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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O princípio do drala se refere aos ensinamentos de Trungpa apresentados na última década de sua vida, de 1978 a 1986. As raízes do princípio do drala precedem a introdução do budismo no Tibete e são encontradas em tradições indígenas do Tibete, e em diversos outros países. O drala (que literalmente significa "além do inimigo", sendo que o inimigo é nosso ego) é a presença dos elementos do mundo que está disponível por nossos sentidos. Quando nos abrimos, encontramos em árvores, flores, nuvens, uma sabedoria real, uma sabedoria que não é separada de nossa própria. Encontrar-se com um rio é muito mais do que olhar para ele; potencialmente, estamos encontrando os dralas. Cada um dos sentidos é considerado, nos ensinamentos sobre o drala, um "campo ilimitado de percepção", no qual existem imagens, sons, sensações que raramente experimentamos. Cada momento sensorial, se estamos presentes, é um portal para a sabedoria elementar do mundo. Toda percepção é uma percepção pura. Através desse tipo de percepção descobrimos que vivemos em um mundo vasto, singular e inexplorado. (Adaptado por Carlos Inada de http://westernmountain.org/drala.html e http://radiofreeshambhala.org/index.php?s=drala&x=0&y=0)

Um comentário:

Unknown disse...

sim
é uma sabedoria agir-pensar de forma a inserir-se, fazer parte na e da máquina viva, acoplamento estrutural.