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domingo, 19 de junho de 2016
"É notório que para toda ação, uma reação, isso é normal! Mas quando a reação de uma ação toma uma proporção de descontrole, e o indivíduo se altera numa forma de defesa, é devido a algum conteúdo de sofrimento preexistente que não suporta ser trazida a consciência. Dessa forma, se um sentimento de rejeição (por exemplo) tornou-se um trauma para uma determinada pessoa, toda vivência que impute uma rejeição, promoverá sentimentos descontrolados com comportamentos alterados, sendo foco de crítica a todos outros que não entendem tal situação. Assim, o mais importante é ter esse reconhecimento e buscar ajuda profissional para que esse trauma não impacte tanto na vida do sujeito, que sofre, e com muita dificuldade interage com todos ao seu entorno. Culminando muitas vezes, com o isolamento devido a inabilidade de lidar com determinada situação, ou mesmo, uma psicopatologia." (Letícia Lima)
sábado, 18 de junho de 2016
essas árvores
se exibindo com
seus braços
sempre abertos
se exibindo com
seus braços
sempre abertos
terça-feira, 14 de junho de 2016
morning
morna
sol
is all
morna
sol
is all
sábado, 11 de junho de 2016
"A relação ensino-aprendizagem depende de um mestre que não se furte de sua condição de aprendiz, o que é uma questão de política cognitiva. O plano de sintonia mestre-aprendiz é um campo de criação, uma zona de vizinhança, um espaço híbrido. O mecanismo não é de identificação, mas de contágio e propagação. Não há transmissão de informação, nem interação professor-aluno, mas habitação compartilhada de uma zona de neblina, a zona molecular. Neste campo indiscernível, a fronteira entre o professor e o aprendiz se desfaz. O professor não é o centro do processo ensino-aprendizagem. Situado do ponto de vista da arte, ele faz circular afetos e funciona como um atrator. Além de um emissor de signos, o professor é um atrator de afetos. Trata-se de um atrator caótico, no sentido da física dos sistemas, longe do equilíbrio de Ilya Prigogine (Prigogine & Stengers, 1990). O atrator é, de modo geral, um tipo de estado ou regime que orienta a evolução temporal de um sistema. A Física clássica descreve atratores estáveis e deterministas como um estado de equilíbrio termodinâmico ou o estado de imobilidade para o qual tende um pêndulo real, funcionando com atrito. Uma vez atingido tal estado, o sistema não se afasta dele espontaneamente. Mas o professor mais se assemelha a um atrator estranho, estudado pela física dos sistemas longe do equilíbrio. Eles não têm a propriedade da estabilidade, mas são caóticos. Os sistemas longe do equilíbrio possuem condições iniciais instáveis." (Virgínia Kastrup)
"Tomando emprestada uma ideia de Foucault (1994), pode-se dizer que a aprendizagem inventiva envolve não apenas a dimensão tecnológica de trato com a matéria, mas também um certo ethos, uma atitude. Esta atitude consiste em não tomar a experiência presente, o encontro com os signos, o problema, como algo transitório, fugidio ou contingente, mas em manter ou perpetuar sua força e sua exigência de decifração. A passividade segue-se então um trabalho. O signo imprime força inicial ao processo, mas há um esforço a mais, que encontra sua fonte num corpo inventivo, que não se furta à exigência do trabalho. Trabalhar com o signo não é anular sua singularidade referindo-o a um plano subjetivo e pré-existente de sentido, mas é praticar um jogo difícil entre o constrangimento imposto por sua singularidade e o exercício da invenção. E transformá-lo, captando-o naquilo que ele é. A interpretação não destrói a novidade do signo, onde reside sua força, mas respeita-a e viola-a ao mesmo tempo, criando a partir dele e colocando-o sempre à prova. Este modo de relação com o signo é também um modo de relação consigo mesmo. O aprendiz artista não se conforma com seus limites atuais, mas toma-se a si mesmo como objeto de uma invenção complexa e difícil. O aprendiz é constrangido à tarefa de reinventar-se. A aprendizagem, sob a perspectiva da arte, envolve então uma atitude-limite, que faz escapar da polarização sujeito-objeto, interior-exterior, e habitar a zona de fronteira. A atitude-limite, no caso, não consiste em trabalhar dentro de limites fechados e que não poderiam ser ultrapassados, mas em trabalhar transpondo limites, aprendendo a aprender." (Virgínia Kastrup)
"A aprendizagem inventiva nunca se restringe ao plano da inteligência. A inteligência participa, mas não é por sua participação que a verdadeira aprendizagem se dá. A inteligência atua, tem um papel no processo de aprendizagem, mas ela é acionada, forçada pelo encontro com os signos. Neste sentido, é oportuna a distinção estabelecida por Bergson (1932/1992, p. 42) entre uma inteligência que trabalha 'a frio' e uma inteligência que trabalha 'a quente'. A primeira opera analisando e sintetizando, enquanto a segunda é movida por algo de não intelectual, que Bergson (1932/1992) denomina emoção criadora. Esta não equivale a um tom subjetivo ou a um colorido afetivo que se seguiria à representação, mas precede e exige representações. Ela diz respeito a um contato imediato com algo que é exterior ao sujeito e que lhe provoca um abalo afetivo, uma agitação que é criadora na medida em que é exigente de representações que a ela se seguirão. Bergson (1902/1990) falou também extensamente sobre este tema em seu artigo sobre o esforço intelectual. Refere-se aí a trabalhos intelectuais distintos, em diversos graus de esforço ou complexidade. Num dos extremos encontramos o trabalho sem esforço, que é reprodutivo e encadeia representações, num funcionamento automático. No outro extremo temos a inteligência que opera com esforço, a qual podemos dizer que corresponde à inteligência que trabalha a quente." (Virgínia Kastrup)
"É importante sublinhar também que quando nos situamos no campo da invenção não estamos no domínio da espontaneidade. A aprendizagem inventiva não é espontânea, mas sim constrangida, não apenas pelo território que já habitamos mas também pelo presente que experimentamos. O presente exige uma atenção aos signos que, nos termos de Bergson (1934/1979), é uma atenção suplementar, atenção à duração, para além da função e do valor de uso do objeto em questão, para além dos esquemas práticos da recognição. Pode-se dizer que essa atenção suplementar implica mesmo uma desatenção ao caráter utilitário da vida prática. Em outras palavras, há uma disciplina envolvida na aprendizagem inventiva. Esta idéia pode parecer, à primeira vista, contraditória com a invenção, aparentemente afeita à espontaneidade. Mas atribuir a disciplina apenas à aprendizagem mecânica é por certo confundir a noção de disciplina com a de controle. A disciplina diz respeito à necessidade de embarcarmos obstinadamente nos fluxos materiais, atentos à sua singularidade. No campo da disciplina, estamos entregues às forças ou aos signos da matéria em questão. O desenvolvimento das habilidades depende de uma prática com as coisas, o que envolve utilizá-las, modificá-las e até destruí-las. Assim desenvolvemos aptidões e formamos conhecimentos inscritos corporalmente. A disciplina é uma condição, embora não garanta que a invenção se cumpra. A noção de controle remete a uma relação extrínseca, antes com as pessoas do que com os fluxos materiais. O controle busca impor regras de ação a partir do exterior: controle do tempo, sistema de recompensas e punições, protocolos de avaliação e outras estratégias." (Virgínia Kastrup)
"Este duplo limite é referido por Deleuze e Guattari (1975/1977; 1980/1997) quando afirmam que a aprendizagem envolve não apenas processos de territorialização e subjetivação, mas também de desterritorialização e dessubjetivação. Habitar um território é como ser íntimo, mas também ter a possibilidade de acolher o estrangeiro. Para Deleuze e Guattari (1980/1997) só há desterritorialização nos limites, nas bordas de um território. O encontro com os signos, é, então, uma experiência crítica, pois se dá sobre os limites do território que é habitado. O signo põe o problema, força a pensar e exige decifração e sentido, produzindo uma reconfiguração permanente
"Deleuze afirma: 'a arte é o destino inconsciente do aprendiz'. Este destino, este ponto de vista, não se considera como uma meta consciente ou como uma regulação da vontade. Também não se trata de ter na arte, ou numa certa obra de arte, um alvo, um ponto fixo a ser atingido, e que orientaria o processo de aprender. Como ficará mais claro adiante, a arte não é um alvo, mas um atrator caótico, um ponto que é tendencial, sem ser fixo e sem possibilitar falar em regimes estáveis ou em resultados previsíveis. Colocar o problema da aprendizagem do ponto de vista da arte é colocá-lo do ponto de vista da invenção. A arte surge como um modo de exposição do problema do aprender. Esta maneira de penetrar no campo da aprendizagem, pela precisa colocação do problema, significa aplicá-la ao próprio objeto de nossa investigação, ou seja, entender que toda aprendizagem começa com a invenção de problemas. Esta advertência serve de indicação para não repetirmos os equívocos da Psicologia da Aprendizagem, que saltou este momento fundamental, reduzindo-a a um processo de solução de problemas." (Virgínia Kastrup)
"A perspectiva da arte libera a aprendizagem da solução de problemas, que faz da performance adaptada um valor em si. Pode-se concluir que as competências de nada valem se elas apenas intensificam a dimensão de controle do comportamento, e não são capazes de ser um meio de exercício da liberdade de fazer diferentemente, de ser diferentemente, de inventar a si e também a um mundo. O ponto de vista da arte revela-se como uma forma superior de problematização, ou, em outras palavras, significa colocar-se frente ao processo de aprender do ponto de vista da problematização." (Virgínia Kastrup)
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Uma restauração que fiz no photoshop, esses tempos. A menina, hoje mulher, da foto é a Fátima, filha da minha colega que se aposentou Ivanosca Bandeira Flores - a Iva (ou DetetIva).
Via Leandro Karnal, telegramas entre Churchill e Bernard Shaw:
– Tenho o prazer e a honra de convidar o digno primeiro-ministro para a primeira apresentação da minha peça Pigmaleão. Venha e traga um amigo, se tiver. Bernard Shaw.
– Agradeço ao ilustre escritor o honroso convite. Infelizmente não poderei comparecer à primeira apresentação. Irei à segunda, se houver. Winston Churchill.
– Tenho o prazer e a honra de convidar o digno primeiro-ministro para a primeira apresentação da minha peça Pigmaleão. Venha e traga um amigo, se tiver. Bernard Shaw.
– Agradeço ao ilustre escritor o honroso convite. Infelizmente não poderei comparecer à primeira apresentação. Irei à segunda, se houver. Winston Churchill.
"Os primeiros 40 anos da infância são os mais difíceis." (Leuzito)
Segundo a psicóloga Raquel Baldo Vidigal, em artigo publicado no site Minha Vida, há o caso em que faltou um olhar/cuidado afetivo, amoroso, acolhedor e encorajador no meio que nasceu e viveu. Essa pessoa tenta compensar tal falta olhando intensamente para si mesma, para seu ego, numa tentativa fantasiosa de se acolher e de acreditar em si mesma. “Isso chega a tal ponto que não deixa espaço para o outro, ela mesma basta para se admirar”, acrescenta a especialista.
Apaixonam-se por pessoas de personalidade muito próxima, às vezes são parecidos até fisicamente, possuem gostos e atos muito similares. Na verdade estão apaixonados por eles mesmos, se enxergam através do outro, e não o outro, e isso acontece com ambos. Logo, é uma relação egocêntrica e não de parceria. A paixão sentida será dele por ele mesmo, e só irá se envolver com alguém se esta pessoa lhe representar e for seu espelho contínuo.
Apaixonam-se por pessoas de personalidade muito próxima, às vezes são parecidos até fisicamente, possuem gostos e atos muito similares. Na verdade estão apaixonados por eles mesmos, se enxergam através do outro, e não o outro, e isso acontece com ambos. Logo, é uma relação egocêntrica e não de parceria. A paixão sentida será dele por ele mesmo, e só irá se envolver com alguém se esta pessoa lhe representar e for seu espelho contínuo.
<< Jovens ricos continuarão pegando os melhores trabalhos, e não só por terem acesso às melhores universidades. São também os mais propensos a aceitar trabalhar de graça no início da carreira, praxe em grandes companhias que, em troca, prometem "projeção". Em miúdos: "Você devia é agradecer, isso fará um bem danado para seu currículo". >> (James Bloodworth)
David Bowie, Eddie Vedder & David Gilmour - Comfortably numb
Não é assim, homens passarão a respeitar mulheres, e pronto. Esses homens não respeitam ninguém, a começar por si mesmos. São pessoas que foram mal formadas, e por isso sofrem muito, e por ignorância repassam o sofrimento, "melhor" ainda se amplificado. Eles têm esse comportamento nocivo, que pode ser ainda mais nocivo com quem eles podem dominar fisicamente: uma criança, uma mulher, um velho, um mendigo e, se eles estiverem em grupo, qualquer pessoa sozinha. O que é muito comum em gente assim é que não teve pai, ou teve pai abusador. Não aprendeu limites, seja por ensinamento, seja por exemplo. Tem muito caminho pela frente para essas pessoas entenderem o que é respeito, o que é o outro, o que é a mulher - e o homem. O primeiro passo é saber e assumir que é doente e querer mudar. Qual a probabilidade disso acontecer? Mínima. Enquanto isso, nos resta inibição policial, campanhas (públicas e pessoais), campanhas de amor e a educação amorosa dos próximos seres humanos.
Qual é a primeira coisa que perguntam pro menininho quando ele entra na escolinha? "Já tem namoradinha? Quantas?" É automático, os papais e titios e mamães e titias nem pensam antes de fazer a pergunta, é tão automático quanto falar do clima. Fiquem quietos, então; não perguntem nada, se falta inteligência e criatividade. Depois, na adolescência, na escola, quem não é comedor é viado, e as gurias só falam com os comedores. Daqui a pouco os adolescentes nem sabem por que estão fazendo sexo, ou nem estão propriamente gostando de fazer. Como desvincular essa importância da dominação sexual como afirmação da identidade social? Por que isso é assim? A reprodução e a perpetuação da espécie são tão importantes, num planeta superpopuloso?
Qual é a primeira coisa que perguntam pro menininho quando ele entra na escolinha? "Já tem namoradinha? Quantas?" É automático, os papais e titios e mamães e titias nem pensam antes de fazer a pergunta, é tão automático quanto falar do clima. Fiquem quietos, então; não perguntem nada, se falta inteligência e criatividade. Depois, na adolescência, na escola, quem não é comedor é viado, e as gurias só falam com os comedores. Daqui a pouco os adolescentes nem sabem por que estão fazendo sexo, ou nem estão propriamente gostando de fazer. Como desvincular essa importância da dominação sexual como afirmação da identidade social? Por que isso é assim? A reprodução e a perpetuação da espécie são tão importantes, num planeta superpopuloso?
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"Todo preconceituoso é covarde. O ofendido precisa compreender isso. O preconceito tem duas fontes: a covardia e a tolice. O intolerante em relação a etnia, cor da pele, orientação sexual, religião e extrato econômico tem medo de ser o que é. Ele só se eleva quando rebaixa o outro. Necessita ver que o outro não serve e não presta para ele poder valer alguma coisa. É um fraco que teme aquele que não é igual e se sente ameaçado por ele. Além disso, ser preconceituoso é ser burro e tonto." (Mario Sergio Cortella)
Ciro Gomes na Mariana Godoy
"O Kant disse 'Avalia-se a inteligência de um homem pela quantidade de incertezas que ele é capaz de suportar'. Muita gente adoece hoje porque é pouco resistente, não é capaz de esperar no escuro, suportar as zonas de sombra, incertezas." (Marta Savana)
<< A história é mais ou menos assim: Mark Twain, o escritor norte-americano, estava sentado na varanda de sua casa quando passou um vizinho e perguntou "Descansando, vizinho?", ao que ele respondeu, "Não, trabalhando". Outro dia o mesmo vizinho o viu cortando a grama do jardim e perguntou "Trabalhando, vizinho?", e Twain respondeu, "Não, descansando".
Lembrei dessa historinha para exemplificar a ideia de que o trabalho e o descanso do artista não se parecem com os das demais profissões. Para o senso comum, "artista" nem mesmo parece ser profissão. Para que serve o artista afinal? O sistema não tem, a priori, um lugar para ele. O pintor francês Paul Gauguin trocou uma profissão "de respeito" e rentável para se tornar um pintor destinado a viver e morrer na pobreza e sem reconhecimento. Que julgamento esperar dos contemporâneos de Gauguin senão o de que ele havia enlouquecido, que era um misantropo, um inadaptado?
A sociedade está sempre pronta para receber os engenheiros, os médicos ou os advogados, nunca os artistas. Se um médico pendurar seu diploma em uma parede, entrar e sair rotineiramente pela porta de um consultório em que estiver afixada uma placa com seu nome e especialidade, ninguém dirá que ele não é um médico, seja ele bom ou mau profissional. Para o artista, um diploma e uma porta com seu nome nunca serão o suficiente. (...) >> (Vitor Ramil)
Lembrei dessa historinha para exemplificar a ideia de que o trabalho e o descanso do artista não se parecem com os das demais profissões. Para o senso comum, "artista" nem mesmo parece ser profissão. Para que serve o artista afinal? O sistema não tem, a priori, um lugar para ele. O pintor francês Paul Gauguin trocou uma profissão "de respeito" e rentável para se tornar um pintor destinado a viver e morrer na pobreza e sem reconhecimento. Que julgamento esperar dos contemporâneos de Gauguin senão o de que ele havia enlouquecido, que era um misantropo, um inadaptado?
A sociedade está sempre pronta para receber os engenheiros, os médicos ou os advogados, nunca os artistas. Se um médico pendurar seu diploma em uma parede, entrar e sair rotineiramente pela porta de um consultório em que estiver afixada uma placa com seu nome e especialidade, ninguém dirá que ele não é um médico, seja ele bom ou mau profissional. Para o artista, um diploma e uma porta com seu nome nunca serão o suficiente. (...) >> (Vitor Ramil)
Dilma vai voltar e vai encontrar a "casa" como se tivesse passado um furacão, como se tivesse acontecido uma festa de adolescentes bêbados, como se ladrões tivessem arrombado e passado a viver ali. Ninguém fala sobre o que vai acontecer se ela voltar. Não falam porque têm medo de que isso aconteça, porque é possível, quase provável já, que aconteça. Vai ser tragicômico.
ALIÁS: Quantos dias demoram esses cinco dias que o STF deu para o Temer explicar por que desandou a trocar tudo?
HOJE: Já são 15 os "5" dias.
ALIÁS: Quantos dias demoram esses cinco dias que o STF deu para o Temer explicar por que desandou a trocar tudo?
HOJE: Já são 15 os "5" dias.
"A internet faz as pessoas crerem que o acesso veloz ao dado e à informação tornou-as livre do esforço." (Leandro Karnal)
"Não há política de esquerda sem pelo menos três questões fundamentais: primeiro, uma defesa radical do igualitarismo. A gente vive num país onde mesmo essas questões que são pautas reformistas sociais democráticas clássicas, como imposto sobre grandes fortunas, estão ausentes do debate político brasileiro. Que são pautas que poderiam indicar onde o Estado poderia conseguir se financiar para oferecer serviços públicos de qualidade para seus cidadãos. O segundo ponto é a defesa radical da democracia direta. Existe uma tradição ruim na esquerda, que é uma tradição dirigista, centralizadora. Há uma exigência de mostrar que nós podemos avançar muito no modelo de democracia que não só apenas os processos decisórios, mas de gestão, sejam pensados em democracia direta. E o outro, que é fundamental para a esquerda, é o direito humano, que é o direito de resistência. Falar em direitos humanos é falar em resistência. O que está longe de ser o caso do Brasil, onde se criminaliza qualquer tipo de revolta, o mais rápido possível." (Vladimir Safatle)
Prova de que não é impeachment, mas uma eleição gambiarra:
<< O presidente interino Michel Temer está sob intensa pressão de senadores que se dizem indecisos sobre o impeachment. Há alguns dias, vem revelando desconforto com a barganha e as exigências feitas por alguns deles. "Então votem na Dilma", já chegou a dizer, em mais de uma ocasião. >> (Mônica Bergamo)
<< O presidente interino Michel Temer está sob intensa pressão de senadores que se dizem indecisos sobre o impeachment. Há alguns dias, vem revelando desconforto com a barganha e as exigências feitas por alguns deles. "Então votem na Dilma", já chegou a dizer, em mais de uma ocasião. >> (Mônica Bergamo)
BANDA: Eximperituserqethhzebibšiptugakkathšulweliarzaxułum
DISCO: Prajecyrujučy Sinhuliarnaje Wypramieńwańnie Daktryny Absaliutnaha J Usiopahłynaĺnaha Zła Skroź Šaścihrannuju Pryzmu Sîn-Ahhī-Erība Na Hipierpawierchniu Zadyjakaĺnaha Kaŭčęha Zasnawaĺnikaŭ Kosmatęchničnaha Ordęna Palieakantakta, Najstaražytnyja Ipastasi Da
ANO: 2016
TRACKLIST:
01. Transhręsiŭnaje Ŭšęście Ęn-Miendurana Skroź Pramianistuju Dęĺtu Wialikaha Architęktara Al-Sadirah Minujučy Modusy Času Ankh-F-N-Khonsu, Niewiadomaha Wartaŭnika Wuzłoŭ Maa-Atef-F, Da Abicieli Adąda… (3:58)
02. Imknieńnie Apantanaści Hniewu Sębęka Da Słupoŭ Twaręńnia Ruin Aššurbanipała Skroź Zabaronieny Šliach Ęmpiryjakrytycyzmu Miedytatyŭnych Pahłyblieńniaŭ Ćiomnych Zaklinaĺnikaŭ Pustyni Ŭšęścia Płutona… (3:07)
03. Da Pytańniaŭ Ab Suziraĺnym Paznańni Naradžęńnia Trahiedyi J Niaŭchiĺnaści Hibeli Isnaha Ŭ Wučeńni Anihiliacyi, Jak Pra Pieršaęliemienty Praŭdziwaj Pryrody Askietyčnych Praliehamienaŭ Mižhałaktyčnaha Smutku Smierciśćwiardžajučaj Mudraści Šapienhaŭęra… (2:56)
04. Akružany Parallieĺnymi Cykłami Biaźmiežnaści Śmierci Baâl Wadalieja Nakiroŭwaje Wypaliennyja Wačnicy Kosmakarkasaŭ Pachawaĺnych Piramid Pa Toj Bok Miež Twaręńnia Asliapliajučych Promńiaŭ Mietatrona… (4:24)
05. Somnambuličnyja Tulliańni Karawanaŭ Ziłlijonnamiesiacowych Rozumazrokaŭ Žracoŭ Ïrminizmu, Jakija Pakidajuć Pojas Kojpiera, Skroź Hnozis Ękzistęncyjanaĺnaha Immažynaryuma Katakombaŭ Ra-Hoor-Khuit CVII Wymiaręńnia Uročyšča Skarpijonaŭ… (3:14)
06. Apałohija Samaźniščęńnia Ŭ Daktrynie Wyzwalieńnia Philippa Mainländęra, Jak Dumka Jakaja Biaskonca Pahłybliajecca Ad Z’jawy Da Sutnaści, Jość Adzina Dakładnaje Mierkawańnie Ab Wyšęjšaj Marali Indywiduaĺnaj Woli Supraćstajačaj Nieświadomamu, A Tak Ža Sutnaść Baraćby Za Nieisnawańnie… (4:21)
07. Rytuał Pryzyŭnoha Zaklionu Ŭsioabdymnaj Ęnierhii Ciemry, U Hipastyĺnaj Zalie Matęryjalizacyi Ŭwasablieńniaŭ Kokabaęła, Zaklikany Zubožyć Ahafałahičnyja Abliččy Idałaŭ Anhârąka, Zwajawaŭšych Wypramieńwańnie Pandęmaničnaha Pantęonu Kheri-Beq-F… (2:35)
08. Paświačęńnie Adęptam Salipsizmu Uwažliwym Da Pastuliawańnia Von Hartmana Ab Nieswiadomym U Z’jawach Cialiesnaha J Duchoŭnaha Žyćcia, Što Skažajuć Azimutaĺny Kut Palinhienęzii Ad Zawieršanaha Ŭwasablieńnia Liutaści Šywy Da Stęły Adkryćcia Toţa Nad Prorwaj Samaręalizacyi Partałaŭ Inšabyćcia… (5:05)
DISCO: Prajecyrujučy Sinhuliarnaje Wypramieńwańnie Daktryny Absaliutnaha J Usiopahłynaĺnaha Zła Skroź Šaścihrannuju Pryzmu Sîn-Ahhī-Erība Na Hipierpawierchniu Zadyjakaĺnaha Kaŭčęha Zasnawaĺnikaŭ Kosmatęchničnaha Ordęna Palieakantakta, Najstaražytnyja Ipastasi Da
ANO: 2016
TRACKLIST:
01. Transhręsiŭnaje Ŭšęście Ęn-Miendurana Skroź Pramianistuju Dęĺtu Wialikaha Architęktara Al-Sadirah Minujučy Modusy Času Ankh-F-N-Khonsu, Niewiadomaha Wartaŭnika Wuzłoŭ Maa-Atef-F, Da Abicieli Adąda… (3:58)
02. Imknieńnie Apantanaści Hniewu Sębęka Da Słupoŭ Twaręńnia Ruin Aššurbanipała Skroź Zabaronieny Šliach Ęmpiryjakrytycyzmu Miedytatyŭnych Pahłyblieńniaŭ Ćiomnych Zaklinaĺnikaŭ Pustyni Ŭšęścia Płutona… (3:07)
03. Da Pytańniaŭ Ab Suziraĺnym Paznańni Naradžęńnia Trahiedyi J Niaŭchiĺnaści Hibeli Isnaha Ŭ Wučeńni Anihiliacyi, Jak Pra Pieršaęliemienty Praŭdziwaj Pryrody Askietyčnych Praliehamienaŭ Mižhałaktyčnaha Smutku Smierciśćwiardžajučaj Mudraści Šapienhaŭęra… (2:56)
04. Akružany Parallieĺnymi Cykłami Biaźmiežnaści Śmierci Baâl Wadalieja Nakiroŭwaje Wypaliennyja Wačnicy Kosmakarkasaŭ Pachawaĺnych Piramid Pa Toj Bok Miež Twaręńnia Asliapliajučych Promńiaŭ Mietatrona… (4:24)
05. Somnambuličnyja Tulliańni Karawanaŭ Ziłlijonnamiesiacowych Rozumazrokaŭ Žracoŭ Ïrminizmu, Jakija Pakidajuć Pojas Kojpiera, Skroź Hnozis Ękzistęncyjanaĺnaha Immažynaryuma Katakombaŭ Ra-Hoor-Khuit CVII Wymiaręńnia Uročyšča Skarpijonaŭ… (3:14)
06. Apałohija Samaźniščęńnia Ŭ Daktrynie Wyzwalieńnia Philippa Mainländęra, Jak Dumka Jakaja Biaskonca Pahłybliajecca Ad Z’jawy Da Sutnaści, Jość Adzina Dakładnaje Mierkawańnie Ab Wyšęjšaj Marali Indywiduaĺnaj Woli Supraćstajačaj Nieświadomamu, A Tak Ža Sutnaść Baraćby Za Nieisnawańnie… (4:21)
07. Rytuał Pryzyŭnoha Zaklionu Ŭsioabdymnaj Ęnierhii Ciemry, U Hipastyĺnaj Zalie Matęryjalizacyi Ŭwasablieńniaŭ Kokabaęła, Zaklikany Zubožyć Ahafałahičnyja Abliččy Idałaŭ Anhârąka, Zwajawaŭšych Wypramieńwańnie Pandęmaničnaha Pantęonu Kheri-Beq-F… (2:35)
08. Paświačęńnie Adęptam Salipsizmu Uwažliwym Da Pastuliawańnia Von Hartmana Ab Nieswiadomym U Z’jawach Cialiesnaha J Duchoŭnaha Žyćcia, Što Skažajuć Azimutaĺny Kut Palinhienęzii Ad Zawieršanaha Ŭwasablieńnia Liutaści Šywy Da Stęły Adkryćcia Toţa Nad Prorwaj Samaręalizacyi Partałaŭ Inšabyćcia… (5:05)
A ideia (não sei de quem foi, ou se foi de vários) foi realizada em 1973, pelo Pink Floyd, e deu origem às vozes faladas que são ouvidas permeando Dark Side Of The Moon. Provavelmente aquele prisma no início do filme tenha sido causa ou consequência da capa do disco.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Programa-049 by Revelações*Douglasdickel on Mixcloud
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