Segundo a psicóloga Raquel Baldo Vidigal, em artigo publicado no site Minha Vida, há o caso em que faltou um olhar/cuidado afetivo, amoroso, acolhedor e encorajador no meio que nasceu e viveu. Essa pessoa tenta compensar tal falta olhando intensamente para si mesma, para seu ego, numa tentativa fantasiosa de se acolher e de acreditar em si mesma. “Isso chega a tal ponto que não deixa espaço para o outro, ela mesma basta para se admirar”, acrescenta a especialista.
Apaixonam-se por pessoas de personalidade muito próxima, às vezes são parecidos até fisicamente, possuem gostos e atos muito similares. Na verdade estão apaixonados por eles mesmos, se enxergam através do outro, e não o outro, e isso acontece com ambos. Logo, é uma relação egocêntrica e não de parceria. A paixão sentida será dele por ele mesmo, e só irá se envolver com alguém se esta pessoa lhe representar e for seu espelho contínuo.
|
|
http://soundcloud.com/input_output |
:: trabalho artístico :: projeto musical input_output | desenhos | fotografia instagram | fotografia flickr | pesquisa de discos | pesquisa de filmes | programa podcast musical ::
:: catarses musicais inativas :: hotel | blanched | o restaurante | homem que não vive da glória do passado ::
:: no pé da página :: currículo | discografia ::
sábado, 11 de junho de 2016
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário