Durante a minha adolescência, eu senti uma necessidade impotente de manifestar às meninas que eu achava bonitas o quanto eu as achava bonitas. (Desde sempre a beleza me afeta profundamente, me maravilha.) Eu decidia que, na próxima vez, eu dirigiria umas palavras à menina que passasse por mim na rua e que me despertasse tal vontade. Mas havia a impotência, porque instrumentos eu não tinha; pelo contrário, somente a timidez a insegurança. Hoje, bem ou mal, eu tenho o texto - e a coragem.
Quem me conheceu antes da Madi sabe o quanto a Madi foi importante para a minha pessoa. O casamento entre mim e ela provocou um crescimento mútuo, de modo que ambos ficamos mais potenciais. Me dei conta disso e me emocionei com isso no show do Jupiter no Manara. (O assunto surgiu ontem, diante da mesma idéia tida pelo Charles. Ele disse que a minha vantagem é que eu não retrocedi. Sinto que foi uma coisa que eu aprendi, incorporei.) Eu só ainda não o havia manifestado, pelos ecos de decepção que eram emitidos pelos fatos que me entristeceram. Mas a melhor vida é destacar as coisas boas e seguir adiante, sempre adiante.
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