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terça-feira, 3 de junho de 2014
"Sem conhecer a si mesmo, faça o que fizer, não pode haver o estado de meditação. Conhecer cada pensamento, cada disposição, cada sentimento; conhecer a atividade de sua mente. Simplesmente tentar meditar sem estabelecer primeiro, profundamente, irrevogavelmente, essa virtude que surge através do autoconhecimento, é completamente enganoso e absolutamente inútil. Por favor, é muito importante que aqueles que são sérios compreendam isto. Porque se você não pode fazer isso, sua meditação e o viver atual estão divorciados, apartados – tão apartados que, embora você possa meditar, fazer posturas indefinidamente, pelo resto de sua vida, não enxergará além de seu próprio nariz; qualquer postura que você assumir, qualquer coisa que fizer, não terá significado. É importante compreender o que é esse autoconhecimento, apenas estar cônscio, sem nenhuma escolha, do 'eu' que tem sua origem num feixe de memórias – apenas estar cônscio disto sem interpretação, meramente observar o movimento da mente. Mas essa observação é impedida quando você está apenas acumulando através da observação – o que fazer, o que não fazer, o que conseguir; se você fizer isso, porá um fim ao processo vivo do movimento da mente como ego." (Krishnamurti)
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