" . . . psicossociologia defensiva da escuta - o ouvinte se fecha numa concha de som onde se embala só com o gênero de sua preferência (...), numa redoma refratária a qualquer diferença, a qualquer deslocamento do seu código de adoção, o que significa não-escuta. A escuta indiscriminada de qualquer coisa [ecletismo na acepção popular] também é não-escuta." (WISNIK)
Eu tenho dois amigos, essencialmente, que são mente-aberta, espíritos-livres, bons-ecléticos: o Inácio Jeremias Mossmann, colega de trabalho, e o Roberto Malater Guimarães, ex-colega de trabalho que, inclusive, foi quem me indicou esse livro 'O som e o sentido', do José Miguel Wisnik.
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sexta-feira, 3 de outubro de 2008
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