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domingo, 23 de dezembro de 2012

"Trabalhos cada vez mais numerosos esclarecem as estruturas do imaginário e a função simbolizante da imaginação. Não se admite hoje desconhecer realidades tão atuantes. Todas as ciências do homem, como as artes e as técnicas que delas derivam, encontram símbolos no caminho. Devem conjugar esforços para decifrarem os enigmas que esses símbolos propõem; associam-se para mobilizar a energia condensada que neles se encerra. Seria dizer pouco que vivemos num mundo de símbolos; um mundo de símbolos vive em nós." (CHEVALIER e GHEERBRANT, Dicionário de Símbolos)


"O símbolo, como categoria transcendente da 'altura', do supraterrestre, do infinito, revela-se ao homem por inteiro, tanto à sua inteligência quanto à sua alma. O simbolismo é um dado imediato da consciência total, isto é, do homem que se descobre a si mesmo como tal, do homem que toma consciência de sua posição no Universo; essas descobertas primordiais estão ligadas de modo tão orgânico ao seu drama, que o próprio simbolismo determina tanto a atividade de seu subconsciente como as mais nobres expressões de sua vida espiritual." (Mircea Eliade)


"A análise que fragmenta e pulveriza é impotente para captar a riqueza do símbolo; a intuição nem sempre o consegue; para isso, ela deve ser eminentemente sintética e simpática, isto é, partilhar e provar uma certa visão do mundo. Porque o símbolo tem, como privilégio, concentrar sobre a realidade de partida todas as forças evocadas por cada uma dessas imagens e por suas análogas, em todos os planos do cosmos e em todos os níveis da consciência. Cada símbolo é um microcosmo, um mundo total." (Chevalier & Gheerbrant)


"O desconhecido do símbolo não é, com efeito, o vazio da ignorância; é, sobretudo, o indeterminado do pressentimento. Uma imagem vetorial recobrirá esse indeterminado de um véu que será, ao mesmo tempo, uma primeira indicação ou revelação. Consequentemente, o símbolo exerce função de substituto. Aos olhos do psicanalista e do sociólogo, de modo figurativo, substitui, à guisa de resposta, solução ou satisfação, uma pergunta, um conflito ou um desejo que permanecem em suspenso no inconsciente. O símbolo exprime o mundo percebido e vivido tal como o sujeito experimenta, não em função de razão crítica e no nível de sua consciência, mas em função de todo o seu psiquismo, afetivo e representativo, principalmente no nível do inconsciente." (Chevalier & Gheerbrant)

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