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sábado, 3 de outubro de 2009



"Os filmes de Lars von Trier têm a capacidade de nos teletransportar para o seu inferno labiríntico, vivenciando a condição humana sob um céu vazio e sobre um abismo sem-fundo, de modo que quando menos esperamos estamos experimentando no corpo e no espírito as ações inextrincáveis e absurdas das personagens na temporalidade própria do filme. Em especial, em Anticristo, poderemos nos sentir afundados em ansiedade e medo, uma tensão do começo ao fim; não é por menos que em dedicatória Lars nos revela um dos seus mestres: o russo Andrei Tarkovski, talvez o primeiro cineasta que trouxe as questões humanas para o cinema." (Adriel)



"Tarkovski é o verdadeiro Deus. Quando vi 'O espelho' pela primeira vez em um pequeno televisor, fiquei em êxtase. Para mim, se formos falar de religião, essa é uma relacão religiosa. Eu vi esse filme muitas, muitas vezes. Eu sei que ele viu meu primeiro filme e o odiou violentamente, o que eu acho que foi uma reação honesta. Ele é a geração anterior à minha. Eu me sinto ligado a ele. Eu me sinto ligado a Ingmar Bergman também - e ele não se sentia ligado a mim. Se você dedica um filme a um diretor, ninguém dirá que você está roubando algo dele, então essa foi uma saída. A única coisa que eu posso dizer é que eu fui levado a fazer o filme, que essas imagens vieram até mim e eu não as questionei. Minha única defesa é: 'Perdoem-me por eu não saber o que eu faço.' Eu sou a pessoa errada a ser questionada sobre o que o filme significa ou porque ele é como ele é. É um pouco como perguntar a uma galinha sobre a canja de galinha. Fiz porque eu sou o melhor diretor de filmes do mundo. Tenho certeza de que outros diretores também pensam assim. Nao tenho certeza de que sou, eu apenas sinto que sou, OK?" (Lars Von Trier)

Um comentário:

adv disse...

Olá, grato pela citação, sou também um grande admirador da obra do Lars ;)
abraço