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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Finalmente encontrei alguns gatos aqui em Montevideo para hablar el español com eles. Foi num cemitério, que eu encontrei por acaso vagando en dirección de la rambla, a orla marítima da cidade. Hablei con siete gatitos. Ahora me voy caminar un poquito más por la calle 18 de Julio, porque a Juliana volta da Universidád de la República às 13h45, no também horário de verano del Uruguay. (Cruces.)

sexta-feira, 24 de outubro de 2008



A voz é um dos elementos mais importantes em uma música, em uma banda. Se o instrumental é de qualidade, de personalidade, genial até, e a voz for problemática (para os ouvidos de um indivíduo), de nada adianta (para esse indivíduo). É o caso da banda The Sea And Cake, para mim. Comandado pelo guitarrista e vocalista Sam Prekop, o grupo é de Chicago e lança discos pela Thrill Jockey, assim como seus amigos Gastr Del Sol e Tortoise. Instrumental post-rock americano de primeira. O disco novo dos caras, 'Car alarm', é sensacional... se não fossem os vocais sempre iguais e enjoativos do Sam Prekop - sempre no mesmo tom fundamental e sempre o mesmo estilo parecido de melodia vocal. A Pitchfork hoje mesmo ressaltou: "Parece mais um disco do Sea And Cake, mas não é." Eu sempre tento gostar deles, mas não adianta, a voz me faz dar um SHIFT+DEL na pasta do disco.
Ficarei de segunda a quarta-feira em Montevideo, acompanhando a Juliana, que vai por um evento de antropologia, e dando partida à série de viagens que ainda farei até o fim da vida. Fotografarei, comprarei refrigerante de pomelo e cigarrilhas e iremos a restaurantes e bares uruguaios. Ficaremos no Red Hostel, um albergue-hotel que fica na calle San Jose, 1406. Haverá semelhança com o quarto 1408 do Stephen King?

Com quem já me acharam parecido.
(Atualização de número dez.)

01. Claudio Dickel
02. Cláudio Heinrich
03. Carlos Alberto Ricceli
04. Brad Pitt
05. Beavis
06. Daniel Feix
07. Liam Gallagher
08. Mateus Nachtergaele
09. Andy Kaufman
10. Moby
11. Christopher Lloyd
12. Ewan McGregor
13. Rodrigo Amarante
14. Evan Dando
15. Alexandre Pires
16. Pedro Verissimo
17. Daniel Dantas
18. Vincent Gallo
19. Willem Dafoe
20. David Carradine
21. Kurt Cobain
22. Billy Zane
23. Michael Stipe
24. Carlo Pianta
25. André Agassi
26. Justin Timberlake
27. Devendra Banhart
28. Joaquin Phoenix
29. Roger Galera Flores
30. Charles Baudelaire
31. Mister Maker *NEW*

quinta-feira, 23 de outubro de 2008







O QUE É ISTO?

Cena de filme

Cantor de folk rock

Propaganda do Marlboro

Ângelo, lateral-direito do Inter

Concorrente do rodeio de Barretos

Dupla do Douglas para o carnaval



Votar

resultado parcial...




"O abalo e grau de exigência de 'Test pattern' [novo disco do mestre da vanguarda eletrônica Ryoji Ikeda] chega a ser ilegal, ostensivamente ilegal (o disco traz colado um aviso que indica o perigo da última faixa para algumas colunas e aparelhos auditivos), mas os sobreviventes voltam à terra mais aptos para futuros desafios." (Miguel Arsénio/Bodyspace)

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

terça-feira, 21 de outubro de 2008

"Com a gente existe essa suspeita, de que calculamos tudo que fazemos. De onde vem isso, a idéia de que sentar e pensar sobre algo não pode ser, de forma alguma, emocional? Talvez é algum tipo de paranóia punk mal resolvida." (Thom Yorke)
"De todos os dinossauros pré-1976, Waters & Companhia eram talvez os menos corrompidos, degenerados e falidos esteticamente. 'Wish you were here', de 1975, contém sentimentos anti-indústria fonográfica que antecipam o punk; 'Animals' e 'The wall' são tão desoladamente não-escapistas e apocalípticos em sua visão da sociedade moderna quanto qualquer coisa da vanguarda pós-punk." (Simon Reynolds)

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Alva Noto & Byetone pelas publicações brasileiras. (Cada indivíduo interpreta um objeto desconhecido de acordo com seu repertório de experiências anteriores.) Comentários meus em itálico.


"As propostas se aproximam: ambos exploram as possibilidades de criar música a partir de sons e efeitos eletrônicos e criam ritmos a partir de tons de fax, sinais de modem e toques de telefone, por exemplo." (Zero Hora)

Eles falam que justamente gostam de utilizar o som eletrônico puro, sem usar sons gravados, os famosos samples, pois eles remetem a algo conhecido e têm em si uma carga de pré-emoção que eles desejam evitar.


"Nascidos na antiga Alemanha Oriental, os DJs Alva Noto e Byetone fazem uma ponte entre música eletrônica, artes visuais e ciência por meio de sons produzidos a partir de impulsos elétricos." (Jonas Lopes/Revista Veja)

Os sons parecem impulsos elétricos e podem se tornar impulsos elétricos quando transmitidos via rádio, por exemplo, mas não partem deles, e sim do mais simples programa de geração de som, onde o Alva Noto escolhe freqüência, duração e outras características físicas do som para produzir o timbre exato que ele deseja - é a micromontagem do (subestilo) chamado microsound. Ele cria do zero cada som ouvido numa complexa música sua.


"E a variação cromática ia do ciano ao magenta em feixes e camadas de chiados que, ao som do break, criava um Poltergeist clubber. Foi legal notar o misto de concentração e animação dos artistas, além da forma como minimalismo, sinestesias e emanações eletrônicas podem criar uma expressão artística primitiva, de certa forma. Algo que mais prende a atenção e impressiona do que perturba (seria isso um fator pop?). Gozado perceber como a aura 'científica' da coisa toda dá ao espectador uma espectativa de experimentar algo mais profundo, 'nunca dantes visto'." (Jade Gola/Rraurl)

Na mosca.


"É uma performance relativamente rápida, cerca de uma hora de em que o electro bem marcado evolui para uma pancada cavernosa, algo como Model 500 em back2back com Shackleton. (...) Musicalmente foi uma apresentação mais explosiva, já que Carsten Nicolai aka Alva Noto, a atração principal, que fez um trabalho mais minimalista de musicar interferências de aparelhos eletrônicos, color bars e chiados gráficos e ultra-coloridos. O som não era nada less is more: um breakbeat que pendia para o electro na velocidade. Definitivamente mais cru do que Byetone, já que este evoluiu fácil para uma bombação big beat, num momento que levantou a pista sentada para dançar. Um feixe luminoso branco dava a profundidade no meio da tela, numa experiência cromo-visual que explicita bem conceitos como prisma, sobreposição de cores e afins, manifestações da natureza tão cruas quanto a performance do alemão. É uma apresentação mais constante, variada na inserção de gráficos que pareciam erros de informáticas dispostos como pianos 8-bit." (Jade Gola/Rraurl)

Electro, big beat, break beat? OK... Ver IDM, glitch, eletrônica experimental, microsound.
O Tom Waits disse que só pega num instrumento quando vai compor, e o Radiohead gosta dessa idéia.
"Muita gente ficou bem ofendida com 'Kid A'. As bordoados viream dos lugares mais estranhos, como da Shirley Manson, do Garbage. Ela mandou uma muito raivosa, tipo 'Como se atrevem, porra? Eles não são o Velvet Underground! Quem esses porras pensam que são?!' Qual foi a outra? Ah tá, melhor ainda - a vocalista do Texas disse 'Se eles vão fazer música pra si mesmos, que se fodam e voltem pros seus quartos!'" (Thom Yorke)

"Isso cria uma bela imagem na minha cabeça: Shirley Manson e Sharleen Spiteri desejando secretamente fazer música influenciada por Mingus ou Messiaen, mas se recusando por um senso de dever para com seus fãs ou com o mundo em geral. (...) Ficou claro que 'Kid A' foi tomado como a dolorosa reprimenda de um punhado de britpopsters de desempenho fraco e com muito rabo preso." (Simon Reynolds)


Fotos dos show de Byetone e Alva Noto, ontem, no Goethe Institut. Em breve, algumas também do show da KT Tunstall. Já subi os videozinhos que fiz do Alva Noto e da KT Tunstall.


Apesar de Cruzeiro (2º) e Flamengo (5º) terem vencido seus rivais Atlético e Vasco, o Grêmio (1º) perdeu para a Portuguesa e São Paulo (4º) e Palmeiras (3º) empataram - também Coritiba (8º) e Goiás (9º) ficaram no empate. Não dá para dizer que o Inter (7º) não está sendo ajudado na busca milagrosa pela vaga na Libertadores. Acima, na foto, a comemoração do golaço do Nilmar, encobrindo o goleiro, na vitória por 2x1 em cima do Atlético do Paraná.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Outubro, o mês da overdose de shows - e da viagem para Montevideo.



Rentería, ex-Inter, tinha uma homanagem preparada ao Colorado se ele fizesse gol no Brasil, pela Colômbia, quarta-feira no Maracanã.



Enquanto isso, os jogadores do Grêmio...

"No mundo atual está se investindo cinco vezes mais em remédios para virilidade masculina e silicone para mulheres do que na cura do Mal de Alzheimer. Daqui a alguns anos, teremos velhas de seios grandes e velhos de pinto duro, mas eles não se lembrarão para que servem". (Dráuzio Varella)

"Médicos começam a ser agredidos em ambulatórios públicos quando se recusam a prescrever remédios a seu ver inadequados ao paciente e que, no entanto, lhe são violentamente exigidos, como se não dá-los fosse negar, ao paciente, uma felicidade de propaganda." (FORBES, Jorge. Você quer o que deseja? Rio de Janeiro: BestSeller, 2007.)

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Basta de queixas)
Jorge Forbes, psicanalista e médico psiquiatra, membro da Escola Européia de Psicanálise e presidente do Instituto da Psicanálise Lacaniana

Todo mundo se queixa o tempo inteiro. Do tempo: um dia do calor, outro dia do frio. Do trabalho: porque é muito ou porque é pouco. Do carinho: "que frieza" ou "que melação". Da prova: "dificílima" ou "fácil demais". E dos políticos, e da mulher, e do marido, e dos filhos, e dos tios, avós, primos; do pai e da mãe, enfim, de ter nascido. A queixa é solidária, serve como motivo de conversa, desde o espremido elevador até o vasto salão. A queixa é o motor de união dos grupos, é sopa de cultura social – quem tem uma queixa sempre encontra um parceiro. A queixa chega a ser a própria pessoa, seu carimbo, sua identidade: "Eu sou a minha queixa", poderia ser dito.

A queixa deveria ser a justa expressão de uma dor ou de um mal-estar, mas raramente ocorre assim. É habitual que a expressão da queixa exagere em muito a dor, até o ponto em que a dor acaba se conformando ao exagero da queixa, aumentando o sofrimento. É comum as pessoas acreditarem tanto em suas lamúrias que acabam emprestando seu corpo, ficando doentes, para comprovar o que dizem.

A causa primordial de toda queixa é a preguiça de viver. Viver dá trabalho, uma vez que a cada minuto surge um fato novo, uma surpresa, um inesperado que exige correção de rota na vida. Se não for possível passar por cima ou desconhecer o empecilho, menosprezando o acontecimento que perturba a inércia de cada um, surge a queixa, a imediata vontade de culpar alguém, vontade que pode ir aumentando até o ponto em que a pessoa chega a se convencer paranoicamente de que todos estão contra ela, que o mundo não a compreende e que por isso ela é infeliz, pois nada que faz dá certo, enquanto outros, com menos qualidades, obtêm sucesso. Ouvimos, destes, aquele lamento corriqueiro, auto-elogioso: "Acho que sou bom ou boa demais para este mundo, tenho de aprender a ser menos honesto e mais agressivo...". Conclusão: se não fossem os outros, ele, o queixoso, seria maravilhoso. Por isso, toda queixa é narcísica.

Temos de acrescentar que a queixa não surge só de uma dor ou de um desassossego, mas também quando se consegue um tento, uma realização. Aí a queixa serve de proteção à inveja do outro – sempre os outros! - e, tal qual uma criança que esconde os ovos de Páscoa até o outro ano, o queixante não declara sua felicidade para que ela não acabe na voracidade dos parceiros, podendo ele curti-la em seu canto, escondido, até o ano que vem, quando o coelhinho passar de novo.

Em síntese, três pontos: a queixa é um fechamento sobre si mesmo, uma recusa da realidade e um desconhecimento da dor real. Não confundamos: é importante separar a queixa narcísica da reivindicação justa, mas esse é outro capítulo. Aliás, é comum o queixoso se valer da nobreza das justas reivindicações sociais para mascarar seu exagerado amor-próprio.

Um momento fundamental em todo tratamento pela psicanálise é o dia em que o analisando descobre que não dá mais para se queixar. Não que as dificuldades tenham desaparecido por encanto, mas o "tirem isso de mim", base de toda queixa, perde seu vigor, revela-se para a pessoa em todo seu aspecto fantasioso. É duro não ter a quem se queixar, não ter nenhum bispo, um departamento de defesa dos vivos, como há o dos consumidores. A pessoa pode perder o rumo, não saber o que vai fazer, nem mesmo saber quem é.

Nesse ponto, a condução do tratamento há de ser precisa. Há que ajustar a palavra à vida, conciliar a palavra com o corpo, fazer da palavra a própria pele até alcançar o almejado sentir-se "bem na própria pele". Também será necessário suportar o inexorável sem se lastimar e abandonar a rigidez do queixume pela elegância da dança com o novo.

Mais importante que uma política de acordos, feita a partir de concessões de posições individuais, é estar em acordo com o movimento das surpresas da vida, dos encontros bons ou maus. E tudo isso sem resignação, mas com o entusiasmo da aposta. Basta de queixas.
Mateus D'Almeida, em Nova York, depois de já ter visto Yo La Tengo e Mogwai: "Sunn 0))) me deixou surdo. Muito esquisito aqueles sujeitos de manto, no meio do gelo seco encharcado de luz azul sacudindo umas guitarras e fazendo os sons mais graves, altos e distorcidos que eu ja ouvi - sério, show mais alto que eu já presenciei, na vida. Mais que walverdes e Mogwai juntos."
Minhas audições de MP3 no Winamp registradas pelo Last.fm geraram a seguinte estatística de tags:

1. indie: 24.77%
2. indie rock: 9.54%
3. alternative: 8.88%
4. experimental: 6.56%
5. rock: 5.91%
6. singer-songwriter: 4.90%
7. folk: 3.22%
8. classic rock: 2.97%
9. female vocalists: 2.95%
10. electronic: 2.62%
11. indie pop: 2.01%
12. industrial: 1.79%
13. Canadian: 1.65%
14. minimal: 1.59%
15. trip-hop: 1.27%
16. alternative rock: 1.14%
17. icelandic: 1.01%
18. gypsy punk: 0.91%
19. Lo-Fi: 0.89%
20. Progressive rock: 0.87%
21. Classical: 0.78%
22. grindcore: 0.77%
23. industrial rock: 0.74%
24. country: 0.73%
25. chillout: 0.72%
26. punk: 0.67%
27. new wave: 0.66%
28. glitch: 0.57%
29. freak folk: 0.57%
30. ambient: 0.56%
31. australian: 0.53%
32. post-rock: 0.50%
33. Gypsy: 0.49%
34. Avant-Garde: 0.49%
35. folk rock: 0.47%
36. post-punk: 0.46%
37. 80s: 0.44%
38. death metal: 0.43%
39. piano: 0.37%
40. contemporary classical: 0.35%
41. Alt-country: 0.32%
42. americana: 0.32%
43. british: 0.30%
44. Impressionist: 0.22%
45. metal: 0.11%

terça-feira, 14 de outubro de 2008



Clique para ver maior.
"Mark E. Smith [líder do The Fall] recrutou o novo Fall a partir dos roadies do grupo, que já tinham uma banda própria e eram mais maleáveis. 'Uma palavra de Mark podia dizimá-los', diz Geoff Travis, da Rough Trade, que produziu o terceiro álbum de estúdio do Fall, Grotesque (after de gramme). 'Eles o adoravam, mas estavam um pouco atemorizados. Lembro de uma vez quando estávamos num café e eu disse 'Mark, você não acha muito esquisito que ninguém da banda fale com você?'. Uma das frases dele era: 'Músicos são a forma de vida mais inferior que existe.'" (REYNOLDS, Simon. Beijar o céu.)

quinta-feira, 9 de outubro de 2008





Quem é esta figura?

Rita Lee

Kurt Cobain

Mago Merlin

Ozzy Osborne

N.D.A.












quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Nada.

E uma das minhas primeiras aventuras como webdesigner amador, utilizando intuitivamente o Front Page - no curso de jornalismo eu havia aprendido noções de AOL Press.

Atualmente eu continuo amador editando diretamente o código HTML das páginas. Hoje eu renovei a minha página-currículo e a casa do input_output.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Está chegando a hora do Alva Noto em Porto Alegre no Goethe.
Essa simpática dupla (esse simpático casal?) que adora gatos e tem vaquinhas, como os meus, ...



... também faz um som bem interessante, sob o nome de High Places, estreando este ano com um dos melhores discos de 2008 até agora, lançado pelo selo Thrill Jockey.



High Places justamente porque eles, observando seus ídolos, os gatos, perceberam que gostam, também, de lugares altos.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Ranking da International Federation of Football History & Statistics (IFFHS)

1. Manchester United
2. Chelsea
3. Barcelona
4. Boca Juniors
12. Fluminense
14. São Paulo
30. Flamengo
41. Cruzeiro
51. Santos
61. Botafogo
90. Sport
97. Vasco
118. Inter
130. Grêmio
142. Atlético-MG e Palmeiras
188. Atlético-PR
248. Goiás
279. Figueirense
Pesquisa no orkut: "gaiteiros de Porto Alegre".

O segundo EP da Blanched foi relançado pela netlabel de post-rock Sinewave.


Blanched - Blanched Toca Angelopoulos


BLANCHED
Blanched Toca Angelopoulos
Genre: Post-rock
2008 - sinewave

download (43MB)



Blanched started in 2001 at Novo Hamburgo, RS, formed by Leonardo Flech (guitar/vocals), Marcelo Koch (drums), Israel Monteiro (guitar), Carlos Bergold (bass) and Priscila Wachs (flute). Mixing hard and experimental rock with touches of acoustic folk and bossa nova, the band released the EP Ter Estado Aqui in 2002. Monteiro and Bergold left the band and were substituted by Porto Alegre residents Douglas Dickel (guitar), Daniel Galera (bass) and Muriel Paraboni (keyboards), who left in 2004. The new formation focused on post-rock influences such as Mogwai, Explosions in the Sky, Slint and Sonic Youth to develop its own sound, exploring dynamics that went far beyond the usual quiet/loud alternance, with members often exchaging instruments. Two other EPs followed: Blanched Toca Angelopoulos (2004) and Avalanched (2007), both released originally by Open Field Label/Peligro Records. Blanched Toca Angelopoulos is now being re-released by Sinewave.


____________________________
Blanched Toca Angelopoulos
01. Tristes dos que Procuram Dentro de Si Respostas Porque Lá Só Há Espera
02. Cada Um
03. Hoje Eu Tou Melhor
04. Um Palhaço no Campo de Concentração
05. Casa de Descanso
" . . . psicossociologia defensiva da escuta - o ouvinte se fecha numa concha de som onde se embala só com o gênero de sua preferência (...), numa redoma refratária a qualquer diferença, a qualquer deslocamento do seu código de adoção, o que significa não-escuta. A escuta indiscriminada de qualquer coisa [ecletismo na acepção popular] também é não-escuta." (WISNIK)

Eu tenho dois amigos, essencialmente, que são mente-aberta, espíritos-livres, bons-ecléticos: o Inácio Jeremias Mossmann, colega de trabalho, e o Roberto Malater Guimarães, ex-colega de trabalho que, inclusive, foi quem me indicou esse livro 'O som e o sentido', do José Miguel Wisnik.