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quinta-feira, 26 de junho de 2014

"Uma fraude comum é cavar faltas, visto como natural por hordas de pessoas. Acham aceitável que, sem que nada tenha acontecido, um sujeito se atire ao chão aos berros no intuito de enganar o árbitro. Acompanha a cena com caras e bocas de indignação, o que reforça a intenção fraudulenta. Desonestidade é desonestidade, não outra coisa qualquer. O que explicaria a disseminação de embustes no volume que se verifica no futebol? De quem seria a responsabilidade senão dos técnicos e dirigentes? Por que os técnicos, em particular das divisões de base, não esculhambam os aprendizes que começam a vida profissional na base da mentira? Especulo que até se poderia montar uma espécie de 'índice de imoralidade' de países a partir do número de vezes que jogadores fazem isso." [Claudio Weber Abramo é diretor-executivo da ONG Transparência Brasil, dedicada a combater a corrupção. Bacharel em matemática (USP) e mestre em filosofia da ciência (Unicamp).]

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