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quinta-feira, 20 de março de 2003

A história do poema da menina do metrô vazou amplamente no meu trabalho. (A Márcia descobriu que o número de fax é do DAER, prédio vizinho ao Centro Administrativo, e acabou descobrindo também qual o andar e qual o setor onde a Cristina trabalha, além do telefone.) "Isso é que é firmeza, determinação!", elogiou a Roséle. "Estou gostando desse cara", disse o Eugênio. "Ela vale a pena?", perguntou o Castiglio. "Claro, né, se ele fez tudo isso", respondeu alguém. "Nunca alguém tinha me provocado essas (re)ações", eu deixei claro. "Ele só vai saber se vale mesmo a pena depois, se ele conhecer ela", completou a Roséle. "Isso é história de amor de filme!!", disse a dra. Graça, empolgada. Eu disse para ela ver Lucía E O Sexo, mas ela não me ouviu. Mandei o fax para a Cristina ontem de manhã. Depois do meio-dia, ela ligou para o meu celular: "Tu queria saber a minha reação: fiquei paralisada". Trocamos e-mails. A seguir, cenas do próximo capítulo.

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