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quinta-feira, 12 de março de 2009

Eugenio Mussak/Vida Simples:

(...) Crises intencionais

Exatamente porque a crise transforma as pessoas para melhor que muitas vezes ela é intencional. Essa é uma abordagem que cabe melhor na administração de empresas. Pode parecer estranho, mas, nas organizações, em muitas situações são instaladas crises que parecem desnecessárias, mas têm um forte componente estratégico. Os períodos de progresso, com uma equipe vencedora trazendo ótimos resultados, não parecem ter alguma coisa a ver com uma crise, mas muitas vezes são a consequência de uma. Quando os resultados desejados ameaçam não se manter, estagnam, começam a se repetir e a curva no gráfico assume o comportamento de platô, é o momento de instalar uma crise artificial porque os administradores percebem que há uma crise natural no horizonte.

Nas empresas, por incrível que pareça, os líderes são verdadeiros criadores de crises, no bom sentido. Eles têm o poder, e o dever, de tirar as pessoas da zona de conforto, exigir proatividade, criatividade, inovação, resultados melhores. Crise é exatamente isto, uma situação em que as pessoas se sentem desconfortáveis, então reagem, tornam-se mais ativas, atentas, preocupadas em dar o melhor de si. Além disso, uma crise tem outra virtude: a de separar o joio do trigo. Sim, pois, na crise, aqueles que não são comprometidos são os primeiros a abandonar o barco e isso é ótimo, pois quem não ajuda atrapalha. (...)

O que dá para fazer

O escritor Anthony Robbins, que teve seu livro 'Poder sem limites' no topo da lista dos mais vendidos nos Estados Unidos por meses, faz uma reflexão inquietante sobre como reagimos às crises. Ele se pergunta: "Que mistério envolve a diferença que há entre uma pessoa que aproveita a oportunidade de estar vivendo uma crise para se transformar para melhor e outra que simplesmente se deixa destruir por ela?" (...)

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