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quinta-feira, 5 de junho de 2014
"Quem não adere à greve não escolhe, por não ser possível (e provavelmente não escolheria se possível fosse), ficar excluído das conquistas. Quem não entra em greve não tem mais medo, não corre mais riscos, não precisa mais do salário (até porque não está lutando para melhorá-lo). Quem não participa do movimento não pode escolher, em consequência da sua inércia, ficar sem a incidência do PCS [reajuste] se aprovado, ou permanecer mais dez anos sem reajuste. Você que ainda não está em greve deve ter a coragem de assumir junto aos colegas, junto aos familiares e principalmente junto aos seus filhos, para os quais servem (ou deveriam servir) de exemplo, não que fez a opção de não participar da greve, mas sim que fez a opção de deixar que os seus colegas lutem para conquistar direitos e melhorias e tentem evitar prejuízos para eles e para você. Que escolheu deixar que os seus colegas corram riscos, sintam-se angustiados, inseguros e desconfortáveis por eles e por você. Que preferiu permanecer inerte nos seu conforto enquanto os seus colegas lutam, por saber que o que eles conseguirem será estendido a você." (Ronildo de Freitas)
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