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domingo, 31 de outubro de 2010
Ontem o homem do glitch e do harsh noise e a mulher do teatro pós-dramático dançamos no baile dos Monarcas. Um link com os meus primórdios de instrumentista, a calhar com a retomada da gaita-ponto em músicas do input_output. Enquanto rodávamos entre os inúmeros casais que rodavam, eu via um rosto mais lindo do mundo revelando felicidade, reciprocidade e a alma mais linda do mundo. Epifania.
Gineteando o temporal
Grita o silêncio da noite, corcoveiam os trovões
Línguas de fogo lambendo aramados e moirões
No céu um patrão tropeiro vai remexendo os tições
E um macegal se ajoelhando como a pedir mil perdões
E o gado todo mais louco do que a fúria desse vento
Redemoinha no relento, à procura de capões
Relâmpagos que se cruzam retratam por entre as plagas
Os entrechoques de adagas das velhas revoluções
No horizonte as labaredas vão guasqueando o tempo feio
Teatros de assombrações, cenário do mundo alheio
Boitatás e caiporas, tropilhas do pastoreio
Meu baio pateando raio, o temporal gineteio
Neste entreveiro matreiro de faísca, vento e raio
Me agarro às crinas do baio, que já nem liga pro freio
E uma faísca teimosa lhes come a tala do mango
Só por ciúmes de fandango partiu minha gaita no meio
Os coriscos vão marcando o longo preto do tempo
Nuvens pançudas de chuva se aninham no firmamento
A mata inteira valseia num compasso pacholento
Com fogo se apaga fogo, sempre a cabresto do vento
Por isso um galho extraviado veio tapear meu chapéu
Atiçando um fogaréu nos bretes do pensamento
Me apeguei à Santa Bárbara pra domar o temporal
Que sem maneia e buçal ficou meu sovéu com o tento
Gineteando o temporal
Grita o silêncio da noite, corcoveiam os trovões
Línguas de fogo lambendo aramados e moirões
No céu um patrão tropeiro vai remexendo os tições
E um macegal se ajoelhando como a pedir mil perdões
E o gado todo mais louco do que a fúria desse vento
Redemoinha no relento, à procura de capões
Relâmpagos que se cruzam retratam por entre as plagas
Os entrechoques de adagas das velhas revoluções
No horizonte as labaredas vão guasqueando o tempo feio
Teatros de assombrações, cenário do mundo alheio
Boitatás e caiporas, tropilhas do pastoreio
Meu baio pateando raio, o temporal gineteio
Neste entreveiro matreiro de faísca, vento e raio
Me agarro às crinas do baio, que já nem liga pro freio
E uma faísca teimosa lhes come a tala do mango
Só por ciúmes de fandango partiu minha gaita no meio
Os coriscos vão marcando o longo preto do tempo
Nuvens pançudas de chuva se aninham no firmamento
A mata inteira valseia num compasso pacholento
Com fogo se apaga fogo, sempre a cabresto do vento
Por isso um galho extraviado veio tapear meu chapéu
Atiçando um fogaréu nos bretes do pensamento
Me apeguei à Santa Bárbara pra domar o temporal
Que sem maneia e buçal ficou meu sovéu com o tento
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
- E quanto tempo você levou para fazer esse disco?
- Olha... 33 anos de referências, 5 anos de coleta de samples e loops e 1 ano de composição, gravação e mixagem.
- Olha... 33 anos de referências, 5 anos de coleta de samples e loops e 1 ano de composição, gravação e mixagem.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
"Penso que a significação
da obra reside no esforço
para realizá-la, e não nas
intenções que se tem. Esse
esforço é um estado de
espírito, uma atividade,
uma interação com o mundo."
(Richard Serra)
Adorável Kauê, de Santa Maria, viu em Portugal ANBB (Alva Noto + Blixa Bargeld). Viu também Faust, e entregou um disco do input_output pra eles!
"Você só tem a chance
de alcançar seu objetivo
se você abrir mão dele e
se jogar totalmente no
processo de alcançá-lo."
(Charles Watson)
"Um espetáculo cyborg que não extingue em si nem sua humanidade, nem sua tecnicidade." (Angela Francisca, sobre Homem Que Não Vive da Glória do Passado)
da obra reside no esforço
para realizá-la, e não nas
intenções que se tem. Esse
esforço é um estado de
espírito, uma atividade,
uma interação com o mundo."
(Richard Serra)
Adorável Kauê, de Santa Maria, viu em Portugal ANBB (Alva Noto + Blixa Bargeld). Viu também Faust, e entregou um disco do input_output pra eles!
"Você só tem a chance
de alcançar seu objetivo
se você abrir mão dele e
se jogar totalmente no
processo de alcançá-lo."
(Charles Watson)
"Um espetáculo cyborg que não extingue em si nem sua humanidade, nem sua tecnicidade." (Angela Francisca, sobre Homem Que Não Vive da Glória do Passado)
terça-feira, 26 de outubro de 2010
'Sou Ari Pargendler, presidente do STJ. Você está demitido'
Erich Decat/Blog do Noblat

A frase acima revela parte da humilhação vivida por um estagiário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) após um momento de fúria do presidente da Corte, Ari Pargendler (na foto). O episódio foi registrado na 5a delegacia da Polícia Civil do Distrito Federal às 21h05 da quinta-feira dia 20. O boletim de ocorrência (BO) que tem como motivo “injúria real”, recebeu o número 5019/10. Ele é assinado pelo delegado Laércio Rossetto. O blog procurou o presidente do STJ, mas foi informado pela assessoria do Tribunal que ele estava no Rio Grande do Sul e que não seria possível entrevistá-lo por telefone. O autor do BO e alvo da demissão: Marco Paulo dos Santos, 24 anos, até então estagiário do curso de administração na Coordenadoria de Pagamento do STJ.
O motivo da demissão? Marco estava imediatamente atrás do presidente do Tribunal no momento em que o ministro usava um caixa rápido, localizado no interior da Corte. A explosão do presidente do STJ ocorreu na tarde da última terça-feira (19) quando fazia uma transação em uma das máquinas do Banco do Brasil. No mesmo momento, Marco se encaminhou a outro caixa - próximo de Pargendler - para depositar um cheque de uma colega de trabalho. Ao ver uma mensagem de erro na tela da máquina, o estagiário foi informado por um funcionário da agência, que o único caixa disponível para depósito era exatamente o que o ministro estava usando.
Segundo Marco, ele deslocou-se até a linha marcada no chão, atrás do ministro, local indicado para o próximo cliente. Incomodado com a proximidade de Marco, Pargendler teria disparado: “Você quer sair daqui porque estou fazendo uma transação pessoal." Marco: “Mas estou atrás da linha de espera”. O ministro: “Sai daqui. Vai fazer o que você tem quer fazer em outro lugar”. Marco tentou explicar ao ministro que o único caixa para depósito disponível era aquele e que por isso aguardaria no local. Diante da resposta, Pargendler perdeu a calma e disse: “Sou Ari Pargendler, presidente do STJ, e você está demitido, está fora daqui”.
Até o anúncio do ministro, Marco diz que não sabia quem ele era. Fabiane Cadete, estudante do nono semestre de Direito do Instituto de Educação Superior de Brasília, uma das testemunhas citadas no boletim de ocorrência, confirmou ao blog o que Marco disse ter ouvido do ministro. “Ele [Ari Pargendler] ficou olhando para o lado e para o outro e começou a gritar com o rapaz. Avançou sobre ele e puxou várias vezes o crachá que ele carregava no pescoço. E disse: "Você já era! Você já era! Você já era!”, conta Fabiane. “Fiquei horrorizada. Foi uma violência gratuita”, acrescentou.
Segundo Fabiane, no momento em que o ministro partiu para cima de Marco disposto a arrancar seu crachá, ele não reagiu. “O menino ficou parado, não teve reação nenhuma”. De acordo com colegas de trabalho de Marco, apenas uma hora depois do episódio, a carta de dispensa estava em cima da mesa do chefe do setor onde ele trabalhava. Demitido, Marco ainda foi informado por funcionários da Seção de Movimentação de Pessoas do Tribunal, responsável pela contratação de estagiários, para ficar tranqüilo porque “nada constaria a respeito do ocorrido nos registros funcionais”.
O delegado Laercio Rossetto disse ao blog que o caso será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque a Polícia Civil não tem “competência legal” para investigar ocorrências que envolvam ministros sujeitos a foro privilegiado." Pargendler é presidente do STJ desde o último dia três de agosto. Tem 63 anos, é gaúcho de Passo Fundo e integra o tribunal desde 1995. Foi também ministro do Tribunal Superior Eleitoral.
Erich Decat/Blog do Noblat

A frase acima revela parte da humilhação vivida por um estagiário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) após um momento de fúria do presidente da Corte, Ari Pargendler (na foto). O episódio foi registrado na 5a delegacia da Polícia Civil do Distrito Federal às 21h05 da quinta-feira dia 20. O boletim de ocorrência (BO) que tem como motivo “injúria real”, recebeu o número 5019/10. Ele é assinado pelo delegado Laércio Rossetto. O blog procurou o presidente do STJ, mas foi informado pela assessoria do Tribunal que ele estava no Rio Grande do Sul e que não seria possível entrevistá-lo por telefone. O autor do BO e alvo da demissão: Marco Paulo dos Santos, 24 anos, até então estagiário do curso de administração na Coordenadoria de Pagamento do STJ.
O motivo da demissão? Marco estava imediatamente atrás do presidente do Tribunal no momento em que o ministro usava um caixa rápido, localizado no interior da Corte. A explosão do presidente do STJ ocorreu na tarde da última terça-feira (19) quando fazia uma transação em uma das máquinas do Banco do Brasil. No mesmo momento, Marco se encaminhou a outro caixa - próximo de Pargendler - para depositar um cheque de uma colega de trabalho. Ao ver uma mensagem de erro na tela da máquina, o estagiário foi informado por um funcionário da agência, que o único caixa disponível para depósito era exatamente o que o ministro estava usando.
Segundo Marco, ele deslocou-se até a linha marcada no chão, atrás do ministro, local indicado para o próximo cliente. Incomodado com a proximidade de Marco, Pargendler teria disparado: “Você quer sair daqui porque estou fazendo uma transação pessoal." Marco: “Mas estou atrás da linha de espera”. O ministro: “Sai daqui. Vai fazer o que você tem quer fazer em outro lugar”. Marco tentou explicar ao ministro que o único caixa para depósito disponível era aquele e que por isso aguardaria no local. Diante da resposta, Pargendler perdeu a calma e disse: “Sou Ari Pargendler, presidente do STJ, e você está demitido, está fora daqui”.
Até o anúncio do ministro, Marco diz que não sabia quem ele era. Fabiane Cadete, estudante do nono semestre de Direito do Instituto de Educação Superior de Brasília, uma das testemunhas citadas no boletim de ocorrência, confirmou ao blog o que Marco disse ter ouvido do ministro. “Ele [Ari Pargendler] ficou olhando para o lado e para o outro e começou a gritar com o rapaz. Avançou sobre ele e puxou várias vezes o crachá que ele carregava no pescoço. E disse: "Você já era! Você já era! Você já era!”, conta Fabiane. “Fiquei horrorizada. Foi uma violência gratuita”, acrescentou.
Segundo Fabiane, no momento em que o ministro partiu para cima de Marco disposto a arrancar seu crachá, ele não reagiu. “O menino ficou parado, não teve reação nenhuma”. De acordo com colegas de trabalho de Marco, apenas uma hora depois do episódio, a carta de dispensa estava em cima da mesa do chefe do setor onde ele trabalhava. Demitido, Marco ainda foi informado por funcionários da Seção de Movimentação de Pessoas do Tribunal, responsável pela contratação de estagiários, para ficar tranqüilo porque “nada constaria a respeito do ocorrido nos registros funcionais”.
O delegado Laercio Rossetto disse ao blog que o caso será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque a Polícia Civil não tem “competência legal” para investigar ocorrências que envolvam ministros sujeitos a foro privilegiado." Pargendler é presidente do STJ desde o último dia três de agosto. Tem 63 anos, é gaúcho de Passo Fundo e integra o tribunal desde 1995. Foi também ministro do Tribunal Superior Eleitoral.
Finalmente o disco que muitos esperavam dos norte-americanos. Haja mais Menomena assim.
André Gomes/Bodyspace.net

Eles já andavam a ameaçar há algum tempo: têm o nome perfeito, capas de discos irrepreensíveis, e mais de mil razões diferentes – nem todas fúteis – para se tornarem numa banda verdadeiramente relevante. Mas, por mil e um motivos diferentes, nunca chegaram a cumprir todas as promessas... até agora. Com 'Mines', os Menomena passam a ser uma daquelas bandas com as quais contamos ano a ano, disco a disco, canção a canção. 'Mines' é mesmo assim entusiasmante.
'Mines' é um disco fascinante por várias razões. A mais importante delas: é capaz de equilibrar de forma perfeita a perigosidade de algumas canções com a serenidade de outras. Cria um espaço intermédio onde surgem canções com a beleza de 'Killemall' (fascinante na criação de melodias e na complexidade dos arranjos) e com a expansividade de 'TAOS', solta, assumidamente rockeira, tão melodiosa como trashy. É que mais do que criar um espaço com matizes distintos, os Menomena são capazes de criar canções que são verdadeiras montanhas russas. Se dúvidas existem, escute-se 'Queen black acid', onde há pianos, guitarras pungentes e vozes em uníssono, para se provar que os Menomena são mestres na gestão de humores e temperamentos.
'Mines', para além da sua qualidade melódica e por vezes épica, é também um disco que surpreende a cada momento. 'Tithe' é uma daquelas canções que assombra a cada segundo na escolha de elementos, na decisão do momento de ataque, na perseguição da melodia perfeita. É isso. 'Mines' é um disco de melodias perfeitas. De arranjos redondos mas complexos, de entrada fácil (e saída difícil) mas sem concessões. Se calhar já ninguém esperava que os Menomena fizessem um disco assim, mas ei-lo. Um sério candidato aos títulos cimeiros de melhores discos do ano.
André Gomes/Bodyspace.net
Eles já andavam a ameaçar há algum tempo: têm o nome perfeito, capas de discos irrepreensíveis, e mais de mil razões diferentes – nem todas fúteis – para se tornarem numa banda verdadeiramente relevante. Mas, por mil e um motivos diferentes, nunca chegaram a cumprir todas as promessas... até agora. Com 'Mines', os Menomena passam a ser uma daquelas bandas com as quais contamos ano a ano, disco a disco, canção a canção. 'Mines' é mesmo assim entusiasmante.
'Mines' é um disco fascinante por várias razões. A mais importante delas: é capaz de equilibrar de forma perfeita a perigosidade de algumas canções com a serenidade de outras. Cria um espaço intermédio onde surgem canções com a beleza de 'Killemall' (fascinante na criação de melodias e na complexidade dos arranjos) e com a expansividade de 'TAOS', solta, assumidamente rockeira, tão melodiosa como trashy. É que mais do que criar um espaço com matizes distintos, os Menomena são capazes de criar canções que são verdadeiras montanhas russas. Se dúvidas existem, escute-se 'Queen black acid', onde há pianos, guitarras pungentes e vozes em uníssono, para se provar que os Menomena são mestres na gestão de humores e temperamentos.
'Mines', para além da sua qualidade melódica e por vezes épica, é também um disco que surpreende a cada momento. 'Tithe' é uma daquelas canções que assombra a cada segundo na escolha de elementos, na decisão do momento de ataque, na perseguição da melodia perfeita. É isso. 'Mines' é um disco de melodias perfeitas. De arranjos redondos mas complexos, de entrada fácil (e saída difícil) mas sem concessões. Se calhar já ninguém esperava que os Menomena fizessem um disco assim, mas ei-lo. Um sério candidato aos títulos cimeiros de melhores discos do ano.
domingo, 24 de outubro de 2010

O que eu falei??

D'Ale, sempre D'Ale: um gol e participação em outro
Argentino dá origem ao pênalti do primeiro e gol e marca o segundo de
fora da área. Ele já marcou quatro vezes em clássicos
Só estudos científicos, análises de laboratório, pesquisas que duram décadas poderiam explicar a relação entre Andrés Nicolas D’Alessandro e o clássico Gre-Nal. Ele já tinha destruído antes em clássicos gaúchos. Fez de novo (veja o gol no vídeo ao lado). O craque do Inter, com um gol e participação direta em outro, salvou o Colorado de derrota no duelo deste domingo, no Olímpico, encerrado com empate por 2 a 2.
O Inter perdia o jogo em idos do segundo tempo, quando El Cabezón parece ter dito para si mesmo: “Quer saber? Vou acabar com isso!”. Em dois minutos, ele obrigou Victor a fazer duas defesas sobrenaturais, em chutes de fora da área. Na sequência, bateu o escanteio que resultou em cabeceio de Índio, em toque de mão de Fábio Rochemback, em pênalti, em cobrança de Alecsandro, em gol. Era o 1 a 1.
O Grêmio, mesmo com um a menos, voltou a ficar na frente. Por pouco tempo. D’Alessandro ainda pegaria a bola no ataque, ainda olharia para o gol de Victor, ainda mandaria o chute, ainda balançaria a rede. D’Alessandro correu o campo todo, eufórico, comemorando seu quarto gol em um clássico que parece ter sido criado para ele. D’Alessandro é o homem Gre-Nal.
- Era para a gente ter ganho. Era para ganhar. Estava na nossa mão. Felizmente, conseguimos empatar – disse o camisa 10.
D’Alessandro já tinha feito quase tudo em Gre-Nais. Em 2008, marcou um gol e deu o passe para outros três na goleada de 4 a 1. Em 2009, marcou mais um, com desvio de Willian Magrão, e redimensionou a noção de absurdo ao fazer Victor, aquele que nunca falha, falhar.
Em um Gre-Nal bem jogado, com técnica, com lançamentos, com idas e vindas, prevaleceu o talento. D’Alessandro e Douglas foram a campo prontos para ser o destaque. O gremista foi bem, deu cruzamento para gol. E D’Alessandro destruiu. De novo.
sábado, 23 de outubro de 2010
---------- Forwarded message ----------
From: plano b
Date: 2010/10/23
Subject: OUTRO RIO V
To:
Outro Rio V
Insrições Abertas
exterpretações sonoras de um imaginário selecionado
O Festival Outro Rio, dentro de sua já tradicional postura de estar
sempre aberto a novas formas e experiências, decidiu inovar
radicalmente nesta quinta edição, realizando um projeto completamente
concordante com as tendências midiáticas atuais, no caso a sonorização
em tempo real de material vídeo/filmográfico. Filmes e/ou vídeos
selecionados por uma curadoria convidada serão sorteados e
disponibilizados aos artistas/grupos participantes dois dias antes das
performances, sendo permitido a estes editar, processar ou modificar o
material visual livremente de acordo com suas ideias/necessidades,
previamente ou durante as performances, desde que não se ultrapasse a
duração original. Serão aceitas inscrições individuais ou grupos de
até 3 participantes. Os artistas interessados deverão se inscrever em
apenas UM projeto, solo ou em grupo, não sendo permitida a
participação de um artista em mais de uma performance. Há
disponibilidade para apenas 12 projetos, sendo a seleção dentre os
inscritos realizada por nossa curadoria interna, obedecendo a
critérios misteriosos e/ou obscuros porém plenamente justos. O
festival se realizará durante 3 semanas, sempre às sextas e sábados,
com 2 apresentações por dia, mais especificamente nos dias 05, 06, 12,
13, 19 e 20 de novembro de 2010. O sorteio dos vídeos será realizado
(mas não divulgado) no dia 2 de novembro, sendo a ordem das
apresentações determinada pela ordem alfabética inversa do nome do
diretor dos vídeos/filmes sorteados. quando da inscrição, o
artista/grupo deverá informar qualquer impossibilidade de se
apresentar em no máximo duas datas específicas, não sendo aceitas
inscrições de projetos/artistas que não estejam disponíveis em três ou
mais datas, para que possamos, caso necessário, remanejar o calendário
determinado pelo sorteio de acordo com as possibilidades/necessidades
de todos.
- para efetuar a inscrição deverá ser enviado um email para
festival.outrorio@gmail.com com o subject/assunto Outro Rio V até o
dia 28 de outubro, contendo necessáriamente:
- nome do projeto
- nome do(s) participante(s)
- link(s) para trabalho prévio
- telefone e email de contato
- breve release do projeto/artista
- e (caso aplicável) as datas em que houver impossibilidade de se apresentar
Não serão considerados email que não preencherem estes requisitos.
Os projetos selecionados serão informados da data de sua apresentação
logo após o sorteio.
Lembramos ainda que nossas diretrizes e limitações habituais para
todas as apresentações no Plano B Lapa (como, por exemplo, a
impossibilidade do uso de bateria acústica) obviamente também se
aplicam ao festival.
--
"Cultura também é Cultura"
Plano B - lps, cds, moda, live sessions.
Rua Francisco Muratori 2a, Lapa
tel: 55 21 - 2509-3266
Esquina com Rua Riachuelo
planoblapa@gmail.com
www.myspace.com/planoblivesessions
www.planoblive.blogspot.com
www.planob.net
From: plano b
Date: 2010/10/23
Subject: OUTRO RIO V
To:
Outro Rio V
Insrições Abertas
exterpretações sonoras de um imaginário selecionado
O Festival Outro Rio, dentro de sua já tradicional postura de estar
sempre aberto a novas formas e experiências, decidiu inovar
radicalmente nesta quinta edição, realizando um projeto completamente
concordante com as tendências midiáticas atuais, no caso a sonorização
em tempo real de material vídeo/filmográfico. Filmes e/ou vídeos
selecionados por uma curadoria convidada serão sorteados e
disponibilizados aos artistas/grupos participantes dois dias antes das
performances, sendo permitido a estes editar, processar ou modificar o
material visual livremente de acordo com suas ideias/necessidades,
previamente ou durante as performances, desde que não se ultrapasse a
duração original. Serão aceitas inscrições individuais ou grupos de
até 3 participantes. Os artistas interessados deverão se inscrever em
apenas UM projeto, solo ou em grupo, não sendo permitida a
participação de um artista em mais de uma performance. Há
disponibilidade para apenas 12 projetos, sendo a seleção dentre os
inscritos realizada por nossa curadoria interna, obedecendo a
critérios misteriosos e/ou obscuros porém plenamente justos. O
festival se realizará durante 3 semanas, sempre às sextas e sábados,
com 2 apresentações por dia, mais especificamente nos dias 05, 06, 12,
13, 19 e 20 de novembro de 2010. O sorteio dos vídeos será realizado
(mas não divulgado) no dia 2 de novembro, sendo a ordem das
apresentações determinada pela ordem alfabética inversa do nome do
diretor dos vídeos/filmes sorteados. quando da inscrição, o
artista/grupo deverá informar qualquer impossibilidade de se
apresentar em no máximo duas datas específicas, não sendo aceitas
inscrições de projetos/artistas que não estejam disponíveis em três ou
mais datas, para que possamos, caso necessário, remanejar o calendário
determinado pelo sorteio de acordo com as possibilidades/necessidades
de todos.
- para efetuar a inscrição deverá ser enviado um email para
festival.outrorio@gmail.com com o subject/assunto Outro Rio V até o
dia 28 de outubro, contendo necessáriamente:
- nome do projeto
- nome do(s) participante(s)
- link(s) para trabalho prévio
- telefone e email de contato
- breve release do projeto/artista
- e (caso aplicável) as datas em que houver impossibilidade de se apresentar
Não serão considerados email que não preencherem estes requisitos.
Os projetos selecionados serão informados da data de sua apresentação
logo após o sorteio.
Lembramos ainda que nossas diretrizes e limitações habituais para
todas as apresentações no Plano B Lapa (como, por exemplo, a
impossibilidade do uso de bateria acústica) obviamente também se
aplicam ao festival.
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"Douglas tem qualidades, um grande potencial, e futuro dos mais promissores. O D’Alessandro, porém, tem outro pedigree. Já é rodado, é jogador de seleção, e atuou na Espanha, na Alemanha e na Inglaterra. Acho que o Douglas um dia chegará a D’Alessandro, mas a viagem é longa. Hoje, o D’Alessandro é muito melhor, em todos os sentidos." (Mário Sérgio)

As almofadas das patas da chita têm ranhuras para tracionar melhor em alta velocidade, e sua longa cauda serve para lhe dar estabilidade nas curvas em alta velocidade. Cada chita pode ser identificada pelo padrão exclusivo de anéis existentes em sua cauda, tem uma cabeça pequena e aerodinâmica e uma coluna incrivelmente flexível, são habilidades que ajudam bastante na hora da perseguição. Um animal adulto pode pesar entre 28 e 65 kg. O comprimento total do corpo varia de 1,12m a 1,50m. O comprimento da cauda pode variar entre 62 e 85 cm.

Encontram-se chitas no estado selvagem apenas na África, Irã e península Arábica e Afeganistão, ainda que no passado se distribuíssem até ao norte da Índia e ao planalto iraniano, onde eram domesticadas e usadas na caça ao antílope, de forma semelhante ao que se faz atualmente com os galgos, especialmente da raça greyhound. Leões e hienas fazem uma ferrenha competição com o guepardo, sendo que de vez em quando roubam a presa abatida por ele.
A área de ocorrência do chita no Irã encontra-se em região remota, próxima à fronteira com o Afeganistão, onde as forças de segurança iranianas tem dificuldade de penetrar devido à presença de gangues que praticam o contrabando e o tráfico de heroína. As chitas preferem habitar biótopos caracterizados pelos espaços abertos, como semi-desertos, pradarias e a savana africana.

O nome científico da espécie significa "garras imóveis", já que é o único felídeo que não as consegue retrair por completo, permanecendo visíveis mesmo quando recolhidas ao máximo, sendo usadas para permitir uma maior aderência ao solo enquanto corre, acelera e manobra no terreno. Alcançam velocidades de 115 à 120 km/h, em corridas que duram geralmente de 250 a 640 metros. Os cuidados parentais duram apenas nos primeiros dois anos de vida, ensinando as crias a caçar durante esse período de dependência. A população é estimada acima de 12 mil animais. Os machos são muito territoriais. O tamanho do território, também depende dos recursos que estiverem disponíveis, podendo variar de 37 a 160 km². A chita pode viver de 15 a 20 anos sob as condições de alimentação e reprodução normais.
O guepardo não pode rugir, ao contrário de outros grandes felinos, porém possui as seguintes vocalizações:
• Pios: Quando os guepardos tentam encontrar uns aos outros, ou a mãe tenta localizar as crias, utiliza um chamado de alta-frequência, quase latindo. O pios são feitos pelos filhotes de guepardos, quando tentam encontrar a mãe.
• "Gagueira": Esta vocalização é emitido por um guepardo durante encontros sociais. Uma "gagueira" pode ser vista como um convite a outros guepardos, uma expressão de interesse, incerteza, apaziguamento, ou durante as reuniões com o sexo oposto.
• Rosnado: Acontece quando o guepardo se sente ameaçado, e quer se proteger de algum predador, embora a defesa mais usada pelo guepardo seja correr.
• Ronrono: Esta é uma versão mais "amigável" do rosnado, normalmente é apresentado quando perigo se afasta. A chita é o único dos grandes felinos que consegue ronronar.
"Quando eu estou bravo, me volto para minha respiração. Eu inspiro, e expiro em plena atenção. Sei que raiva está em mim, e que eu não deveria dizer nem fazer nada naquele momento porque sei que fazer ou dizer qualquer coisa quando estiver bravo é muito perigoso. Me abstenho de agir e falar porque posso causar muito dano a mim e à outra pessoa. É por isso que o modo mais sábio é reconhecê-la, permitir que exista, e abraçá-la ternamente: 'Oh, minha querida raiva, eu estou aqui para você. Eu cuidarei de você. O que está errado?' Você olha profundamente, prestando atenção a sua raiva, e assim não a está reprimindo. Quando sua casa estiver em chamas, a coisa mais importante para você para fazer é voltar para sua casa e tentar apagar o fogo. A coisa mais importante não é correr atrás da pessoa que você acredita que seja o incendiário. Isso é o que o Buda nos recomendou." (Thich Nhât Hanh)
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
"Andrew Conley, de 17 anos, foi preso, nos Estados Unidos, acusado de matar seu irmão, Conner Conley, de apenas 10 anos. Andrew teria estrangulado Conner em uma briga, há alguns dias (29/11/09). Entretanto, não teria sido propriamente um crime impulsivo, já que, em seu depoimento, Andrew disse que já há muito tempo tinha fantasias de matar alguém, e comparou a necessidade a um faminto desejando um hamburguer. Andrew disse ainda, sem demonstrar remorso, que é fã do serial killer Dexter, da série televisiva. Quando Conner ficou inconsciente, Andrew ainda o sufocou por longos 20 minutos, para certificar-se de que ele estava morto. Após isto, Andrew colocou o corpo da criança no porta-malas do carro e foi à casa de sua namorada, e deu-lhe um presente [aqui o texto está redigido para parecer que ele deu o corpo de presente para a namorada; mas não, o corpo ficou no porta-malas]. A namorada disse que ele, naquele dia, parecia mais feliz que o habitual. Andrew saiu da casa da namorada, dirigiu até um parque e deixou o corpo do irmão lá. Andrew disse ainda que, no dia que matou o irmão, anteriormente tinha pensado em matar seu pai, que dormia. Chegou a pegar uma faca e aproximar-se do pai, mas desistiu."
Na CBS.
Foi noticiado que Conley deverá pegar 45 anos de prisão.
Foi noticiado que ele disse que matou porque TINHA QUE.
E que a culpa é do Dexter.
Na CBS.
Foi noticiado que Conley deverá pegar 45 anos de prisão.
Foi noticiado que ele disse que matou porque TINHA QUE.
E que a culpa é do Dexter.
domingo, 17 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010

"Fui assistir a HOMEM QUE NÃO VIVE DA GLÓRIA DO PASSADO, nova peça da Cia. Espaço em BRANCO, dirigida por João de Ricardo, e sai impressionado. O verdadeiro teatro é este mesmo, o que não deixa o espectador indiferente na cadeira, o que desperta entusiasmo e controvérsia, gente falando muito bem, gente abominando completamente. Porto Alegre é uma cidade conservadora. Sobressair na massa, parece, é ofensa pessoal. Eu, que tento assistir o maior numero possível de espetáculos locais, posso garantir que, atualmente, há uma grande conformismo cênico norteando nossas estreias." (Luciano Alabarse, diretor de teatro e coordenador do Festival Internacional Porto Alegre em Cena)
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
"Olhando profundamente em nossa verdadeira natureza vemos que o que chamamos Eu é feito apenas de elementos de não-eu. Você é a continuação de seu pai, de sua mãe, de seus antepassados. Isso é não-eu. Temos a oportunidade de olhar para as coisas deste modo - caso contrário vivemos de um modo muito superficial e não obtemos o coração da vida." (Thich Nhât Hanh)
"A relação [entre os homens e a obra de arte é a] mais estreita possível e, para mim, a mais misteriosa. Exatamente o que Paul Klee queria dizer quando afirmava: 'Pois bem, falta o povo'. O povo falta e ao mesmo tempo não falta. 'Falta o povo' quer dizer que essa afinidade fundamental entre a obra de arte e um povo que ainda não existe nunca será clara. Não existe obra de arte que não faça apelo a um povo que ainda não existe." (Gilles Deleuze via Ana Margarites)
'Olympia' é o 13º álbum solo de estúdio do Brian Ferry - o primeiro de inéditas desde 2002. Colaboram Jonny Greenwood (guitarrista dos Radiohead), Scissor Sisters, Nile Rodgers, Mani (baixista dos Primal Scream), Flea (baixista dos Red Hot), Groove Armada e David Gilmour (guitarrista dos Pink Floyd), além dos companheiros de Roxy Music Brian Eno, Phil Manzanera e Andy Mackay. Pra completar a lista de nomes, Kate Moss está na capa do disco.
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terça-feira, 12 de outubro de 2010
IMAGEM [do lat., imago áginis. = reflexo, máscara, sombra, alma, fantasia, fantasma]
"Ora se numa imagem literária o invisível se torna visível ao tornar o visível invisível, concluo que esta será uma construção efetuada pelo 'leitor', que pode, ou não, existir enquanto imagem visual. É uma imagem que opera na plataforma da 'divisibility', traduzindo aparências e aparições. Aparições no sentido de fantasmas, tal como acontece no romance de Lawrence Sterne, em que todos os personagens, à exceção de Tristam Shandy, são espectros." (Aquela Que Procura Oz)
"Ora o cinema, enquanto arte que, no dizer do grande cineasta e teórico Andrei Tarkovsky, 'capta o tempo em forma de fato', é um meio privilegiado de 'dar a ver' e de proporcionar a própria experiência do 'acontecimento', que é a categoria espácio-temporal na qual se fundamenta a ação de qualquer objeto narrativo. Poder-se-á colocar, evidentemente, a pergunta acerca da relação entre o cinema e o teatro, lugar por excelência da representação do 'movimento total da ação', segundo a terminologia de Hegel. (...) Para o realizador [português Manoel de Oliveira], a palavra é de fato equivalente a uma imagem. Filmar uma palavra é como filmar um rosto. A palavra não tem, pois, no seu cinema, um valor complementar, mas antes existe lado a lado com a imagem e com a música, evidenciando o seu lugar e o seu peso próprios, que é, nada mais nada menos, que o de ser 'a vida, a representação da
vida', 'a coisa mais rica do mecanismo humano'. Além disso, como nos disse o realizador numa entrevista em Coimbra, na Quinta das Lágrimas, é a palavra que implica o movimento, é ela que é dinâmica. Sem a palavra, o cinema seria mero registro de imagens 'estáticas', como a fotografia, ainda que sequenciais, ou desprovidas do seu sentido último. (...) O que importa reter da teoria barthesiana, no contexto da presente comunicação, é a constatação de que a imagem visual, no plano da significação, tem necessidade da palavra como fator de fixação do sentido. (...) Tanto a imagem cinematográfica como o signo verbal (escrito) da literatura possuem valor icônico – ainda que alguns autores não se dispensem de sublinhar que o possuem em grau variado, de acordo com os seus diversos modos de recepção: 'O signo verbal, com a sua baixa iconicidade e a sua elevada função simbólica, funciona conceitualmente, enquanto que o signo cinematográfico, com a sua elevada iconicidade e a sua incerta função simbólica, funciona diretamente, sensoriamente, perceptualmente' (McFARLANE, Brian. Novel to Film. An Introduction to the Theory of Adaptation, Oxford, Clarendon Press, 1996)." (Maria do Rosário Lupi Bello)
"Ora se numa imagem literária o invisível se torna visível ao tornar o visível invisível, concluo que esta será uma construção efetuada pelo 'leitor', que pode, ou não, existir enquanto imagem visual. É uma imagem que opera na plataforma da 'divisibility', traduzindo aparências e aparições. Aparições no sentido de fantasmas, tal como acontece no romance de Lawrence Sterne, em que todos os personagens, à exceção de Tristam Shandy, são espectros." (Aquela Que Procura Oz)
"Ora o cinema, enquanto arte que, no dizer do grande cineasta e teórico Andrei Tarkovsky, 'capta o tempo em forma de fato', é um meio privilegiado de 'dar a ver' e de proporcionar a própria experiência do 'acontecimento', que é a categoria espácio-temporal na qual se fundamenta a ação de qualquer objeto narrativo. Poder-se-á colocar, evidentemente, a pergunta acerca da relação entre o cinema e o teatro, lugar por excelência da representação do 'movimento total da ação', segundo a terminologia de Hegel. (...) Para o realizador [português Manoel de Oliveira], a palavra é de fato equivalente a uma imagem. Filmar uma palavra é como filmar um rosto. A palavra não tem, pois, no seu cinema, um valor complementar, mas antes existe lado a lado com a imagem e com a música, evidenciando o seu lugar e o seu peso próprios, que é, nada mais nada menos, que o de ser 'a vida, a representação da
vida', 'a coisa mais rica do mecanismo humano'. Além disso, como nos disse o realizador numa entrevista em Coimbra, na Quinta das Lágrimas, é a palavra que implica o movimento, é ela que é dinâmica. Sem a palavra, o cinema seria mero registro de imagens 'estáticas', como a fotografia, ainda que sequenciais, ou desprovidas do seu sentido último. (...) O que importa reter da teoria barthesiana, no contexto da presente comunicação, é a constatação de que a imagem visual, no plano da significação, tem necessidade da palavra como fator de fixação do sentido. (...) Tanto a imagem cinematográfica como o signo verbal (escrito) da literatura possuem valor icônico – ainda que alguns autores não se dispensem de sublinhar que o possuem em grau variado, de acordo com os seus diversos modos de recepção: 'O signo verbal, com a sua baixa iconicidade e a sua elevada função simbólica, funciona conceitualmente, enquanto que o signo cinematográfico, com a sua elevada iconicidade e a sua incerta função simbólica, funciona diretamente, sensoriamente, perceptualmente' (McFARLANE, Brian. Novel to Film. An Introduction to the Theory of Adaptation, Oxford, Clarendon Press, 1996)." (Maria do Rosário Lupi Bello)
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Good good good good good.
domingo, 10 de outubro de 2010
[TOP 15 MELHORES FILMES DE 2010 SO FAR NO BRASIL O QUE SIGNIFICA MELHORES FILMES DE 2010]

Antichrist / O anticristo (2009) Lars Von Trier
Mammoth / Corações em conflito (2009) Lukas Moodysson
Non ma fille, tu n'iras pas danser / Não minha filha, você não irá dançar (2009) Christophe Honoré
The limits of control / Os limites do controle (2009) Jim Jarmusch
The girlfriend experience / Confissões de uma garota de programa (2009) Steven Soderbergh
Death proof / À prova de morte (2009) Quentin Tarantino
Dass weisse band / A fita branca (2009) Michael Haneke
Away we go / Distante nós vamos (2009) Sam Mendes
Moon / Lunar (2009) Duncan Jones
Where the wild things are / Onde vivem os monstros (2009) Spike Jonze
A serious man / Um homem sério (2009) Ethan Coen & Joel Coen
Inception / A origem (2009) Christopher Nolan
(500) days of Summer / 500 dias com ela (2009) Marc Webb
The boat that rocked / Piratas do rock (2009) Richard Curtis

Antichrist / O anticristo (2009) Lars Von Trier
Mammoth / Corações em conflito (2009) Lukas Moodysson
Non ma fille, tu n'iras pas danser / Não minha filha, você não irá dançar (2009) Christophe Honoré
The limits of control / Os limites do controle (2009) Jim Jarmusch
The girlfriend experience / Confissões de uma garota de programa (2009) Steven Soderbergh
Death proof / À prova de morte (2009) Quentin Tarantino
Dass weisse band / A fita branca (2009) Michael Haneke
Away we go / Distante nós vamos (2009) Sam Mendes
Moon / Lunar (2009) Duncan Jones
Where the wild things are / Onde vivem os monstros (2009) Spike Jonze
A serious man / Um homem sério (2009) Ethan Coen & Joel Coen
Inception / A origem (2009) Christopher Nolan
(500) days of Summer / 500 dias com ela (2009) Marc Webb
The boat that rocked / Piratas do rock (2009) Richard Curtis
Meu novo animal dos sonhos.

Segundo um site sobre xamanismo, o quati/guaxinim evoca amor-próprio/auto-estima, brincadeiras, limpeza/purificação.

Segundo um site sobre xamanismo, o quati/guaxinim evoca amor-próprio/auto-estima, brincadeiras, limpeza/purificação.
sábado, 9 de outubro de 2010
Mais revista Veja.



"Arte: no mercado atual, a criatividade vale menos do que a ousadia comercial de artistas, marchands e colecionadores. As vendas milionárias são apresentadas como 'gestos de arte conceitual'. O mercado da arte mudou, está mais volúvel e, convenhamos, mais ignorante. Hoje há menos gente interessada em quadros do século XVI do que em trabalhos contemporâneos." (Mario Mendes/Veja)



"Arte: no mercado atual, a criatividade vale menos do que a ousadia comercial de artistas, marchands e colecionadores. As vendas milionárias são apresentadas como 'gestos de arte conceitual'. O mercado da arte mudou, está mais volúvel e, convenhamos, mais ignorante. Hoje há menos gente interessada em quadros do século XVI do que em trabalhos contemporâneos." (Mario Mendes/Veja)
"Se escutarmos o rio sem atenção, a água que corre parece ter um ritmo constante e ininterrupto. Entretanto, olhos iluminados vêem claramente a imagem das coisas em eterno movimento e reconhecem que um instante é diferente de qualquer outro." (Shundo Aoyama Roshi)
"Cumpram com o prometido. As eleições foram um sucesso. Elegemos (faltante para presidente) vários parlamentares e governador e, pelo que ouvi e vi na campanha, nossa cidade, Estado e país agora vão se endireitar. Nossos problemas se acabaram. Ah, também fiquei com a impressão de que, se todos os outros fossem os escolhidos e todos estes escolhidos não o fossem, mesmo assim nossa sociedade iria se endireitar de vez. Pelo que vi, repito, teremos, a partir do ano próximo, assistência médica satisfatória, transporte público eficiente, fim do fator previdenciário, salto na economia, irradiação da pobreza (irradiação não, erradicação), segurança nas ruas, avenidas, becos e ruelas. Me esqueci: agora finalmente a educação terá um salto máximo, com orçamento satisfatório e, lógico, uma educação para nossos filhos, netos, sobrinhos, afilhados, de forma que eles efetivamente tenham um ensino público adequado. Nossas crianças estão salvas. (...)" (Roberto Carvalho Fraga, Juiz de Direito em Porto Alegre, Zero Hora 05/10/2010)

Aaron Lake Smith/GQ Magazine - O que você acha de bandas como os Sonic Youth, que assinaram com uma major dotados de um completo entendimento adulto sobre a escolha que eles estavam fazendo?
Steve Albini - Eu desconheço as circunstâncias exatas da decisão dos Sonic Youth, então eu não me sinto confortável de dizer que eles fizeram errado. Mas um monte de coisas em que eles estiveram envolvidos como fazendo parte do mainstream são detestáveis para mim. E um monte de coisas que aconteceram como resultado direto da associação deles com a indústria da música deu credibilidade a algumas das noções nonsense que estiveram envolvendo a maquinaria de fabricação de estrelas. Um monte daquilo foi ofensivo pra mim e eu vi isso como uma corrupção de uma cena musical perfeitamente valiosa e azeitada. Os Sonic Youth escolheram abandoná-la para se tornarem uma banda de sucesso mainstream modesto — ao contrário de ser uma banda independente de sucesso absoluto, que poderia usar seus recursos e suas influências para estender esses sucesso ao movimento todo. Eu acho que isso foi grave e que refletiu pobremente neles mesmos. Eu ainda os considero amigos e a música deles tem sua integridade, mas aquele tipo de comportamento — eu não sei dizer se não era constrangedora pra eles. Eu acho que eles ficaram constrangidos.
Como você acha que a música poderia ser hoje se os Sonic Youth não tivessem levado aquelas bandas — Bikini Kill, Pavement, Nirvana, para a categoria do mainstream?
Eu acho que o que eles fizeram foi levar um monte de gente que não tinha aspirações ou ambições e os encorajaram a fazerem parte da indústria musical. Eles validaram as noções incipientes que aqueles garotos tinham de que eles um dia poderiam se tornar rock stars. E então eles induziram uma porção deles a fazerem movimentos muito estúpidos nas carreiras deles. Aquele foi um período em que a cena musical ficou completamente feia — havia um monte de parasitas envolvidos como advogados e empresários. Havia pessoas que estavam fazendo suas vidas nas costas das bandas, que por sua vez estavam fazendo o trabalho inteiro. Se os Sonic Youth não tivessem feito o que eles fizeram, eu não sei o que teria acontecido — o jogo da história alternativa é um tanto quanto tolo. Mas eu penso que eles baratearam a música um pouco. Eles tornaram a cultura musical feia e vazia e foram geralmente uma má influência.

Sonic Youth junto com Nirvana no camarim de um dos inúmeros shows e turnês que fizeram juntos nos anos 90
Você escreveu um artigo no início dos anos 90 chamado "The Problem With Music" que explorou o parasitismo da indústria cultural e as questões econômicas do modelo de pico e declínio — Esse modelo ainda existe, nessa nova era de downloads, iTunes, Pitchfork e virais em que as bandas têm que vergonhosamente promover a si mesmas online para aparecerem?
Esta é uma época maravilhosa para se estar numa banda. Cada banda tem acesso ao mundo inteiro por padrão. Eu conheço pouquíssimas bandas que estão aptas a se estabelecerem internacionalmente baseadas em nada além de suas presenças na web. É uma ferramenta incrível. É também o renascimento de um monte de bandas que surgiram antes da internet e nunca tiveram penetração suficiente para encontrar seu público natural. Mas porque a música sobreviveu, algumas pessoas estiveram interessadas em disseminá-la por razão alguma que não seja porque elas gostam. As pessoas colocam coisas no YouTube não porque elas querem fazer dinheiro com isso, o que é a única razão para a indústria mainstream fazer alguma coisa, mas porque elas acham que isso é bom. É como se fosse uma mix tape planetária. Uma quantidade enorme de bandas que não tinham público em sua primeira encarnação puderam reavivar suas carreiras e fazer uma segunda volta no autódromo. Isso é fantástico.
Como você descreveria a moda?
É uma coisa repulsiva. Me enoja pensar que existe uma indústria que que jogam com a baixa auto-estima das pessoas. Eu gostaria que a indústria da moda entrasse em colapso. Ela joga com as partes mais superficiais e inseguras da natureza humana. Eu espero que a GQ, como uma revista, falhe. Espero que todas essas pessoas que vivem para parecerem bonitas sejam de alguma forma forçadas a fazer algo de substância. Pelo menos a pornografia terá uma função.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Estou completamente viciado em sobrevoar o planeta no Wikimapia.org, e o lugar abaixo tem sido o meu favorito para visitas.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
No blog de downloads nodata.tv, me deparei com esta capa e gostei dela. Vi que o som era glitch, nas tags, e resolvi baixar.

Baixei. Comecei a ouvir. E pensei. "Ué, alguém colocou Neubauten com o nome de ANBB. Esse é o Blixa!"
Fui ao Google.


Baixei. Comecei a ouvir. E pensei. "Ué, alguém colocou Neubauten com o nome de ANBB. Esse é o Blixa!"
Fui ao Google.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Vindouros discos segundo a Pitchfork.
British Sea Power - Zeus EP
Badly Drawn Boy - It's What I'm Thinking - Photographing Snowflakes
The Black Heart Procession - Blood Bunny/Black Rabbit EP
Sufjan Stevens - The Age of Adz
Belfi/Grubbs/Pilia - Onrushing Cloud
Mount Eerie - Song Islands Vol.2
Andrew Bird - Useless Creatures
Avey Tare - Down There
The Octopus Project - Hexadecagon
Brian Eno - Small Craft on a Milk Sea
Einstürzende Neubauten - Strategies Against Architecture IV
The Greenhornes - ****
Supersilent - Supersilent 10
Supersilent - Supersilent 11
Wyatt/Atzmon/Stephen - For the Ghosts Within
Stereolab - Not Music
Hercules and Love Affair - Blue Songs
Massive Attack - Atlas Air EP
Mogwai - TBA
British Sea Power - Zeus EP
Badly Drawn Boy - It's What I'm Thinking - Photographing Snowflakes
The Black Heart Procession - Blood Bunny/Black Rabbit EP
Sufjan Stevens - The Age of Adz
Belfi/Grubbs/Pilia - Onrushing Cloud
Mount Eerie - Song Islands Vol.2
Andrew Bird - Useless Creatures
Avey Tare - Down There
The Octopus Project - Hexadecagon
Brian Eno - Small Craft on a Milk Sea
Einstürzende Neubauten - Strategies Against Architecture IV
The Greenhornes - ****
Supersilent - Supersilent 10
Supersilent - Supersilent 11
Wyatt/Atzmon/Stephen - For the Ghosts Within
Stereolab - Not Music
Hercules and Love Affair - Blue Songs
Massive Attack - Atlas Air EP
Mogwai - TBA

"Apreende-se o privilégio da similitude sobre a semelhança: esta faz reconhecer o que está muito visível; a similitude faz ver aquilo que os objetos reconhecíveis, as silhuetas familiares escondem, impedem de ver, tornam invisíveis [...]. A semelhança comporta uma única asserção, sempre a mesma: isto, aquilo, aquilo ainda, é tal coisa. A similitude multiplica as afirmações diferentes, que dançam juntas, apoiando-se e caindo umas em cima das outras." (Michel Foucault)
Netinho - Senador - PC do B - SP - 7.772.927 (21,14%) - 3º
Tiririca (eleito) - Deputado federal - PR - SP - 1.353.367 (6,35%) - 1º
Waguinho - Senador - PT do B - RJ - 1.295.946 (8,81%) - 5º
Wagner Montes (eleito) - Deputado estadual - PDT - RJ - 528.628 (6,38%) - 1º
Moacyr Franco - Senador - PSL - SP - 411.642 (1,12%) - 6º
Danrlei Goleiro (eleito) - Deputado federal - PTB - RS - 173.787 (3,14%) - 4º
Marques (eleito) - Deputado estadual - PTB - MG - 153.225 (1,67%) - 2º
Romário (eleito) - Deputado federal - PSB - RJ - 146.859 (1,84%) - 6º
Stepan Nercessian (eleito) - Deputado federal - PPS - RJ - 84.006 (1,05%) - 21º
Marcelinho Carioca - Deputado federal - PSB - SP - 62.395 (0,29%) - 93º
Leandro do KLB - Deputado estadual - DEM - SP - 62.398 (0,29%) - 96º
Popó - Deputado Federal - PRB - BA - 60.235 (0,90%) - 41º
Kiko do KLB - Deputado federal - DEM - SP - 38.069 (0,18%) - 121º
Jean Wyllis (eleito) - Deputado federal - PSOL - RJ - 13.018 (0,16%) - 46º
Renner - Senador - PP - GO - 76.410 (1,56%) - 112º
Miryan Rios (eleita) - Deputado estadual - PDT - RJ - 22.169 (0,27%) - 64º
Bebeto Tetra (eleito) - Deputado estadual - PDT - RJ - 28.328 (0,34%) - 62º
Agnaldo Timóteo - Deputado federal - PR - SP - 25.172 (0,12%) - 156º
Reginaldo Rossi - Deputado estadual - PDT - PE - 14.934 (0,33%) - 93º
Batoré - Deputado federal - PP - SP - 23.042 (0,11%) - 161º
Vampeta - Deputado federal - PTB - SP - 15.300 (0,07%) - 185º
Gaúcho da Fronteira - Deputado estadual - PTB - RS - 13.667 (0,22% - 131º
Juca Chaves - Deputado estadual - PR - SP - 13.217 (0,06%) - 200º
Tati Quebra Barraco - Deputado federal - PDT - RJ - 1.052 (0,01%) - 405º
Mulher Melão - Deputada estadual - PHS - RJ - 1.631 (0,02%) - 438º
Simony - Deputado estadual - PP - SP - 6.993 (0,03%) - 360 º
Túlio Maravilha - Deputado federal - PMDB - GO - 4.526 (0,15%) - 145º
Maguila - Deputado estadual - PTN - SP - 2.951 (0,01%) - 372º
Mulher Pêra* - Deputado federal - PTN - SP - 0 - 1168º
Andréia Schwartz - Deputado estadual - PRP - ES - 476 (0,03%) - 234º
Harlei (goleiro do Goiás) - Deputado federal - PSDB - GO - 167 (0,01%) - 438º
Dhomini* - Deputado estadual - PR - GO - 0 - 562º
Tiririca (eleito) - Deputado federal - PR - SP - 1.353.367 (6,35%) - 1º
Waguinho - Senador - PT do B - RJ - 1.295.946 (8,81%) - 5º
Wagner Montes (eleito) - Deputado estadual - PDT - RJ - 528.628 (6,38%) - 1º
Moacyr Franco - Senador - PSL - SP - 411.642 (1,12%) - 6º
Danrlei Goleiro (eleito) - Deputado federal - PTB - RS - 173.787 (3,14%) - 4º
Marques (eleito) - Deputado estadual - PTB - MG - 153.225 (1,67%) - 2º
Romário (eleito) - Deputado federal - PSB - RJ - 146.859 (1,84%) - 6º
Stepan Nercessian (eleito) - Deputado federal - PPS - RJ - 84.006 (1,05%) - 21º
Marcelinho Carioca - Deputado federal - PSB - SP - 62.395 (0,29%) - 93º
Leandro do KLB - Deputado estadual - DEM - SP - 62.398 (0,29%) - 96º
Popó - Deputado Federal - PRB - BA - 60.235 (0,90%) - 41º
Kiko do KLB - Deputado federal - DEM - SP - 38.069 (0,18%) - 121º
Jean Wyllis (eleito) - Deputado federal - PSOL - RJ - 13.018 (0,16%) - 46º
Renner - Senador - PP - GO - 76.410 (1,56%) - 112º
Miryan Rios (eleita) - Deputado estadual - PDT - RJ - 22.169 (0,27%) - 64º
Bebeto Tetra (eleito) - Deputado estadual - PDT - RJ - 28.328 (0,34%) - 62º
Agnaldo Timóteo - Deputado federal - PR - SP - 25.172 (0,12%) - 156º
Reginaldo Rossi - Deputado estadual - PDT - PE - 14.934 (0,33%) - 93º
Batoré - Deputado federal - PP - SP - 23.042 (0,11%) - 161º
Vampeta - Deputado federal - PTB - SP - 15.300 (0,07%) - 185º
Gaúcho da Fronteira - Deputado estadual - PTB - RS - 13.667 (0,22% - 131º
Juca Chaves - Deputado estadual - PR - SP - 13.217 (0,06%) - 200º
Tati Quebra Barraco - Deputado federal - PDT - RJ - 1.052 (0,01%) - 405º
Mulher Melão - Deputada estadual - PHS - RJ - 1.631 (0,02%) - 438º
Simony - Deputado estadual - PP - SP - 6.993 (0,03%) - 360 º
Túlio Maravilha - Deputado federal - PMDB - GO - 4.526 (0,15%) - 145º
Maguila - Deputado estadual - PTN - SP - 2.951 (0,01%) - 372º
Mulher Pêra* - Deputado federal - PTN - SP - 0 - 1168º
Andréia Schwartz - Deputado estadual - PRP - ES - 476 (0,03%) - 234º
Harlei (goleiro do Goiás) - Deputado federal - PSDB - GO - 167 (0,01%) - 438º
Dhomini* - Deputado estadual - PR - GO - 0 - 562º
domingo, 3 de outubro de 2010

'Away we go', o novo filme do Sam Mendes, e 'Mammoth' são os melhores filmes de 2009 que estrearam este ano no Brasil até agora. Destaques para o próprio Sam Mendes, a trilha sonora de Alexi Murdoch (algo como Nick Cave cantando Bonnie Prince Billy e Nick Drake) e a atuação dos protagonistas John Krasinski e Maya Rudolph.
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