Olha só os argumentos que o Fabricio, baterista e compositor da banda grunge Pulse, tem para justificar por que adota letras em inglês:
"(...) Se o público prefere cantar músicas em português, então por que sempre reclama que as bandas estrangeiras quase não vêm ao Brasil? E, quando elas vêm, por que o público lota os shows e canta junto as letras (e, quando não cantam, praticam o embromation)? (...) Ou simplesmente por se darem conta que é muito mais fácil compor em inglês, principalmente para quem não tem a veia poética de compor em português (onde me incluo). Esta língua pátria e mátria que eu muito aprecio, mas que, vamos concordar, é um horror de tão difícil. São poucas as pessoas que falam o português correto. 'Tá, mas e o sotaque, como é que fica?', falou outra figura. Bom, o sotaque vai permanecer, de uma forma mais acentuada ou não. (...) Ah, e ainda, alguém já prestou mesmo atenção no sotaque das bandas inglesas cantando? É bonito? Cara, nós engolimos cada coisa e não nos damos conta. (...) Falem bem, falem mal, mas falem sobre o assunto. E só mais uma coisinha: se tudo, mas tudo mesmo que eu disse for errado, que bandas de países que não falam inglês não deveriam cantar em inglês, então não venham mais afimrmar que a música é uma linguagem universal." (GOMEZ, Fabricio. Banda para inglês ver (?).)
Na arte, sempre há saídas artísticas para deficiências artísticas.
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