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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Minha psiquiatra disse que, pelas sessões e pelos meus escritos, eu sou uma pessoa de peso (I'm so heavy), que eu não estou na vida a passeio, e que isso tem seu lado bom e seu lado ruim. O lado ruim é o meu lado da crítica, da exigência, da dureza, coisas que acabam afastando algumas pessoas, seja porque passaram a me achar um chato, seja porque são menos pesados, e essas duas coisas muitas vezes se confundem. É óbvio que eu preciso melhorar nesses aspectos, mas também não devo mudar a minha visão de mundo, de modo que definitivamente acabo sendo mais compatível com quem tem o mesmo tipo de peso - ou coragem para encarar o meu. Esta semana eu fui crucificado, mas depois da crucificação vem a ressurreição, e isso foi muito importante. Agradeço aos romanos pelo tratamento de choque, até porque, se eles não me amassem, não perderiam seus tempos me alertando, mesmo que um pouco tardiamente. Preciso nascer de novo em vários aspectos, e estou otimista por isso, agora que consegui também (me) entender (com) a Tunnie. Tenho todo o meu tempo pela frente para trabalhar minhas limitações em relações interpessoais, por um lado, e desenvolver uma auto-estima auto-suficiente, pelo outro, sendo que essa última parte passa pelo minha sonhada retomada artística. "É preciso perder tudo para encontrar o próprio caminho", eu li esses dias no blog da Sam. Então é isso mesmo. The new me then - it's all new to me - I am will born again. (Ah, e não esquecendo que eu contenho, ao mesmo tempo, todos os meus anos dentro de mim.)

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