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domingo, 4 de setembro de 2016

A Importância da Psicologia na Construção da Subjetividade Humana sobre a Pena de Morte
(Valeria Calixto Tauil)

Resumo: O presente trabalho busca refletir sobre a pena de morte, cujo caráter é psicossocial e político.

O tema escolhido para estudo dessa pesquisa foi motivado pelo trabalho elaborado na pesquisa de iniciação científica que aborda o tema: A Psicologia na Sociedade do Extermínio: Um Estudo Sobre a Pena de Morte na Construção da Subjetividade Humana (2011), do qual sou parte integrante. A pesquisa apresenta a proposta de verificar como a população, de forma geral, enxerga o fenômeno da pena de morte.

Refletir sobre o poder da vida ou da morte, da forma como se constrói a idéia de punição, de exclusão do convívio social é importante para que não se siga o modelo do maniqueísmo, que divide o bem e o mal, modo de pensar esse que aparece quando o homem vive uma situação desesperadora, limítrofe. Em tal situação, a idéia de exterminar o mal, o “culpado”, como forma de garantir a justiça, acaba por segregar e criar a classe do bem e a do mal, levando a vingança como forma de compensação e como castigo exemplar.

Dessa forma, a responsabilidade recai sobre um indivíduo, eximindo a obrigação da coletividade de responder sobre suas ações que desencadeiam a violência que assola a sociedade.

De certa forma, a vivência de uma situação violenta com alguém próximo ou consigo mesmo, transforma conceitos sobre justiça por ser atravessado pela emoção. Cria-se, assim, um sentimento de impotência ou de revolta diante de tais atos, levando o indivíduo à uma situação limítrofe, em que pode simbolicamente construir um campo de insegurança, instaurando-se medo, como pode criar o desejo de solicitação de medidas de segurança mais drásticas a organização jurídica social ou ainda um desejo ardente de vingança.

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