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sábado, 8 de março de 2008
Tem vários textos introdutórios que são verdadeiros poemas (tragi)cômicos, como, por exemplo, os textos que introduzem alguma exposição de artes plásticas. Mas não há nada mais cara de pau e enrolador do que um texto que apresenta um curso universitário de especialização ou extensão. Eu NUNCA vou ser atraído por um texto desses, pelo contrário, sempre os lendo terei certeza de que meu lugar é longe da academia e de que quem está divulgando o curso é um incompetente. (Ou não, se o público-alvo for de imbecis que se derretem ao ler a historinha recheada de palavras - principalmente verbos - bonitas e difíceis e esvaziadas de significado real.) Não há como um ser humano real identificar-se com uma pilha de isopor. "(...) Busca desenvolver e identificar oportunidades de atuação, possibilitando um melhor entendimento do setor cultural e de suas demandas. O curso vem capacitar os profissionais na formulação e implementação de políticas, programas e estratégias para os setores públicos e privados. Pretende esclarecer a configuração geral da cadeia integrada de valor dos serviços culturais e seus componentes, ampliando a visão do aluno quanto à esfera econômica dos mesmos. Está estruturado em módulos que possibilitam formar agentes de mudança, habilitados a conduzir de forma sustentável projetos complexos e a desenvolver estratégias necessárias para adequar a gestão dos produtos culturais frente às contingências do atual cenário do mercado. (...)" (Unisinos)
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