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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Alva Noto & Byetone pelas publicações brasileiras. (Cada indivíduo interpreta um objeto desconhecido de acordo com seu repertório de experiências anteriores.) Comentários meus em itálico.


"As propostas se aproximam: ambos exploram as possibilidades de criar música a partir de sons e efeitos eletrônicos e criam ritmos a partir de tons de fax, sinais de modem e toques de telefone, por exemplo." (Zero Hora)

Eles falam que justamente gostam de utilizar o som eletrônico puro, sem usar sons gravados, os famosos samples, pois eles remetem a algo conhecido e têm em si uma carga de pré-emoção que eles desejam evitar.


"Nascidos na antiga Alemanha Oriental, os DJs Alva Noto e Byetone fazem uma ponte entre música eletrônica, artes visuais e ciência por meio de sons produzidos a partir de impulsos elétricos." (Jonas Lopes/Revista Veja)

Os sons parecem impulsos elétricos e podem se tornar impulsos elétricos quando transmitidos via rádio, por exemplo, mas não partem deles, e sim do mais simples programa de geração de som, onde o Alva Noto escolhe freqüência, duração e outras características físicas do som para produzir o timbre exato que ele deseja - é a micromontagem do (subestilo) chamado microsound. Ele cria do zero cada som ouvido numa complexa música sua.


"E a variação cromática ia do ciano ao magenta em feixes e camadas de chiados que, ao som do break, criava um Poltergeist clubber. Foi legal notar o misto de concentração e animação dos artistas, além da forma como minimalismo, sinestesias e emanações eletrônicas podem criar uma expressão artística primitiva, de certa forma. Algo que mais prende a atenção e impressiona do que perturba (seria isso um fator pop?). Gozado perceber como a aura 'científica' da coisa toda dá ao espectador uma espectativa de experimentar algo mais profundo, 'nunca dantes visto'." (Jade Gola/Rraurl)

Na mosca.


"É uma performance relativamente rápida, cerca de uma hora de em que o electro bem marcado evolui para uma pancada cavernosa, algo como Model 500 em back2back com Shackleton. (...) Musicalmente foi uma apresentação mais explosiva, já que Carsten Nicolai aka Alva Noto, a atração principal, que fez um trabalho mais minimalista de musicar interferências de aparelhos eletrônicos, color bars e chiados gráficos e ultra-coloridos. O som não era nada less is more: um breakbeat que pendia para o electro na velocidade. Definitivamente mais cru do que Byetone, já que este evoluiu fácil para uma bombação big beat, num momento que levantou a pista sentada para dançar. Um feixe luminoso branco dava a profundidade no meio da tela, numa experiência cromo-visual que explicita bem conceitos como prisma, sobreposição de cores e afins, manifestações da natureza tão cruas quanto a performance do alemão. É uma apresentação mais constante, variada na inserção de gráficos que pareciam erros de informáticas dispostos como pianos 8-bit." (Jade Gola/Rraurl)

Electro, big beat, break beat? OK... Ver IDM, glitch, eletrônica experimental, microsound.

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