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sábado, 15 de fevereiro de 2014

"Durante o filme [Robocop do José Padilha], todas as cenas familiares, como a própria volta de Murphy-robô para casa, tornam-se rasas, postiças, prejudicadas por um vazio imenso que nunca será preenchido, pois não há lastro dramático suficiente entre os personagens para isso. (...) Há um descompasso nítido entre o teor psicológico (e vá lá, filosofal) que o filme propõe e a verdadeira carga psicológica (filosófica) que entrega. Um não corresponde ao outro." (Danilo Fantinel)

Eu senti esse mesmo descompasso no filme Gravidade.

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