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segunda-feira, 31 de março de 2008
Ernst Fischer, em 'A necessidade da arte', indica os seguintes problemas que, na música, apontam para um formalismo que é preciso evitar: "Primeiro: virtuosismo autocomplacente que só existe para si mesmo, quer dizer, que não concerne à solução de problemas estruturais na música e se reduz à técnica brilhante e à audácia, com vista ao puro assombro das platéias. Semelhante virtuosismo formalista não é independente do ouvinte, mas depende da sua admiração a tal ponto que até se pode dizer que ele não representa uma arrogância artística e sim uma vaidade em busca de aplausos. Segundo: imitação crassa, repetição servil de velhos cânones, harmonia anestésica e doçura digestiva em meio a um mundo de dissonâncias (...). Terceiro: a remoção forçada de todo calor ou sentimento. (...) Não podemos aceitar o princípio de que a música nada tenha a ver com a expressão dos sentimentos e se limite a um puro jogo formal."
A minha discotecagem recente no Ocidente e o posterior comentário da então aniversariante e minha namorada Juliana de que o meu gosto é estranho porque eu gosto de muitas coisas diferentes que aparentemente não têm nada a ver entre si provocaram em mim a seguinte conclusão: eu sou eclético. Tive que sair da comunidade do orkut Eu Odeio Gente Eclética. Chegar a esse ponto é uma honra para mim, porque isso é reflexo da minha abertura para ouvir qualquer música de qualquer artista, sem preconceito de estilo. Eu não sou exatamente o eclético de que aquela comunidade falava, o eclético que eu mesmo refutava. Aquele eclético é o que gosta de um monte de coisas sem saber direito quais são essas coisas, é o que não se interessa por música em um nível além do superficial, do ouvir no rádio e na festa, do "eu gosto da música mas não sei o nome", do "eu gosto do artista mas não gravo o nome". Mas, enfim, percebi que sou eclético e não posso mais dizer que odeio gente eclética, mesmo que haja tipos diferentes de ecletismo. Tenho a honra de ser um eclético que estudou e estuda muito sobre as músicas feitas em todos os tempos e todos os dias, que ouviu e ouve muita música. O início da minha falta de preconceito, da versatilidade do meu gosto é, obviamente, a influência dos meus pais. Eles não têm uma cultura musical, então não me passaram nada. Não me passaram, na minha infância, os clássicos que muitos pais ou tios passaram para seus filhos e sobrinhos. O início das minhas audições musicais foram as novelas, o rádio, os filmes, os comerciais e o hoje exinto programa Globo de Ouro.
sexta-feira, 28 de março de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
Acima, talvez o melhor esquete do Monty Python Flying Circus. Esse Bansky é um sujeito de imaginação. (É dele a obra que é capa de 'Think tank', do Blur.) Cheguei aos dois links por meio da amiga Ana Margarites.
Trine Dyrholm é o nome da atriz acima. (Ela também fez a Pia em 'Festa de família' - filme este que é um dos melhores de todos os tempos e que está para passar na PF Gastal juntamente com 'Lolita', 'O lenhador' e 'Zona de conflito', do Tim Roth. Consulte a programação.)
quinta-feira, 20 de março de 2008
[CÉDULA DE 2008 ATÉ AGORA]
Aidan John Moffat - I can hear your heart
Beach House - Devotion
Clinic - Do it
Destroyer - Trouble in dreams
Earth - The bees made honey in the lion's skull
Elbow - The seldom seen kid
Fleet Foxes - Sun giant EP
Hercules And Love Affair - Hercules and love affair
Kelley Polar - I need you to hold on while the sky is falling
Kills - Midnight boom
Magnetic Fields - Distortion
Mogwai - EP+6
Neon Neon - Stainless style
Nine Inch Nails - Ghosts I-IV
Plants & Animals - Parc Avenue
Portishead - Third
R.E.M. - Accelerate
Ruby Suns - Sea lion
She & Him - Volume 1
Supergrass - Diamond hoo ha
Tapes 'N Tapes - Walk it off
Tindersticks - The hungry saw
[E O QUE VIRÁ]
Alanis Morissette - Flavors of entanglement
Blur -
Built To Spill -
Colin Meloy (Decemberists)
Dangerhorse -
Death Cab For Cutie - Narrow stairs
dEUS - Vantage point
Free Kitten - Inherit
Jenny Lewis - Further north
Madonna - Hard candy
Mark Linkous + Christian Fennesz - In the fishtank
Massive Attack - Weather underground
Mercury Rev -
Mike Patton - A perfect place
My Bloody Valentine -
My Morning Jacket - Evil
Nadja - Desire in Uneasiness
New Order -
Nine Inch Nails - Year zero part 2
Noel Gallagher -
Notwist -
Patti Smith -
Postal Service - Cribs
Scarlett Johansson - Anywhere I Lay My Head
Spiritualized - Songs in A & E
Tortoise -
Zack De La Rocha -
Aidan John Moffat - I can hear your heart
Beach House - Devotion
Clinic - Do it
Destroyer - Trouble in dreams
Earth - The bees made honey in the lion's skull
Elbow - The seldom seen kid
Fleet Foxes - Sun giant EP
Hercules And Love Affair - Hercules and love affair
Kelley Polar - I need you to hold on while the sky is falling
Kills - Midnight boom
Magnetic Fields - Distortion
Mogwai - EP+6
Neon Neon - Stainless style
Nine Inch Nails - Ghosts I-IV
Plants & Animals - Parc Avenue
Portishead - Third
R.E.M. - Accelerate
Ruby Suns - Sea lion
She & Him - Volume 1
Supergrass - Diamond hoo ha
Tapes 'N Tapes - Walk it off
Tindersticks - The hungry saw
[E O QUE VIRÁ]
Alanis Morissette - Flavors of entanglement
Blur -
Built To Spill -
Colin Meloy (Decemberists)
Dangerhorse -
Death Cab For Cutie - Narrow stairs
dEUS - Vantage point
Free Kitten - Inherit
Jenny Lewis - Further north
Madonna - Hard candy
Mark Linkous + Christian Fennesz - In the fishtank
Massive Attack - Weather underground
Mercury Rev -
Mike Patton - A perfect place
My Bloody Valentine -
My Morning Jacket - Evil
Nadja - Desire in Uneasiness
New Order -
Nine Inch Nails - Year zero part 2
Noel Gallagher -
Notwist -
Patti Smith -
Postal Service - Cribs
Scarlett Johansson - Anywhere I Lay My Head
Spiritualized - Songs in A & E
Tortoise -
Zack De La Rocha -
segunda-feira, 17 de março de 2008
Fotos do show do input_output no terraço da Apple. (Em breve: vídeo. E mais breve ainda: mais fotos.)
domingo, 16 de março de 2008
Quatro posts em um. Tenho até preguiça de explicar por que estou tendo que fazer assim.
* * *
Como vai ser a luz do show. (Conceito por Muriel Paraboni & Douglas Dickel.)

* * *
ERICH FROMM
"Amar alguém não é apenas um sentimento forte, é uma decisão, é um juízo, é uma promessa. Se o amor fosse apenas um sentimento, não haveria base para a promessa de amar um ao outro para sempre. Um sentimento vem e pode ir."
"Os conflitos reais entre duas pessoas, aqueles que não servem para encobrir nem projetar, mas que são experimentados no nível profundo da realidade interior a que pertencem, não são destrutivos. Eles levam a esclarecimento, produzem uma catarse da qual os dois emergem com mais conhecimento e mais força."
"Nenhum observador objetivo da nossa vida ocidental pode duvidar que o amor - o amor fraterno, o amor materno e o amor erótico - seja um fenômeno relativamente raro e que seu lugar seja tomado por um grande número de formas de pseudo-amor, que na realidade são formas de desintegração do amor. (...) Uma forma de pseudo-amor bastante corriqueira, que é freqüentemente vivida (e com ainda mais freqüência descrita no cinema e nos romances) como sendo o 'grande amor', é o amor idólatra. Se uma pessoa não atingiu o nível em que tem um sentimento de identidade, de 'eu-idade', arraigado no desenvolvimento produtivo de suas potencialidades, ela tende a 'idolatrar' a pessoa amada. Tal pessoa aliena-se de suas potencialidades e projeta-as na pessoa amada, que é adorada como o máximo, a portadora de todo o amor, de toda a luz, de toda a felicidade. Nesse processo, priva-se de todo senso de força, perde-se na pessoa amada em vez de se encontrar. Como normalmente nenhuma pessoa pode, a longo prazo, corresponder às expectativas daquele que a idolatra, este de dececpcionará e seru remédio será buscar outro ídolo, caindo muitas vezes num círculo vicioso. O que caracteriza esse tipo de amor idólatra é, no início, a intensidade e a repentinidade da experiência amorosa."
"O amor requer o desenvolvimento da humildade, da objetividade e da razão. (...) A prática de qualquer arte tem certas exigências gerais, tanto faz se ela for uma arte da marcenaria, da medicina ou de amar. Em primeiro lugar, a prática de uma arte requer disciplina. Eu nunca serei bom em nada, se não agir de forma disciplinada; tudo o que só faço 'quando estou a fim' pode ser um hobby gostoso e divertido, mas nunca vou me tornar um mestre nessa arte. (...) É preciso aprender um grande número de outras coisas - que muitas vezes parecem não ter nenhuma relação com ela -, antes de atacar a arte propriamente dita. (...) No que concerne à arte de amar, isso significa que quem aspirar a ser um mestre nessa arte tem de começar praticando a disciplina, a concentração e a paciência ao longo de todas as fases de sua vida. (...) Concentrar-se significa viver plenamente o presente, aqui e agora, e não pensar no que tenho de fazer em seguida enquanto estou fazendo algo. (...) Sentar-se sossegado, sem falar, fumar, ler, beber, é impossível para a maioria das pessoas. Elas ficam nervosas e inquietas, e sentem necessidade de fazer algo com sua boca ou com suas mãos. (Fumar é um dos sintomas dessa falta de concentração: ocupa a mão, a boca, os olhos e o nariz.) (...) Mas o fato é que o homem moderno tem pouquíssima autodisciplina fora da esfera do trabalho. Quando ele não trabalha, quer ficar à toa, preguiçar ou, para usar uma palavra mais agradável, 'relaxar'. Esse simples desejo de ócio é, em grande parte, uma reação contra a rotinização da vida. (...) A condição principal para a realização do amor é a superação do narcisismo. (...) Por fim, outra condição para o aprendizado de qualquer arte é uma suprema preocupação com a maestria dessa arte. Se arte não tiver uma importância suprema, o aprendiz nunca irá aprendê-la."
"Egoísmo e amor a si mesmo, longe de serem idênticos, na verdade são opostos. A pessoa egoísta não se ama muito, ela se ama pouco; na verdade, ela se odeia. Essa falta de carinho e de cuidado por si mesmo, que nada mais é que a expressão da sua falta de produtividade, deixa o egoísta vazio e frustrado. (...) Ele [o egoísta] é necessariamente infeliz e tenta ansiosamente arrancar da vida as satisfações que se impede de alcançar. Parece preocupar-se demasiado consigo, mas na verdade apenas faz uma tentativa malsucedida de dissimular e compensar seu fracasso em cuidar do seu eu verdadeiro."
"A pessoa 'abnegada' [completamente solícita e inexoravelmente gentil] 'não quer nada para si'; ela 'vive só para os outros', orgulha-se de não se considerar importante. (...) Por trás da fachada abnegada está escondido um egocentrismo sutil, mas nem por isso menos intenso." (FROMM, Erich. A arte de amar. 1959.)
LAO TSÉ
"O peso é a raiz da leveza; a calma governa o movimento."
"Minhas palavras são fáceis de saber, e muito fáceis de praticar. Mas não há ninguém no mundo capaz de conhecê-las e praticá-las."
"O nome que pode ser nomeado não é o nome duradouro e imutável."
* * *
Setlist em ordem alfabética da minha discotecagem em 09/03/2008 no Ocidente - Festa do Cardume.
Belle & Sebastian - We are the sleepyheads
Bow Wow Wow - Aphrodisiac
Cafe Tacuba - No controles
Clinic - Internal wrangler
Foo Fighters - All my life
Guitar Wolf - Fujiyama attack
Huey Lewis - Power of love
Joaquin Phoenix - Cocaine blues
Los Hermanos - Quem sabe
Michael Jackson - Smooth criminal
Os Paralamas Do Sucesso - De música ligeira
Per Gessle - I wanna be your boyfriend
R.E.M. - Bad day
Stars - Reunion
Super Furry Animals - Northern lites
The Chemical Brothers - Setting sun
The Flaming Lips - Race for the prize
The Velvet Underground - We have a real good time together
Tortoise & Bonnie "Prince" Billy - Cravo e canela
* * *
Famosos do signo chinês da serpente (com indicação para os que são também librianos)
Nascidos em 1965
Emmanuelle Béart
Bjork
Frank Black
Steve Coogan [libra]
Mike D (Beastie Boys)
Tim DeLaughter (Polyphonic Spree)
Robert Downey, Jr.
Noah Emmerich
Sherilyn Fenn
Beth Gibbons (Portishead)
Elizabeth Hurley
Dave Lombardo (Fantômas)
Maria de Medeiros
Sam Mendes
Moby
Robert del Naja (Massive Attack)
Alva Noto aka Carsten Nicolai
Krist Novoselic (Nirvana)
Sarah Jessica Parker
John C. Reilly
Trent Reznor (NIN)
Gavin Rossdale (Bush) [libra]
Joey Santiago (Pixies)
Charlie Sheen
Brooke Shields
Slash (Guns 'N Roses)
Ben Stiller
Nascidos em 1953
Tony Blair
Bebe Buell (mãe da Liv Tyler)
Danny Elfman
Kim Gordon
Isabelle Huppert
Jim Jarmusch
Geddy Lee
Alex Lifeson
John Malkovich
Cyndi Lauper
Alfred Molina
Alan Moore
David Morse [libra]
Bill Pullman
Massimo Troisi
Zico
John Zorn
Nascidos em 1941
Joan Baez
Roberto Carlos
Graham Chapman
Bob Dylan
Stephen Frears
Krzysztof Kieslowski
Mike Love (Beach Boys)
Nick Nolte
Barbet Schroeder
Paul Simon
Grace Zabriskie
Nascidos em 1929
Burt Bacharach
Chet Baker
Jean Baudrillard
June Carter Cash
Bill Evans
Jürgen Habermas
Audrey Hepburn
Alejandro Jodorowsky
Grace Kelly
Martin Luther King
Milan Kundera
Fernanda Montenegro [libra]
* * *
Como vai ser a luz do show. (Conceito por Muriel Paraboni & Douglas Dickel.)
* * *
ERICH FROMM
"Amar alguém não é apenas um sentimento forte, é uma decisão, é um juízo, é uma promessa. Se o amor fosse apenas um sentimento, não haveria base para a promessa de amar um ao outro para sempre. Um sentimento vem e pode ir."
"Os conflitos reais entre duas pessoas, aqueles que não servem para encobrir nem projetar, mas que são experimentados no nível profundo da realidade interior a que pertencem, não são destrutivos. Eles levam a esclarecimento, produzem uma catarse da qual os dois emergem com mais conhecimento e mais força."
"Nenhum observador objetivo da nossa vida ocidental pode duvidar que o amor - o amor fraterno, o amor materno e o amor erótico - seja um fenômeno relativamente raro e que seu lugar seja tomado por um grande número de formas de pseudo-amor, que na realidade são formas de desintegração do amor. (...) Uma forma de pseudo-amor bastante corriqueira, que é freqüentemente vivida (e com ainda mais freqüência descrita no cinema e nos romances) como sendo o 'grande amor', é o amor idólatra. Se uma pessoa não atingiu o nível em que tem um sentimento de identidade, de 'eu-idade', arraigado no desenvolvimento produtivo de suas potencialidades, ela tende a 'idolatrar' a pessoa amada. Tal pessoa aliena-se de suas potencialidades e projeta-as na pessoa amada, que é adorada como o máximo, a portadora de todo o amor, de toda a luz, de toda a felicidade. Nesse processo, priva-se de todo senso de força, perde-se na pessoa amada em vez de se encontrar. Como normalmente nenhuma pessoa pode, a longo prazo, corresponder às expectativas daquele que a idolatra, este de dececpcionará e seru remédio será buscar outro ídolo, caindo muitas vezes num círculo vicioso. O que caracteriza esse tipo de amor idólatra é, no início, a intensidade e a repentinidade da experiência amorosa."
"O amor requer o desenvolvimento da humildade, da objetividade e da razão. (...) A prática de qualquer arte tem certas exigências gerais, tanto faz se ela for uma arte da marcenaria, da medicina ou de amar. Em primeiro lugar, a prática de uma arte requer disciplina. Eu nunca serei bom em nada, se não agir de forma disciplinada; tudo o que só faço 'quando estou a fim' pode ser um hobby gostoso e divertido, mas nunca vou me tornar um mestre nessa arte. (...) É preciso aprender um grande número de outras coisas - que muitas vezes parecem não ter nenhuma relação com ela -, antes de atacar a arte propriamente dita. (...) No que concerne à arte de amar, isso significa que quem aspirar a ser um mestre nessa arte tem de começar praticando a disciplina, a concentração e a paciência ao longo de todas as fases de sua vida. (...) Concentrar-se significa viver plenamente o presente, aqui e agora, e não pensar no que tenho de fazer em seguida enquanto estou fazendo algo. (...) Sentar-se sossegado, sem falar, fumar, ler, beber, é impossível para a maioria das pessoas. Elas ficam nervosas e inquietas, e sentem necessidade de fazer algo com sua boca ou com suas mãos. (Fumar é um dos sintomas dessa falta de concentração: ocupa a mão, a boca, os olhos e o nariz.) (...) Mas o fato é que o homem moderno tem pouquíssima autodisciplina fora da esfera do trabalho. Quando ele não trabalha, quer ficar à toa, preguiçar ou, para usar uma palavra mais agradável, 'relaxar'. Esse simples desejo de ócio é, em grande parte, uma reação contra a rotinização da vida. (...) A condição principal para a realização do amor é a superação do narcisismo. (...) Por fim, outra condição para o aprendizado de qualquer arte é uma suprema preocupação com a maestria dessa arte. Se arte não tiver uma importância suprema, o aprendiz nunca irá aprendê-la."
"Egoísmo e amor a si mesmo, longe de serem idênticos, na verdade são opostos. A pessoa egoísta não se ama muito, ela se ama pouco; na verdade, ela se odeia. Essa falta de carinho e de cuidado por si mesmo, que nada mais é que a expressão da sua falta de produtividade, deixa o egoísta vazio e frustrado. (...) Ele [o egoísta] é necessariamente infeliz e tenta ansiosamente arrancar da vida as satisfações que se impede de alcançar. Parece preocupar-se demasiado consigo, mas na verdade apenas faz uma tentativa malsucedida de dissimular e compensar seu fracasso em cuidar do seu eu verdadeiro."
"A pessoa 'abnegada' [completamente solícita e inexoravelmente gentil] 'não quer nada para si'; ela 'vive só para os outros', orgulha-se de não se considerar importante. (...) Por trás da fachada abnegada está escondido um egocentrismo sutil, mas nem por isso menos intenso." (FROMM, Erich. A arte de amar. 1959.)
LAO TSÉ
"O peso é a raiz da leveza; a calma governa o movimento."
"Minhas palavras são fáceis de saber, e muito fáceis de praticar. Mas não há ninguém no mundo capaz de conhecê-las e praticá-las."
"O nome que pode ser nomeado não é o nome duradouro e imutável."
* * *
Setlist em ordem alfabética da minha discotecagem em 09/03/2008 no Ocidente - Festa do Cardume.
Belle & Sebastian - We are the sleepyheads
Bow Wow Wow - Aphrodisiac
Cafe Tacuba - No controles
Clinic - Internal wrangler
Foo Fighters - All my life
Guitar Wolf - Fujiyama attack
Huey Lewis - Power of love
Joaquin Phoenix - Cocaine blues
Los Hermanos - Quem sabe
Michael Jackson - Smooth criminal
Os Paralamas Do Sucesso - De música ligeira
Per Gessle - I wanna be your boyfriend
R.E.M. - Bad day
Stars - Reunion
Super Furry Animals - Northern lites
The Chemical Brothers - Setting sun
The Flaming Lips - Race for the prize
The Velvet Underground - We have a real good time together
Tortoise & Bonnie "Prince" Billy - Cravo e canela
* * *
Famosos do signo chinês da serpente (com indicação para os que são também librianos)
Nascidos em 1965
Emmanuelle Béart
Bjork
Frank Black
Steve Coogan [libra]
Mike D (Beastie Boys)
Tim DeLaughter (Polyphonic Spree)
Robert Downey, Jr.
Noah Emmerich
Sherilyn Fenn
Beth Gibbons (Portishead)
Elizabeth Hurley
Dave Lombardo (Fantômas)
Maria de Medeiros
Sam Mendes
Moby
Robert del Naja (Massive Attack)
Alva Noto aka Carsten Nicolai
Krist Novoselic (Nirvana)
Sarah Jessica Parker
John C. Reilly
Trent Reznor (NIN)
Gavin Rossdale (Bush) [libra]
Joey Santiago (Pixies)
Charlie Sheen
Brooke Shields
Slash (Guns 'N Roses)
Ben Stiller
Nascidos em 1953
Tony Blair
Bebe Buell (mãe da Liv Tyler)
Danny Elfman
Kim Gordon
Isabelle Huppert
Jim Jarmusch
Geddy Lee
Alex Lifeson
John Malkovich
Cyndi Lauper
Alfred Molina
Alan Moore
David Morse [libra]
Bill Pullman
Massimo Troisi
Zico
John Zorn
Nascidos em 1941
Joan Baez
Roberto Carlos
Graham Chapman
Bob Dylan
Stephen Frears
Krzysztof Kieslowski
Mike Love (Beach Boys)
Nick Nolte
Barbet Schroeder
Paul Simon
Grace Zabriskie
Nascidos em 1929
Burt Bacharach
Chet Baker
Jean Baudrillard
June Carter Cash
Bill Evans
Jürgen Habermas
Audrey Hepburn
Alejandro Jodorowsky
Grace Kelly
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Milan Kundera
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terça-feira, 11 de março de 2008
Oito posts em um.
* * *
Release aka flyer de-cifrado para a imprensa, versão embolada.
O input_output faz show neste domingo (16/3), ao pôr-do-sol, no terraço de um prédio da Ramiro Barcelos. O local já abrigou eventos como a performance do artista eletrônico irlandês Dennis McNulty e um show da banda de pós-rock Farveste. Os interessados devem se inscrever pelo e-mail douglasdickel@yahoo.com.br. O evento será em homenagem às ousadias históricas de Bob Dylan e dos Beatles - que fizeram aquele show no terraço da Apple. Os sintetizadores começarão a produzir estática às 18h, cercados de luzes fluorescentes rastejantes. Input_output é um projeto do Douglas Dickel (Blanched/Pelicano/Hotel) que une subgêneros do rock - como indie, trip hop, industrial - com subgêneros da música eletrônica experimental - harsh noise, glitch, minimal. O resultado é uma mpusica que fica no limite do pop e do experimentalismo, explorando possibilidades sonoras e não abandonando a repetição e a melodia. O primeiro disco, 'Eu contenho todos os meus anos dentro de mim', saiu em 2005 pelo selo paulista Open Field/Peligro e já está com tiragem esgotada. Ao vivo, além de guitarra, baixo e bateria, o quarteto toca dois sintetizadores, megafone, aspirador de pó, liquidificador e ursinho-de-ninar. A saber, o quarteto é formado por Felipe Oliveira (bateria) e Mateus D'Almeida (synth e samples), Renan Stiegemeier (baixo e guitarra) e Douglas Dickel (tudo menos os samples e a bateria). Nesse concerto do terraço, os amigos Muriel Paraboni e Rodrigo Avellar estarão registrando o show para um primeiro DVD do input_output.
* * *
Deus vive.

* * *
Com quem já me acharam parecido.
(Atualização de número oito.)
01. Claudio Dickel
02. Cláudio Heinrich
03. Carlos Alberto Ricceli
04. Brad Pitt
05. Beavis
06. Daniel Feix
07. Liam Gallagher
08. Mateus Nachtergaele
09. Andy Kaufman
10. Moby
11. Christopher Lloyd
12. Ewan McGregor
13. Rodrigo Amarante
14. Evan Dando
15. Alexandre Pires
16. Pedro Verissimo
17. Daniel Dantas
18. Vincent Gallo
19. Willem Dafoe
20. David Carradine
21. Kurt Cobain
22. Billy Zane
23. Michael Stipe
24. Carlo Pianta
25. André Agassi
26. Justin Timberlake
27. Devendra Banhart
28. Joaquin Phoenix *NEW*
* * *

Um lugar neutro, haha.
* * *
"'Entre o sono e o sonho, entre mim e o que em mim é, o que eu me suponho, corre um rio sem fim.' Fernando Pessoa, inspirado poeta, leitor sensível da alma humana, pôde traduzir com sutileza o desafio de cada existência. Onde se dará nosso despertar de compreensão?
"Vamos de crises em crises, aprendendo aos tropeços, sofrendo de ansiedade, estresse e cansaço. É preciso compreender que não é a crise que nos encontra, somos nós que a produzimos. Isso se dá porque não fluímos bem nos movimentos da mudança, nesse rio sem fim, que costumamos chamar de vida.
"A mudança é o ritmo no qual o mundo caminha e só há um jeito de se dar bem com ela, aprendendo a mudar também. O maior paradoxo, a contradição mais coerente da mudança é que é preciso mudar para ser quem se é. É preciso deixar de ser quem não somos, de fazer o que não queremos e viver o que não gostamos. Se olharmos atentamente nossa realidade, vamos perceber que muitas coisas em nosso dia-a-dia se encaixam nessa definição que é contrária à nossa natureza.
"É urgente nos armarmos de coragem e irmos a busca de nós mesmos. É prioritário definir o que vamos fazer com o tempo que nos foi dado. É fundamental acordarmos do sono ilusório da realidade para vivermos na prática o sonho que nos comove. A crise é apenas um sinal na estrada dizendo que é hora de rever o caminho. Vá em busca de si mesmo e não tenha medo dos desafios e das incertezas, pois as asas só aparecem quando o chão desaparece." (Dulce Magalhães)
* * *
"(...) Exemplo: queremos comprar uma calça jeans e descobrimos que existem infinitos cortes, desbotamentos, preços etc. Ótimo, somos livre para escolher entre centenas de jeans. Mas, de repente, eis que não somos livres de uma tarefa, no fundo, fútil: a de encontrar a calça que nos veste melhor na perfeita relação custo/benefício. (...) Ser livre não significa poder escolher entre os objetos disponíveis nas prateleiras do supermercado; ser livre significa saber criar o que queremos e encontrá-lo, mesmo e sobretudo quando não está em lista alguma de liquidações e promoções. (...)" (Contardo Calligaris)
* * *
Que honra a comparação.
"Andina: os caras tocaram várias músicas próprias, bastante autorais, mostrando um bom repertório de rock alternativo. Algumas delas são bem próximas ao pós-rock de bandas como Mogwai e a gaúcha Blanched - principalmente as instrumentais. Guitarras distorcidas e bateria arrojada são os destaques." (Danilo Fantinel)
Andina está destruindo. Acho que tem coca no chá deles.
* * *
Ouvi dizer que o link para o 'Avalanched' estava com problemas. Subi-o de novo, pois.
Blanched - Avalanched (2006/2007)
01. Avalanche # (0:33)
02. Barbaritude (6:33)
03. O final de O Incrível Hulk (6:07)
04. Avalanched (0:51)
05. Cora (6:59)
06. Valsa # (4:28)
* * *
Release aka flyer de-cifrado para a imprensa, versão embolada.
O input_output faz show neste domingo (16/3), ao pôr-do-sol, no terraço de um prédio da Ramiro Barcelos. O local já abrigou eventos como a performance do artista eletrônico irlandês Dennis McNulty e um show da banda de pós-rock Farveste. Os interessados devem se inscrever pelo e-mail douglasdickel@yahoo.com.br. O evento será em homenagem às ousadias históricas de Bob Dylan e dos Beatles - que fizeram aquele show no terraço da Apple. Os sintetizadores começarão a produzir estática às 18h, cercados de luzes fluorescentes rastejantes. Input_output é um projeto do Douglas Dickel (Blanched/Pelicano/Hotel) que une subgêneros do rock - como indie, trip hop, industrial - com subgêneros da música eletrônica experimental - harsh noise, glitch, minimal. O resultado é uma mpusica que fica no limite do pop e do experimentalismo, explorando possibilidades sonoras e não abandonando a repetição e a melodia. O primeiro disco, 'Eu contenho todos os meus anos dentro de mim', saiu em 2005 pelo selo paulista Open Field/Peligro e já está com tiragem esgotada. Ao vivo, além de guitarra, baixo e bateria, o quarteto toca dois sintetizadores, megafone, aspirador de pó, liquidificador e ursinho-de-ninar. A saber, o quarteto é formado por Felipe Oliveira (bateria) e Mateus D'Almeida (synth e samples), Renan Stiegemeier (baixo e guitarra) e Douglas Dickel (tudo menos os samples e a bateria). Nesse concerto do terraço, os amigos Muriel Paraboni e Rodrigo Avellar estarão registrando o show para um primeiro DVD do input_output.
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Deus vive.
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Com quem já me acharam parecido.
(Atualização de número oito.)
01. Claudio Dickel
02. Cláudio Heinrich
03. Carlos Alberto Ricceli
04. Brad Pitt
05. Beavis
06. Daniel Feix
07. Liam Gallagher
08. Mateus Nachtergaele
09. Andy Kaufman
10. Moby
11. Christopher Lloyd
12. Ewan McGregor
13. Rodrigo Amarante
14. Evan Dando
15. Alexandre Pires
16. Pedro Verissimo
17. Daniel Dantas
18. Vincent Gallo
19. Willem Dafoe
20. David Carradine
21. Kurt Cobain
22. Billy Zane
23. Michael Stipe
24. Carlo Pianta
25. André Agassi
26. Justin Timberlake
27. Devendra Banhart
28. Joaquin Phoenix *NEW*
* * *
Um lugar neutro, haha.
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"'Entre o sono e o sonho, entre mim e o que em mim é, o que eu me suponho, corre um rio sem fim.' Fernando Pessoa, inspirado poeta, leitor sensível da alma humana, pôde traduzir com sutileza o desafio de cada existência. Onde se dará nosso despertar de compreensão?
"Vamos de crises em crises, aprendendo aos tropeços, sofrendo de ansiedade, estresse e cansaço. É preciso compreender que não é a crise que nos encontra, somos nós que a produzimos. Isso se dá porque não fluímos bem nos movimentos da mudança, nesse rio sem fim, que costumamos chamar de vida.
"A mudança é o ritmo no qual o mundo caminha e só há um jeito de se dar bem com ela, aprendendo a mudar também. O maior paradoxo, a contradição mais coerente da mudança é que é preciso mudar para ser quem se é. É preciso deixar de ser quem não somos, de fazer o que não queremos e viver o que não gostamos. Se olharmos atentamente nossa realidade, vamos perceber que muitas coisas em nosso dia-a-dia se encaixam nessa definição que é contrária à nossa natureza.
"É urgente nos armarmos de coragem e irmos a busca de nós mesmos. É prioritário definir o que vamos fazer com o tempo que nos foi dado. É fundamental acordarmos do sono ilusório da realidade para vivermos na prática o sonho que nos comove. A crise é apenas um sinal na estrada dizendo que é hora de rever o caminho. Vá em busca de si mesmo e não tenha medo dos desafios e das incertezas, pois as asas só aparecem quando o chão desaparece." (Dulce Magalhães)
* * *
"(...) Exemplo: queremos comprar uma calça jeans e descobrimos que existem infinitos cortes, desbotamentos, preços etc. Ótimo, somos livre para escolher entre centenas de jeans. Mas, de repente, eis que não somos livres de uma tarefa, no fundo, fútil: a de encontrar a calça que nos veste melhor na perfeita relação custo/benefício. (...) Ser livre não significa poder escolher entre os objetos disponíveis nas prateleiras do supermercado; ser livre significa saber criar o que queremos e encontrá-lo, mesmo e sobretudo quando não está em lista alguma de liquidações e promoções. (...)" (Contardo Calligaris)
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Que honra a comparação.
"Andina: os caras tocaram várias músicas próprias, bastante autorais, mostrando um bom repertório de rock alternativo. Algumas delas são bem próximas ao pós-rock de bandas como Mogwai e a gaúcha Blanched - principalmente as instrumentais. Guitarras distorcidas e bateria arrojada são os destaques." (Danilo Fantinel)
Andina está destruindo. Acho que tem coca no chá deles.
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Ouvi dizer que o link para o 'Avalanched' estava com problemas. Subi-o de novo, pois.
Blanched - Avalanched (2006/2007)
01. Avalanche # (0:33)
02. Barbaritude (6:33)
03. O final de O Incrível Hulk (6:07)
04. Avalanched (0:51)
05. Cora (6:59)
06. Valsa # (4:28)
sábado, 8 de março de 2008
pro.vi.dên.ci:a
Substantivo feminino.
1. A suprema sabedoria com que Deus supostamente conduz todas as coisas.
2. O próprio Deus. [Com cap. nesta acepç.]
3. Disposições ou medidas próprias para alcançar um fim.
4. Acontecimento feliz.
Substantivo feminino.
1. A suprema sabedoria com que Deus supostamente conduz todas as coisas.
2. O próprio Deus. [Com cap. nesta acepç.]
3. Disposições ou medidas próprias para alcançar um fim.
4. Acontecimento feliz.
Tem vários textos introdutórios que são verdadeiros poemas (tragi)cômicos, como, por exemplo, os textos que introduzem alguma exposição de artes plásticas. Mas não há nada mais cara de pau e enrolador do que um texto que apresenta um curso universitário de especialização ou extensão. Eu NUNCA vou ser atraído por um texto desses, pelo contrário, sempre os lendo terei certeza de que meu lugar é longe da academia e de que quem está divulgando o curso é um incompetente. (Ou não, se o público-alvo for de imbecis que se derretem ao ler a historinha recheada de palavras - principalmente verbos - bonitas e difíceis e esvaziadas de significado real.) Não há como um ser humano real identificar-se com uma pilha de isopor. "(...) Busca desenvolver e identificar oportunidades de atuação, possibilitando um melhor entendimento do setor cultural e de suas demandas. O curso vem capacitar os profissionais na formulação e implementação de políticas, programas e estratégias para os setores públicos e privados. Pretende esclarecer a configuração geral da cadeia integrada de valor dos serviços culturais e seus componentes, ampliando a visão do aluno quanto à esfera econômica dos mesmos. Está estruturado em módulos que possibilitam formar agentes de mudança, habilitados a conduzir de forma sustentável projetos complexos e a desenvolver estratégias necessárias para adequar a gestão dos produtos culturais frente às contingências do atual cenário do mercado. (...)" (Unisinos)
quinta-feira, 6 de março de 2008
"No limite, pode-se perguntar se comer e viver de modo sadio, não correr riscos, nunca ultrapassar a dosagem prescrita significam realmente viver, ou melhor, se a vida racional não é uma vida demente. Não é loucura pretender erradicar nossa loucura? (...) A sabedoria deve saber que contém em si mesma uma contradição; é inteiramente loucura viver muito sabiamente. Devemos reconhecer que na loucura, que é o amor, há a sabedoria do amor. No amor da sabedoria, ou da filosofia, falta amor. O importante na vida é o amor. Com todos os perigos que ele contém." (MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 1997.)
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Fiz um intensivo de coleta de informações sobre os meus signos: serpente e libra.

Serpentes famosas: Gandhi, Picasso, Bob Dylan
As serpentes são confiantes e prudentes, raramente mudam de opinião para agradar os outros. São dotadas de vida enigmática e representam o signo mais misterioso do zodíaco. As serpentes têm uma curiosa e profunda intuição sobre as intenções dos outros. Mas pode ter certeza de que isso nunca se expressará por meio de falsas acusações ou paranóia. Seu caminho sempre termina em tragédia ou triunfo, conforme suas ações passadas ditarem. É raro encontrar uma serpente no fundo do poço, mas esse signo tende a ir aos extremos. A serpente é o signo do carma instantâneo. Os chineses acreditam que a serpente é um signo que deve, custe o que custar, resolver qualquer problema cármico dentro do período de sua existência. A preguiça é o único e real inimigo da serpente. Todo dia ele precisa se esforçar para mexer, andar e fazer alguma coisa. Por dentro, tem uma enorme ambição. Mas nem sempre querer é poder. A serpente precisa lutar diariamente contra o poderoso deus da gravidade, sair da casa aconchegante e rastejar para o grande frio do mundo. As serpentes não precisam desenvolver a paciência.
Afetuosos e sensuais, os nativos de serpente são companhias agradáveis e procuradas. Exigem, porém, liberdade para alçarem vôos. Com uma intuição aguçada, são tremendamente perceptivos e receptivos. Sua capacidade de trabalho é sempre elogiada, pois costumam ser teimosos e perspicazes. Oscila entre o conservadorismo e a vanguarda. VIRTUDES: afetuosidade, ponderação e prudência. Perseverantes e reflexivos, podem ser tolerantes ao extremo, inspirando confiança mas, às vezes, uma certa ingenuidade. DEFEITOS: teimosia exagerada, egoísmo, impulsividade, tratando de modo brusco pessoas que lhe desagradam. Carece de um pouco de disciplina. Cores: vermelho e amarelo [comprei hoje uma sunga amarela e uma camisa pólo vermelha].
Por a serpente tirar sua pele e sair do esconderijo da casca morta brilhante e fresca, ela é um símbolo universal da renovação, e a regeneração que pode conduzir para imortalidade. Quando formando um anel com a cauda em sua boca, é um símbolo da unidade em tudo e todos, a totalidade da existência. Para o simbolismo cristão, a serpente é a manifesta personificação da desobediência e da provocação a Deus.

LIBRA
Previsão de 3 a 9 de março - Para um ser que nasceu no signo mais ligado aos relacionamentos, não há nada a reclamar no setor afetivo nesta semana. A pessoa amada estará do seu lado sempre que desejar, e as atividades que decidirem fazer juntos lhe darão uma gostosa sensação de união. Aproveite mesmo que seja em casa. Romantismo não é tudo em um relacionamento. Amor, respeito, carinho, compreensão, afinidade e uma vida sexual o completam. Ouvir o que o seu coração tem a dizer e evitar discussões, será necessário. Apesar da animação com o novo romance, cuide-se para não bater de frente com as idéias do/a parceiro/a. Não faça chantagem emocional para atraí-lo/a para o seu lado.
Todos os seus projetos, que antes não passavam de sonhos, terão a oportunidade de se concretizar este ano. Há possibilidades de viagens longas a trabalho na primeira metade do ano. [Já sei...]
Serpentes famosas: Gandhi, Picasso, Bob Dylan
As serpentes são confiantes e prudentes, raramente mudam de opinião para agradar os outros. São dotadas de vida enigmática e representam o signo mais misterioso do zodíaco. As serpentes têm uma curiosa e profunda intuição sobre as intenções dos outros. Mas pode ter certeza de que isso nunca se expressará por meio de falsas acusações ou paranóia. Seu caminho sempre termina em tragédia ou triunfo, conforme suas ações passadas ditarem. É raro encontrar uma serpente no fundo do poço, mas esse signo tende a ir aos extremos. A serpente é o signo do carma instantâneo. Os chineses acreditam que a serpente é um signo que deve, custe o que custar, resolver qualquer problema cármico dentro do período de sua existência. A preguiça é o único e real inimigo da serpente. Todo dia ele precisa se esforçar para mexer, andar e fazer alguma coisa. Por dentro, tem uma enorme ambição. Mas nem sempre querer é poder. A serpente precisa lutar diariamente contra o poderoso deus da gravidade, sair da casa aconchegante e rastejar para o grande frio do mundo. As serpentes não precisam desenvolver a paciência.
Afetuosos e sensuais, os nativos de serpente são companhias agradáveis e procuradas. Exigem, porém, liberdade para alçarem vôos. Com uma intuição aguçada, são tremendamente perceptivos e receptivos. Sua capacidade de trabalho é sempre elogiada, pois costumam ser teimosos e perspicazes. Oscila entre o conservadorismo e a vanguarda. VIRTUDES: afetuosidade, ponderação e prudência. Perseverantes e reflexivos, podem ser tolerantes ao extremo, inspirando confiança mas, às vezes, uma certa ingenuidade. DEFEITOS: teimosia exagerada, egoísmo, impulsividade, tratando de modo brusco pessoas que lhe desagradam. Carece de um pouco de disciplina. Cores: vermelho e amarelo [comprei hoje uma sunga amarela e uma camisa pólo vermelha].
Por a serpente tirar sua pele e sair do esconderijo da casca morta brilhante e fresca, ela é um símbolo universal da renovação, e a regeneração que pode conduzir para imortalidade. Quando formando um anel com a cauda em sua boca, é um símbolo da unidade em tudo e todos, a totalidade da existência. Para o simbolismo cristão, a serpente é a manifesta personificação da desobediência e da provocação a Deus.
LIBRA
Previsão de 3 a 9 de março - Para um ser que nasceu no signo mais ligado aos relacionamentos, não há nada a reclamar no setor afetivo nesta semana. A pessoa amada estará do seu lado sempre que desejar, e as atividades que decidirem fazer juntos lhe darão uma gostosa sensação de união. Aproveite mesmo que seja em casa. Romantismo não é tudo em um relacionamento. Amor, respeito, carinho, compreensão, afinidade e uma vida sexual o completam. Ouvir o que o seu coração tem a dizer e evitar discussões, será necessário. Apesar da animação com o novo romance, cuide-se para não bater de frente com as idéias do/a parceiro/a. Não faça chantagem emocional para atraí-lo/a para o seu lado.
Todos os seus projetos, que antes não passavam de sonhos, terão a oportunidade de se concretizar este ano. Há possibilidades de viagens longas a trabalho na primeira metade do ano. [Já sei...]
Observações.
1. A cidade ontem era a sala de espera do Iron Maiden. Cruzes.
2. O novo disco do Supergrass é SENSACIONAAAL SENSACIONAAAL AÊÊ!!!
1. A cidade ontem era a sala de espera do Iron Maiden. Cruzes.
2. O novo disco do Supergrass é SENSACIONAAAL SENSACIONAAAL AÊÊ!!!
quarta-feira, 5 de março de 2008
Agora está disponível para baixar (link acima) a revista +Soma #3, com uma resenha sobre o disco 'Térreo', do Hotel. Aliás, a mixagem do 'Segundo andar' já começou. E, aliás, daqui a dois domingos, dia 16, é o show do input_output no terraço do prédio Málaga, na Ramiro. Em breve, informações completas sobre o evento.
Descobri que o Last.fm é um ótimo subidor de discos para download. Ele não tem a facilidade do Archive.org de deixar disponível um arquivo zipado com o disco na íntegra, mas é muito difícil de trabalhar com o Archive.org. Recentemente eu subi os discos do Hotel e da Pelicano para streaming, já devidamente instalados nos respectivos blogs. Faltava o disco do input_output, porque deu erro na subida de uma das faixas, tive que subi-la por último e a função de mudar a ordem das músicas, nesse site de streaming, não está funcionando. Eis que subi ontem, então, o 'Eu contenho todos os meus anos dentro de mim', para baixamento gratuito, faixa-a-faixa, na íntegra. Ainda assim, pretendo renovar, de tempos em tempos, os links para os discos zipados no Rapidshare.
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segunda-feira, 3 de março de 2008
O coletivo Antena começa a colocar em prática a felicíssima idéia de ter uma noite mensal na Palavraria (vote no Overmundo para que a idéia se consolide). No próximo dia 15, daqui a dois sábados, o evento começa com a primeira vinda a Porto Alegre do santamariense (é assim mesmo?) Max Chami, com seu projeto eletrônico Antoine Trauma. Eu vou certo e recomendo, porque Antoine Trauma provavelmente está entre meus cinco nomes preferidos da música brasileira. Também tocarão Teror & Êxtase e Pan&Tone com Rodrigo Avellar. A programação completa você pode ver neste cartaz.
O "progresso" é uma desgraça para a vida por dois motivos. Primeiro, e disso eu me dei conta acho que ano passado, porque a vida precisa ser desgraçada (sofrer o ato de desgraçar), o mundo precisa morrer para dar lugar a um novo, de acordo com o ciclo da vida, observável em todas as coisas. Segundo, e disso eu me dei conta num momento de inspiração anteontem à noite, porque quem pensou o "progresso" foi o homem, e não a vida. O homem pensou as melhorias a partir de sua visão sobre melhorias. Pensou na facilidade e pensou no curto prazo, comodista que é. Deu no que deu, dará no que dará. A vida é quem sabe quais seriam as melhores melhorias. Morin também escreveu: "Há outro fato que marca este final de século: a destruição, ou melhor, a autodestruição da idéia de salvação terrestre. Acreditou-se que o progresso estava automaticamente garantido pela evolução histórica. Acreditou-se que a ciência seria sempre progressiva, que a indústria traria sempre benefícios, que a técnica só traria melhorias. Acreditou-se que as leis históricas garantiriam o desenvolvimento da humanidade e, tomando por base esse argumento, acreditou-se ser possível atingir a salvação na terra, ou seja, a felicidade que as religiões prometiam no céu. O que se constata hoje é o abandono da idéia de uma salvação na terra, o que não significa ser necessário renunciar à idéia de aperfeiçoar as relações humanas e civilizar a humanidade. O abandono da idéia de salvação encontra-se ligado à compreensão de que não existem leis históricas, que o progresso não é automático e nem se encontra garantido. O progresso deve não apenas ser conquistado, mas, uma vez conquistado, pode regredir, tornando-se sempre necessário regenerá-lo." (MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 1997.)
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"O estado poético pode ser produzido pela dança, pelo canto, pelo culto, pelas cerimônias e, evidentemente, pelo poema. Fernando Pessoa dizia que, em cada um de nós, há dois seres. O primeiro, o verdadeiro, é o dos nossos sonhos, que nasce na infância e que continua pela vida toda. O segundo ser, o falso, é o das aparências, de nossos discursos, atos, gestos. Não diria que um é verdadeiro e o outro, falso, mas, efetivamente, a cada um desses dois estados correspondem dois seres em nós. (...) Inicialmente, podemos nos referir a uma grande expansão da hiperprosa, que se articula à expansão de um modo de vida monetarizado, cronometrado, parcelarizado, compartimentado, atomizado e de um modo de pensamento no qual os especialistas consideram-se competentes para todos os problemas, igualmente ligados à expansão econômico-tecnoburocrática. Diante dessas condições, penso que esta invasão da hiperprosa cria a necessidade de uma hiperpoesia." (MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 1997.)
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