Vim escutando na BR-116 a fita do show da Poliéster no BR-3 (com os gritos - empolgados e empolgantes - reconhecíveis do Rodrigo "Baixista"). A banda era muito boa!, mas com um problema-detalhe musical insolúvel: a guitarra do Porsche, que praticamente só faz bases violonescas, quase sessentistas - ele não sabe fazer riffs e powerchords, o que atrapalha a criação de arranjos e a densidade nos momentos distorcidos. Insolúvel porque ele não consegue cantar sem tocar. Extramusicalmente há um outro problema: a vontade muito grande que ele tem há anos de fazer sucesso e de viver da música, o que acaba atropelando a tranqüilidade necessária à evolução de uma banda, que não tem como não ser gradual, conquistada no decorrer de ensaios e de shows. O repertório era este:
* "Introdução"
* Estou tão feliz
* "Peixinho dourado no aquário"
* Épico de sangue
* Beijos psicodélicos
* Ingrid Bergman e as meninas superpoderosas
* Supermercado
* Louco poço da paz (letra: Nenung)
* HQ
* "Pós-rock"
* O novo
* Celebração (Vamos dançar)
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