A minha discotecagem recente no Ocidente e o posterior comentário da então aniversariante e minha namorada Juliana de que o meu gosto é estranho porque eu gosto de muitas coisas diferentes que aparentemente não têm nada a ver entre si provocaram em mim a seguinte conclusão: eu sou eclético. Tive que sair da comunidade do orkut Eu Odeio Gente Eclética. Chegar a esse ponto é uma honra para mim, porque isso é reflexo da minha abertura para ouvir qualquer música de qualquer artista, sem preconceito de estilo. Eu não sou exatamente o eclético de que aquela comunidade falava, o eclético que eu mesmo refutava. Aquele eclético é o que gosta de um monte de coisas sem saber direito quais são essas coisas, é o que não se interessa por música em um nível além do superficial, do ouvir no rádio e na festa, do "eu gosto da música mas não sei o nome", do "eu gosto do artista mas não gravo o nome". Mas, enfim, percebi que sou eclético e não posso mais dizer que odeio gente eclética, mesmo que haja tipos diferentes de ecletismo. Tenho a honra de ser um eclético que estudou e estuda muito sobre as músicas feitas em todos os tempos e todos os dias, que ouviu e ouve muita música. O início da minha falta de preconceito, da versatilidade do meu gosto é, obviamente, a influência dos meus pais. Eles não têm uma cultura musical, então não me passaram nada. Não me passaram, na minha infância, os clássicos que muitos pais ou tios passaram para seus filhos e sobrinhos. O início das minhas audições musicais foram as novelas, o rádio, os filmes, os comerciais e o hoje exinto programa Globo de Ouro.
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segunda-feira, 31 de março de 2008
A minha discotecagem recente no Ocidente e o posterior comentário da então aniversariante e minha namorada Juliana de que o meu gosto é estranho porque eu gosto de muitas coisas diferentes que aparentemente não têm nada a ver entre si provocaram em mim a seguinte conclusão: eu sou eclético. Tive que sair da comunidade do orkut Eu Odeio Gente Eclética. Chegar a esse ponto é uma honra para mim, porque isso é reflexo da minha abertura para ouvir qualquer música de qualquer artista, sem preconceito de estilo. Eu não sou exatamente o eclético de que aquela comunidade falava, o eclético que eu mesmo refutava. Aquele eclético é o que gosta de um monte de coisas sem saber direito quais são essas coisas, é o que não se interessa por música em um nível além do superficial, do ouvir no rádio e na festa, do "eu gosto da música mas não sei o nome", do "eu gosto do artista mas não gravo o nome". Mas, enfim, percebi que sou eclético e não posso mais dizer que odeio gente eclética, mesmo que haja tipos diferentes de ecletismo. Tenho a honra de ser um eclético que estudou e estuda muito sobre as músicas feitas em todos os tempos e todos os dias, que ouviu e ouve muita música. O início da minha falta de preconceito, da versatilidade do meu gosto é, obviamente, a influência dos meus pais. Eles não têm uma cultura musical, então não me passaram nada. Não me passaram, na minha infância, os clássicos que muitos pais ou tios passaram para seus filhos e sobrinhos. O início das minhas audições musicais foram as novelas, o rádio, os filmes, os comerciais e o hoje exinto programa Globo de Ouro.
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