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sábado, 11 de junho de 2016

Segundo a psicóloga Raquel Baldo Vidigal, em artigo publicado no site Minha Vida, há o caso em que faltou um olhar/cuidado afetivo, amoroso, acolhedor e encorajador no meio que nasceu e viveu. Essa pessoa tenta compensar tal falta olhando intensamente para si mesma, para seu ego, numa tentativa fantasiosa de se acolher e de acreditar em si mesma. “Isso chega a tal ponto que não deixa espaço para o outro, ela mesma basta para se admirar”, acrescenta a especialista.

Apaixonam-se por pessoas de personalidade muito próxima, às vezes são parecidos até fisicamente, possuem gostos e atos muito similares. Na verdade estão apaixonados por eles mesmos, se enxergam através do outro, e não o outro, e isso acontece com ambos. Logo, é uma relação egocêntrica e não de parceria. A paixão sentida será dele por ele mesmo, e só irá se envolver com alguém se esta pessoa lhe representar e for seu espelho contínuo.

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