"Críticos ao projeto afirmam que o Brasil não está preparado para retirar proteções que a lei dá ao trabalhador. O país, dizem, não tem um Estado capaz de garantir o bem estar social dos desempregados, evitando que eles caiam na miséria em momentos de dificuldade. Outro argumento é que os sindicatos no Brasil não teriam força suficiente para fazer negociações equilibradas com empresas, o que criaria uma assimetria na relação. A situação poderia ser agravada pelo fim da contribuição sindical obrigatória, outro item da reforma aprovada na Câmara." (José Roberto Castro/Nexo Jornal)
JOÃO GUILHERME VARGAS NETTO:
<< Até mesmo na teoria das relações do trabalho, esse tema é recorrente ao longo de um século e meio. Há um grande líder francês do século 19 chamado Henri Lacordaire que disse: “Entre o forte e o fraco, a lei liberta e a liberdade escraviza”. Partindo das relações assimétricas do trabalho, porque os empregadores são as classes dominantes. >>
JOÃO GUILHERME VARGAS NETTO:
"A disputa entre patrão e empregado é um jogo de futebol em um campo inclinado, um time joga sempre contra a lei da gravidade. O avanço da legislação [mais leis trabalhistas] sobre o despotismo da correlação de forças é positivo para o lado fraco da equação."
|
|
http://soundcloud.com/input_output |
:: trabalho artístico :: projeto musical input_output | desenhos | fotografia instagram | fotografia flickr | pesquisa de discos | pesquisa de filmes | programa podcast musical ::
:: catarses musicais inativas :: hotel | blanched | o restaurante | homem que não vive da glória do passado ::
:: no pé da página :: currículo | discografia ::
quarta-feira, 24 de maio de 2017
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário