"Durante o filme [Robocop do José Padilha], todas as cenas familiares, como a própria volta de Murphy-robô para casa, tornam-se rasas, postiças, prejudicadas por um vazio imenso que nunca será preenchido, pois não há lastro dramático suficiente entre os personagens para isso. (...) Há um descompasso nítido entre o teor psicológico (e vá lá, filosofal) que o filme propõe e a verdadeira carga psicológica (filosófica) que entrega. Um não corresponde ao outro." (Danilo Fantinel)
Eu senti esse mesmo descompasso no filme Gravidade.
|
|
http://soundcloud.com/input_output |
:: trabalho artístico :: projeto musical input_output | desenhos | fotografia instagram | fotografia flickr | pesquisa de discos | pesquisa de filmes | programa podcast musical ::
:: catarses musicais inativas :: hotel | blanched | o restaurante | homem que não vive da glória do passado ::
:: no pé da página :: currículo | discografia ::
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário