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segunda-feira, 2 de junho de 2014

"A religião e a política são as formas mais fáceis de praticar exemplos de atitudes de intolerância. Quanto mais eu sou apegado às minhas crenças, possivelmente menos flexibilidade eu tenho de aceitar as crenças dos outros. A intolerância é querer enquadrar todo mundo no conjunto de fé que eu tenho, no conjunto de verdades que alimentam a minha convicção. Tolerar é ser indulgente, é ser compreensivo com outras pessoas. É eu consentir tacitamente que o outro tem o direito a falar, mesmo que eu não concorde com ele, eu posso até dizer que eu não concordo com as ideias dele, mas de uma forma educada, sem precisar agredir, sem precisar ofender a outra pessoa. A sociedade de hoje cobra cada vez mais de nós. Há ritmos cada vez mais frenéticos, mais rápidos, e isso nos deixa tensos. E a tensão nos leva facilmente a não ser flexíveis e a passar a ser intelorante, o que acontece no tráfego. Eu mesmo, quando dirijo, tenho a sensação de que o meu corpo está prolongado no próprio carro, não admito que o outro me ultrapasse, então eu começo a ficar tenso. Nos falta o jogo de cintura de aceitar todos os ritmos velozes que nos são cobrados, cobra-se hoje o que devia ter sido feito ontem, e isso gera tensões." (José Odelso Schneider, professor de ciências sociais da Unisinos)

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