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domingo, 28 de janeiro de 2018
Sakamoto: "Foram pagos aos reclamantes R$ 24,35 bilhões. Os valores decorrentes de acordos judiciais representaram 37,1% do total e os decorrentes da execução da sentença representaram 52,8%. Além dos recursos entregues a trabalhadores e empresários, a Justiça do Trabalho também conseguiu resgatar em prol da sociedade parte do valor negado em forma de sonegação. Ou seja, R$ 2,5 bilhões para a Previdência Social e R$ 407 milhões ao Imposto de Renda. Somando esses dois números às custas processuais, multas e emolumentos arrecadados, temos um total de mais de R$ 3,27 bilhões que foram para os cofres públicos via Judiciário trabalhista. (...) O tamanho monumental desse número não mostra uma ''indústria de reclamações'', mas evidencia o descumprimento sistemático e em larga escala das obrigações mais básicas do contrato de trabalho."
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