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domingo, 28 de janeiro de 2018

"Durante os séculos XIX e XX, o capitalismo priorizou uma sociedade disciplinar, centrada na casa, na escola, na igreja, na fábrica, na prisão. Para Michel Foucault, tratava-se de uma sociedade disciplinar hierarquizada, conduzida pela constante vigilância e pelo controle do tempo e do comportamento por um 'superior': o pai, o professor, o patrão. O século XXI inaugurou uma outra forma de controle, aparentemente mais leve e  substancialmente mais eficaz: o controle internalizado no medo da exclusão, da segregação, da condenação pelo olhar dos outros. Gilles Deleuze atribui à sociedade escópica (na qual todos veem e são vistos) um dos principais propulsores desse estado de coisas. Não se trata mais da presença física de uma autoridade disciplinar nem dos limites de um espaço que requer determinado comportamento (como a fábrica, a escola, a igreja). As cobranças penetram na alma do indivíduo que se sente coagido a se comportar de determinada forma para não ser condenado." (Thaís Cavalcanti)

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