". No máximo afirmam "parece ____".
Mais Ivan Capelatto:

"Hoje a maior parte das propagandas que mantêm as revistas que vão pra dentro dos consultórios são aquelas que falam da estética, clínicas que mexem com o corpo, drenagem, botox... o que marca, segundo Lipovetsky, a Era do Vazio: o medo de envelhecer e o desinteresse pelas gerações futuras. O investimento maior que hoje a sociedade contemporânea faz nas crianças é um investimento intelectual; afetivo não. Nós convivemos pouco com as nossas crianças. O vínculo afetivo vai diminuindo de uma maneira complicada, quando a gente se desinteressa afetivamente pelas gerações que estão precisando sentir o gosto do amor e da perda. Agora nós intensificamos a angústia da morte. Quanto maior a angústia da morte, maior o culto ao narcisismo, maior o medo da morte, maior o medo da ruga, maior o medo da barriga, do culote, e a gente começa a pensar que o envelhecimento é intolerável. Os adultos estão tentando evitar o envelhecimento, morrendo de medo do envelhecimento, e as crianças estão se sentindo fragilizadas por não serem importantes. Elas têm a juventude, então não precisa dar mais nada, elas têm aquilo que eu invejo. Hoje nas faculdades de medicina, de enfermagem, de terapia ocupacional, de psicologia, de fisioterapia, se ensina e se prega alguma coisa a respeito do vínculo. Hoje o cuidador sabe que, quanto mais ele se aproximar do doente, quanto mais ele conversar com o doente, conviver com o doente, só aumenta a autoestima do doente, mesmo terminal, e aumenta sua dignidade. A permissão do luto é a única forma pela qual alguém pode suportar a perda do ente querido: sentindo a perda do ente querido. Quando se tenta curar a dor da perda, nós levamos o sujeito a um estado psicótico. A sociedade se torna saudável para lidar com a morte quando ela permite a dor. Permitir a dor é permitir que se chore, permitir que se lamente, permitir que se grite, permitir que aquela mãe se debruce no caixão daquele filho, que faça um escândalo terrível. Nós temos vergonha da mãe que chora desesperadamente no caixão do filho, nós vamos lá e tiramos ela de lá, damos café pra ela, ou ansiolítico, ou antipsicótico, alguma coisa pra que ela pare com aquele sentimento. Eu conheço uma vozinha que perdeu um filho e dois netos: um neto de acidente de carro e uma netinha de uma doença auto-imune terminal, 6 anos de idade. Perdeu três pessoas. De vez em quando ela vai a alguma festa e se lembra de que aquelas três pessoas não estão ali, e ela começa a chorar. E alguém fala 'isso de novo?!', e aí ela tem que engolir a sua dor. Quando ela engole a sua dor, ela faz uma doença no seu corpo, ela faz dor em sua perna, ela faz aparecer um ponto de câncer em algum lugar, ela deixa de fazer tricô, deixa de fazer o doce, e todo mundo pensa que está ajudando. A dor é talvez o sentimento mais importante pra quem pensa que saúde mental é importante. A permissão da dor é a permissão da vida. Negar ou impedir a dor é impedir a vida. Uma sociedade que não permite a dor não é uma sociedade saudável. É preciso viver um luto. Luto é vida."
O Joaquin Phoenix tinha que ganhar o prêmio de melhor ator de todos os tempos.

every boy
is a snake
is a lily
every pearl
is a lynx
is a girl

- björk
Haddad genialmente tuitou:

Bolsonaro pediu desculpas ao STF
Podia pedir desculpas ao povo argentino
Ao povo brasileiro
A toda humanidade
Aos seres vivos de uma maneira geral
A Deus por invocar seu nome em vão
Shows internacionais e nacionais a que fui (lista atualizada em 08/11/2019).

Animal Collective
Arcade Fire
Arctic Monkeys
Ben Harper
Björk
Built To Spill
Byetone
Charlie Garcia
Courtney Barnett
Daughter
Emerson, Lake & Palmer
Fantomas
Fito Paez
Flaming Lips
High Places
Hot Chip
Iggy & The Stooges
Ilya Kuryaki & The Valderramas
Joanna Newsom
Juana Molina
Krishna Das
KT Tunstall
L7
Land Of Talk
Laurie Anderson
Lee Ranaldo
Lisa Li-Lund
Los Tres
Man... Or Astro-Man?
Marianne Faithfull
Massive Attack
Nine Inch Nails
Owen Pallett
Placebo
R.E.M.
Ray Lema
Roger Waters
Sonic Youth
Strokes
The B-52s
The Killers
Thee Oh Sees
Wendy McNeill
Will Oldham = Bonnie Prince Billy
Yes

Abesta
Acretinice Me Atray
Adriana (Calcanhotto) Partimpim
Alcalóides
Além d'Alma
Andina
Astromato
Autoramas
Barbara Eugenia
Bidê ou Balde
Blanched
Cine Victoria
Colorir
Comunidade Nin-Jitsu
Cowboys Espirituais
Darma Lovers
Dell.tree
Dennis McNulty
Dirty Robots
Divine
Farveste
Fernanda Abreu
Flávio Cavalcanti na Praia
Frank Jorge
Fruet e os Cozinheiros
Gilberto Gil
Graforréia Xilarmônica
Grenade
Hats
Hique Gomes
Huey
Hurtmold
Ira!
Irmãos Rocha!
J. Quest
Juntos
Júpiter Apple
Justine
Kid Abelha
Kleiton & Kledir
Lagarto a Vapor
Lavajato
Leela
Lenine
Letrux
Lobão
Loomer
Los Hermanos
Lulu Santos
Mamonas Assassinas
Maria do Relento
Mundo Livre S.A.
Nação Zumbi
Nei Lisboa
Nenhum de Nós
O Rappa
Otto
Pan&Tone
Paralamas do Sucesso
Planet Hemp
Planondas
Poliéster
Procura-se Quem Fez Isso
Refri
Relógios de Frederico
Replicantes
Rita Lee
Ritalina
Sensifer
Skank
S.O.L.
Sonic Jr.
Space Rave
Supermozart
Superphones
Temperfaktor
Thös Grol
Tim Maia
Tom Bloch
Transmission
Tuyo
Ultramen
Viana Moog
Video Hits
Wander Wildner
Winston
Zeca Baleiro
Estou viciado numa série de vídeos do produtor e professor Rick Beato, no YouTube, chamada "What make this song great?".

Ele disseca grandes músicas do rock. Tem bom gosto, didática, conhecimento, carisma. Ele tem mais de 60 anos e Nirvana e Radiohead estão entre suas bandas preferidas. A série já tem 77 episódios, incluindo o de hoje, sobre Losing My Religion.
"Tudo isso faz parte de nossas contradições diárias. São essas mesmas pessoas que exigem de um caminhoneiro, de um jovem do funk ostentação, de um profissional autônomo uma pureza ideológica que não encontramos nem no campo da esquerda. Não encontramos porque não é real. A coerência política é um processo em permanente construção. (...) A última vez que me lembro de ter sido “cancelada” foi por ter escrito que discordava da postura revanchista do “eu avisei”. Várias pessoas, com argumentos relevantes, argumentavam que eu estava errada, mas a maioria eram comentários depreciadores, misóginos e até criminosos. Uma pessoa começa “essa nunca me enganou rsrs” e alguém vem e dobra a aposta para ser mais engraçada ou demolidora no processo de manada. O ponto a que quero chegar é que muitas pessoas como eu, que têm disposição de rever opinião, acabam por desistir de opinar porque o custo humano é muito alto." (Rosana Pinheiro-Machado)
@laertecoutinho1 tuitou:

aplicativo tipo waze não ajuda a trafegar longe de congestionamento - ele espalha o congestionamento por todos os caminhos.
O que é ser uma pessoa madura?
(Flávio Gikovate)

A maturidade emocional é algo muito parecido com inteligência emocional e tem como principal característica a boa tolerância à frustração. Não é que a pessoa madura gosta de ser contrariada ou gosta de frustração, ela se aborrece com frustração tanto quanto todas as outras pessoas; só que, em vez de reagir, de descarregar essa irritação em cima de qualquer outra pessoa, ela aguenta bem o tranco, arruma um jeito de fazer um fio terra para se livrar desse desconforto, desse amargor - por conta própria, sem onerar a ninguém. Essa boa tolerância à frustração também não significa que a pessoa é mais dócil: significa que ela apenas suporta melhor e não acha necessário prejudicar outras pessoas por causa do desconforto.

Outra característica também é uma boa formação moral, ou seja, uma pessoa que não seja nem exageradamente egoísta, nem exageradamente generosa, ou seja, uma pessoa equilibrada, temperada nesse aspecto, mais perto do ponto de justiça. A pessoa madura tem competência para ser cuidadosa e preocupada em não ferir, respeitosa com a suscetibilidade ou com a vaidade da outra pessoa. É razoavelmente estável e constante e tem variações de humor em função dos fatos. Fica alegre, fica triste, fica aborrecido, mas sempre sob controle. Descontrole fácil é sempre um indício de imaturidade, de pouca tolerância às adversidades da vida.

A pessoa emocionalmente madura é também uma pessoa disciplinada, tem controle razoável sobre as suas emoções. A disciplina significa um controle racional sobre a preguiça, mas também sobre a raiva, sobre a inveja, sobre o ciúme, não é escrava dessas emoções. Ela está em permanente evolução porque aprende com os erros justamente por ser uma criatura mais ou menos ousada. Então ela não tem medo do fracasso, não tem medo de errar. Ela aprende com os erros, aprende com os seus fracassos e por isso está em evolução permanente, consegue atingir níveis cada vez mais sofisticados de autoconhecimento. A pessoa que não tem domínio sobre as emoções não vai conseguir se controlar e por isso não é previsível, nem tão confiável. A pessoa madura em geral é mais serena, mais ponderada, mais razoável e nem por isso chata, nem por isso nerd, nem por isso é uma pessoa que não tem senso de humor, que não tem curiosidade.


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