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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Um novo jeito de viver perto de tudo.








"Ao ler o estudante de História Rafael Lapuente no Facebook vi que a nossa história, os feitos que 'servem de modelo a toda terra', não se aplicam em Porto Alegre. Talvez no interior do estado. Aqui a regra é o dito 'progresso' acima de tudo. Segundo Lapuente já foi cogitado implodir o Mercado Público para a construção de uma perimetral. O celebrado jornalista Flávio Tavares tratou de abordagem semelhante na sua coluna dominical em Zero Hora. Imaginem Roma sem o Coliseu. Bom, assim como no futebol, os corneteiros sociais gritam de pronto: 'Comparar Porto Alegre com Roma?'. Que valor artístico, cultural, histórico e econômico, teria Istambul, Praga ou Buenos Aires, se no auge dos seus 240 anos começassem a destruir seu monumentos? O Olímpico e o Beira-Rio na recente Porto Alegre são monumentos pela imponência arquitetônica e pelo que se vivenciou nos seus limites. Recordamos com saudade dos nossos velhos estádios, Baixada e Eucaliptos. Porém são incomparáveis com o Olímpico e o Beira-Rio. Os muitos significados do Olímpico Monumental estão expressos na série #VoltaOlímpico do competente site Impedimento." (Rodolfo Mohr)


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