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quinta-feira, 27 de janeiro de 2005
segunda-feira, 24 de janeiro de 2005
"In June or July of 1966; by that time we'd already started to do the things that we continue to do. Even though we were still amateur, we stopped playing blues and started thrashing about making stranger noises and doing different things." (Roger Waters)
"I think it's good if a song has more than one meaning. On the other hand, I like songs that are simple." (Syd Barrett)
"I think it's good if a song has more than one meaning. On the other hand, I like songs that are simple." (Syd Barrett)
"Vendedores sempre me incomodaram, mas essa tendência crescente de pessoas te abordando nos estabelecimentos para perguntar o que tu quer tá beirando o insuportável.
"Sempre achei que isso se restringisse a lojas de discos, mas agora até em farmácias. Pisar numa delas é a certeza de presenciar que três deles venham correndo emocionados na tua direção, largando alguma pergunta infame. Imagino as respostas constrangedoras que alguns deles devem receber. E, daqui um tempo, vai ser comum ter qualquer indivíduo treinado para tentar te empurrar uma nova marca de laxante ou coisa que o valha assim que tu aparecer na porta.
"Planejadores de marketing devem estar valorizando algo do tipo 'o cliente quer fazer suas compras do modo mais rápido e eficiente possível'. Isso explicaria o mundaréu de gente tentando coibir nosso direito sagrado de perder tempo.
"Acho ótimo ter gente sempre à disposição para dar uma ajuda ou sanar dúvidas. Só me deixem decidir quando vou precisar delas. E se a tua loja tem tanto sortimento, deixe eu comprovar isso passando vários minutos olhando embalagem por embalagem. Tentar empurrar o que quer que seja só me faz querer ir embora o mais rápido possível." (Bruno Galera)
"Sempre achei que isso se restringisse a lojas de discos, mas agora até em farmácias. Pisar numa delas é a certeza de presenciar que três deles venham correndo emocionados na tua direção, largando alguma pergunta infame. Imagino as respostas constrangedoras que alguns deles devem receber. E, daqui um tempo, vai ser comum ter qualquer indivíduo treinado para tentar te empurrar uma nova marca de laxante ou coisa que o valha assim que tu aparecer na porta.
"Planejadores de marketing devem estar valorizando algo do tipo 'o cliente quer fazer suas compras do modo mais rápido e eficiente possível'. Isso explicaria o mundaréu de gente tentando coibir nosso direito sagrado de perder tempo.
"Acho ótimo ter gente sempre à disposição para dar uma ajuda ou sanar dúvidas. Só me deixem decidir quando vou precisar delas. E se a tua loja tem tanto sortimento, deixe eu comprovar isso passando vários minutos olhando embalagem por embalagem. Tentar empurrar o que quer que seja só me faz querer ir embora o mais rápido possível." (Bruno Galera)
sexta-feira, 21 de janeiro de 2005
9788532513731
Tem uma pistola leitora de código de barras aqui neste micro agora. Tasquei em cima do livro do Nick Hornby e saiu aquele número ali em cima. Esse escritor me faz ter certeza de que eu nunca vou escrever um romance, talvez nem um conto. Não sei como ele faz aquilo tudo. Exemplo. [Abre aspas.]
Suspirei bem no bocal do telefone, para que ele ouvisse o que eu estava fazendo; tive de mover o celular do ouvido para a boca, coisa que roubou a espontaneidade do momento (...).
- Cristo! O que foi isso?
- Foi um suspiro.
- Parece que você está no cume de uma montanha.
Ficamos calados por alguns instantes. Ele estava calado numa cozinha da zona norte de Londres, e eu estava calada num estacionamento em Leeds. De repente, fiquei nauseada diante da forma e da textura daquele silêncio, que eu já conhecia tão bem, com todos os seus caminhos pontiagudos.
[Fecha aspas.] E o desgraçado ainda por cima escreve esse Como Ser Legal em primeira pessoa de personagem feminina. Perfeito: a visão feminina por meio da linguagem masculina, o que significa que se pode - que eu posso - entender o texto (Clarices lispétores escrevem em alienigenês). Com o Nick Hornby, as palavras dançam como se fossem o grupo de dança mais inacreditável do mundo - que eu não sei qual é.
Tem uma pistola leitora de código de barras aqui neste micro agora. Tasquei em cima do livro do Nick Hornby e saiu aquele número ali em cima. Esse escritor me faz ter certeza de que eu nunca vou escrever um romance, talvez nem um conto. Não sei como ele faz aquilo tudo. Exemplo. [Abre aspas.]
Suspirei bem no bocal do telefone, para que ele ouvisse o que eu estava fazendo; tive de mover o celular do ouvido para a boca, coisa que roubou a espontaneidade do momento (...).
- Cristo! O que foi isso?
- Foi um suspiro.
- Parece que você está no cume de uma montanha.
Ficamos calados por alguns instantes. Ele estava calado numa cozinha da zona norte de Londres, e eu estava calada num estacionamento em Leeds. De repente, fiquei nauseada diante da forma e da textura daquele silêncio, que eu já conhecia tão bem, com todos os seus caminhos pontiagudos.
[Fecha aspas.] E o desgraçado ainda por cima escreve esse Como Ser Legal em primeira pessoa de personagem feminina. Perfeito: a visão feminina por meio da linguagem masculina, o que significa que se pode - que eu posso - entender o texto (Clarices lispétores escrevem em alienigenês). Com o Nick Hornby, as palavras dançam como se fossem o grupo de dança mais inacreditável do mundo - que eu não sei qual é.
Who killed the pics?
Mostra de fotografias do artista multimídia Murilo Biff. A exposição é baseada na clássica figura do mal-feitor, aquele que é visto como bandido pela sociedade, que esconde o próprio rosto com uma meia-calça de nylon para cometer atos ilícitos. Para tanto o próprio artista se traveste de tal personagem, se fotografa e amplia essas imagens em tamanho natural utilizando a fotocópia como ferramenta. A relação entre personagem e espectador é traçada pela linguagem dos cartazes de rua.
Museu do Trabalho [Grátis] De 11/01 a 30/01/2005 - De Ter a Dom, das 14h às 19h
Mostra de fotografias do artista multimídia Murilo Biff. A exposição é baseada na clássica figura do mal-feitor, aquele que é visto como bandido pela sociedade, que esconde o próprio rosto com uma meia-calça de nylon para cometer atos ilícitos. Para tanto o próprio artista se traveste de tal personagem, se fotografa e amplia essas imagens em tamanho natural utilizando a fotocópia como ferramenta. A relação entre personagem e espectador é traçada pela linguagem dos cartazes de rua.
Museu do Trabalho [Grátis] De 11/01 a 30/01/2005 - De Ter a Dom, das 14h às 19h
- Tu já tá escrevendo outro?
- Não.
- Mas vai?
- Espero que sim.
Pensando unicamente que o Ambivalência nasceu da matéria-prima dor, eu reformularia a resposta para
- Espero que não.
É a questão felicidade x inspiração. Agora eu estou feliz. Escrever é a arte que mais necessita da necessidade. (Não tenho assuntos para poemas e, quando tenho, não consigo imprimir a mesma qualidade daqueles que formaram o livro. Ou talvez eu ainda esteja por encontrar outro método e uma estética nova.) Acho que, feliz, o que eu posso é compor e continuar tirando fotos.
- Não.
- Mas vai?
- Espero que sim.
Pensando unicamente que o Ambivalência nasceu da matéria-prima dor, eu reformularia a resposta para
- Espero que não.
É a questão felicidade x inspiração. Agora eu estou feliz. Escrever é a arte que mais necessita da necessidade. (Não tenho assuntos para poemas e, quando tenho, não consigo imprimir a mesma qualidade daqueles que formaram o livro. Ou talvez eu ainda esteja por encontrar outro método e uma estética nova.) Acho que, feliz, o que eu posso é compor e continuar tirando fotos.
É que a criatividade vai fluindo morna como a água que cai do chuveiro e escorre pelo corpo. Sério. Momentos bons para compor: banho, caminhando, caminhando meio-acordado meio-dormindo até o banheiro de madrugada (este é sensacional: frases inteiras vêm à cabeça fluentemente). Quando a razão toma conta, tudo embaça.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2005
Frank Poole
(23 members)
Topic: o disco novo do frank poole
Gustavo o disco novo do frank poole 1/19/2005 3:47 PM
bom, amigos. quem ja teve a ousadia de ouvir todos os mp3 do nosso site? tem um monte de ensaios que foram gravados e totalizam umas 30 faixas. fora tudo que que nunca gravamos. É por isso que acredito que 2005 é o ano para un novo disco do Frank Poole. quero propor aos amigos amigos dessa comunidade a chance de participar nesse novo disco, como fizemos com o rinaldo que era nosso fa e adotamos como baixista. o problema e que ele tocava demais. bom, eu e o yury ja estamos gravando 8 musicas e vamos faze-lo todo pela internet numa distancia de 8888 km aproximados. a nova viagem/fuga de frank poole.
Gustavo ps: 1/19/2005 5:05 PM
esqueci de mencionar um detalhe. nao tenho mais guitarra. vendi ao meu amigo marcello larcher pra vir a barcelona. bom o trompete ja nao existe mais tambem, me livrei dele antes disso. o que vou gravar entao? surpresa.
PS1: !!!!!!!!!!!!!!
PS2: Já me ofereci.
(23 members)
Topic: o disco novo do frank poole
Gustavo o disco novo do frank poole 1/19/2005 3:47 PM
bom, amigos. quem ja teve a ousadia de ouvir todos os mp3 do nosso site? tem um monte de ensaios que foram gravados e totalizam umas 30 faixas. fora tudo que que nunca gravamos. É por isso que acredito que 2005 é o ano para un novo disco do Frank Poole. quero propor aos amigos amigos dessa comunidade a chance de participar nesse novo disco, como fizemos com o rinaldo que era nosso fa e adotamos como baixista. o problema e que ele tocava demais. bom, eu e o yury ja estamos gravando 8 musicas e vamos faze-lo todo pela internet numa distancia de 8888 km aproximados. a nova viagem/fuga de frank poole.
Gustavo ps: 1/19/2005 5:05 PM
esqueci de mencionar um detalhe. nao tenho mais guitarra. vendi ao meu amigo marcello larcher pra vir a barcelona. bom o trompete ja nao existe mais tambem, me livrei dele antes disso. o que vou gravar entao? surpresa.
PS1: !!!!!!!!!!!!!!
PS2: Já me ofereci.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2005
O Pitchfork está "de cara nova" (eu costumo não gostar dessas mudanças) e agora tem (ou sempre teve e só agora foi realçada) uma seção chamada Profile, que ficha uma banda.
"Les Georges Leningrad's 'petrochemical rock' - a spastic blend of dub, disco, post-punk, and no-wave - is decidedly murky. (...) Montreal's preeminent art-punks demolish the lines between music, presentation, and promotion (...). For singer Poney P, guitarist/noise artist Mingo L'Indien, and drummer Bobo Boutin, there is no message, only medium."
A gravadora deles é a Alien8 Recordings, que lança também o Acid Mothers Temple, banda interessante da qual eu peguei um disco em MP3, num dos CD-Rs que o Mack (ele e a Letícia ainda estão namorando: fiquei/fico feliz!) me emprestou. Aliás, por isso, estou bem suprido de coisas novas para escutar!
Semana que vem vêm de Brasília o Sergio, meu professorpreferido-amigo-guia, que vai ficar na minha casa e vai encontrar o Sérgio dele, o Andrew, um professor da Universidade do Colorado; e de São Paulo a Katia, recente amiga virtual e colega de obsessão por Portugal, que vai me trazer músicas de bandas lusas.
"Les Georges Leningrad's 'petrochemical rock' - a spastic blend of dub, disco, post-punk, and no-wave - is decidedly murky. (...) Montreal's preeminent art-punks demolish the lines between music, presentation, and promotion (...). For singer Poney P, guitarist/noise artist Mingo L'Indien, and drummer Bobo Boutin, there is no message, only medium."
A gravadora deles é a Alien8 Recordings, que lança também o Acid Mothers Temple, banda interessante da qual eu peguei um disco em MP3, num dos CD-Rs que o Mack (ele e a Letícia ainda estão namorando: fiquei/fico feliz!) me emprestou. Aliás, por isso, estou bem suprido de coisas novas para escutar!
Semana que vem vêm de Brasília o Sergio, meu professorpreferido-amigo-guia, que vai ficar na minha casa e vai encontrar o Sérgio dele, o Andrew, um professor da Universidade do Colorado; e de São Paulo a Katia, recente amiga virtual e colega de obsessão por Portugal, que vai me trazer músicas de bandas lusas.
Hoje à noite é a festa do Prêmio London Burning 2004. Amanhã os vencedores estarão anunciados no site.
terça-feira, 18 de janeiro de 2005
Frank Poole
(20 members)
Topic: de quem é o solo em canção para cecília?
Douglas 12/14/2004 5:50 AM
de quem é o solo em canção para cecília? Yuri ou Gustavo?
Rinaldo 1/17/2005 2:04 PM
O trompete quem toca é o Gustavo. E os solos de guitarra (se é que se pode chamar aquilo de solos) também. O Yury faz os acordes - apesar dele não saber isso.
(20 members)
Topic: de quem é o solo em canção para cecília?
Douglas 12/14/2004 5:50 AM
de quem é o solo em canção para cecília? Yuri ou Gustavo?
Rinaldo 1/17/2005 2:04 PM
O trompete quem toca é o Gustavo. E os solos de guitarra (se é que se pode chamar aquilo de solos) também. O Yury faz os acordes - apesar dele não saber isso.
Let me sing you a waltz
Out of nowhere, out of my thoughts
Let me sing you a waltz
About this one night stand
You were, for me, that night
Everything I always dreamt of in life
But now you're gone
You are far gone
All the way to your island of rain
It was for you just a one night thing
But you were much more to me, just so you know
I don't care what they say
I know what you meant for me that day
I just want another try, I just want another night
Even if it doesn't seem quite right
You meant for me much more than anyone I've met before
One single night with you (...) is worth a thousand with anybody
I have no bitterness, my sweet
I'll never forget this one night thing
Even tomorrow in other arms, my heart will stay yours until I die
Let me sing you a waltz
Out of nowhere, out of my blues
Let me sing you a waltz
About this lovely one night stand
Out of nowhere, out of my thoughts
Let me sing you a waltz
About this one night stand
You were, for me, that night
Everything I always dreamt of in life
But now you're gone
You are far gone
All the way to your island of rain
It was for you just a one night thing
But you were much more to me, just so you know
I don't care what they say
I know what you meant for me that day
I just want another try, I just want another night
Even if it doesn't seem quite right
You meant for me much more than anyone I've met before
One single night with you (...) is worth a thousand with anybody
I have no bitterness, my sweet
I'll never forget this one night thing
Even tomorrow in other arms, my heart will stay yours until I die
Let me sing you a waltz
Out of nowhere, out of my blues
Let me sing you a waltz
About this lovely one night stand
Eu ODEIO a banda Scissors Sisters, porque ela fez uma versão 'dance gay' (?????) de Comfortably Numb (!@#$%&*), do Pink Floyd!
Prestem atenção na qualidade decrescente dos DJs dessa festa, The Ultimate Dancing.
[claudia] barbi[san] vai tocar somente as garotas. só minas electro-rock-punk tais como vive la fête, 2raumwohnung, peaches, le tigre, miss kittin e chicks on speed dentre outras. seulement chanteuse cristiano mattos aproveita a noite para despejar toneladas do melhor techno que está sendo produzido nos últimos tempos.jimi joe faz o variado trivial desvairado tocando de tudo um pouco, fazendo do nada um tudo, de 70's disco a dj tiesto.
THE ULTIMATE DANCING
SÁBADO, 22 DE JANEIRO, 22 HORAS
OCIDENTE (JOÃO TELLES ESQ. OSVALDO ARANHA)
INGRESSOS: R$ 12
Há tempos estamos querendo dançar.
[claudia] barbi[san] vai tocar somente as garotas. só minas electro-rock-punk tais como vive la fête, 2raumwohnung, peaches, le tigre, miss kittin e chicks on speed dentre outras. seulement chanteuse cristiano mattos aproveita a noite para despejar toneladas do melhor techno que está sendo produzido nos últimos tempos.
THE ULTIMATE DANCING
SÁBADO, 22 DE JANEIRO, 22 HORAS
OCIDENTE (JOÃO TELLES ESQ. OSVALDO ARANHA)
INGRESSOS: R$ 12
Há tempos estamos querendo dançar.
"O secretário municipal da Cultura, Sergius Gonzaga, definiu outros dois nomes de sua equipe: na Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia assume Bernardo José de Souza e na Coordenação do Livro e Literatura, Daniel Galera, ambos graduados em Publicidade e Propaganda. (...) Galera é escritor, tradutor e editor e um dos criadores da editora Livros do Mal, pela qual publicou seu livro de estréia "Dentes Guardados" (Contos, 2001). Em julho de 2004, foi um dos escritores convidados da 2ª Festa Literária Internacional de Parati (RJ). Desde agosto de 2003, trabalha como tradutor literário inglês/português e preparador de texto. (SMC)
Celine: So, I want to try something.
Jesse: What?
Celine: [hugs him] I want to see if you stay together or if you dissolve into molecules.
Jesse: How'm I doing?
Celine: Still here.
Jesse: Good, I like being here.
Nota: o filme é EM TEMPO REAL. Eles ficam juntos realmente 80 minutos (depois disso "não se sabe" o que acontece). Before Sunrise eram 14 horas resumidas em 105 minutos.
Jesse: What?
Celine: [hugs him] I want to see if you stay together or if you dissolve into molecules.
Jesse: How'm I doing?
Celine: Still here.
Jesse: Good, I like being here.
Nota: o filme é EM TEMPO REAL. Eles ficam juntos realmente 80 minutos (depois disso "não se sabe" o que acontece). Before Sunrise eram 14 horas resumidas em 105 minutos.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2005
O Linklater não precisou de mais de 80 minutos e um final indicativo para contar a vida inteira futura do Jesse e da Céline. Ao mesmo tempo, o final é aberto e provoca reflexões grand canyon. Deveria haver nos cartazes dos filmes nos cinemas avisos do tipo
CUIDADO:
DIRETOR DE VERDADE
para evitar, durante o último fade out, diálogos do tipo do deste casal:
- Ainda bem [que acabou].
- Que bosta [este filme].
Nós devíamos tê-los espancado.
Sério.
Conheci o Joeblack no cursinho. Ele tem um projeto de lounge com o Cholly, chamado Milton, e me contou que a Tom Bloch (também) está acabando, pelo menos da forma como estava existindo. Parece que a "formação original" vai ser retomada, ou seja, o Pedro compondo e o Charles produzindo. (Tenho que pedir uns telefones de estúdios para ele e já pergunto se é isso mesmo.) O Iuri está de muda para Goiânia e os outros estão com o projeto Contâiners. Change returns success é mesmo o lema de Porto Alegre agora.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2005
A Manu comprou o DVD do Supergrass, o Sonic Youth dela. O que mais me chamou a atenção foi o fato de o baterista, o Danny, compor as músicas junto com o Gaz, que canta e toca guitarra - como acontecia com o Mike e o Diego na Video Hits. E os caras são chegados no humor nonsense (tem uma parte que mostra as vacas que assistiam aos ensaios deles e eles falando com elas), tanto que dedicam a introdução do site ao Douglas Adams.
Senhor Chefe da Segurança:
Eu trabalho na PGE e gostaria de relatar alguns inconvenientes por que já passei e por que estou passando todo dia, a partir desta semana.
Já tive que registrar a entrada de uma guitarra e de um violão, os quais eu levaria ao conserto depois do expediente; e de um pacote de livros meus, escritos por mim, que eu havia acabado de buscar na editora, no meio-dia, e levei comigo até a PGE para que eu pudesse levar para casa depois do expediente.
Agora, os seguranças estão falando de uma nova regra que obriga os funcionários que portam mochilas ou a registrá-las na entrada e na saída, o que é inconveniente, ou a deixá-las no guarda-volumes, o que é absurdo, uma vez que, se estou vindo para o trabalho com uma mochila, é porque eu preciso dela. Se fosse para guardá-la, eu a deixava em casa, não? Disseram-me para registrar a mochila e o que havia dentro. Pois, eu estou sempre de mochila porque carrego sempre junto de mim meus livros, minhas poesias, meu portfólio de fotografia e discos da minha banda.
Então, eu gostaria de saber mais detalhes sobre as tais novas regras e, desde já, pedir para que repensem uma regra que, absurdamente, impede os funcionários de trazerem objetos pessoais para o local de trabalho, cerceando a sua liberdade mínima.
Respeitosamente,
Douglas Dickel
Agente administrativo
PGE-PP-EQT
R. 1671
Eu trabalho na PGE e gostaria de relatar alguns inconvenientes por que já passei e por que estou passando todo dia, a partir desta semana.
Já tive que registrar a entrada de uma guitarra e de um violão, os quais eu levaria ao conserto depois do expediente; e de um pacote de livros meus, escritos por mim, que eu havia acabado de buscar na editora, no meio-dia, e levei comigo até a PGE para que eu pudesse levar para casa depois do expediente.
Agora, os seguranças estão falando de uma nova regra que obriga os funcionários que portam mochilas ou a registrá-las na entrada e na saída, o que é inconveniente, ou a deixá-las no guarda-volumes, o que é absurdo, uma vez que, se estou vindo para o trabalho com uma mochila, é porque eu preciso dela. Se fosse para guardá-la, eu a deixava em casa, não? Disseram-me para registrar a mochila e o que havia dentro. Pois, eu estou sempre de mochila porque carrego sempre junto de mim meus livros, minhas poesias, meu portfólio de fotografia e discos da minha banda.
Então, eu gostaria de saber mais detalhes sobre as tais novas regras e, desde já, pedir para que repensem uma regra que, absurdamente, impede os funcionários de trazerem objetos pessoais para o local de trabalho, cerceando a sua liberdade mínima.
Respeitosamente,
Douglas Dickel
Agente administrativo
PGE-PP-EQT
R. 1671
quinta-feira, 13 de janeiro de 2005
Junto com os discos vieram adesivos do selo inglês Domino. Fui atrás do cast.
(Smog)
10,000 Things
Adem
Archie Bronson Outfit
Lou Barlow
The Blueskins
Bonnie 'Prince' Billy
Cinema
Clearlake
Clinic
Matt Elliott
The Folk Implosion
Four Tet
Franz Ferdinand
Fridge
Hood
The Kills
King Creosote
Jason Loewenstein
Loose Fur
The Magnetic Fields
Stephen Malkmus
Matt Sweeney and Bonnie 'Prince' Billy
Max Tundra
Juana Molina
Mouse On Mars
Movietone
Jim O'Rourke
Papa M
The Pastels
Pavement
Pram
Preston School Of Industry
Quasi
Royal Trux
Sebadoh
Silver Jews
Elliott Smith
Sons and Daughters
To Rococo Rot
u.n.p.o.c.
Various Artists
Weird War
Woodbine
James Yorkston and The Athletes
E ainda tem a "family" (?): Geographic, Series 500 e Friends ("friends of Domino", incluindo Aphex Twin e Vincent Gallo).
(Smog)
10,000 Things
Adem
Archie Bronson Outfit
Lou Barlow
The Blueskins
Bonnie 'Prince' Billy
Cinema
Clearlake
Clinic
Matt Elliott
The Folk Implosion
Four Tet
Franz Ferdinand
Fridge
Hood
The Kills
King Creosote
Jason Loewenstein
Loose Fur
The Magnetic Fields
Stephen Malkmus
Matt Sweeney and Bonnie 'Prince' Billy
Max Tundra
Juana Molina
Mouse On Mars
Movietone
Jim O'Rourke
Papa M
The Pastels
Pavement
Pram
Preston School Of Industry
Quasi
Royal Trux
Sebadoh
Silver Jews
Elliott Smith
Sons and Daughters
To Rococo Rot
u.n.p.o.c.
Various Artists
Weird War
Woodbine
James Yorkston and The Athletes
E ainda tem a "family" (?): Geographic, Series 500 e Friends ("friends of Domino", incluindo Aphex Twin e Vincent Gallo).
Todo mundo está querendo discotecar na festa Noisy. Já existe uma fila de espera. Eu tinha vontade de discotecar numa, já que na Privê eu botei som para mim mesmo, e o próximo discotecário chegou junto com o público, sendo que gastei meu tempo, como já disse, comigo mesmo. Eu não estava bem naquela noite, em épocas de remédio para a depressão que eu não tinha, o que amplificou bastante a impressão não-noisy da discotecagem do Sapo, que, se não me engano, tocou Passenger do Iggy Pop pop e Tom Jones com a mocinha dos Cardigans, além de outras versões & remixes, incluindo uma daquelas músicas duas-em-uma, que o Lucio Ribeiro propagandeava.
Tipos de projetos experimentais no Brasil:
a) só samples-climas-texturas, sem guitarra-baixo-bateria;
b) só guitarra-baixo-bateria, sem samples-climas-texturas.
O objetivo para este ano é mudar isso.
Chegaram ontem os seis discos independentes que encomendei. Lunåsigh (que figura no Staff Picks do Download.com) e Lurk Nemesis, ambos do carioca Alexandre Gomes, se encaixam na categoria (a), mergulhando no ambient e utilizando títulos de música que parecem advir de um Gerador de Nomes Ambient. Lavajato usa voz no experimental, algo raro e que ficou interessante, mas a música é concreta demais, pelo menos para uma primeira e rápida audição - ouvi todos hoje de manhã, antes de sair de casa. Polystyrene começa muito The Jesus And Mary Chain, depois experimenta um pouco, mas está mais para o grupo (b). Grenade não tem nada a ver com esses anteriores, mas me pareceu ter um problema que, aí com certeza, acontece com a grande maioria dos sons independentes nacionais: produção fraca, geralmente porque a forte custa caro e às vezes por incompetência do estúdio mesmo.
E acabo de ver (9h26) no boletim da Peligro lançamento de uma banda que havia chamado a minha atenção na Coletênea Em Órbita - aquela com bolachas bono voando na capa.
Vellocet "Vellocet" (Slag) * cd * R$ 18,00
Finalmente! Álbum de estréia da banda mineira, depois de um vácuo de oito anos desde a promissora cassete Demonstration Tape nº 01, pela mesma Slag. Isso que é fidelidade, hein. Indie-rock influenciado por bandas inglesas dos anos 80, gravação e execução impecáveis.
a) só samples-climas-texturas, sem guitarra-baixo-bateria;
b) só guitarra-baixo-bateria, sem samples-climas-texturas.
O objetivo para este ano é mudar isso.
Chegaram ontem os seis discos independentes que encomendei. Lunåsigh (que figura no Staff Picks do Download.com) e Lurk Nemesis, ambos do carioca Alexandre Gomes, se encaixam na categoria (a), mergulhando no ambient e utilizando títulos de música que parecem advir de um Gerador de Nomes Ambient. Lavajato usa voz no experimental, algo raro e que ficou interessante, mas a música é concreta demais, pelo menos para uma primeira e rápida audição - ouvi todos hoje de manhã, antes de sair de casa. Polystyrene começa muito The Jesus And Mary Chain, depois experimenta um pouco, mas está mais para o grupo (b). Grenade não tem nada a ver com esses anteriores, mas me pareceu ter um problema que, aí com certeza, acontece com a grande maioria dos sons independentes nacionais: produção fraca, geralmente porque a forte custa caro e às vezes por incompetência do estúdio mesmo.
E acabo de ver (9h26) no boletim da Peligro lançamento de uma banda que havia chamado a minha atenção na Coletênea Em Órbita - aquela com bolachas bono voando na capa.
Vellocet "Vellocet" (Slag) * cd * R$ 18,00
Finalmente! Álbum de estréia da banda mineira, depois de um vácuo de oito anos desde a promissora cassete Demonstration Tape nº 01, pela mesma Slag. Isso que é fidelidade, hein. Indie-rock influenciado por bandas inglesas dos anos 80, gravação e execução impecáveis.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2005
Spam.
Não pague mais assinatura no telefone fixo. Ligue para 0800 619619, da Câmara dos Deputados, não digite a opção 3 e aguarde para falar com a atendente. Então solicite que o Projeto de Lei 5476/01 entre em votação, oferecendo seu nome em apoio. Entrando em vigor essa lei, você só pagará pelas ligações efetuadas, acabando com a assinatura mensal. Quanto mais gente ligar, mais fácil de o projeto ir à votação.
Não pague mais assinatura no telefone fixo. Ligue para 0800 619619, da Câmara dos Deputados, não digite a opção 3 e aguarde para falar com a atendente. Então solicite que o Projeto de Lei 5476/01 entre em votação, oferecendo seu nome em apoio. Entrando em vigor essa lei, você só pagará pelas ligações efetuadas, acabando com a assinatura mensal. Quanto mais gente ligar, mais fácil de o projeto ir à votação.
Reportagem para quem se interessa por histórias de lojistas semelhantes às do personagem Rob Fleming.
Uma idéia do Eternidade Em Um Dia eu entendi e é muito boa: o protagonista (parecido com o meu amigo Hedy) diz que a única companhia dele nos últimos tempos é alguém no prédio vizinho que responde com a mesma música, ou seja, ele coloca um compact disc por alguns instantes, dá stop, e o vizinho anônimo toca a mesma música, de lá, em resposta. O protagonista diz já havia que pensado em ir até lá, mas preferiu que ficasse na imaginação. Parece com uma idéia minha para clipe.
"Ao contrário do que eles mesmo poderiam esperar da gente, não falaremos muito dos seus cortes de cabelos ruins, suas roupas da moda e suas posturas medíocres. (...) Mesmo com algum esmero na LIDA com os instrumentos, no fim das contas parece que eles estão tocando sempre a mesma música. É como se a banda fosse um daqueles enormes conjuntos de pulgas, super bem ensaiado, com movimentos bem articulados, mas, ao mesmo tempo, previsível, robótico e burocrático. (...) Você compra o disco [demo?] da banda e é a mesma coisa que o show. Ou o contrário. (...) Em suma: apenas estilistas, publicitários e namoradas são capazes de gostar." Este texto foi escrito no Gordurama(.com.br) sobre os Stratopumas, mas poderia servir para muitas outras bandas da atualidade. O que eu posso opinar é sobre o Sonora MTV: realmente parecia, no vídeo, que eles querem ser os Strokes: cabelos, roupas, postura, marca dos instrumentos, jeito de segurá-los e a música. E me parece que eles são uma das bandas mais cotadas de Porto Alegre no momento. Para ver como está a situação toda. Eu sei, eu sou muito exigente.
"Ano passado eu me fiz duas promessas que deveriam ser cumpridas até hoje. Uma era ler Dostoievski. A outra era que eu não ia fazer nada que eu não quisesse. Cumpri as duas. Um aproveitamento bom, eu acho. Pra este ano, eu vou terminar de escrever esse livro e vou tentar tirar o não da minha promessa anterior, vou tentar fazer o que eu gosto. E pode soar estúpido isso, podem dizer que eu estou falando exatamente a mesma coisa. Mas não. Dizer sim é diferente de dizer não. A fase de negação passou. Agora eu quero aceitar coisas. Chega de nãos. De não fazer, de não gostar, de não querer." Escreve bem a moça.
"Tudo besteira isso. O calendário, o aniversário. Somos nós quem determinamos nossos começos e nossos fins." (Katia)
Disse a Katia. "Existem as pessoas que escrevem bem e existem boas histórias." Eu escrevo bem. Só. "A boa literatura acontece quando esses dois fatores convergem. Não me importa se a história é inventada ou se foi vivida."
Quando um líder ou chefe baseia sua autoridade no medo, e não no reconhecimento de sua aptidão, ele não é um líder: é um ditador. Uma homenagem a todos os loureeds.
Eu não posso me sentir coagido, pressionado, vigiado, cobrado. Nesse caso, aperto o eject. As coisas têm que estar soltas para que possam dançar, bonitas.
Eu não posso me sentir coagido, pressionado, vigiado, cobrado. Nesse caso, aperto o eject. As coisas têm que estar soltas para que possam dançar, bonitas.
terça-feira, 11 de janeiro de 2005
É impressionante que já exista uma geração de apreciadores de música alternativa que nasceram por volta de 1990. A única coisa negativa é que não podem ir a shows - enfim, integrar-se à lógica toda - por causa da idade. Conheci uma menina, a Bruna/brune, que acabou de fazer 16 e que, segundo seu profile orkutiano, (já) gosta d(e todas)as seguintes bandas:
#air
#beck
#belle and sebastian
#billie holiday
#blur
#buzzcocks
#cat power
#clinic
#david bowie
#elastica
#elefant
#graham coxon
#grandaddy
#iggy pop
#interpol
#johnny thunders and the heartbreakers
#kasabian
#kraftwerk
#ladytron
#libertines
#lou reed
#man or astroman
#pavement
#pj harvey
#placebo
#pulp
#radiohead
#ramones
#sigur rós
#sonic youth
#supergrass
#teenage fanclub
#the clash
#the delgados
#the kinks
#the smiths
#the stone roses
#the stooges
#alcalóides
#biônica
#chico buarque
#graforréia xilarmônica
#los hermanos
#maria rita
#pullovers
#stratopumas
#superguidis
#thee butchers' orchestra
#the cigarettes
#tradicional rhinos
#valv
#air
#beck
#belle and sebastian
#billie holiday
#blur
#buzzcocks
#cat power
#clinic
#david bowie
#elastica
#elefant
#graham coxon
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#iggy pop
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#chico buarque
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#los hermanos
#maria rita
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#superguidis
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#tradicional rhinos
#valv
segunda-feira, 10 de janeiro de 2005
Eu sonhei esta noite que eu estava encontrando muitos cogumelos. Eu e a Manuela estamos pensando em passar uns dias das nossas férias no sítio dos pais dela, o qual é vizinho de um campo de gado.
"Primeiramente você precisa achar um campo de criação de gado onde certamente terá muita bosta de vaca. Para que o cogumelo cresça é necessário chuva e depois ocorrer um choque térmico na bosta de pelo menos 5 graus. É preciso ter um tempo chuvoso quente e bem úmido. A época ideal é o verão. O processo químico é o seguinte: a vaca defeca e a bosta fica no solo recebendo o sol intenso até a chuva. Enquanto a bosta no sol estaria a 32 graus ou mais, após a chuva ela cai a 24 ou menos. Isso é o suficiente para que o esporos eclodam para dar início ao processo de crescimento do micélio. Continuando a umidade, rapidinho eles crescem. O processo de semeação de esporos é feito pelo vento, pela própria vaca e por outros animais vetores que carregam os espóros nas suas patas. Cada cogumelo maduro pode produzir muitos esporos (sementes)para seguirem o ciclo. A espécie mais comum no Brasil é o Psilocybe cubensis. A espécie de cubensis achada em bosta de zebu ou búfalo é muito mais concentrada e psicoativa do que a de gado comum. O cubensis possui uma coloração caramelo no chapéu (piléo) e suas lamelas (parte de baixo do chapéu) são pretas arroxadas. Mais um fator para identificar o cubensis é o anel na parte superior da estipe (caule). O anel tambem tem uma coloração preto-arroxada (nem sempre tem anel pois o mesmo às vezes cai no rompimento do véu parcial). Porém o fator mais importante, sem dúvida, é a coloração azul que aparece principalmente no caule (estipe) quando você o quebra. Essa reação química (Reação Azul) é a certeza de que seja um cubensis. Quando estiver colhendo, evite quebrá-los, a não ser que seja para identificá-los, mas não precisa quebrar todos; quebre apenas um veja a reação e compare com os outros. Na hora de arrancar da bosta, puxe sobre a base inferior para que saia toda estipe, conservando o cogumelo inteiro. Limpe e lave os detritos de bosta do cogumelo antes de ingeri-lo. Se houver bastantes cogumelos, deixe alguns nos campos para dar prosseguimento à espécie. Evite colher os muito filhotinhos, pois no dia seguinte estarão bem fortes e crescidos. Se encontrar um grandão se desmanchando, com o chapéu todo quebrado em forma de hélice, deixe-o ali mesmo, pois além desse cogumelo estar cheio de larvas e se deteriorando, ele tambem está despejando as sementes (esporos) que vão gerar próximos cogumelos e manter o seu campo sempre ativo. Como identificar um cogumelo venenoso? Provavelmente quando você estiver em um pasto procurando cogumelos, você encontrará algumas outras espécies estranhas que irão confundi-lo bastante, essas espécies não são alucinógenas e podem intoxicá-lo ou até matá-lo. Para diferenciá-las é fácil. Você provavelmente vai achar uma espécie de cor extremamente branca e intensa, é idêntica ao cubensis no formato físico, mas você deve notar que suas lamelas são brancas e seu anel também. Além disso, se você quebrar o caule, vai notar que a reação química vai produzir uma coloração rosa ou marrom bem diferente da coloração azul do cubensis. Outras prováveis espécies que você encontrará são alguns cogumelos brancos ou cinzas bem compridos (tipo guarda-chuva). Nessas espécies é bem fácil notar as diferenças: não possuem nenhum anel e a coloração do chapéu é branca ou cinza, sem qualquer tonalidade amarela, seus talos são bem finos e não produzem nenhuma reação química. A principal diferença é que essas espécies crescem na bosta de eqüinos e muito raramente na bosta de bovinos." (Spectrum, na comunidade CogumelosMágicos.org)
"Primeiramente você precisa achar um campo de criação de gado onde certamente terá muita bosta de vaca. Para que o cogumelo cresça é necessário chuva e depois ocorrer um choque térmico na bosta de pelo menos 5 graus. É preciso ter um tempo chuvoso quente e bem úmido. A época ideal é o verão. O processo químico é o seguinte: a vaca defeca e a bosta fica no solo recebendo o sol intenso até a chuva. Enquanto a bosta no sol estaria a 32 graus ou mais, após a chuva ela cai a 24 ou menos. Isso é o suficiente para que o esporos eclodam para dar início ao processo de crescimento do micélio. Continuando a umidade, rapidinho eles crescem. O processo de semeação de esporos é feito pelo vento, pela própria vaca e por outros animais vetores que carregam os espóros nas suas patas. Cada cogumelo maduro pode produzir muitos esporos (sementes)para seguirem o ciclo. A espécie mais comum no Brasil é o Psilocybe cubensis. A espécie de cubensis achada em bosta de zebu ou búfalo é muito mais concentrada e psicoativa do que a de gado comum. O cubensis possui uma coloração caramelo no chapéu (piléo) e suas lamelas (parte de baixo do chapéu) são pretas arroxadas. Mais um fator para identificar o cubensis é o anel na parte superior da estipe (caule). O anel tambem tem uma coloração preto-arroxada (nem sempre tem anel pois o mesmo às vezes cai no rompimento do véu parcial). Porém o fator mais importante, sem dúvida, é a coloração azul que aparece principalmente no caule (estipe) quando você o quebra. Essa reação química (Reação Azul) é a certeza de que seja um cubensis. Quando estiver colhendo, evite quebrá-los, a não ser que seja para identificá-los, mas não precisa quebrar todos; quebre apenas um veja a reação e compare com os outros. Na hora de arrancar da bosta, puxe sobre a base inferior para que saia toda estipe, conservando o cogumelo inteiro. Limpe e lave os detritos de bosta do cogumelo antes de ingeri-lo. Se houver bastantes cogumelos, deixe alguns nos campos para dar prosseguimento à espécie. Evite colher os muito filhotinhos, pois no dia seguinte estarão bem fortes e crescidos. Se encontrar um grandão se desmanchando, com o chapéu todo quebrado em forma de hélice, deixe-o ali mesmo, pois além desse cogumelo estar cheio de larvas e se deteriorando, ele tambem está despejando as sementes (esporos) que vão gerar próximos cogumelos e manter o seu campo sempre ativo. Como identificar um cogumelo venenoso? Provavelmente quando você estiver em um pasto procurando cogumelos, você encontrará algumas outras espécies estranhas que irão confundi-lo bastante, essas espécies não são alucinógenas e podem intoxicá-lo ou até matá-lo. Para diferenciá-las é fácil. Você provavelmente vai achar uma espécie de cor extremamente branca e intensa, é idêntica ao cubensis no formato físico, mas você deve notar que suas lamelas são brancas e seu anel também. Além disso, se você quebrar o caule, vai notar que a reação química vai produzir uma coloração rosa ou marrom bem diferente da coloração azul do cubensis. Outras prováveis espécies que você encontrará são alguns cogumelos brancos ou cinzas bem compridos (tipo guarda-chuva). Nessas espécies é bem fácil notar as diferenças: não possuem nenhum anel e a coloração do chapéu é branca ou cinza, sem qualquer tonalidade amarela, seus talos são bem finos e não produzem nenhuma reação química. A principal diferença é que essas espécies crescem na bosta de eqüinos e muito raramente na bosta de bovinos." (Spectrum, na comunidade CogumelosMágicos.org)
"E aí Daniel. Meu nome é DW, sou da banda Lonely Nerds, que tocou logo depois de vocês no Perhappiness 2004. Tudo bem? Putz, mandei esse email por outras razões mas não posso deixar de comentar que o show de vocês [Blanched] foi impressionante, fiquei emocionado mesmo, coisa que só acontece em show muito foda, normalmente de banda grandona e normalmente banda estrangeira (quem me dera ter visto seus conterrâneos do [sic] Graforréia, bom, mas isso é outro papo...)."
sexta-feira, 7 de janeiro de 2005
O Elbow é uma banda escocesa que eu conheci através do quase pós-rock George Lassoes The Moon, que tocava na Rádio Unisinos. Indo atrás de outras coisas deles, percebe-se que não seguem a fórmula da tal música. Relacionei a Coldplay, que é ruim. Mas voltei a me interessar depois de ver a performance - fina - deles no Jools Holland. O vocalista é monstruoso de bom, no estilo chamber pop dos Tindersticks. Pedi um disco emprestado para copiar. Ouvi hoje e bati o martelo: é rock fino mesmo, sem se prender a fórmular e rótulos música a música, sem excessos mas com ótimas texturas e produção. No site, Elbow.co.uk, eles se orgulham de ter levado 10 anos para parir o primogênito, Asleep In The Back, e descrevem muito bem o som deles: "panoramic sweep and emotional potency". Palmas para o guitarrista pau no cu, Mark Potter (foto), que entra pro rol da fama.
carlo2.txt
Carlo'2002 - "Eu não gosto muito daquela coisa caprichosa de afinações diferentes que o Sonic Youth tem. Eu prefiro a afinação tradicional."
Carlo'2004 - "Dessa forma progredirei mais eficazmente no domínio da nova afinação, passo mais horas por dia envolvido mais profundamente no processo."
Bom!
Carlo'2002 - "Eu não gosto muito daquela coisa caprichosa de afinações diferentes que o Sonic Youth tem. Eu prefiro a afinação tradicional."
Carlo'2004 - "Dessa forma progredirei mais eficazmente no domínio da nova afinação, passo mais horas por dia envolvido mais profundamente no processo."
Bom!
carlo1.txt
"Confirmada a gravação, em janeiro, do CD Carlo/Kassin, produzido pelo Alex Werner, falta só confirmar datas exatas. Tô na maior pilha, o Kassin é um grande músico, o projeto do Alex (nós dois tocando, sem overdubs [tipo Songs For Drella]) é supimpa, trabalhar com os dois é um sonho." (Carlo Pianta)
"Confirmada a gravação, em janeiro, do CD Carlo/Kassin, produzido pelo Alex Werner, falta só confirmar datas exatas. Tô na maior pilha, o Kassin é um grande músico, o projeto do Alex (nós dois tocando, sem overdubs [tipo Songs For Drella]) é supimpa, trabalhar com os dois é um sonho." (Carlo Pianta)
quinta-feira, 6 de janeiro de 2005
O rock alternativo gaúcho realmente precisa disto.
OFICINAS DE VERÃO
Instituto Gaúcho de Áudio Profissional - IGAP
O que são as oficinas de verão do IGAP?
São cursos rápidos que procuram atender demandas específicas. Muitos interessados nos cursos do IGAP não têm condições de freqüentar o turno regular semestral na escola, mas, mesmo assim, desejam aumentar seus conhecimentos em áudio em um menor
espaço de tempo. Como as oficinas podem ser viabilizadas de maneira intensiva, dentro e fora do IGAP (em qualquer lugar que provenha as condições adequadas), o Instituto se disponibiliza a atender grupos mesmo em locais distantes, pessoas de uma mesma empresa (in company), clientes de uma loja, bandas e grupos musicais e diversas outras situações. As oficinas oferecem atestado de participação. Para o
início de 2005, o IGAP preparou uma vasta programação, que está prevista para a sede de Porto Alegre. Veja, a seguir, a relação com datas dos eventos:
HOMESTUDIO - Atualmente, os computadores vêm passando por uma grande evolução tecnológica, que torna possível a produção e gravação de trabalhos musicais e
de áudio sem sair de casa. Pensando assim, o IGAP desenvolveu a oficina de Home Studio. O aluno conhecerá os equipamentos necessários para montar seu
próprio estúdio. Aprenderá a configurar seu computador, técnicas de gravação, edição e mixagem em poderosos softwares, que recriam um completo estúdio
de gravação virtual em seu PC. Aulas: 17 a 21 de Janeiro ? Turma 1; 14 a 18 de fevereiro ? Turma 2.
MIDI, SAMPLER E TECNOLOGIA VIRTUAL* - Criar música usando MIDI, samplers e as novas tecnologias virtuais é tendência mundial. Atualmente, fica ainda mais fácil, uma vez que os recursos cabem todos dentro de um computador. Nesta oficina, o aluno conhecerá várias formas de criar música com softwares como Reason, Cubase e Halion, e instrumentos virtuais da Edirol, Native Instruments, Spectrasonic, Steinberg, entre
outros. Aulas: 24 a 28 de Janeiro ? Turma 1; 21 a 25 de fevereiro ? Turma 2. * Recomendável realizar antes a oficina de Homestudio.
PRO-TOOLS ? O Pro Tools é, hoje, um dos softwares mais utilizados no mundo do áudio profissional. Gravação, edição e mixagem serão temas desta oficina digital. Suas possibilidades gerarão discussões durante o curso, direcionado a músicos e interessados na gravação de áudio profissional. Aulas: 17 a 21 de Janeiro - Turma Única.
PRÉ-MASTER - QUER SABER COMO SEU CD PODE FICAR COM "AQUELE SOM" DOS PROFISSIONAIS? Encontre a resposta no IGAP, durante a oficina de pré-masterização. E faça a
diferença você mesmo! Aulas: 15 a 16 de Fevereiro - Turma Única.
MESAS E PERIFÉRICOS - Compressores, equalizadores, crossovers, efeitos e mesas, às vezes, são vistos como aparelhos milagrosos por muitos técnicos ou, por outros desavisados, como "causadores de problemas". Para desmistificar estes aparelhos e abrir os horizontes, chegando até a tecnologia digital, o IGAP desenvolveu esta oficina de Mesas e Periféricos, na qual é possível interagir e aprender na prática com os equipamentos. Aulas: 21 a 25 de Fevereiro - Turma Única.
SONORIZAÇÃO DE IGREJAS - Cada vez mais, o som representa uma parte importante nas cerimônias religiosas, com um público exigente. O IGAP mostra o caminho para sanar as necessidades deste público, através de um trabalho qualificado para obter um
desempenho otimizado de sistemas de áudio de templos, igrejas e capelas. Aulas: 24 a 28 e 31 de Janeiro ? Turma 1; 14 a 18 de fevereiro ? Turma 2.
Atenção:
* O horário de todas as oficinas é das 19h às 22h
* As turmas são pequenas e as vagas, limitadas
* A matrícula somente será confirmada mediante pagamento parcial ou total do valor da oficina escolhida
* Informações e inscrições através do telefone (51) 3212-7817
* Todas oficinas ocorrerão na sede do IGAP (Praça Osvaldo Cruz, 15/sala 2410 Centro Porto Alegre/RS - CEP 90030-160)
OFICINAS DE VERÃO
Instituto Gaúcho de Áudio Profissional - IGAP
O que são as oficinas de verão do IGAP?
São cursos rápidos que procuram atender demandas específicas. Muitos interessados nos cursos do IGAP não têm condições de freqüentar o turno regular semestral na escola, mas, mesmo assim, desejam aumentar seus conhecimentos em áudio em um menor
espaço de tempo. Como as oficinas podem ser viabilizadas de maneira intensiva, dentro e fora do IGAP (em qualquer lugar que provenha as condições adequadas), o Instituto se disponibiliza a atender grupos mesmo em locais distantes, pessoas de uma mesma empresa (in company), clientes de uma loja, bandas e grupos musicais e diversas outras situações. As oficinas oferecem atestado de participação. Para o
início de 2005, o IGAP preparou uma vasta programação, que está prevista para a sede de Porto Alegre. Veja, a seguir, a relação com datas dos eventos:
HOMESTUDIO - Atualmente, os computadores vêm passando por uma grande evolução tecnológica, que torna possível a produção e gravação de trabalhos musicais e
de áudio sem sair de casa. Pensando assim, o IGAP desenvolveu a oficina de Home Studio. O aluno conhecerá os equipamentos necessários para montar seu
próprio estúdio. Aprenderá a configurar seu computador, técnicas de gravação, edição e mixagem em poderosos softwares, que recriam um completo estúdio
de gravação virtual em seu PC. Aulas: 17 a 21 de Janeiro ? Turma 1; 14 a 18 de fevereiro ? Turma 2.
MIDI, SAMPLER E TECNOLOGIA VIRTUAL* - Criar música usando MIDI, samplers e as novas tecnologias virtuais é tendência mundial. Atualmente, fica ainda mais fácil, uma vez que os recursos cabem todos dentro de um computador. Nesta oficina, o aluno conhecerá várias formas de criar música com softwares como Reason, Cubase e Halion, e instrumentos virtuais da Edirol, Native Instruments, Spectrasonic, Steinberg, entre
outros. Aulas: 24 a 28 de Janeiro ? Turma 1; 21 a 25 de fevereiro ? Turma 2. * Recomendável realizar antes a oficina de Homestudio.
PRO-TOOLS ? O Pro Tools é, hoje, um dos softwares mais utilizados no mundo do áudio profissional. Gravação, edição e mixagem serão temas desta oficina digital. Suas possibilidades gerarão discussões durante o curso, direcionado a músicos e interessados na gravação de áudio profissional. Aulas: 17 a 21 de Janeiro - Turma Única.
PRÉ-MASTER - QUER SABER COMO SEU CD PODE FICAR COM "AQUELE SOM" DOS PROFISSIONAIS? Encontre a resposta no IGAP, durante a oficina de pré-masterização. E faça a
diferença você mesmo! Aulas: 15 a 16 de Fevereiro - Turma Única.
MESAS E PERIFÉRICOS - Compressores, equalizadores, crossovers, efeitos e mesas, às vezes, são vistos como aparelhos milagrosos por muitos técnicos ou, por outros desavisados, como "causadores de problemas". Para desmistificar estes aparelhos e abrir os horizontes, chegando até a tecnologia digital, o IGAP desenvolveu esta oficina de Mesas e Periféricos, na qual é possível interagir e aprender na prática com os equipamentos. Aulas: 21 a 25 de Fevereiro - Turma Única.
SONORIZAÇÃO DE IGREJAS - Cada vez mais, o som representa uma parte importante nas cerimônias religiosas, com um público exigente. O IGAP mostra o caminho para sanar as necessidades deste público, através de um trabalho qualificado para obter um
desempenho otimizado de sistemas de áudio de templos, igrejas e capelas. Aulas: 24 a 28 e 31 de Janeiro ? Turma 1; 14 a 18 de fevereiro ? Turma 2.
Atenção:
* O horário de todas as oficinas é das 19h às 22h
* As turmas são pequenas e as vagas, limitadas
* A matrícula somente será confirmada mediante pagamento parcial ou total do valor da oficina escolhida
* Informações e inscrições através do telefone (51) 3212-7817
* Todas oficinas ocorrerão na sede do IGAP (Praça Osvaldo Cruz, 15/sala 2410 Centro Porto Alegre/RS - CEP 90030-160)
Quarta-feira, Dezembro 29, 2004
Alguém me ajude, por favor! Perdi minha mulher no desastre do maremoto aqui na Tailândia, na ilha de Phuket. Estávamos aqui em lua-de-mel quando fomos surpreendidos com o tsunami, foi um desastre sem proporções!
A onda nos pegou quando estávamos saindo da praia, devido à agitação que já aprontava no horizonte ? ficamos desconfiados. Infelizmente não conseguimos fugir a tempo, a água nos derrubou quando já estávamos fugindo. Perdi a consciência ao ser derrubado ? devo ter batido a cabeça no chão ou algo assim ?, acordei em um dos abrigos de assistência que montaram numa área mais segura. Depois de assegurar aos assistentes que já estava bem, corri ao hotel em que estava hospedado. Desesperei-me ao não ter encontrado minha mulher lá, peguei minhas coisas (entre elas meu laptop, de onde escrevi isto, na esperança de que ela possa ler) e fui percorrer outros abrigos para tentar encontrá-la.
Posted 4:05 PM by no one
O pensamento de que ela possa ter morrido me passa pela cabeça. E é a maior sensação de desespero que já senti, é tão terrível que o afasto da maneira que posso. Seria tão cruel perder o meu amor no evento que planejei para celebrá-lo, é como se todo o plano que fiz de fugir para viver meu grande amor se voltasse contra mim.
Não consigo imaginar a vida sem ela, sem vontade de viver. Tenho que encontrá-la de qualquer jeito.
Posted 4:15 PM by no one
Quinta-feira, Dezembro 30, 2004
Achei minha mulher! Ela estava no hotel ao lado do meu, engano causado pela confusão da queda que ela também sofreu. Como ela não tem muita fluência na língua, não conseguia se explicar para a recepção nem conseguia diferenciar os nomes dos hotéis. Encontrei-a quando estava voltando ao hotel ontem à noite, já sem esperanças.
Tudo corre bem.
Posted 4:05 PM by no one
Alguém me ajude, por favor! Perdi minha mulher no desastre do maremoto aqui na Tailândia, na ilha de Phuket. Estávamos aqui em lua-de-mel quando fomos surpreendidos com o tsunami, foi um desastre sem proporções!
A onda nos pegou quando estávamos saindo da praia, devido à agitação que já aprontava no horizonte ? ficamos desconfiados. Infelizmente não conseguimos fugir a tempo, a água nos derrubou quando já estávamos fugindo. Perdi a consciência ao ser derrubado ? devo ter batido a cabeça no chão ou algo assim ?, acordei em um dos abrigos de assistência que montaram numa área mais segura. Depois de assegurar aos assistentes que já estava bem, corri ao hotel em que estava hospedado. Desesperei-me ao não ter encontrado minha mulher lá, peguei minhas coisas (entre elas meu laptop, de onde escrevi isto, na esperança de que ela possa ler) e fui percorrer outros abrigos para tentar encontrá-la.
Posted 4:05 PM by no one
O pensamento de que ela possa ter morrido me passa pela cabeça. E é a maior sensação de desespero que já senti, é tão terrível que o afasto da maneira que posso. Seria tão cruel perder o meu amor no evento que planejei para celebrá-lo, é como se todo o plano que fiz de fugir para viver meu grande amor se voltasse contra mim.
Não consigo imaginar a vida sem ela, sem vontade de viver. Tenho que encontrá-la de qualquer jeito.
Posted 4:15 PM by no one
Quinta-feira, Dezembro 30, 2004
Achei minha mulher! Ela estava no hotel ao lado do meu, engano causado pela confusão da queda que ela também sofreu. Como ela não tem muita fluência na língua, não conseguia se explicar para a recepção nem conseguia diferenciar os nomes dos hotéis. Encontrei-a quando estava voltando ao hotel ontem à noite, já sem esperanças.
Tudo corre bem.
Posted 4:05 PM by no one
quarta-feira, 5 de janeiro de 2005
From: "Tiago Ianuck Chaves"
Subject: palhetas
Date: Wed, 5 Jan 2005 10:44:22 -0200
To: "Douglas Dickel"
Voce ainda toca guitarra?
Eu sou mestre em perder palhetas e tem saído muito caro isso, afinal uma palheta custa 1 a 3 reais e isso é caro pra um pedaço de plástico. Então queria repassar a minha dica adiante:
Peguei uma palheta que eu gosto muito e vários cartões de banco, crachás e carteirinhas vencidas. Coloquei a palheta em cima e desenhei a palheta no cartão. Várias vezes. Então cortei o cartão e agora tenho 15, 20, 25 palhetas!
Algumas tem até a minha foto. Outras são palhetas especiais da divertilândia (shopping) de 1999! E outras são inigualavelmente coloridas!!
Espero que seja uma dica útil.
Abraçon,
Tiago.
Subject: palhetas
Date: Wed, 5 Jan 2005 10:44:22 -0200
To: "Douglas Dickel"
Voce ainda toca guitarra?
Eu sou mestre em perder palhetas e tem saído muito caro isso, afinal uma palheta custa 1 a 3 reais e isso é caro pra um pedaço de plástico. Então queria repassar a minha dica adiante:
Peguei uma palheta que eu gosto muito e vários cartões de banco, crachás e carteirinhas vencidas. Coloquei a palheta em cima e desenhei a palheta no cartão. Várias vezes. Então cortei o cartão e agora tenho 15, 20, 25 palhetas!
Algumas tem até a minha foto. Outras são palhetas especiais da divertilândia (shopping) de 1999! E outras são inigualavelmente coloridas!!
Espero que seja uma dica útil.
Abraçon,
Tiago.
Subject: RES: Atendimento Correios
Date: Wed, 5 Jan 2005 09:16:26 -0200
From: "Fale com os Correios"
To: "Douglas Dickel"
Esta é uma resposta automática.
O SEU E-MAIL NÃO SERÁ RESPONDIDO.
Para contatar os Correios, utilize os canais abaixo:
Fale com os Correios:
http://www.correios.com.br/servicos/falecomoscorreios/default.cfm
Internet: http://www.correios.com.br
Central de Atendimento aos Clientes dos Correios - 0800 570 0100
Caso queira adicionar algum comentário ou questionamento referente a
uma resposta enviada pelo Fale com os Correios, favor utlizar o canal
clique aqui constante na mensagem.
-----Mensagem original-----
De: Douglas Dickel [mailto:douglasdickel@yahoo.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 5 de janeiro de 2005 09:05
Para: Fale com os Correios
Assunto: Re: Atendimento Correios
Se a lei é de 1978, porque até ontem a prática era de
se enviar CD também como carta?
--- fcorreios@correios.com.br wrote:
>
> Senhor Douglas,
>
>
> Quando se trata de DVDs, CDs, fitas cassetes,
> óculos, material de informática, peças de reposição,
> suprimentos, etc. a classificação correta para envio
> pelos correios é encomenda.
>
> Para maior esclarecimento transcrevemos a definição
> de carta dada pela lei 6.538/78:
> *-carta - objeto de correspondência, com ou sem
> envoltório, sob a forma de comunicação escrita, de
> natureza admministrativa, social, comercial, ou
> qualquer outra, que contenha informações de
> interesse específico do destinatário.
>
>
> Agradecemos seu contato e nos colocamos à disposição
> para outras informações.
> Central de Atendimento aos Clientes dos Correios.
Date: Wed, 5 Jan 2005 09:16:26 -0200
From: "Fale com os Correios"
To: "Douglas Dickel"
Esta é uma resposta automática.
O SEU E-MAIL NÃO SERÁ RESPONDIDO.
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Fale com os Correios:
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Internet: http://www.correios.com.br
Central de Atendimento aos Clientes dos Correios - 0800 570 0100
Caso queira adicionar algum comentário ou questionamento referente a
uma resposta enviada pelo Fale com os Correios, favor utlizar o canal
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-----Mensagem original-----
De: Douglas Dickel [mailto:douglasdickel@yahoo.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 5 de janeiro de 2005 09:05
Para: Fale com os Correios
Assunto: Re: Atendimento Correios
Se a lei é de 1978, porque até ontem a prática era de
se enviar CD também como carta?
--- fcorreios@correios.com.br wrote:
>
> Senhor Douglas,
>
>
> Quando se trata de DVDs, CDs, fitas cassetes,
> óculos, material de informática, peças de reposição,
> suprimentos, etc. a classificação correta para envio
> pelos correios é encomenda.
>
> Para maior esclarecimento transcrevemos a definição
> de carta dada pela lei 6.538/78:
> *-carta - objeto de correspondência, com ou sem
> envoltório, sob a forma de comunicação escrita, de
> natureza admministrativa, social, comercial, ou
> qualquer outra, que contenha informações de
> interesse específico do destinatário.
>
>
> Agradecemos seu contato e nos colocamos à disposição
> para outras informações.
> Central de Atendimento aos Clientes dos Correios.
terça-feira, 4 de janeiro de 2005
segunda-feira, 3 de janeiro de 2005
Huge Crowe Fan
And I thought I was a big fan. Here's a picture from Manuela. She lives in Brazil and adores Cameron. She even had one of Cameron's interview responses tattooed on her back! (TheUncool.com)
And I thought I was a big fan. Here's a picture from Manuela. She lives in Brazil and adores Cameron. She even had one of Cameron's interview responses tattooed on her back! (TheUncool.com)
O Fuzzy me acordava às 6h, e agora está me acordando às 4h. Não pára de miar, e não há nada que o faça parar; nem violência, nem carinho, nem banho de chuveiro, nem copo de água na cara. Se o deixo entrar no quarto, ele quer sair, porque os outros estão lá fora. Deixo-o sair e ele volta a miar. Se deixo todos entrarem, não consigo dormir porque a Cheetara fica dando miadinhos e atacando os pés na crença de que são os ratos-da-coberta (no caso, do-lençol). E todos, menos a Cvalda, a lady, começam a me pisotear. Tomei café as 5h hoje, um quarto de pizza e um copo de nescau. Voltei a dormir, depois. Estava tão podre que nem me lembro como ficou a configuração felina.
"As ondas depressivas em minha vida, que tanto temo, também retornam com certa regularidade. Não me recordo de datas ou de números, pois nunca obedeci a um diário cronológico. Não sei, nem quero saber se o número 23 ou 27, ou qualquer outro que seja, tenha algo a ver com isso. Só sei que de tempos em tempos, sem motivo plausível, a minha alma é tomada pela depressão. Então aparece uma sombra sobre o mundo como a sombra de uma nuvem. A alegria soa falsa e a música insípida. A tristeza domina e morrer é melhor que viver. De vez em quando, de repente, essa melancolia me domina. Não sei em que intervalos, mas, lentamente, cobre meu céu de nuvens. Principia com uma intranqüilidade interior antecipada por pressentimentos, medos e provavelmente pesadelos. As pessoas, casas, cores, os tons de que sempre gostei, tornam-se duvidosos, parecendo falsos, a música me causa cefaléias, cartas, todas, me parecem desgostosas. Como se viessem cheias de subentendidos. Nessas horas, ser obrigado a conversar com alguém torna-se um suplício e inevitavelmente leva a mal-entendidos. (...) Contra tudo sentimos raiva, sofrimento e queixa. Contra os homens, contra os animais, contra o tempo, contra Deus, contra o papel do livro que lemos, contra o tecido da roupa que vestimos. Mas, todo esse ódio, toda essa impaciência, essa raiva e essa acusação não se dirigem às coisas, são um reflexo de mim mesmo. Sou eu que mereço o ódio, sou eu que trago discórdia e feiúra ao mundo.
"Hoje, descanso de um desses dias, eu sei que agora posso contar com uma pequena pausa. Hoje sei quão belo é o mundo. Que para mim durante horas é infinitamente mais belo do que para qualquer outro, que as cores parecem mais doces, que o ar corre mais alegre e a luz flutua com maior leveza. Também sei que tudo isso pago, exatamente, com esses dias quando a vida é insuportável para mim. Existem bons remédios contra a depressão: a fé, a canção, fazer música, poesias, beber vinho e andar a pé. É desses remédios que eu vivo, como o eremita vive de seu breviário. Às vezes tenho a impressão que a balança se desequilibra, que as minhas horas boas tornam-se ainda mais raras, menos boas para poderem ser compensadas. Mas, porém, às vezes, sinto o contrário, sinto ter feito progressos, que as horas más diminuíram, aumentando-se as boas. O que, porém, não desejo nunca, nem nos piores momentos, é o tolerável e santo equilíbrio, aquele eterno intermediário entre o bom e o ruim. Não e não. De preferência uma curva mais acentuada ? o sofrimento ainda maior, mas, em contrapartida, os momentos felizes ainda mais brilhantes." (HESSE, Herman. Caminhada. 1920.)
"Hoje, descanso de um desses dias, eu sei que agora posso contar com uma pequena pausa. Hoje sei quão belo é o mundo. Que para mim durante horas é infinitamente mais belo do que para qualquer outro, que as cores parecem mais doces, que o ar corre mais alegre e a luz flutua com maior leveza. Também sei que tudo isso pago, exatamente, com esses dias quando a vida é insuportável para mim. Existem bons remédios contra a depressão: a fé, a canção, fazer música, poesias, beber vinho e andar a pé. É desses remédios que eu vivo, como o eremita vive de seu breviário. Às vezes tenho a impressão que a balança se desequilibra, que as minhas horas boas tornam-se ainda mais raras, menos boas para poderem ser compensadas. Mas, porém, às vezes, sinto o contrário, sinto ter feito progressos, que as horas más diminuíram, aumentando-se as boas. O que, porém, não desejo nunca, nem nos piores momentos, é o tolerável e santo equilíbrio, aquele eterno intermediário entre o bom e o ruim. Não e não. De preferência uma curva mais acentuada ? o sofrimento ainda maior, mas, em contrapartida, os momentos felizes ainda mais brilhantes." (HESSE, Herman. Caminhada. 1920.)
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